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Do fundo do baú

O desejo que ela provocava em mim

Não era primeira vez que eu a surpreendia com o tal namorado. Não ia muito com a cara dele e achava que só estava com ela porque a mesma dava muito mole.Perla era uma moça de 22 anos, bonita com um corpo de fazer qualquer homem ficar de pau duro, inclusive eu, que provocava mesmo por se saber desejada. Sua bunda era fenomenal, os seios então nem se fala, as coxas lisinhas motivava qualquer um a uma gostosa punheta. Eu estava entre essas pessoas e me acabava no cinco contra um, em sua homenagem. Perla era minha irmã. Com dois anos mais novo que ela, eu vivia em sua sombra, sempre procurando flagra-la em situação delicada e me parecia que ela facilitava as coisas para me provocar. O fato dela ir trepar com o cara em casa, sempre que nossos pais saiam e passariam muito tempo fora de casa, e até passavam a noite fora, ela aproveitava para trazer o cara e ficava a vontade com ele. As vezes, muito cara de pau ela me comprava, dizendo que se eu não saísse do meu quarto me daria um presente quando recebesse o seu ordenado.Ela cumpria sempre com o que prometia e graças a isso eu ganhava muitas coisas.Mas o que me interessava mesmo era vê-la levando ferro. A danada fazia do sexo uma coisa pra lá de necessária, mas sim obrigatória. Ela sabia que eu a espionava e como era discreto, não atrapalhava e ela até ficava mais excitada ao me pegar olhando-a de pernas abertas sendo chupada e até facilitava impondo certas posições e ângulos para que eu melhor pudesse observar. Era desesperador para mim, ver aquela pica entrar em sua boceta e ficar naquele entra e sai e ela gemendo e me olhando. Percebia seus olhos se revirando quando ela atingia um gozo e se agarrando ao macho estremecia e depois partia para uma segunda etapa, onde o chupava, da glande até os testículos, onde para me deixar mais excitado tomava-os na boca e brincava com os mesmo. Era má, muito má comigo e me deixava cada vez com mais vontade de me aventurar a pedir que me deixasse fode-la. Não me importava se era minha irmã, tinha uma boceta e era uma vadia e eu a desejava e pronto.
Um dia eu estava no banho, quando ela entrou e descendo a calcinha sentou no vaso e deixou escorrer o que estava incomodando-a. Podia do box ouvir o barulho da urina batendo na água. Ela começou a conversar comigo e assim que terminou de mijar, se despiu e penetrou no box comigo passando a se banhar ali sem se preocupar com o fato de eu estar ali peladão e com o pau endurecendo. Recuei um pouco para que ela pudesse se banhar tranquila, mas Perla era atrevida e em dado momento estirou o braço e sua mão tocou meus ovos.
__Estão cheios hein, mano? Olha só o seu pirú esta ficando nervoso. Esta com tesão pela maninha, está? Coitadinho de você! - disse se virando de costas para mim e se encostando em mim com a bunda deliciosa se esfregando em meu pau.- Pega nos meus peitos, pega.Vamos mano, pode pegar. Estou sentindo seu pau cada vez mais duro em minha bunda. Vem me abrace e pegue em meus seios, eu deixo.
Fiz o que ela sugeriu e senti entre os dedos amacies dos seus seios, belos e firmes. Meu pau, bem em seu rego, estava latejando de desejo e eu me sentia em um mundo novo. Me apertei mais a ela passando a fazer movimentos de encouchar, na lomba dela, Suas mãos desciam pela lateral do meu corpo apertando e me puxando mais para si. A água e o sabão deixava a união das nádegas bem escorregadias, mas não permitia que o pau ficassem bem entre elas, mas quem se importava com isso, eu estava encouchando a bunda da minha irmã. Inesperadamen-te ela se livrou daquele abraço e se virando de frente para mim, ajoelhou-se e foi direto chupar meu pau. Soltei um berro quando senti sua boca sugando e tive que me segurar na divisória do box para não cair. Perla me fez um boquete super gostoso e eu não resistindo comecei a esporrear. Tentei tirar o pau de sua boca, mas ela segurou em minha bunda e levou a cabeça da pica bem fundo, recebendo toda a minha porra já em sua garganta. Ficou chupando até o meu pau parou de vibrar. Para finalizar deu um grande chupão, deixando-o vazio de porra. Se levantou e se aproximando de mim disse:
__Você merece isso por colaborar comigo sempre, dando aquela cobertura as minhas trepadas. Estou em dividas com você e um dia eu te pago da melhor maneira possível. - dito isso me beijou ardentemente e foi para debaixo do chuveiro.
É preciso dizer que por vários dias eu batia duas ou três punhetas, visualizando aquela cena dela me deixando encoucha-la e da tremenda chupeta que me fizera? Um final de semana, nossos pais resolveram ir até Jundiaí, atrás de uvas e um bom vinho. Saíram de madrugada com uma excursão. Ficamos Perla e eu.
