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Do fundo do baú

Nos embalos de uma uma trepada.

Ema era tudo que um homem poderia desejar em termos de mulher, socialmente apresentável, e que inspirava os homens a ter razões de sobrar, para desejar ter alguma coisa com ela.
Sua beleza era um dos pontos chave do que os impelia a sair como cachorrinho atrás dela, dispostos lhe servir, de qualquer maneira. Chegava até a ser ridículo a atitude deles. Mas ela pouco se importava se "a, b, ou c" estavam querendo sair com ela. As vezes até chegava a escolher entre todos os baba ovo, o que teria sua atenção. Com um corpo escultural, belos cabelos loiros, coxas bem torneadas, sempre usando sapatos de saltos o que deixava mais sexy, a boca sempre bem vermelha, olhos azuis, e um par de seios que deixava qualquer um babando para ver, ela era a rainha do pedaço. Vivia com seus pais, e tinha mais uma irmã, de nome Odete, que podia se dizer, não tinha os mesmos atrativos da irmã, mas era super simpática. Vivia enfurnada dentro de casa, por não se achar bonita, se dedicando a estudar as mais variadas coisas.
Quando Léo chegou no bairro, ele ficou sabendo que Ema era a mulher mais cobiçada do pedaço. Viu-a, a achou muito bonita, interessante mesmo, mas também viu, humilhação, desdem por parte dela com os que a bajulavam. Ficava sempre na sua observando o comportamento dela e a achando uma mulher vulgar. Já Ema quando o viu, ficou fissurada no porte atlético do rapaz, passando a olhares que prometiam muitas coisa, Léo, porem não se deixava iludir e continuava na dele.

Durante as festas do mês de junho, muitas quermesses foram montadas, e as barracas de conteúdos variados, ficavam lotadas. Em uma barraca que se vendia o famoso quentão, Léo estava bebericando um um copinho do líquido, quando uma voz soou a sua esquerda.
__Me paga um quentão?
Ele se virou, ficando frente a frente, com a mulher que todos desejavam. De perto, Ema era muito bonita e irradiava uma sensualidade que mexia com qualquer um.
__Sirva um quentão para ela. disse a mulher que cuidava da barraca, depois voltou a ficar na posição que estava antes. Até a mulher que serviu a bebida achou estranho a atitude dele, visto que sabia do interesse dos homens naquela mulher. Por dentro, ela até se regozijou com o fora que a outra estava tomando. Assim que serviu a bebida e se afastou, notou que Ema se postara a frente do rapaz e a ouviu dizer:
__Esta me ignorando cowboy?
__ E por que estaria? - rebateu com a pergunta.
__ Não sei. Talvez por medo de mim.
__ Estas com alguma doença contagiosa? És filha do delegado local? Ou seu marido pode estar nos observando e poderia interpretar mal a nossa conversa, caso a tivéssemos?
__Nossa! Você todo cheio de palavras. Calma, eu não mordo. Talvez tenha ouvido falar cobras e lagartos de mim, mas acredite eu não sou nada disso que falam.
__Você que está dizendo. Bem, vou indo pois aqui já apreciei tudo que tinha para apreciar. Boa noite.
__ Ei, espere um pouco. Não me quer como companhia? - perguntou ela segurando-lhe um dos braços.
Léo, de cara fechado olhou para seu braço seguro e depois para ela. Ema sentiu em seu olhar, um misto de desprezo e desejo, tudo junto, combustível primordial para que a ignição do interesse permanecesse, precisava apenas haver a centelha, para que houve a combustão que os movimentariam.
__Não tenho medo de homem com cara feia, ainda mais quando ele é charmoso, e bonitão assim como você. Me dê uma chance de conhece-lo melhor. Não negue isso a para mim. E olha, eu estou pagando o maior mico, pois logo a fofoqueira da barraca, vai sair espalhando aos quatro cantos, que você me deu um fora. Já pensou como vai ficar a minha reputaçãozinha? - fez um beicinho, que el não pode deixar de achar engraçado. Riu e com isso se desarmou. Ela se aproveito do momento e trançando o braço com o dele, passou a caminhar ao seu lado. Quando estavam fora dos olhares da tal mulher da barraca, Léo parou a encarando disse:
__Pronto madame, já esta com sua reputação salva, agora se me dá licença, eu vou andando.
__Estou gostando de ver. Bancando o machão desinteressado, me esnobando mesmo. És o primeiro, sabia?
__Não estou te esnobando. Apenas quero ficar só.
__Duvido. Você tem é medo de mim, e não me venha com sua ladainha.
__Você não tem medo garota?
__Obrigada pelo garota, mas medo de quê?
__Eu posso ser um estuprador. Uma mente diabólica e te fazer mal.
__Sei. E o que mais você poderia ser? A reencarnação do pior psicopata que o mundo conheceu e que até hoje desconhece sua identidade? Seria você o novo Jack, o estripador? Ora, ora, meu caro, vamos parar por aqui. Por que não é tão simples dizer que tem medo de mim.
__Mas isso não é verdade.
__Me deseja então? Já sei quer fazer amor comigo, mas tem medo de brochar, é isso? Acertei?
__Você é bem desbocadinha, hein? Vou lhe dizer a verdade, já que você quer saber. Eu não quero nada com você, para não parecer um cachorrinho esperando as migalhas que você vai lançar ao chão para mim comer. Nunca me ative ser um boneco nas mãos de mulher alguma, muito menos nas suas mãos, que vejo calejada de pisar no homens, até parecendo que é uma feminista.
__ Você é bem perspicaz. Mas sabe por que eu faço isso tudo que você salientou, é por que eles não me deixam alternativas. São frouxos demais. Eu não sou essa fortaleza que pareço ser. Tenho os meus anseios, minhas fragilidades, porém procuro me fazer de durona. Gostaria de ter um homem como você e poder sair, relaxar, transar, sei lá, fazer o diabo. Mas esses caras que estão por aqui, só merece o salto do meu sapato atolado no cu deles.
__Parece magoada com o mundo masculino.
__ Magoada, não. Decepcionada é o termo certo.
__ Entendi! Aceita mais um quentão, como a bebida da paz?
__Só se for na barraca onde estávamos- sorriu ela.
__ Claro, vamos lá assim a tal fofoqueira vai fica decepcionada de nos ver ainda juntos.
__E depois que pretende fazer? - perguntou enquanto caminhavam
__Não sei, Tem alguma ideia?
__Ter eu tenho, mas não sei se você vai topar.
__Se não for nada extravagante...
__Fica comigo esta noite.
Léo parou e a encarou, buscando no azul dos belos olhos um indicativo que ela estivesse brincando.
__Quer passar a noite comigo?
__Sim. Não gostaria? Estou tão carente de um homem de verdade.
_ Garota, você é mesmo direta, hein?
__Quando se deseja alguma coisa, temos que ser.Topas?
__E se eu quiser algo a mais com você?
__Talvez seja esse algo a mais que eu esteja procurando e pretenda encontra em você, ou com você. -disse esbarrando a mão discretamente na braguilha de Léo que já estava excitado.- E pelo que senti, você o tem completou.
Léo sorriu. Chegaram á barraca e pediram mais dois quentões, que a mulher os serviu , vendo que ela Ema tinha ganhado mais um escravo. Léo, estava pensando na noite que teria ao lado daquela mulher linda e ousada, que ele jurara, não cair na teia dela, mas estava sucumbindo. Ou não?

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:4 de setembro de 2015 18:30

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Comentários

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  • Carmem
    Postado porCarmemem5 de setembro de 2015 20:05

    Adoro seus textos.

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