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O encontro da cidade Fantasma 2

Insistiram por mais alguns instantes ,tentando abrir a porta que não cedia com a força exercida pelos dois, na parte de dentro, Parecia que uma mão, poderosa e invisível,estava pelo lado de fora segurando a porta para que não abrisse. Sandro achou que a porta estava emperrada e por isso mesmo desistiu. O vento passava zunindo sobre a casa, fazendo-a estalar com mais frequência, dando a impressão que iria desabar.
__Deve estar emperrada pela pressão do vento - tentou justificar Sandro, mesmo sabendo que isso era quase que impossível de acontecer.- o melhor que podemos fazer é irmos para o quarto e por lá ficarmos até a tempestade passar.
Munido do castiçal, voltaram para o corredor em direção ao quarto. Um raio que caíra perto dali, iluminou o ambiente e Isabel soltou um grito se agarrando a Sandro.
__Calma amor, é só um raio que caiu aqui por perto.
__Não é isso. Você não viu? - perguntou ela com os olhos arregalados para o lado da cozinha em relativa penumbra.
__Vi o quê?
__Uma pessoa ali nos fundos!
__Mas amor, estamos só aqui nesta casa. Você deve ter sido iludida pelo brilho do raio.
__Não amor, eu vi uma pessoa naquele canto nos espionando. -disse ela apontando para um canto da parede que dava para cozinha e desembocava em outro corredor que levava para a lavanderia. - Era uma mulher, que parecia bem jovem.
Sandro caminhou naquela direção e mostrou a ela que não havia ninguém por ali. Isabel, mesmo vendo que ele tinha razão, estava certa de que tinha visto a tal pessoa. Voltaram para o quarto e lá entraram fechando a porta. A chuva intensa, chegara, com um fúria arrasadora. Caia muita água com um intensidade que impressionava. Os dois olharam para a cama que estava ali posta, como se esperasse por eles.
__Eu não vou me aproximar dessa cama - disse Isabel - estou achando muito estranho tudo isso. E também por que sentar ai se estou bem em pé.Logo a chuva passa e vamos cair fora daqui.
__Olha amor, não precisa temer nada, estou aqui para te defender. Vamos nos acalmar e sentar na cama para esperar a cama passar, já que não temos outra alternativa. Venha, aqui pelo menos esta bem limpo, até dá para dar uma transadinha até a chuva passar -brincou Sandro, no que Isabel riu e se desconjurou persignando-se.
__Você só pensa nisso amor?
__Ora, Bel - como ele a chamava na intimidade - estamos como se fosse em um motel onde não pagamos nada e por isso mesmo temos que aproveitar. Vem cá, vem - chamou ele sorrindo de forma sacana. Pretendia fazer com que sua namorada se distraísse, enquanto a tempestade estivesse forte,amando-a naquele ambiente, que de estranho, estava espicaçando seus desejos. Sentia crescer dentro dele, uma tesão, que até então, estava apenas no seu imaginário, mas que pretendia tornar realidade - Vamos aproveitar essa solidão barulhenta, que a natureza nos esta propiciando e aproveitar. Será uma bela recordação.
Isabel foi se aproximando, esquecendo o que achara que tinha visto no corredor, e se sentou no colo do rapaz abraçando-o pelo pescoço. Se olharam e o desejo soltou chispas que os incendiavam. Sandro a puxou para si e buscou com volúpia, a boca carnuda da jovem que sentia sua boceta pulsar. Estava ficando excitada e quando a mão dele tocou-lhe o joelho e foi subindo para as coxas carnudas, ela estremeceu a ponto dele sentir e a com isso levar a mão entre as coxas, que foram se abrindo e ele pode ter contato com a calcinha dela.
__Você é muito gostosa, sabia? Essas suas coxas me deixam louco.Essa xoxotinha quentinha me deixa de pau duro - disse ele afastando o tecido da calcinha e mergulhando um dedo entre os lábios sedosos procurou chegar até o grelinho dela.
__Uuui!Que gostoso, coça mais um pouquinho, aaai, amor, delicia!
