Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

O prazer de ser liberal

Saímos de casa, com o propósito de encontrar boas emoções dentro da noite que se iniciava. Débora, minha mulher, tinha se queixado que a rotina já estava batendo a nossa porta. Queria que eu inventasse uma forma de impedir que ela entrasse em nossas vidas. Perguntei a ela o que desejava que eu fizesse. Enfaticamente, ela disse que confiava em minha fértil imaginação. Pensei, repensei e procurei passar a ela que estava com uma ideia que ela iria se surpreender. Pedi a ela que colocasse uma vestido, que tivesse uma bom decote, sapatos de salto e se perfumasse. Quando ela, após um bom banho e cheio de expectativa, Débora apareceu, mais gostosa do que nunca, me deixando com aquela vontade de dar uma rapidinha antes de sairmos. Resistir á tentação e pouco depois estava adentro a uma sala de projeção cinematográfica, num dos poucos cinemas de rua que exitem ainda em Sampa. Pulgueiro? Sim, bem pulgueiro e com raros expectadores, ideal para o que eu desejava. Notei, apesar de estar escuro, com a pouca luminosidade que vinha da projeção, que pescoços viraram quando passamos pelo corredor escolhendo um local que pudesse chamar a atenção de alguém. Notei que Débora estava surpresa e até certo ponto temerosa, visto que o ambiente parecia ser barra pesada. Acima de nós haviam duas pessoas dispersas, nas laterais, mais abaixo, outras espalhadas e onde estávamos, livre umas cinco fileiras abaixo e acima. Esperei uns dez minutos, até comecei a beijar minha esposa e enfiando a mão em seu decote acariciava seus fartos seios. Depois levei a mão entre sua pernas e levantei a saia até aparecer a calcinha. Ela reclinou a cabeça para trás, a encostando em meu braço, que estava no encosto da poltrona, dando-me a chance de poder beijar-lhe o pescoço. Estava com a boca colada nele e ao mesmo tempo meu olhar fazia uma varredura no local, percebendo a movimentação de pessoas que saiam dos fundos e vinham como quê pulando as fileiras, ficando mais perto de nós, Débora não notara nada e ainda não tinha entendido que o meu propósito era na verdade expô-la aos olhos de terceiros, que tivessem a ousadia de ser aproximar mais. Enfiei a mão dentro de sua calcinha e passei a acariciar seu grelinho. Ela gemeu, e apesar do barulho do filme, perceptível á pessoas que estivessem nas poltronas mais próximas. Alguém esbarrara em meu braço, na parte de trás, se sentando a seguir. Com a mão, do braço atrás de si, retirei um dos seios dela e comecei a mexer em seu seio sobre o sutiã. Me reclinei sobre o corpo dela e chupei seu seio, ao mesmo tempo enfiava dois dedos dentro da sua boceta que já estava molhada. Sussurrei a ela que se reclinasse mais e encostasse um dos joelhos, no encosto da poltrona da frente, deixando sua coxa totalmente e mostra. Vi que o cara atrás de nós tinha tirado o pau para fora e o alisava, enquanto espichava o pescoço por um lado, que lhe permitisse ver o que eu fazia. Sentou-se em outra poltrona para ficar com melhor visão. Quando parei de chupar o seio de Débora, para voltar a beija-la, disse que olhasse para trás á esquerda dela.Ela se virou e deu de cara com o sujeito se masturbando:
__Amor! Ele está batendo uma punheta. -sussurrou ela, entre surpresa e excitada.
__Claro, ele esta vendo sua coxa e seio. Quer ele? - perguntei surdamente. Ela olhou para trás e conferiu tudo o que viu e se voltando para mim disse:
__Quero!
Tirei o outro seio, passando a chupa-lo, deixando o outro livre. Não demorou muito para o cara ficar com o rosto perto do dela, que o olhou e depois fechou os olhos. O sujeito acariciou seus cabelos e não encontrando resistência, desceu a mão até sua boca que estava entreaberta, e nela enfiou um dedo, que Débora chupou. Vendo que tinha boa receptividade, tirou o dedo da boca dela e desceu a mão para seu seio, apertando-o. Minha esposa entrou em êxtase e gemendo teve sua boca tapada pela dele em um super beijo. Fiquei de lado olhando, vendo ela descer a mão até o sexo, e mesmo por sobre a calcinha se acariciar freneticamente. Ele, abocanhou cada um dos seios dela, os chupando selvagemente. Meu pau estava duro e o tirei para fora e fiz com que, minha mulher, o segurasse. Ela o apertou com força e depois passou a punheta-lo. O cara habilidosamente, pulou para a nossa fileira e se sentou na poltrona ao lado de Débora. Sua mão, começou alisar suas coxas, subindo até onde estava sua calcinha. Apertou o sexo dela e depois, ao beijar-lhe a boca, teve a mão inserida dentro da minuscula peça, alcançando a carne molhada, da boceta úmida. Minha mulher gemia sem parar e me apertava o sexo sem ter noção de como estava me deixando com mais tesão. Para facilitar mais a exploração de seu sexo, ela me olhou e pediu, quase sem folego, que a privasse da calcinha. O cara tirou a mão da boceta dela , e eu fiz sua vontade, descendo a peça pelas coxas e retirando-a pelos seus pés. Estava disponível. Escancarou bem as coxas, e eu vi que o cara estava indeciso se fazia o que tudo indicava ou se ficava onde estava. Pedi a ela que se virasse um pouco para o lado dele e passasse uma das pernas pelo lado do cara, ficando aberta para que ele a chupasse. Fiz dos meu tórax o encosto da sua cabeça e com um braço apoiando-a nas costas, dei-lhe um certo conforto. O cara, se ligou, ajoelhou no pequeno espaço da fileira e começou a chupar a boceta de minha mulher. O som de sua chupada chegava até mim e só era abafado, para as demais pessoas daquela sala, pelo ruido do filme. Com os olhos esgazeados, ela olhava para mim:
__Ai, amor, ele chupa tão gostoso e eu estou gozando muito. Me beija.
Colei minha boca na dela e sentia, toda sua gostosa aflição, quando ela puxava o folego ao ser chupada com mais pressão. Estremecia a cada gozo sentido.
__Amor! Que gostosa surpresa você me fez. Prepara outras?
__Claro! Deixa comigo. - afirmei a ela. O cara se masturbava, enquanto a chupava e pouco depois o cheiro de porra chegou as minhas narinas. Ele tinha gozado.
Sem dizer uma só palavra, como chegara, saiu, arrumando a calça e foi embora. Débora se virou para mim e tomando minha pica na boca a chupou, executando com a cabeça o ato de ir e vir, até sentiu que algo ia acontecer. Recebeu toda a minha carga de esperma em plena boca, a engolindo até a ultima gota.
Refeita, e sem a calcinha, ela me acompanhou por entre as fileiras para a sala de espera de onde sairíamos. Como eu, ela reconheceu o cara que estivera conosco, sentado no saguão comendo pipoca. No carro, ela , encostada em meu ombro, estava radiante, sorrindo como uma colegial e sua primeira foda.
__Obrigada querido. Sabia que você me surpreenderia com uma boa ideia, mas saiba que foi mais que boa, e sim ótima ideia. Obrigada!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:29 de maio de 2015 13:09

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Exibicionismo

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Este texto foi lido 487 vezes desde sua publicação em 29/05/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*