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Do fundo do baú

O preço da traição com dor e muito tesão

O dia não tinha sido nada fácil para Bernadete. Passara mal no trabalho e com isso pedira ao seu chefe se permitia que ela fosse para casa mais cedo. Com a autorização em mãos ela saiu de casa e se dirigiu ao ponto de ônibus que a levaria para casa. Estava cansada e queria tomar um banho bem fresquinho para ver se aquela indisposição chegava ao fim. Andava, agora pela calçada da rua, onde sua casa ficava. Era uma bela moradia que tinha, com três quartos, uma sala ampla a cozinha, onde os móveis planejados davam um toque especial, um amplo banheiro,a lavanderia e um alpendre, onde estava estendida seu objeto de desejo, uma rede artesanal que viera diretamente do nordeste. Abriu o portão e entrou, fechando-o a seguir, deu dois passos e se voltou olhando para o mesmo. O portão estava trancado e ela não gostava que isso acontecesse se alguém ainda estivesse fora de casa. Facilitava a entrada caso estivesse sendo seguido por gente suspeita. Se seu marido tinha chegado, tinha acontecido alguma coisa no trabalho dele, mas mesmo assim ele sabia que ela não chegaria tão cedo e portanto o portão teria que fica aberto. Não sabendo o porque, ao invés de entrar pela porta principal da residencia como sempre fazia resolveu dar a volta pelo corredor lateral e ir para o fundo da casa e entrar pela porta do alpendre. Caminhava remexendo na bolsa a procura da chave, e quando estava para virar as direitas no fim do corredor, ouviu um som que não conseguiu definir do que se tratava no primeiro momento, mas depois de alguns segundos sentiu que estava ouvindo gemidos de um ser humano, de uma mulher e que vinha do alpendre logo a sua frente. Tremendo ela foi se aproximando e pelos vãos das balaustrada de enfeites da mureta, pode ver dois pares de pés. Um era grande e estava atrás dos pequenos um pouco separados e cujas unhas pintadas indicavam serem de uma mulher. Se adiantou um pouco mais e quase tropeçou no primeiro lance de escada que levaria ao piso superior. A bunda cabeluda que viu a deixou sem forças. Conhecia bem aquele traseiro, que tanto gostava de beijar e apertar, observou as coxas igualmente peludas onde por mais atritante que fossem, ela gostava de esfregar a boceta até gozar. Sim era de seu marido. Mas e quem estava de costas para ele? Subiu mais um lance e ai foi que tudo ficou mais claro que água da fonte. De braços abertos cujas mãos seguravam uma parte de cada lado da rede, estava Analice, sua irmã, que no embalo da rede era sodomizada por Carlos que impiedosamente lhe enfiava o seu potente mastro no cu dela. Se não fosse pelo choque de se ver traída pelo marido e pela própria irmã, até poderia achar a cena erótica, mas ver seu marido ali nu introduzindo na irmã dela algo que ela considerava só seu... Como chegou, saiu em silencio total e pouco depois, irritada e sem saber o que fazer, caminhava pelas ruas do bairro. Se achava uma idiota. Como não tinha suspeitado de que seu marido estava de caso com a cunhada. Tinha motivos, aqueles sorrisos fortuitos que sempre mantinham nos lábios e até a dança dos dois sempre agarradinhos, que ela adorava ver, tinha um cunho de traição. Se xingou e sentada em um banco da praça chorou até que lágrimas não mais saiam de seus olhos. A noite já tinha chegado e ela não sabia como chegaria em casa e enfrentaria o marido. Não foi fácil conviver com aquela descoberta e não revelar que estava a par de tudo. Foi desconfortável receber sua irmã em casa e ver o cinismo dos dois. Sabia que estavam se encontrando e metendo pra valer, tanto é que seu marido não a procurava com constância, e ela não era de se desprezar para uma bela trepada. Enquanto era traída, ela foi formatando ideia de como se vingar dos dois. Uma noite