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Do fundo do baú

Nunca diga que assim é melhor se não experimentou de outro jeito

Para Deolinda, o sexo era uma coisa natural entre duas pessoas. Criada aos moldes do conservadorismo de seus pais, ela não admitia que um casal pluralizasse seus encontros amorosos de uma forma que não fosse aquela totalmente ortodoxa. Entendia que sexo servia unicamente para a perpetuação da espécie e nada mais. Bem, assim ela fora ensinada. Nos cultos dominicais ouvia a pregação do clérigo como sendo essa a ordem a ser obedecida ao pé da letra. Não tinha o interesse, além de pura amizade, em nenhum rapaz da comunidade. Sendo jovem e bonita, ela era cobiçada e muitos dos mancebos da sua roda de amigos, vinham lhe declarar um vivo interesse em corteja, mas ela não se achava ainda pronta para assumir essa responsabilidade. Com seus 20 anos, se mantinha casta e com a mente longe das facetas de sensualidades, que muitas da sua idade, convertiam em filhos. Quantas vezes não ficou admirando uma ou outra amiga que acabara engravidando de seus namorados. Gostava de ver a cada mês que passava, o ventre delas se avolumando e pouco tempo de pois as mesma com seus rebentos nos braços. Gostava de criança, mas na verdade não sabia nem como poderia chegar a tê-los se não tinha interesse em nenhum rapaz. No entanto, ela sentia que as vezes seu corpo se manifestava de uma forma bem diferente, quando estava perto de Claudionor. Não sabia explicar exatamente o que sentia, mas percebia que ficava eufórica e que desejava que o tempo parasse, quando estavam juntos, com os demais colegas. Um dia conversando com sua colega mais intima, ela relatou aquilo que sentia. Márcia, que era uma garota bem escolada, lhe abriu os olhos para o fato dela estar se apaixonando pelo rapaz. Ela descartou essa possibilidade. Mas o fato é que pouco mais de um mês depois da confissão, estavam namorando. Claudionor, que era louco por ela, mas que temia se aproximar, devido saber que ela era uma garota que não estava entregue as futilidades da vida, agora vira naquela aproximação, a razão para por para fora todo o desejo que tinha recolhido dentro de si. Deolinda se aconselhava com sua mãe em tudo que se relacionava a um vida a dois e recebia as informações, que deferiam um pouco, do quê ela ouvia na rua, de suas colegas, principalmente de Márcia. Quando foi pedida em casamento, ela ficou toda feliz. Queria ser uma boa dona de casa, como sua mãe. Achava que era primordial, para uma moça, ser como a mãe. Na noite de núpcias ela seguiu todos o tramites, como sua mãe aconselhara e na hora de ser desvirginada, seguiu direitinho tudo que ela lhe passara.Não gostou do sexo feito, pela primeira vêz, com seu marido. Sentira muita dor e tivera uma pequena, mas para ela grande demais, hemorragia, que deixara uma enorme mancha de sangue no lençol do hotel em que se hospedaram. Achou estranho o entra e sai de sua vagina ferida, pelo pênis do marido, que não se importou com seus lamentos doloridos. Quando gozou dentro dela, a mesma mal sentiu ou percebeu, a não ser quando o esperma começou a sair de dentro dela e escorrer pelas suas pernas, mesclado com sangue. Sentiu nojo e medo. Temia, com a chegada da noite, a presença do marido ao seu lado na cama. Chegara a rezar para que ele a polpasse de mais sofrimento,e num momento de solidão, telefonara para a mãe relatando tudo que passara. Sua mãe lhe dissera que era assim mesmo, e que ela ia se acostumar e tudo ficaria gostoso. Mas não foi isso que aconteceu. A segunda transa fora pior que a primeira e ela não via a hora de regressar para ter uma explicação melhor do que estava acontecendo.
De volta da lua de mel, que para ela fora de fel, Deolinda recebeu a visita de Márcia e com ela se abriu. A amiga escutou tudo, não acreditando que o casal era tão desinformado em matéria de sexo. Ficou preocupada, mas mesmo assim resolvera passar a sua amiga algumas informações que poderiam ajudar no relacionamento do casal. Deolinda não se molhava antes da penetração, isso porque não era estimulada por seu marido, que diante da visão de seu corpo voluptuoso, apenas endurecia o pau, mandava ela abrir as pernas e pimba, mandava a pica para dentro
se sacolejava por alguns minutos dentro dela, gozava e ia dormir. Ela chorava baixinho, sem saber o que fazer ou se executava os conselhos da experiente amiga. Um dia ela sem saber mais o que fazer, se deixou levar pelo que a outra tinha sugerido.Fora em uma drogaria e comprara um creme vaginal, que deixara a disposição, no caso de uma relação sexual sem prévio aviso. Por ironia do destino, naquela tarde, logo que chegou do trabalho, seu marido se aproximou dela, que fazia limpeza de um armário, a abraçou por trás e a fez sentir que estava querendo trepar com ela.Ela sabia que ele a amava, que a desejava e não queria decepciona-lo, portanto se rendeu a sua vontade e tratou de se apoderar da bisnaga de creme e sem que ele notasse, enquanto se despia, colocou uma porção do gel no dedo e o levou até sua xoxota.O sexo naquele dia fora diferente. Quando a pica do marido entrou em sua boceta ela até que se sentiu bem e não teve as dores que