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O dia em que partiu

Olho da janela e vejo a cuva que cai. Cada gota que se choca contra o vidro, são lágrimas que se perdem em meu rosto. Tu partiste á pouco, mas ainda sinto o teu cheiro, vejo tuas coisa espalhadas sobre a cama, o formato do teu corpo na depressão do lençol que teima em ali ficar para me martirizar como que a dizer que você ainda está aqui. Levo meus dedos ás narinas e sinto ainda, a fragrância do teu intimo que me deixaste invadir. Percebo que ainda tenho nos lábios o sabor dos teus beijos e a doce ilusão de que o teu corpo é só meu. Mais uma lágrima cai, pois sei que ao longe caminhas para os braços de outra pessoa, onde se entregara, talvez sem pensar em mim, sem pensar nos momentos deliciosos que passamos, com nossos corpos suados se esfregando no frenesi de uma paixão que temo, ser unilateral. Olho para o lado e vejo a tua foto tão intima, sobre a comoda, a sorrir para mim e perce-bo, que te quero cada vez mais. Em meus seios carrego as sensações dos teus beijos, do toque de seus dedos, do roçar de seus cabelos sobre eles, da umidade do teu sexo neles deixado. O cheiro do teu suor, teu hálito perfumado, teu olhar felino, o sorriso cristalino, o andar gracioso quando nua exibe o delicioso corpo para os meus pobre olhos famintos que querem devorar a carne tenra. Sou frágil diante da tua magnitude em prender os meus anseios em te ter nos meus braços, em meus lábios, iluminas. por mais pequena que seja a centelha que produzes quando caminhas, o ambiente onde estás. Adoro te ver por trás onde posso apreciar o teu andar buliçoso que faz com que tua bunda redondinha se mova de um lado para o outro, num chamado provocativo que me atrai o olhar. Andas imponente, sabedora de que me seduz, sorri desafiadora perturbando os meus sentidos. Sinto no âmago do meu ser, a ânsia de te seguir e estreitar o teu corpo junto ao meu e dizer em teu ouvido doces palavras de amor.Quero explodir em mil pedaços, para grudar em você um a um e contigo parecer. Não sei como pude viver sem os teus carinhos, as carícias que tuas mãos proporcionam ao meu corpo, me levando a ter as mais gratas sensações, ao delírio, as palavras de incentivo, quando estava sem vontade de prosseguir na luta pelo que achava ser o meu idealismo. Não sei porque não te encontrei antes de sentir em meu corpo o que achava que era prazer, mas que não passava de uma satisfação momentânea que não deixaria uma lembrança tão forte como eu tenho quando te deixo me possuir. Sentir os teus lábios deslizar pelo meu pescoço, alcançar meus seios, chupa-los com delicadeza, com ligeiro toque de melancolia, sentir os teus dedos se enroscarem em meus pêlos íntimos me dando a sensação de que vais arranca-los, o toque suave e atrevido de um dedo em minha saliência carnuda para me levar á loucura, a suavidade com que separas as minhas pernas e as acaricias, causando-me um arrepio de prazer, tua boca apetitosa que se refugia no vértice de minhas coxas em busca do que de mais íntimo posso oferecer, a sucção de minha seiva, que parecer te alimentar pois saboreias como um néctar que tua fome sacia. Sentir os teus dedos me possuindo, fazendo o meu corpo todo tremer na ânsia plena de um orgasmo que chega avassalador, me fazendo gritar, espernear, como se fosse uma criança travessa e depois a paz em teus braços a me embalar para ter um sono reparador. Sapeca, andas nua pelo aposento me tentando cada vez mais. Teus seios pontiagudos me observando desafiadores, chamando-me a um combate interminável,me deliciam com a beleza que deles presencio. És uma ninfa que de bosques medievais surge entre flores, borboletas e jasmim. Corro em teu encalço e tu disparas a minha frente com o bambolear das tuas nádegas prepotentes que me desafiam a te alcançar, mas quando isso acontece e em meus braços permanece fico feliz em te ouvir suspirar, não porque acaricio os teus mamilos ou beijo a tua nuca, nem porque mordo a tua orelha até nem seria porque esfrego os meus pentelhos em tua bunda, mas porque sinto que tu me amas, apesar de não poderes ser só minha.
Olho da janela e vejo a chuva que cai. Cada gota que se choca contra o vidro, são lágrimas que se perdem em meu rosto. Tu partiste á pouco...

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:23 de janeiro de 2015 19:56

Gênero literário:Crônica erótica

Tema ou assunto:Lésbicas

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