levantou no meio da noite e foi para o computador. Ficou conectada até o amanhecer e ficou satisfeita com o que fez. Carlos entrou na cozinha e a encontrou tomando café, deu-lhe um beijo e se sentou. Ela lia uma revista e o observava. Seu celular vibra e ela aparentando surpresa o pega. Do outro lado alguém lhe passa uma ordem que ela a contra gosto aceita cumprir. Carlos a tudo observa. Quando a conversação termina, Bernadete da um murro na mesa e solta um palavrão.Carlos quer saber o que tinham lhe falado de tão grave e ela lhe explica que tinha de se arrumar e ir direto para o aeroporto pois teria que ir para o Rio de Janeiro com um grupo de funcionários que foram selecionados para participar de um simpósio. Carlos fingiu indignação e quis saber quando ela voltaria. Ao saber que dentro de dois dias, quase deixou escapar a alegria que estava tendo naquele momento. Mas Bernadete notou que o semblante do marido se modificara. Foi para o quarto arrumar uma maleta, onde colocaria duas mudas de roupas e produtos de higiene pessoal. Ela saiu antes dele que ficou em casa e aproveitou para dar a boa nova á Analice que do outro lado vibrou e prometeu que iria lhe dar os dois dias mais inesquecíveis da vida dele.
Quando anoiteceu Analice chegou e como se fosse a dona da casa, entrou pela porta da frente, já que tinha uma cópia da chave da frente e dos fundos. Percorreu a distancia que a separava de sua grande paixão. Tudo estava as escuras e ela sabia que aquilo era uma brincadeira que ele estava colocando no cardápio sexual daquela noite. Seu corpo se arrepiou só de pensar. Percebeu um clarão, como se um isqueiro tivesse sido acionado, no quarto do casal. Seguiu para lá e assim que entrou, aquele pequeno lume se extinguiu ficando tudo um breu só. Quase que de imediato a porta do quarto se fechou. Isso a assustou e ela gritou pelo amante. Só ouviu um grunhido e nada mais. Pediu que parasse com a brincadeira que já estava indo longe demais e o que recebeu foi um tapa no rosto que a fez cambalear, mas mãos de ferro a seguraram para não cair e sentir mais um outro tapa na outra face. Não estava entendendo aquela agressividade e começou a pedir que parassem com aquilo, já que desconfiava que tinha mais que duas pessoas naquele ambiente escuro. Uma mão lhe acariciou o corpo sobre a roupa que vestia, começando pelos seios e descendo até seu sexo onde a mão se fechou e apertou seus grandes lábios causando uma dor muito forte. Então ela sentiu um hálito quente em seu ouvido e logo um sussurro se fez ouvir:
__Sua vaca, esta gostando do aperto? Se não gostar eu vou bater em você até tirar sangue. Humm, veio perfumada trepar com seu gostosão? Com o machão que te enraba na rede? Por que não geme gostoso? Geme sua filha da puta. Quero ouvir você gemer bem gostoso. Ou será que você precisa de um estimulo para tornar isso mais atraente?
Um jato de luz foi direcionado para a cama do casal e Analice viu Carlos nu, com os punhos e tornozelos amarrados, de brucos, ostentando aquela sua bunda peluda. Conseguiu definir que havia mais três pessoas no quarto e que uma delas era mulher. Antes que conseguisse entender bem o que acontecia ali, teve em seu pescoço colocado uma coleira que estava presa a uma corrente. O pavor cresceu dentro dela e julgou que fosse morrer. Seus braços ficaram livres e ela tentou se livrar daquela peça que lhe adornava o pescoço, mas viu que um cadeado a impedia de soltar a fivela. Atrás dela uma voz cavernosa ordenou que ela se aproximasse da cama. Ouviu-se o estalo de um chicote e o mesmo surgiu a sua frente empunhado por uma mão enluvada. Recebeu uma ordem:
__Acerte a bunda dele com força para que sinta dor.
__Não posso fazer isso.
__Você é quem sabe. Vou lhe dar uma opção sua maldita, ou você o chicoteia ou você vai chupar uma pica para ele ver. O que prefere?
