Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

O encontro da cidade Fantasma 3 - Aranhas.

O céu continuava tomado de nuvens carregadas que teimavam em deixar cair sobre aquele vilarejo, como se fossem atraídas para o lugar por um magnetismo sobrenatural. Os raios iluminavam com sua luz azuladas, o enorme casarão que se concentrava no fim daquela rua. A sua frente um carro, balançava ao sabor da grande tormenta. Em um dos cômodos, daquela casa. mais precisamente em um quarto da edificação, um casal de refugiados da fúria da natureza, procuravam sobre uma cama, esquecer o que se passava lá fora, com seus corpos nus e ligados por suas sexualidades, deixavam a empolgação das delicias de um ato sexual, tomarem conta de seus pensamentos.
A empolgação de Isabel que cavalgava o membro do homem que estava sob si, mostrava que ela solvia a energia, se dedicando em movimentos cada vez mais céleres, o que a levava a ter um orgasmo atrás do outro. Sandro, apenas apreciava o desempenho da sua amada, admirando sua forma física e a beleza do corpo nu que a luz de velas deixava mais exótico. Puxou a moça para si em busca dos seus seios formosos, que prendeu os mamilos entre os lábios. Ela adorava quando tinha a boca dela dando-lhe aquele tipo de carinho, pois a deixava elétrica qualquer manipulação em seus pomos. Para o deixar mais confortável nas mamadas, ela puxou um pouco o corpo para a direção da boca faminta e assim fazia com que o membro fosse saindo do seu ânus, quase o deixando escapar, daquele lugar venerado pelos homens que gostavam do ato sodômico, mas não o deixava escapar, prendendo a glande dentro do canal. Os dois viviam um intenso momento de entrega ao prazer dos corpos. Nada mais interessava, o medo dela acabara, a preocupação dele em termos de tranquiliza-la terminara e agora apenas curtia o corpo e o sexo de Isabel.
Pequenos olhos, também observavam os corpos e sentiam que o momento de atacar estava se aproximando. Bataria apenas um pequena, mas profunda mordida para os deixar em pouco tempo paralisados e ai, sim, o banquete se iniciaria. Aos pés doa amantes, não se via mais o tecido do lençol, apenas uma horda de pequenos seres horrorosos que se sacudiam, conforme o impacto dos corpo em suas investidas sexuais se davam. Por baixo da cama, o aglomerado estava aumentando e alguma começaram a se espalhar pelo chão do quarto, como se fosse um tapete vivo. Algumas estavam subindo pela parede buscando o teto e depois com o filete, com o qual teciam suas teias, preso no mesmo, iniciavam uma descida, sobre o casal na cama. Várias já estava iniciando o rapel de horror em busca de sua merenda humana.
Ninguém tinha notado que o ar estava pesado, com um odor estranho, nada associado ao cheiro até que adocicado do sexo em atrito com um canal sensivelmente proibido de ser explorado daquela forma. O mal cheiro, por assim dizer, estava tornando o ar sufocante. Entretidos em usufruir os corpos, os amantes continuavam trocando caricias, onde as mãos de Sandro, apoiadas nas nádegas de Isabel, chegava até seu pênis que ainda estava preso no ânus dela. Passou os dedos sobre ele, notando que apenas a cabeça era mantida dentro do cu da mulher. Olhou para ela e sorriu:
__Adoro quando você me prende assim com esse seu cuzinho. Sinto ele palpitando em torno do meu pau.
__Gosto de perceber que estou selada por um "rola" nervosa, que lateja dentro do meu cu esperando o momento para jorrar nele o leitinho da vida. - respondeu ela todo melada e arrepiada - adoro quando você me faz esse carinho nas costas, tão suaves, com esses dedos aveludados.
Sandro, olhou para ela estranhando o que a mesma estava dizendo, já que ele estava com as mãos segurando nas laterais da cama, pois começava a reiniciar os movimentos de idas e vindas, no reto da namorada.
__Amor, eu não estou acariciando suas costas.
__Como não? Você esta deslizando as pontas dos dedos, com leves toques na pele, veja como estou arrepiada.- disse mostrando os braços.
