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Do fundo do baú

O outro lado da moeda, o amante de minha mulher!

" Nunca poderia imaginar que fosse me apaixonar por você. No princípio, achei que fosse apenas uma grande admiração, mas aos poucos fui sentindo que o meu coração pulsava mais forte, sempre que te via ou seu nome chegava até mim. A noite eu sentia a tua falta do meu lado, possivelmente me fazendo carinho ou simplesmente me olhando com teus belos azuis. Você me causa uma certa comoção e eu estou no meu limite, não aguentando mais a ânsia de ter você só para mim. Hoje, eu me decidi que vou me revelar a você e torcer para que não me ignore ou me despreze. Se achar que não mereço sua atenção, desconsidere esse bilhete, mas se quiser me conhecer melhor, estarei te esperando na praça de alimentação do shopping....junto da lanchonete ... Estarei de jaqueta preta com um lenço vermelho no bolso. Ao receber este bilhete, você deve saber quem eu sou, pois vivemos sobre o mesmo teto, sempre aos finais de semana. Te espero!"
Estava casado com Daniele, com quem vivia harmoniosamente, pois eramos um casal que procurava se ajudar em tudo que era possível. Eu casara com ela por amor. Vai parecer estranho essa afirmação diante do que vai se desenrolar daqui para a frente, mas eu nutria por ela um grande amor.
Conheci Daniele, que era uma grande profissional dentro de sua área, administração de empresa,que pouca atenção me deu quando nos encontramos pela primeira vez na festa de final de ano, que a empresa fazia para todos seus funcionários, onde se igualavam todos, independente dos cargos que exerciam. Era realmente uma confraternização. Como era bonita, chamava muito a atenção dos homens, alguns de aparências cinematográfica. Batia papo com um ou outro, mas esquivava, quando percebia que a conversa estava ficando muito avançada. Sozinha, ela estava na sacada do prédio olhando o movimento que ocorria abaixo, na avenida. Me coloquei do lado dela e puxei conversa, porém ela me respondia por monossílabos e depois entrou para o interior de onde o pessoal se divertiam. Fiquei literalmente com cara de bobo, mas relevei, diante das cantadas que ela levava, e que podia ter achado de que eu,estaria no mesmo caminho dos outros.
No principio do ano, quando reiniciamos as atividades, foi que tive a grata surpresa, de Daniele vir conversar comigo e se desculpar por ter sido, segundo ela, rude comigo, ao me deixar falando sozinho na festa. Disse que não tinha notado nada de mais e que ela não podia dar atenção a todos que dela se aproximassem, com segundas intenções. Então ela me interpelou:
__Então o senhor estava com segundas intenções comigo, hein? - disse fazendo aquela carinha de zangada, mas cômica, rindo a seguir.
__Bem, não sei se era com segunda, diante da tua beleza. Seria mais como primeira intenção. -completei, sem nem mesmo saber o que falava, talvez mais para prolongar o papo e deixar os meus colegas com inveja, pois alguns já nos olhavam com certa antipatia.
__Olha cara, essa foi a melhor e mais original cantada que recebi. Respeitosa, com saída pela tangente, e se você me convidasse para um jantar...eu aceitaria.
__Pois sinta-se convidada oficialmente. - disse sentindo o coração pulsar com maior intensidade. Quando se despediu para voltar ao trabalho, me deu um beijo no rosto. Segui seu trajeto, observando que ela tinha um belo bumbum, que devia ser mais belo ainda nu. Como que, pressentindo o meu olhar ela se voltou e me flagrou na masculina contemplação, piscou-me um olho e continuou.
Ela se mostrou muito alegre durante o jantar. Era muito avançada, sutil e de uma sacada que me deixava sem ação. Pasmem, foi dela terminarmos nossa noitada em um motel. Lá, em uma quarto muito cheio de coisas lascívias, ela me disse que tinha percebido o meu olhar em seu traseiro, e se virando de bruços, me mostrou aquela escultura, que nela se chamava bunda. Ela fazia as coisa sem maldades e parecia brincadeira de adolescente.
__Não morde ou quebra, não! Pode por a mão se desejar. - me disse , olhando dentro dos meus olhos, onde se podia ver que ela estava falando com a certeza de que desejava transar comigo, que já estava todo endurecido em minha virilidade.