__Você não pode fazer isso.
__Não? Vou dar esta chance a você, mas não me irrite com esse falso pudor. Chupa ou não?
__Não quero.
__Ah,é? Então vai ver ele apanhar.
O chicote zuniu no ar e a ponta foi acerta o traseiro de Carlos que tentou se encolher gemendo de dor. Novamente ele sentiu a nádega arder. Não conseguia gritar por estar amordaçado, mas a dor era muito forte. Analice não queria olhar e por isso abaixou a cabeça. Foi então que ela começou a ser despida. Estava tremendo quando sentiu que sua calcinha era descida.
__Quem é você e o que pretende?
__Quem eu sou você vai ver logo, logo, pode ter certeza disso. O que pretendo? Muito simples, já que você não quis chicoteia-lo e nem chupar por bem, vai apanhar até desmaiar. Se incline para a frente e olhe para ele. Quero que ele veja a sua cara de sofredora sem vergonha. Vamos, se incline e não me faça tomar uma atitude mais drástica, pois com o ódio que estou sentindo a coisa não vai ficar boa.
Analice se curvou deixando o traseiro elevado. O facho de luz foi colocado sobre seu rosto e ela não pode mais ver Carlos que a olhava de olhos esbugalhados. Quando a primeira chicotada atingiu a bunda da jovem, sua expressão de dor causou um mal estar muito grande nele. Tentou não olhar, mas quando sentiu que uma mão se insinuava entre suas pernas e buscava seu pênis,percebeu que algo mais sério iria acontecer. Analice era surrada sem dó nem piedade. A cada estalo da tira de couro em sua pele era como brasa a lhe queimar. Carlos tinha o pênis acariciado e o sentia se levantar aos poucos apesar de ver o sofrimento estampado no rosto de sua cunhada, que estava banhado de lágrimas. Quando sentiu que a glande era abocanhada, sugada por uma boca quente e macia de uma forma bem particular, começou a compreender o que estava acontecendo ali. Queria gritar que estava arrependido da traição que fizera, mas a mordaça o impedia de pedir que parasse de fazer a jovem sofrer. O pau estava duro dentro daquela boca e as vezes ele sentia os dentes a lhe roçar a pele retesada que envolvia o mesmo. Estava suando de pavor em pensar que a vingança poderia amputa-lo em seu bem mais precioso. Começou a perder potência e ir diminuindo de tamanho. A boca se retirou dele e pouco depois sua orelha era lambida e ele ouviu uma ameaça que confirmou suas suspeitas:
__ Para comer um cu a pica tem que estar dura meu amor e eu quero a sua bem dura quando ela for entrar em meu cu. Cu que você nunca quis comer. Seu porco imundo.Gosta de ver sua galinha amada sendo judiada? Você ainda não viu nada. Espere ver ela levando na bunda o que sempre gostou. Quer ver? Depois eu volto aqui e quero essa porra de pica super dura, senão meu caro você vai ver o que é ter uma esposa traída no seu cangote, seu filho de uma puta. Agora veja o que eu tenho para ela. Não sei se ela vai aguentar, mas também pouco me importa, uma vaca dessa tem ter o que merece. E olha amor, se você pretende tomar alguma atitude quando tudo acabar eu quero lhe avisar que contratei pessoas de um lugar especifico em infligir dor as pessoas. Você não gosta de ver outros sofrer, então meu amor, vais ver isso ao vivo e a cores. Se prepare que já volto.
