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Do fundo do baú

O encontro da mulher madura e a ninfeta

A campainha toca. Marta meio intrigada se levanta do sofá e vai atender a porta.Ao abri-la se depara com uma jovem sorridente, que trás ao peito cadernos e um livro. Veste uma blusinha de renda onde se podia ver o sutiã azul sob a mesma e uma saia curta de jeans onde deixava-se ver um pelo par de pernas e o prenúncio de magnificas coxas.Seus cabelos amarrados em duas maria chiquinhas, lhe davam aquele ar de adolescente o que não era verdade, pois Norma tinha entrado nos 18 anos meses atrás.
__Oi Norma. Que surpresa. - disse Marta olhando aquela bela estampa de menina moça.
__Boa tarde dona Marta. O Caio pediu que eu viesse estudar aqui com ele para as provas do final de semana. - explicou a mocinha.
__Oh, sim ele falou, só que teve uma imprevisto... mas entre. - convidou a coroa se afastando para que Norma entrasse - Como ia dizendo, teve um pequeno imprevisto e ele teve que sair para resolver um problema na cidade.
__Puxa vida, que pena. Então eu volto amanhã.
__Nossa para que tanta pressa, vamos sentar tomar um refresco e bater um papo. Tudo bem que conversar com uma velha não deve ser muito agradável para os jovens mas somos gente também. - disse Marta sorrindo de forma simpática.
__A senhora não é nenhuma velha.
__Viu. Me chamou de senhora, isso quer dizer que interpôs uma barreira de idade entre nós. - censurou a mulher, olhando bem séria para a visitante.
__Oh, me desculpe. Não quis ofende-la.Peço mil perdões.
__Além de bonita você é muito educada. Mas só a perdoarei se tomar um suco comigo e prometer nunca mais me chamar de senhora ou dona. Só de Marta. Ok?
__Está certo Marta eu aceito o suco. - concordou a bela menina.
__Ótimo. Sente-se e coloque os cadernos sobre a mesinha de centro. Fique a vontade que já volto.- disse Marta caminhando para o corredor que levava a cozinha. Preparou os dois sucos os trouxe para a sala. - Olha aqui tem açúcar e adoçante.
___Prefiro adoçante.
___ Mas a quanto tempo você e meu filho se conhecem? - perguntou sentando-se ao lado da jovem e olhando para as belas coxas da menina que estavam mais expostas.
__Faz uns dois meses quando me transferi para a escola atual. Ele foi a primeira pessoa que me deu as boas vinda.
__Ele não é bobo nem nada. - comentou a mãe sorrindo.
__Como assim - quis saber Norma.
__Você é uma jovem muito bonita sabia? - desconversou Marta, olhando bem nos olhos dela e depois em suas pernas, o que deixou a menina corada.
__Bondade sua. Humm, o suco esta uma delicia.- tentou dissipar o incomodo que estava sentindo ao se ver analisada pela mulher que era muito atraente - A se...quer dizer, você é muito mais bonita.
__Você acha mesmo? - se surpreendeu Marta.
__Sim, eu sei o que estou falando. Caio tem muito orgulho da mãe que tem.
__Puxa é muito gratificante saber isso. Você tem namorado?
__Ainda não. Estou focada nos estudos.
__Humm, bonita educada e inteligente. É raro isso hoje em dia. Gostaria que meu filho namorasse uma garota como você. - disse Marta notando que a garota ficara corada. Logo imaginou o porque e arriscou: - Você e meu filho por acaso estão interessados um no outro? Eu digo isso por que ele fala muito na Norma, como sendo uma garota muito acima da média das meninas da escola e você demonstra ser exatamente isso.
___Ora, somos apenas bons amigos. Nos damos muito bem, admito, mas é só.
__Tem certeza de que não existe nada da sua parte? Não existe nenhum interesse nele? Pode se abrir comigo, já somos mais que amigas posso até dizer que seria muito apreciado de minha parte se você gostasse de meu filho. Não que eu esteja jogando meu filho para você. Mesmo porque sei que ele é muito assediado na escola. Mas as meninas que conheci não me agradaram. Muito galinhas, você me entende? Agora você, torno a dizer, você é tudo de bom.com.br. Norma apesar de corar mais ainda gostara de saber que era pretendida pela mãe de Caio que parecia ter sentido que ela estava interessada em seu filho. Marta se aproximou mais da menina e tomando-lhe a mão na sua olhou-a bem nos olhos para dizer: -Vou dar um empurrão para aproximar vocês dois.
