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Do fundo do baú

Nem sempre tem que ser assim

Lucas, depois de lubrificar todo o rego daquela bundinha empinada, passou generosa porção do mesmo gel,na cabeça do seu pênis e no restante. Dora, de bruços o esperava impaciente. Era sua primeira relação anal. Relutara muito por se expor aquela pratica, mas depois de ver a impossibilidade de um desastre que poderia resultar em um gravidez indesejada, se sentiu mais tranquila. Não pela dor que iria sentir, pois em conversar com amigas que faziam uso quase que constante para terem prazer, sem culpa ou medo, não havia jeito de se fazer sexo anal sem sentir dor alguma. Depois de um tempo se acostumava e até ficava-se na expectativa dela vir para depois relaxar e gozar. Voltou a cabeça para trás e olhou para ver o que ia penetra-la. Lindo como sempre e até certo ponto mais desejável que antes, o pênis, brilhava com a incidência da luz do abajur sobre ele. Olhou para seu dono, que estava impaciente e ajeitando os longos e belos cabelos loiros, apoiou a cabeça em um dos braços. Quando sentiu que estava sendo cavalgada para a penetração, ergueu as duas pernas, e como uma forma de desviar a atenção para o que iria acontecer, passou a brincar com os pés. Sentiu a mão, que separou as nádegas, para que a outra levasse o membro até seu orifício virgem. Começou a se questionar se estava fazendo o correto, afinal ela era noiva, com casamento marcado para dali a três meses, e o cara que ia possui-la naquele momento não era a pessoa que tinha escolhido para seguir a vida toda. Ele deveria estar se preparando para aquele ato ás suas costas. Era o pênis dele que devia estar se encaminhando entre suas redondas nádegas, a procura do refugio que o abrigaria. Aquela sensação morna que estava entre elas, e que vinha de um membro que não deveria estar ali, a inquietou e por um instante pensou em se virar e desistir. Mas diante da pressão que sentiu, quando a glande se fixou sobre as delicadas pregas do seu cuzinho, causou-lhe uma queimação, que tomou conta das suas costa e ficou formigando nos bicos dos delicados seios.
As mãos de Lucas acariciaram as cistas dela seguindo até sua bunda onde apertou e separou para melhor perceber se estava no local correto. Balbuciou:
__Deliciosamente linda, minha bonequinha querida!
Ela sorriu e com um dos pés que estava no ar, tocou com o calcanhar nas costas dele como agradecimento pelo elogio.
Crispou os dedos na fronha e cerrou os dentes, quando a cabeça do pênis começou a forçar caminho. Estava doendo muito e ela deixou que lágrimas escorressem de seus olhos azuis. Não estava suportando a invasão, tudo queimava e ela estava com a visão turva. Deixou escapar um queixume por entre os lábios abertos. Se agarrou a guarda da cama, quando se sentiu partida, em sua preciosa bundinha. Sentiu o peso do corpo do macho que se estirava sobre o dela e sua boca se dedicou a sussurrar palavra amenas em seu ouvido. A ponta de uma língua atrevida, se insinuou em seu ouvido. Ela se esqueceu do que acontecia em seu rabo, passando a se contorcer, tentando escapar da torturante caricia. Não sentiu quando Lucas passou a se movimentar dentro dela lentamente. Seus gemidos, a alertaram de que estava acontecendo algo mais que a distração em seu ouvido. Pega de surpresa, se concentrou o que ocorria dentro do seu traseiro, começando a perceber as idas e vindas, do pênis que suas pregas pressionavam.Se tinha dor, ela não conseguia distingui-la, quando uma mão por baixo do seu corpo alcançou habilmente, entre suas coxas, o meio de sua vulva se direcionando com os dedos rumo ao seu clitóris, o ponto nervoso do seu prazer. Relaxou e se deixou, possuir como uma veterana em sexo anal. Suas amigas estavam cobertas de razões por achar que o sexo anal era delicioso, pois deixava a mulher ciente de que tinha um ponto que os machos adoravam e que era na verdade uma preferencia nacional ou masculina. Molhou os dedos que a excitavam com seu gozo, ficando na eminência de ter outro. Esqueceu que ali na sua bunda não estava o pau de seu noivo, não queria se sentir culpada, por estar entrando em uma nova era de prazer. Levou uma mão atrás e acariciou o corpo que estava sobre o seu, prometendo a si mesma que sempre que pudesse e ele quisesse, estaria aberta a um sexo anal com ele. Seu reto percebeu as contrações do pênis em seu interior, mas Dora, apenas se sentiu calorosa, quando Lucas começou a urrar e seu pau vibrar lançando jatos de esperma dentro do corpo daquela quase ninfeta, bela, de cabelos longos e loiros, olhos incríveis, da cor do céu em um dia ensolarado sem nuvens, rosto de boneca, corpo delicioso, prestes a se casar, que ele sabia amar o noivo, mas que se deixar possuir e receber em seu belo traseiro, a sua seiva masculina, naquele, que estava tendo um fim delicioso, sexo anal.
Depois de se desacoplar, daquela "estação sexual", o foguete se recolheu a sua plataforma de lançamento. Missão cumprida.
Da porta do quarto, quando saia, Lucas olhou para o leito onde o corpo dela repousava e não pode deixar de admirar, que era um corpo magnifico, que deixava qualquer um homem louco para possuir, como acontecera com ele. Se dirigiu para seu quarto, onde ficou pensando no que acabara de fazer com Dora, sua querida e desejada irmãzinha.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:10 de setembro de 2015 09:35

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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