Sandro, puxou a calcinha dela e a desceu pelas coxas da namorada e quando ela ficou livre da peça ele se ajoelhou a frente dela e suspendeu sua saia e colou a boca nos pentelhos de Isabel. Sempre bem cuidado, o pentelho dela cheirava a sexo selvagem, o que deixava os instintos de Sandro mais aguçado e sua língua desceu para a camada mais rechonchuda, que era um dos lábios vulvar e o mordiscou. Isabel colocou as mãos na cabeça dele a forçando de encontro ao seu baixo ventre, onde a língua trabalhava compassadamente na "carne amaciada" propiciando arrepios de prazer em todo corpo da moça. Mas afoita que de costume, ela abriu ao máximo as coxas e assim recebeu o apêndice do amado, que lhe invadiu o seu introito, lambendo toda a periferia solvendo o que Isabel já vertia da excitação que estava tendo. Estava tão excitada que não percebeu que sombras estranhas se movimentavam num canto do quarto junto ao rodapé. Sombras com pernas peludas, que por instantes ao ouvir o gemido de Isabel, pararam e ficaram como que farejando a essência do cheiro que elas detectaram.Seu olhos pareciam ver, em dezenas de micros fotos, o corpo daquela fêmea humana que iniciava a liberação daquele odor que era o chamariz para o macho excitado. Sua enormes pernas, as locomoveram, para debaixo da cama onde o casal estava se ocultando na escuridão que ali reinava absoluto. Sandro se levantou e virando Isabel de costas para ele começou a despi-la, vendo surgir um delicioso corpo moreno e cheio de detalhes deliciosos. A beleza do corpo nu de Isabel, as vezes era iluminado pela luminosidade de um raio, deixando-o mais belo palpitante aos olhos do namorado, que apesar de transar com ela a muito tempo, se surpreendia com o tesão que seu corpo estava exalando naquele momento. Se afastou um pouco e começou a se despir, deixando que ela visse a cada peça tirada, surgir tudo aquilo que ela gostava nele e a deixava excitada. Quando o pau surgiu ereto diante dos seus olhos, ela se arrepiou toda, deixando transparecer a necessidade que estava com ela de o ter dentro do seu corpo. O temporal continuava furioso e os raios se multiplicavam entre trovões que retiniam naquele ambiente que estava impregnado de sensualidade. Sandro se aproximou dele, com o pênis apontando mais para si, tal a dureza exibida. Ela olhava embevecida, para aquela "máquina" do amor, que se aproximava dela fazendo pulsar a sua gulosa boceta. Ao se abraçarem, os dois corpos sentiram o palpitar do desejo em cada um. As mãos massagearam as costas, os seios e as nádegas procurando levar o companheiro ao máximo da excitação. Podia se ver dedos penetrando nos ânus, boca que recebia a glande a levando até a garganta, ou mãos que apertavam os glúteos, separando-os e buscando aquele ponto centralizado do corpo humano, que era tão tabú,ainda nos dias de hoje.
__ Ai, meu amor, coloca o dedo dentro do meu cu. Me deixa doidinha de tesão. Coloca - disse empinando a bundinha linda.
__Venha, vamos para a cama que vou papar esse seu cuzinho delicioso - disse Sandro levando-a para o leito. Deitou e a puxou para si a fazendo sentar sobre sua pica que foi tragada
lentamente, até que ela começou a esmagar as bolas dele. Rebolou e logo a seguir se apoiando em seu peitoril começou a subir e descer sobre o pau. Sandro agarrava ops seios dela, apertando seus mamilos, que se destacavam. Os gemidos estavam se multiplicando e o ranger da estrutura da cama os acompanhava. Sob a cama havia uma movimentação tétrica, de dezenas de aranhas começavam a se movimentar em direção aos pés da cama, começando a subir nos mesmos.Esquecida da tormenta que desabafa sobre o vilarejo, Isabel executava os atos copulativo, onde comandava as ações do mesmo, permitindo que pau de Sandro se abrigasse inteiramente dentro do seu cu, vendo na parede a sua frente, sua sombra em movimento, orientando-a no que fazia. Por um instante, entre um gozo vaginal, olhando apara sua sombra projetada, pensou ver algo, uma pequena coisa que desapareceu rapidamente. Fechou os olhos, quando o orgasmos chegou e gemeu escandalosamente, não sendo possível ver outras formas subirem pela lateral da cama. A cada clarão dos raios, eram iluminados, diversos seres peludos, que pareciam confabularem, olhando aquela cena erótica, onde dois seres copulavam, entregues aos prazeres da carne. A cena bonita, de nada valia, para aplacar a fome daquelas aranhas que estavam famintas! (continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:12 de março de 2016 23:40

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Comentários

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  • zegeraldo
    Postado porzegeraldoem13 de março de 2016 11:03

    otimo relato embora com certeza nao tera continudade como outros contos seu . pena que seus cobntos sempre ficam devendo o final

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