__Você faria isso? - deixou escapar Norma, se entregando, quanto as suas intenções com o filho de Marta.A mulher fingiu não ter ouvido a confissão e depositando uma das mãos sobre a coxa de Norma assim permaneceu por alguns minutos. O calor daquela pele juvenil a deixou em transe. Sua pulsação ficou acelerada.
__ Janta aqui hoje?
__Não sei se devo. O que Caio iria pensar?
__Que teve muita sorte. E então vai me dar esse prazer de ficar? - insistiu Marta deslizando a mão mais para cima na coxa da moça.Norma estranhou aquele afago, mas mesmo assim concordou em ficar.Marta convidou ela para irem para a cozinha e para lá foram. Passaram a preparar o que seria o jantar daquele dia e quando terminaram foram para uma varanda que havia na parte detrás da casa.Uma enorme rede estava instalada e as duas sentaram nela passando a balançar na mesma. Marta estava cada vez mais obcecada pela formosura da garota e a cada balanço da rede ela se aproximava mais do corpo da menina. Os bicos dos seios sensíveis, devido a excitação que sentia, incomodavam muito.Continuaram naquela brincadeira infantil com um clima descontraído. Um acidente , porém, poria fim ao divertimento das duas. Uma da pontas da rede se rompeu e naquele lado estava Norma que foi ao piso, batendo a bunda no chão. Com um grito de dor rolou para o lado e ficou inerte. Marta que também havia caído, se levantou rapidinho e foi em socorro da jovem.
__Se machucou querida? - perguntou abraçando-a. Norma gemeu de dor e se agarrou a ela procurando não encostar a bunda no piso.
__Dói um pouco. - choramingou.
__Firme-se em mim que vou leva-la para dentro e lhe aplicar algum linimento.
Apoiada em Marta ele foi levada para o quarto e colocada na cama de casal.Marta correu para o banheiro onde na caixa de primeiro socorro encontrou o que desejava. Correndo voltou ao quarto. Sentou-se ao lado dela e pediu que a mesma apontasse onde doía.Norma apontou para um lado da bunda.Levantou a saia e
mostrou uma bunda redonda e empinada tendo em uma das nádegas uma pequena mancha avermelhada que indicava onde estava o hematoma. Marta estava vidrada na bunda da menina, chegando a sentir um aperto no coração. Pegou o remédio e o espremeu sobre a pele lesionada e mesmo sem pedir licença começou a espalhar o produto com a ponta dos dedos e depois com a palma da mão. Massageava lentamen-te se deliciando com a textura da pele da garota.O remédio estava agindo como um anestésico e a dor foi diminuindo. Marta estava hipnotizada com a visão das nádegas de Norma. Sentia que sua vagina se contraia diante do que seus olhos podiam ver. Uma calcinha fio dental nada ocultava da magnifica paisagem.Começou a massagear toda a nádega, no que Norma estranhou e olhou para trás e percebeu o olhar libidinoso da mulher e franziu o cenho não querendo acreditar no que suspeitava desde que ela se sentara junto dela e Marta pousou a mão em sua coxa alisando-a. Porém estava muito bom a massagem que estava recebendo e por isso mesmo procurou relaxar e curtir algo que nunca havia acontecido em sua vida.Começou a pensar se as mãos de Caio eram tão suaves como a da mãe. Ficou totalmente de bruços e mostrou o quanto era empinada sua bundinha. Marta interpretou aquela posição como um sinal de que poderia ousar tocar na nádega sã. Norma se arrepiou toda ao sentir que Marta estava, não massageando sua bunda, mas sim passando a mão nela, a apalpando. Seus pensamentos estavam todos emaranhados e ela começava a passar a acreditar na possibilidade da mãe de Caio ser uma lésbica. Mas como? Era uma mulher casada e mãe de um belo rapaz, que até tinha prometido ajuda-la ficar com ele. Seria esse o pagamento pela ajuda?