sempre ocorriam durante o ato em si. Daquela tarde em diante ela jurara que nunca mais iria deixar de comprar aquele produto milagroso. Seu foco agora, era ficar grávida. Queria ter um filho e saber como era estar grávida.O tempo foi passando e uma triste rotina se estabelecendo entre o casal. Começou a sonhar com sexo, onde ela era muito exigida e conseguia fazer coisas mirabolantes. Acordava toda assustada e um dia sentiu que algo escorria de si. Ao abrir as pernas e se examinar, notou aquela umidade que brilhava em contato com a luz e se apavorou, Levou os dedos até aquele líquido e o sentiu com a mesma textura do gel que se lubrificava para trepar. Mas como? Não fizera sexo naquela noite, apenas sonhara estar fazendo com o marido, mas de uma forma diferente do convencional. Desde então começara a notar que ao ter seus sonhos eróticos, ficava umedecida e numa certa paz.Para variar ela foi se informar com sua amiga. Márcia sorrindo lhe dissera que aquela umidade era gozo e que ela devia por em pratica o que fazia em sonho com o marido, na vida real do casal.
Quando Claudionor ligou a tevê para assistir o jornal, foi surpreendido por Deolinda, que apenas de calcinha e sutiã, viera se sentar em seu colo. Estranhou, mas gostou de ver as formas de sua bela mulher em destaque, sendo mais sensualizada, pela distorção que o brilho vindo do aparelho, lhe emprestava a deixando mais desejável que nunca. Percebeu que seu pau dava sinal forte de vida. O perfume que vinha de sua esposa, era sensual, e a visão dos seus seios, dentro daquele sutiã que os juntava formando um delicioso vale entre eles, o fez direcionar a boca sobre os mesmos. Alisou as coxas dela, subindo até onde a calcinha ficava com uma parte oculta e teve as pernas dela franqueada para que seus dedos explorassem a intimidade da sua mulher que tentava se mostrar mais desejável que nunca.Ela estava radiante com o parcial sucesso que estava obtendo. Teve o fundo da calcinha afastado e dedos tocaram sua carne entumescida e molhada. Estremeceu e soltou um gemido, que não era de dor, mas de prazer, quando Claudionor tocou em seu clitóris. Apertou a cabeça dela contra seu peito e sentiu pela primeira vez na vida a descarga de um orgasmo, o gozo em si.Sentiu uma vertigem e depois um calor que invadiu o sexo e percorreu o corpo todo, fazendo-a soluçar. Se remexeu, procurando sentir a dureza do pau que estava sob suas nádegas. Olhou para o bojo dos seios e as coxas, observando que estavam arrepiadas. Tinha que por em pratica o quê lera em um livro que Márcia lhe emprestara. Apenas temia que seu marido não aprovasse sua atitude, mas mesmo assim arriscou. Ela não era mais aquela mulher sem brilho ou imaginação. Sabia que sexo não se fazia apenas para a procriação, mas para o prazer também. Desceu do colo do marido e se ajoelhando ao seu lado, foi abrir sua calça e pegar em seu pau que estava super duro. Claudionor olhava para sua mulher sem entender o
que estava acontecendo com ela que sempre fora reservada. Deolinda olhou extasiada para o pau que tinha diante de si e sem pensar muito foi de boca sobre a glande a engolindo. Sentiu um tremor percorrer-lhe o corpo diante da textura do membro, que pela primeira vez na vida sentia o gosto. Pensou em sua mãe, tentando saber se ela tinha passado por aquela fase e ocultado dela ou se nunca experimentara a sensação que ela estava sentindo ao chupar o pau de um homem, que era seu marido. Em sua mente vinha as dicas que lera naquele livro emprestado e passou a mexer nos ovos do marido. Quando levou um deles á boca, percebeu que o homem estremeceu e ficou retesado como se sofresse um colapso. Chupou da melhor maneira que pode, procurando dar um pouco da sua personalidade ao ato. Depois se levantou e de costas ao marido procurou ao sentar em seu colo, encaixar a rola em sua vagina. Areou o corpo e a cabeça foi entrando lubrificadamente, com o suco intimo que ela expelia, na vagina convidativa. Era a primeira vez que ela não sentia dor, mas sim um calor gostoso tomar conta do seu sexo e se distribuir por todo o corpo. O marido a segurava pelos seios pomposos cujos bicos estavam duros. Deolinda começou a se movimentar num sobe e desce que estremecia os dois contendores. Massageava o membro do marido com as contrações vaginais. Quando mudaram de posição, com ela por baixo estirada no sofá de pernas aberta, ele a possuiu e passou a investir naquele recanto do prazer com todo entusiasmo de uma homem que estava feliz por ter uma mulher renovada. Ao se aproximar do seu gozo, Claudionor se apertou ao corpo, buscou sua boca e despejou dentro dela o esperma denso que inundou o interior da gruta lubrificada. Deolinda, se deixou ficar nos braços do marido, sentindo os últimos estertores, de ambos os sexos que se mantinham unidos. Sorriram satisfeitos. Para ambos a partir daquela foda, a vida sexual deles mudaria para melhor, pois Deolinda iria dizer o que desejava e como desejava e ele iria cumprir prazerosamente com todos os desejos dela.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:13 de abril de 2015 15:50

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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