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Do fundo do baú

O encontro da cidade Fantasma

O céu estava com algumas nuvens que demonstravam que uma tempestade, daquelas, iria cair em breve. O casal olhou para o alto e não viu possibilidade de enfrentar o mal tempo em terreno aberto; teriam que procurar um abrigo, pois fora de um, seria muita temeridade. Isabel olhou para Sandro e ficou assustada com a ventania que já se fazia presente. Onde se abrigar? Rodaram por mais alguns metros e no final de uma curva, viram aquela casa, de surgia do nada como única tábua de salvação para eles. Um sorriso iluminou sua face ao apontar para a casa.
__ Veja amor! Nossa salvação. Vamos para lá nos abrigar.
__ Não tenha a menor dúvida paixão, é ali mesmo que vamos ficar.- disse Sandro se direcionando para a salvação.
A casa a medida que iam se aproximando, ia adquirindo uma aspecto sombrio e Isabel apertando o braço do seu namorado, deu a entender que não estava satisfeita em se abrigar ali. Sandro, vendo a apreensão da namorada, a confortou.
__Vamos ficar por pouco tempo. Assim que a chuva passar vamos por o pé na estrada.
__Vou ficar bem feliz por isso. Não estou gostando do aspecto desta casa. Quem será que mora nela?
__ Vou te dizer uma coisa; deve ser uma pessoa bem descuidada. Deve ser algum velho rabugento que vai nos receber com uma ignorância absurda. Mas se nos abrigar, pode ser ranzinza do jeito que quiser.
Após manobrar o carro, deixando-o de traseira para a casa, Sandro saiu e pediu a namorada que esperasse dentro do carro enquanto ia ver quem poderia atende-los. Subiu os degraus que levava ao alpendre e se dirigiu a porta e vendo a aldrava se fez anunciar. O som da peça de ferro, um pouco carcomida pelo tempo, de encontro a madeira, ecoou de forma sinistra para Sandro. Parecia que tudo estava desabitado. Foi até a vidraça que estava embaçada com a poeira do tempo e tentou enxergar o interior da casa, mas percebeu que tudo estava as escuras, abandonado. Voltou a usar aldrava, e quando a acionou, constatou com surpresa, que a porta estava aberta; antes de entrar se voltou para onde sua namorada estava e sinalizou que ficasse onde estava, que iria investigar o interior da casa. Ela assentiu e ele entrou. O primeiro cômodo, era uma sala, onde vários móveis estavam cobertos de panos sobre os quais, aranhas que causavam medo pelo tamanho, circulavam e pareciam farejar o ar, notando que algo novo tinha entrado ali. Pó, era o que não faltava por ali; ele continuou sua peregrinação, encontrando um corredor com várias portas, abriu uma por uma e descobriu, quartos, salas, cozinha e um lugar que era reservado para se guardar coisas e lavar roupas. Um cheiro estranho, que parecia pegajoso, entranhando nos poros, dominava cada ambiente. Torcendo o nariz, Sandro, voltando para a sala principal, abriu a porta e viu sua namorada já do lado de fora, olhando para o horizonte onde uma formação chuvosa, estava em plena ação de uma terrível tormenta que ruidosamente, entre raios e trovoadas, se aproximava célere.
__Admirando a beleza ruidosa que se avizinha? - disse abraçando-a por trás e beijando sua nuca. - preparada para ir visitar o nosso abrigo?
__Encontrou o dono do lugar? - quis saber caminhando com ele para a casa.
__A casa parece vazia- abandonada.
__Você acha possível se estar seguro ai dentro sem autorização do dono?
__Não vamos destruir nada, apenas nos abrigar da tempestade, a menos que você deseje ficar no carro.
__Não, não, prefiro ficar abrigada com você, ai dentro.- disse se aconchegando ao corpo do rapaz, e assim entraram na casa, quando as primeiras rajadas de vento atingia o vilarejo.
A ventania era tão forte, que a casa parecia que ia sair do lugar. Era crec,crec para todos os lados, numa sinfonia assustadora, onde parecia que um regente do mal estava com sua batuta femural comandando aqueles sons de destruição. Ao puxar um dos panos que encobriam o mobiliário, sobre a mesa enorme que dominava quase que toda a sala, Sandro encontrou um castiçal com tocos de velas; olhou para Isabel e sorriu - teriam luz!
De posse de uma luminosidade que dava mais alento ao lugar, caminharam para o corredor e depois entraram em um dos quartos, onde Sandro poderia jurar que o vira totalmente desarrumado, mas naquele momento, estava reluzindo em arrumação e com um leve perfume no ar. Notando o vacilo do rapaz, Isabel indagou o que se passava, já que ele alegara que tudo estava abandonado.
__Não sei o que esta acontecendo. Podia jurar que vi tudo como os demais cômodos, tudo em completo abandono empoeirados com teia de aranhas por todos os lados. Estranho! Cade as aranhas que vi quando cheguei?
__Pelo amor de Deus, não me faça arrepender de ter entrado nesta casa. Tenho fobia por aranhas. Tem certeza de que as viu? - perguntou a moça se agarrando em seu braço olhando para todos os lados tentando ver algum aracnídeo.
__Posso ter-me enganado, já que nem vi que a porta estava aberta quando cheguei, mas mesmo assim estou achando estranho. Ainda bem que temos luz para nos localizar e tornar o ambiente mais acolhedor. Porém vamos ficar alerta!
__Por que toda essa precaução? O que você esta me escondendo? - lamuriou-se Isabel.
__Olha querida, eu posso estar enganado, mas alguém arrumou esse quarto enquanto eu fui te buscar. Aqui não estava assim, por mais que eu tente justificar uma ilusão de ótica. Alguém esta nos pregando uma peça.
__Mas quem?
__Não sei. Nunca estive aqui, para dizer que alguém estivesse de brincadeira. Na verdade nem sei como chegamos aqui.
__ Parece que tudo apareceu de repente. Cruz credo! Estou começando a fica com medo e já nem sei do quê? Vamos embora? O carro é mais seguro. - disse ela o puxando para fora do quarto. No corredor caminharam para a sala principal, sem notar os vultos que escondidos na penumbra á suas costas os espreitavam com olhos flamejantes!
Chegaram a porta e tentaram abri-la, mas não conseguiram. Parecia que uma força exterior estava travando a mesma pelo lado de fora. Um olhou para o outro assustados. E agora?

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:12 de março de 2016 11:21

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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