Marta desejava a garota e faria qualquer coisa para te-la. Tinha medo de assustar a mesma se lhe dissesse que se encantara com ela. Que tinha uma tara por mulheres jovens e belas e que ela se enquadrava dentro do perfil de seu gosto.Não se considerava uma lésbica autentica, mas nutria um tesão por um corpo feminino tanto quanto pelo masculino ou mais até. E foi pensando assim que aproximou o rosto da bunda da jovem. Primeiro encostou uma face, sentindo que a bunda estremeceu, mas que não houve recuo, depois encostou a boca e beijou uma nádega.Norma voltou a cabeça para trás e seus olhares se encontraram. Norma, não sabia porque permitia que Marta a "molestasse" e nem a satisfação diferente que sentia ao ter o corpo acariciado, por uma mulher. Era uma sensação deliciosa, cheia de novidades que ela só conhecia de ouvir falar e filmes.Marta se aproveitava da indecisão da jovem para poder avançar em sua conquista pelo corpo da mesma.Alisava as coxas da garota e aos poucos ia afastando-as para que pudesse acariciar a parte interna delas. Percebia a pele toda arrepiada conforme sua mão passava sobre ela. Foi distribuindo beijos sobre a penugem que adornava aqueles pilares da tentação.Lambia as pernas em toda sua extensão e lentamente foi subindo até a bunda onde meteu a língua até atingir o tecido enfiado no rego. Chegou a pensar em afastar a calcinha para poder lamber a pele entre as nádegas e saborear o gosto do cu da jovem, mas desistiu. Subiu até as costas e após beija-la deu uma mordidinha na nuca de Norma que deu um gritinho, causando risos em Marta que aproveitou para vira-la de costas. Se encararam até a menina desviar o olhar para um ponto qualquer no quarto. Com a ponta dos dedos em seu queixo, Marta obrigou Norma a encara-la.A boca da mulher foi se aproximando do belo rosto,que agora a encarava,e seus lábios se encontraram. A principio houve até uma resistência por parte da jovem mas Marta insistiu e conseguiu unir sua boca a dela num beijo que se tornou in-tenso, onde as línguas se duelaram como dois espadachins no campo de honra. En- quanto os lábios estavam colados, a mão de Marta se insinuou para dentro da calcinha da moça, encontrando um sexo depilado. Procurou o meio dele e tocou no grelo sensível. Percebeu quando Norma quis puxar folego diante do impacto da carícia.Remexeu no pequeno caroço, sentindo o corpo estremecer sob o seu.Quando as bocas se separaram ela sorriu diante do que ela achava ser o momento mais desejado pela mulher desejada - o gozo. Norma estava tremula e um pouco envergonhada de estar sem controle de si mesma. Quis esconder o rosto, mas Marta a impediu. Desceu mais o dedo e alcançou a entrada da vagina que estava muito molhada e a penetrou. Encontrou uma certa resistência que a assustou. Mas ao olhar para o rosto e de Norma compreendeu tudo. Virgem. Ela era virgem.Então ainda ofegante do gozo que tinha sentido, Norma ficou na expectativa em saber o que tinha acontecido.Marta olhou os dedos manchados de sangue. Tinha deflorado o sexo da garota.Mostrou para ela e recebeu um biquinho como resposta.Procurou a parte inferior do corpo dela e começou a retirar a calcinha. Quando a deixou livre da peça, separou as coxas dela e sem se importar com mais nada passou a depositar vários beijos no sexo ferido. Lambeu o grelo inchado, sugou o pequeno troféu. Norma se agarrou no que tinha a disposição e arqueando o corpo permitiu a Marta que tomasse conta da sua intimidade.Marta saboreava aquela mistura de gozo com sangue como se estivesse extraindo o mais precioso elixir. Empurrou a blusa e o sutiã para fora dos seios tenros tomando-os nas mãos.Eram belos e tentadores e logo ela os estava beijando e sugando os mamilos eretos. Sugou muito os montes gêmeos e depois beijou Norma por longo tempo.Desnudou o corpo da jovem e se preparou para se por nua também.Rolaram pelo leito roçando o sexo um no outro procurando trazer a tona um orgasmo definitivo.Quando alcançaram o objetivo se deixaram cair para trás ofegantes, suadas e satisfeitas.Quando Caio chegou encontrou sua mãe e a colega de escola conversando na sala. Não sabia explicar porque, mas achava que as duas estavam radiantes.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:29 de janeiro de 2015 22:55

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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