Beijei, suas nádegas, passando a língua sobre aquela pele acetinada, ouvindo os gemidos daquela garota, bonita e atrevida. Ela mesma desceu a calcinha e me mostrou que tinha uma xoxota lisa, depilada e que estava molhadinha. Voltou a cabeça para trás e inspirando fortemente me pediu:
__Me beije toda, como beijou minha bunda.
Eu não sabia por que, mas as atitudes dela me deixava nervoso e até certo ponto inibido. Soltei seu sutiã e passei a beija-la, dos ombros até chegar nas solas dos pés. Alisava suas coxas e via ela ficar arrepiada e quando me dirigi para encher-lhe as doces nádegas de beijos, ela trouxe ambas as mãos para as mesmas abrindo-as, revelando as pregas do seu orifício anal que estava em constante contração. Empinou um pouco o traseiro, tornando aquele ponto mais visível e desejável. Ela tinha um cheiro super excitante naquele local que chamava para uma análise mais profunda.Fiz ela gozar por diversas vezes enquanto a acariciava no ânus. Ela sempre me surpreendendo:
__Enfia o dedo bem devagarinho, que eu gosto.
Passei a brincar com seu enrugadinho, alternando de um para dois e até três dedos, que se perdiam dentro dele, deixando-o mais laceado. Quando eu pensei que a teria de frente, a mesma me surpreendeu com um pedido pouco comum entre mulheres:
__ Fode meu cu.
__Agora?
__Já!
Me postei entre suas e direcionei o caralho, que lubrifiquei com saliva, o enfiando entre as nádegas dela a procura do cu. Ela o encaminhou para o lugar certo, já escorregara para ir de encontro a sua vulva toda melada, o que ajudou a trazer uma lubrificação mais própria para o lugar que ia ser invadido.Na ponta da glande sentia o cu dela se contraindo, como que beijando-a. Com um gemido de puro prazer, Daniele me recebeu dentro do seu corpo, quando a cabeça do membro entrou e se aprofundou por toda a extensão do reto. Daniela se mostrou uma adepta do sexo anal, pois remexia os quadris debaixo de mim, me excitando mais do que seria o convencional. Me firmei nas mãos e passei a investir de encontro os seu traseiro em estocadas que ressoavam como chicotadas na pele macia das nádegas, em cujo meio, eu estava enfiado. Seu canal estreito e de calor próprio me deixava excitado a ponto de começar a acelerar as minhas estocadas, cada vez me aprofundando mais dentro daquela bunda. Daniele, não parava quieta sob mim e isso me deixava quase que em desigualdade de condição em controlar uma possível ejaculação. Parei de estocar e m e sentando sobre seu traseiro, olhava o pau ser encoberto e descoberto quando suas nádegas subiam e desciam, agora com movimentos mais controlados devido a minha posição. Olhava para toda suas costas e admirava a beleza que ela tinha.
__Goza dentro de meu cu?
__Ahn?
__Quero que goze dentro do meu cu. -repetiu ela com voz rouca de tesão. Então me joguei sobre seu corpo novamente e iniciei, em violento vaivém, me preparando para satisfaze-la. Sentia seu canal apertar meu pau,como querendo espreme-lo e dele tirar tudo que tinha direito. Não aguentei por muito tempo aquela deliciosa situação e dando umas duas a três estocadas pausadas, comecei a ejacular dentro do cu daquela mulher ousada.
Quando saímos daquele quarto de motel estávamos com um compromisso marcado. Um compromisso que resultaria em um anel comprometedor que deixou a empresa meio que chocada. Ninguém acreditava, que aquela deliciosa, que todos queriam foder, do mais graduado ao menos, não tinham conseguido, e eu estava com ela compromissado.Se Daniele era sisuda antes, passou a ser mais ainda a partir de ter colocado a público o nosso relacionamento sério, com data marcada para noivado e casamento. Seu amor por mim era notório, não deixava de demonstra-lo, fosse onde fosse. Isso me deixava muito feliz.
Não passou muito tempo e estávamos casados e felizes. Fazíamos do dia a dia ou de nossas noites juntos, explosões de eroticidades, onde Daniele se mostrava cada vez mais insaciável. Suas performances eram dignas de uma ninfomaníaca. O que a principio fora uma benção, começou a dar nos nervos e eu já não sabia mais conciliar mais nada. Aos poucos fomos nos afastando , no que dizia respeito a sexo. Já não conseguia acompanha-la em sua fogosidade. Mesmo assim nos amávamos.