Era claro que ela ia se prevalecer do fato de nossos pais estarem fora, para trazer seu namorado e ficarem os dois trepando o dia todo. Isso me irritou. Quando levantei, ela estava na cozinha preparando o nosso café. A danada estava com a parte de cima do baby doll e mais nada. Atrevida, ela não se preocupava em estar semi nua diante de seu irmão.Encostado na pia, eu a observava, andando de um lado para o outro, ficando nas pontas dos pés e me deixando ver sua deliciosa bunda ou o púbis ornamentalmente depilado.Meu pau começou a endurecer e eu passei a alisa-lo sobre a calça do pijama. Ela olhou em dado momento para o meu lado e seus olhos desceram até onde o pau se mostrava duro, mesmo que encoberto. Sorriu.
__Deixa eu ver ele. - pediu parando o que fazia, passando a me olhar.Estava linda e super gostosa, com os seios aparecendo sob o tecido fino, sem ter o sutiã para oculta-los. Os bicos espetavam o fino tecido, se mostrando rijos e bem vermelhinhos.
Desci a calça do pijama até libertar um pau bem duro. Ela me cha,ou.
__Vem cá, vem.
Me aproximei e ela pegou em meu pau e ao mesmo tempo se encostou em mim e me olhando, sorriu dizendo:
__Quer que eu dê uma chupadinha nele? Eu estou com vontade;e você quer?
__Sabe o que eu queria?
__Além da chupeta? Não. Mas me diga o que é.
__Queria foder você. Não queria que você hoje chamasse seu namorado. Vamos ficar só nós dois aqui juntos metendo.
__E o que eu ganho com isso? - perguntou bem perto da minha boca e me apertando o pau.
__Não sei.
__Bobo. Vou ficar com você hoje e como disse outro dia lá no banheiro, estou em divida com você. - dito isso ela se ajoelhou e depois de alisar muito meu pau, o tomou entre os lábios de foi enfiando-o na boca. Começou um movimento de cabeça onde o pau entrava e saia de sua boca. Eu estava ficando zonzo e sabia que se não parasse acabaria como da outra vez, em sua boca, e não era isso que eu desejava daquela vez. A levantei e depois de beija-la a convidei:
__Vamos para o meu quarto. Quero de comer na minha cama, para ficar com o teu cheiro para sempre lá.
__Quer que eu perfume meu corpo para você?
__Sim gostaria.
__Então vamos.
Em meu quarto a esperei, enquanto no seu ela se perfumava para me deixar a sua marca. Quando apareceu na porta do quarto, estava nua, maravilhosamente nua. Entrou e se atirou sobre mim e rolamos pela cama. Seu perfume era embriagador e dava mais tesão. Passei a mão pelo seu corpo, apertando seu seios a bunda que era cada vez mais, o centro de minhas atenções. Quando ela se pôs de bruços e disse me olhando o que desejava, enlouqueci:
__Quero que você chupe meu cu e enfie a língua nele. Se fizer bem gostoso, eu deixo você come-lo.
__Louca. Você não pode estar falando a sério- duvidei.
__Não quer foder meu cu? Veja como ele pisca te chamando - disse isso depois de levar as mãos até as nádegas e as separar. - Viu? Se o quiser, me chupe primeiro e depois pegue algo para passar nele mande ver.
Ao me debruçar sobre a sua bunda eu mal acreditava no que estava vendo. Enfiei a cabeça em sua bunda e comecei a lamber seu rego, demorando no cuzinho e procurava enfiar a língua nele. Ela travava ele involuntariamente o que me deixava mais assanhado, mas aos poucos fui quebrando sua resistência e entrando dentro do seu canal anal podia senti sua contração. Ela foi ficando mais a vontade com o passar dos minutos e já tinha o cu bem relaxado.
__Me fode. Enfia seu pau em meu cu que eu já estou queimando de desejo.Vai, passa um lubrificante nele e mete essa rola.- pediu com voz rouca.
De posse de um lubrificante famoso, besuntei o meu pau e seu cu e depois me ajeitando sobre sua bunda, tive a ajuda dela que com uma mão direcionou a glande para o seu buraco. Passei a descer o corpo, forçando a pica a entrar. Percebi que ela crispava as mãos nos tecidos da cama e mordendo o travesseiro, foi elevando a bunda de encontro ao pau, ajudando na penetração.A pica foi deslizando lentamente para dentro dela que gemia e quando tudo entrou ela desabou sobre o leito. Passei a socar a vara cu adentro e logo ela começou a rebolar e pedir que eu fosse mais rápido. Era uma visão linda, ver o pau entre as polpudas nádegas de Perla. Seu perfume misturado com o odor que saia do seu cu tornava tudo surreal. Levei aos mãos por baixo do sei corpo e pegando em seus seios, mantive as estocadas fortes. Comecei lamber sua orelha e ela me ofereceu sua boca. Nos beijamos muito e ela pedia que eu fosse mais ligeiro no entra e sai, pois estava gozando muito. Quando o meu momento chegou eu urrei e apertei seus seios. Fiquei dando estocadinhas, enquanto o pau lançava no seu reto o meu esperma grosso e quente. Ela se deixou ficar inerte sob mim, com o corpo estremecendo a todo instante. Ainda com a pica atolada dentro dela ela me agradeceu:
__Foi muito gostoso mano. Espero que quando me comer a boceta o seja também.
Para mim, o dia estava começando muito bem. Eu estava curtindo, aquela danada da minha irmã e desde esse dia ela me da o prazer de desfrutar do seu corpo, mesmo que tenha acabado de transar com o namorado e estar com a boceta ou o cu cheio de porra. Não me importo com isso, apenas curto tomando os devidos cuidados para não engravida-la. Adoro você Perla querida!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:30 de março de 2015 09:08

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Jovens

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