Analice se viu virada e ainda agachada viu surgir a sua frente um pênis negro de tamanho assustador encimado sobre duas verdadeiras bolas de tênis que acreditou ser testículos. Ela que gostava de picas grandes ficara assutada com aquela que parecia a pica de um puro sangue. Não iria aguentar uma invasão daquilo. Olhou para onde sabia estar Carlos e seus olhos suplicaram ajuda. A cabeçorra da pica tentou entrar em sua boca, mas não fora possível e ai ela entrou em pânico. Carlos resmungou algo quando aquela pica se encaminhou pára a traseira de Analice.Nesse meio tempo sua algoz tinha voltado para seu lado e sussurrou em seu ouvido a troca de lugar. Ele poderia assumir o papel de Analice e ela ficaria livre do martírio. Ele se assustou com a proposta sentindo os dedos que percorriam seu rego parando em seus ovos. Sacudiu a cabeça negativamente e ouviu uma gargalhada. Recebeu um beliscão em uma das nádegas e depois foi lhe dito que as amarras dos pés e das mãos seriam soltas afim de que pudesse ficar de costas e que não tentasse fazer nada pois poderia se dar mal bem como Analice. Uma outra pessoa veio ajudar na tarefa de prende-lo na posição desejada. Era tão forte quanto o outro, conseguiu ver quando passou por um setor menos escuro. Que loucura. E se fossem criminosos? Todos estavam em risco. Só que ele sabia que não era bem assim. Olhou para sua cunhada e viu que ela estava recebendo aquela rola descomunal fazendo uma careta de arrepiar qualquer um. O toque daquelas mãos em sua pica o fez voltar ao que tinha de se esforçar para conseguir - uma ereção total. Mas o que mais poderia acontecer se não conseguisse? No entanto ocorreu o contrario ao ver que a mão dava lugar a boca a pica foi tomando aquela rigidez que ele não esperava conseguir. Do nada surgir uma bisnaga de lubrificante que fora derramado sobre a glande e espalhada por toda a extensão peniana. Se livrando das roupas a pessoa subiu na cama e abrindo as pernas sobre el e foi descendo o corpo e depois de pegar a pica com a mão a deixou em posição e roçou toda a extensão do rego na cabeça e assim que sentiu no cu a mesma foi forçando o corpo e se empalando até sentir os pentelhos tocarem sua boceta. Carlos urrou de prazer quando seu pau se viu todo envolvido pelo cu quente, daquela que era a sua torturadora. O subir e desce naquela vara, era extasiante para ela que se sentia vingada em seu brio de mulher. Olhava para Analice que sofria com a tora atolada no rabo. O pau de Carlos pulsava transmitindo a ele um prazer diferente do convencional. Olhou para cunhada que era sacudida nas investidas do negão e levou dois sonoros tapas. Foi ordenado que olhasse novamente e de novo apanhou. Fungava e o pau se mostrava mais rígido. Seus pentelhos estavam todo empapados de líquido. O cheiro de sexo anal chegava as narinas de ambos e para mais tormento seu uma mão aprisionou seus ovos e os apertou fortemente que lágrimas brotaram de seus olhos. Um gemido continuo se fez ouvir e ao olharem para Analice perceberam que a jovem já n~]ao mais sofria e sim gozava na monstruosa pica que a sodomizava. Então Bernadete resolveu se revelar por inteiro e pediu ao sodomizador que retirasse o pau do cu dela e a soltasse. Jogada no piso frio Analice olhava para todo aquele aparato de correias, holofote, chicote e aquela cena que agora a luz dos dois abajures mostrava. Estava zonza e se levantando veio cair sobre o casal no leito. Olhou para o rosto da irmã, que sorridente rebolava na vara do marido atolada em sua bunda e só conseguiu falar duas palavras:
___Me perdoe!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:25 de fevereiro de 2015 16:46

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:BDSM

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Este texto foi lido 1.318 vezes desde sua publicação em 25/02/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • gessica alves santos
    Postado pordiamante negroem21 de maio de 2015 16:33
    diamante negro é uma autora no História Erótica

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