Comecei a notar que Daniele passou a ficar mais restrita a si mesma, e aquela mulher alegre e pau para toda obra deu lugar para uma pessoa, ranheta.Uma noite após termos uma transa nada satisfatória ela propôs que devêssemos conversar a respeito daquele desgaste.
__Sei que você não é mais feliz como antes, Dani. Eu te amo e muito e não quero ver-te desse jeito. Pensei muito até chegar a essa decisão. Quero que você saiba que eu abro mão do nosso casamento para que você procure uma outra pessoa que te faça feliz.
__ Eu também te amo e muito e não quero me separar de você. Não vou te deixar por causa de sexo.
No abraçamos e acabamos fazendo sexo novamente naquela noite, só que fora bem diferente de momentos atrás. Os dias se passaram e nos acertamos. Comecei a desejar Daniele como antes. Isso ocorreu depois de um episódio bem sem muita notoriedade, pensei eu no momento, quando estava de bruços sobre a cama e ela beijando minhas costas veio descendo até atingir minha bunda e sem saber bem porque, me lembrei da primeira vez que fomos ao motel, e quase que inconscientemente, levei a mão a minha bunda, abrindo-a e oferecendo-me, para que ela me lambesse, bem ali, onde eu apontava com um dedo, meu cu. Daniele não pensou duas vezes e me satisfez o desejo. Ao sentir a ponta da sua língua em meu orifício, percebi que uma corrente elétrica, percorria meu corpo todo e fora inevitável uma ejaculação precoce. Só que não fora uma simples ejaculação precoce e sim uma senhora ejaculação. Daniele não disse nada, mas ficou com cara de satisfeita, por me fazer gozar tanto, daquela maneira; \desta noite em diante, passamos a viver uma outra vida sexual, onde ela me sodomizava com seus dedos ou com um massageador facial, que introduzia em mim e assim eu chegava, em pouco tempo, ao gozo. O tempo foi passando e nosso relacionamento se tornando até certo ponto, bem obsessivo, pois ela me desejava, queria que eu a fodesse por longo tempo, até ela se sentisse esgotada, por´me satisfeita, para dai vir a fazer a sua posição de fêmea dominadora e me possuir até o gozo final. Já não saíamos no mesmo horário da empresa, Daniele começou a dar sempre um desculpa para poder ficar para trás e só chegava em casa duas ou três horas depois da minha chegada. Pelo celular dizia estar ou em serviço, ou com algumas amigas. Quando chegava, as vezes não comia, ia direto para o banho e depois cama, onde logo pegava no sono e por isso mesmo não trepávamos. Ela parecia satisfeita. O sexo gostoso que voltarmos a fazer, já não existia mais, a não ser esporadicamente. Comecei a achar que ela estava me escondendo alguma coisa e por isso tive a ideia de segui-la para ver onde ficava.Não me surpreendi ao vê-la entrar num motel. Estava só. Quando chegou em casa, não procurei saber onde estivera, queria ver quando ela ia me contar, se é que iria. Como nada veio a tona por parte dela, depois de quase um mês resolvi dar-lhe um flagra e ver com quem ela estava se encontrando. Uma tarde, após sair da empresa, fiquei de espreita, calculando que ela iria para o mesmo motel. Antes fui até a recepção e aluguei um dos quartos e depois alegando que esquecera algo importante e que teria que ir buscar, mas já com a vaga reservada, sai pelo outro lado e fiquei na espreita, até que ela chegou. Quando o carro dela saiu da recepção eu embiquei atrás e assim que me identifiquei pela reserva, entrei ainda a tempo de ver o carro dela apagar as luzes. Fui para o meu reservado e ali fiquei, por longo tempo. Deixei que o tempo corresse e depois sai do carro e subindo uma escadinha, cheguei em um corredor onde estavam as portas dos quartos. Dei umas pancadas de leve na porta e quando alguém do lado de dentro perguntou quem era, eu disse que era o serviço de cortesia especial do motel. A porta se abriu, o suficiente para ver o que ocorria do lado de dentro e o que eu vi foi Daniela, que saia do banho enrolada em uma toalha. O cara estranhou me ver ali sem nada nas mãos e já ia fechar a porta, quando notou que eu olhava fixamente para o interior do quarto. Ao se virar ele viu que Daniele estava parada olhando-me de boca aberta. Tentou, ele, fechar a porta, mas ela gritou que deixasse eu entrar, pois era seu marido. Notei que seu semblante se modificou e ele ficou alerta. Ela veio até mim e me puxou