Sandro, tirou o rosto dos cabelos dela que lhe caiam sobre o rosto e quando olhou para cima, arregalou os olhos ficando quase que sem voz, ao ver aquele bichos peludos que vinham em direção a eles as dezenas. Sentiu que em suas mãos haviam movimentos e quase que instintivamente, empurrou Isabel para trás, que caiu sobre diversas aranhas, recebendo as primeira ferroadas. Quis se levantar, mas estava paralisada por ver seu corpo ser tomado por aquela onda de seres peludos que lhe causava um horror profundo.
Na boca que estava aberta, uma daquelas peçonhentas criaturas, tinha a mesma como alvo ao descer pelo fio preso ao teto. Isabel, era picada de todos os lado e seu corpo que instantes atrás era saboreado por uma pica do seu namorado, era agora, lentamente devorado pelos aracnídeos. Era tanto veneno que recebia em seu sangue que já não raciocinava mais com precisão. Queria saber onde estava seu namorado, pois não o via, mas sabia que estava por perto.
Aquele "tapete"vivo, que estava no chão, como uma correição, se dirigia para a cama e tomava por completo os corpos sobre ela. Sandro, já estava sem vida por choque anafilático com a injeção dos venenos daquelas peçonhas. Seu olhos arregalados, fitavam o teto como se visse naquele momento sua vida se esvaindo. Aranhas estavam sobre seu pênis que ainda guardava vestígio do ânus em que estivera metido, agora misturado com o odor daquelas pragas.
A porta do quarto começou a se abrir lentamente, e a figura de uma bela moça loira, totalmente nua, adentrou. Era tão bela quanto aquela que estava coberta de aranhas na cama. Caminhava entre elas sem as pisotear, parando diante da cama onde o macabro banquete continuava. Se curvou para olhar dentro da boca aberta de Isabel e ver ali uma enorme invasora que ali se aninhara. Seus olhos opacos, se dirigiram para o lado do corpo do rapaz e com delicadeza ela afastou as aranhas que estavam no mastro do rapaz, que por uma razão estranha, estava duro e sem muito esperar, o tomou dentro da boca passando a chupa-lo e aos poucos um sorriso foi surgindo em seu rosto;desceu a boca por todo o falo e chegou aos testículos do rapaz. Segurou um deles na boca e depois de o chupar, cerrou os dentes em torno dele se ergueu, deixando-se ver a mancha de sangue nos lábios enquanto mastigava com prazer a iguaria que tinha na boca. Quando se voltava para sair dali, viu a figura, de uma bela incomum, de um rapaz loiro, alto e forte, que sorrindo lhe estendeu a mão. Os dois estavam em igualdade de vestimenta, ou seja, nus. Se beijaram e ele recebeu um pedaço daquilo que ela tinha na boca e ambos caminharam para a sala principal, onde abriram a porta e saíram para o alpendre. A chuva tinha amainado e um belo arco-iris, ornamentava o céu. Um sol, que iluminava a relava molhada, e o extenso campo que terminava em uma fileira de arvores, onde começava uma espécie de floresta com vegetação nativa. Era um belo cenário, que os poucos pingos que caiam apenas excitavam mais a vontade de se praticar uma travessura e o casal se olhando com um carinho muito grande, desceram os degraus que os separava da terra molhada, passaram pelo carro ali estacionado e correram em direção ao campo florido como se fossem Adão e Eva. Os seios túrgidos, mal se moviam com o delicado pulos que a garota dava ao deparar com poças d'água. Os dois sabiam que quando voltassem para casa, iriam ter um banquete suculento de carne humana, jovem e deliciosamente macia. Nada mais era preciso, a não ser que ela quisesse que ele a tomasse para si. Parou de correr e o esperou. Este moderou as passadas e vendo-a parada a poucos metros a sua frente, sentiu que algo estava o incomodando. Olhou para baixo e viu o descomunal pênis ir tomando uma rigidez cavalar. Parou e levantando a cabeça para o céu, soltou um grito animal, que pareceu estremecer tudo por ali. Era uma outra fome que chegava - a do sexo selvagem, daquele habitante da cidade fantasma, que nenhum mapa indicava, mas que os incautos, por uma ação maldita do sobrenatural, os levava para lá a fim de servissem de alimentos para aquelas pessoas que ali viviam!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:13 de março de 2016 19:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 13/03/2016.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*