para dentro e fechou a porta.Olhou-me, decepcionada por ter sido seguida por mim. O cara de incríveis olhos azuis, me olhava meio sem saber como agir. Ela nos apresentou. Fiquei sabendo que ela e Júlio, esse era o nome dele, se encontravam a muito tempo. Na verdade, desde antes de me conhecer. Eram primos, que desde jovens transavam. Só ele sabia como faze-la ficar satisfeita, pois era tarado por ela e só não casaram por causa da família que não admitia primos em primeiro grau se unirem. Nunca perderam contato, apenas ele se afastou assim que ela me conhecera e depois com o casamento ele ficou distante até que ela lhe telefonou e tudo começou as escondidas. Enquanto escutava, eu não deixava de observar o tal primo que passou a me incomodar, pois me atraia. Era um cara bonito, forte e de muito boa presença. Notava-se que devia ter um membro bem garboso. Um arrepio, passou pelo meu corpo. Júlio, me olhava, intrigado, como não estava acontecendo o maior quebra pau ali. Afinal ele estava sabendo da boca de sua bela mulher, que o primo dela estava botando uma bela galhada na cabeça dele e o mesmo se mostrava passivo. Daniele estava abraçada a mim e depois de me dar um beijo disse que me amava e que não estava me traindo. Que todo o seu amor, era dedicado a mim. Tomei sua mão entre as minha e a beijei dizendo:
__Não precisa mais vir para motéis. Você tem a nossa casa, o nosso quarto, onde poderá ficar a vontade. Nos beijamos efusivamente e depois ficamos os três papeando onde passei a conhecer melhor, aquele cara que estava mexendo comigo.
Júlio passou a frequentar a nossa casa e ficava no quarto de hóspedes, Eu ouvia os gemidos de Dani, e até seus gritos de dor, quando segundo ela, Júlio fodia seu cu. Era bem servido o cara. Eramos bons amigos e o meu desejo começou a tomar forma. Sonhava com ele e o queria, tanto quanto ela. Não me declarei a ele ali em casa com medo de rejeição, mas estava apaixonado pelo cara. Quando eu ouvia os gemidos de Dani, me colocava no lugar dela e me imaginava sendo invadido por Júlio. Já não dormia sossegado. Com medo de levar um fora, resolvi me declarar em outro lugar.Ai escrevi o bilhete que coloquei em lugar bem visível e fui, no dia seguinte, na hora do almoço, para o shopping, onde na praça de alimentação fiquei a esperar por ele, torcendo para que viesse, que eu não me decepcionasse. E ele veio. Conversamos e ele me disse que estava interessado em ter algo comigo, só que não queria perde Dani. Concordei, pois iria dizer tudo a ela. Ele disse que eu não tinha pinta de homossexual e eu disse-lhe que não era. Apenas tinha me impressionado com ele e desejava ter uma relação com ele, só com ele.
Júlio me surpreendeu ao dizer que Dani falava sempre de mim e o quanto me amava e que jamais queria perder o amor que sentia por mim e eu por ela. Fiquei feliz ´por saber que minha adorada esposa, era minha, apesar de transar com outro que agora seria meu também. Dani quando, lhe contei o que estava acontecendo, me passou um sabão, por que não disse a ela que sentia aquele desejo que ela teria arranjado tudo da melhor maneira possível. Naquela noite, eu vi o que fazia Dani gemer. Júlio tinha um pênis que tinha 23 centímetros e era mais grosso que o meu. Dani, quis sair para não ver, mas pedi que ela ficasse e me desse força, no que ela aquiesceu. Estava tão feliz que não senti muita dor, quando depois de ambos chuparem meu cu, Júlio o lubrificou e se deitando sobre mim, teve a pica guia ao meu cu pelas mãos de Dani. Cheguei a urinar quando a cabeça passou queimando o meu canal, indo se alojar bem lá no fundo . Claro que muito da rola tinha ficado de fora. Com o carinho de Dani, que me acariciava o pau e os ovos, fui sendo sodomizado e sentindo um enorme prazer. Era um prazer duplo, por estar conhecendo um sexo anal com outro macho e por ter o apoio da minha adorada esposa.
Hoje, vivemos os três na mais perfeita harmonia. Somos antes de tudo, livres, para sermos sempre felizes!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:21 de maio de 2015 13:57

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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Este texto foi lido 406 vezes desde sua publicação em 21/05/2015. Dados do Google Analytics

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