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Do fundo do baú

O sexo mais selvagem da minha vida

Assim que avistei a placa indicando que estava a apenas 1km, da fazenda dos meus tios, eu me senti aliviado. O calor que fazia, estava me deixando todo molhando de tanto suor. Precisava me abrigar daquele tempo quente ou então pegaria uma insolação. Uma arvore a beira do caminho foi a minha salvação. Mesmo debaixo da sua frondosa copa eu me sentia com menos calor, o tempo estava abafado. Pensei comigo que cometera uma besteira muito grande não avisando eles da minha chegada, pois jamais pensaria em caminha tanto debaixo de um sol daqueles. Depois de tomar um folego, resolvi botar o pé na estrada novamente, diminuindo assim a distancia de um bom repouso. A tarde já vinha chegando quando, comecei a ver os primeiros sinais de que estava chegando. Uma porteira muito grande, barrava a entrada de intrusos nas terras que apresentavam uma imensidão verde de cana de açúcar. Caminhei já dentro das terras dos meus tios e o barulho de máquinas agricolas pareciam uma sinfônia, para aquela tarde que se ia findando. Caminhei por mais meia hora até avistar uma carroça, que vinha atrás de mim. Quando ia chegando eu fiz sinal para quem a conduzia. Os animais pararam junto a mim e eu vi na boléia, a presença de uma mulher, mulata, de cabelos longos, muito bonita que me olhava curiosa.
__Vai para algum lugar moço - perguntou com um sotaque carregado de gente do campo.
__Estou indo para a casa grande. Pode me dar uma carona se vai para lá?
__Claro. Jogue suas coisa ali atrás e suba.
Feito isso subi e me sentei ao seu lado. De perto ela era muito mais bonita.
__Podemos ir? - perguntou ao mesmo tempo que batia a redea no lombo do anima e este obediente reiniciou a caminhada.__Conhece alguém daqui?
__Estou indo para a casa de meus tios.A fazenda é deles.
__Ara! Então, você é parente de Seu Firmino e dona Conceição? Moço me desculpe, mas fui incumbida de ir busca-lo na rodoviária, mas não sei como nos desencontramos.
__Ué, mas como souberam que eu vinha para cá? Não avisei ninguém.
__Me parece que vossa mãe ligou avisando o irmão de que você viria.
__Ah, entendi. Pedi a ela que não fizesse isso e ela me desaponta. - lamentei
__Puxa moço, eu é que estou em maus lençóis por te-lo deixado vir sozinho.
__Mas você não esta comigo? Então, para todos os efeitos você me trouxe. Paramos em um lugar que você conhece e a meu pedido, fomos tomar um refrigerante e por isso estamos chegando agora.
__Puxa, moço, muito obrigada por me ajudar, e me desculpe.
__Que é isso. A proposito, meu nome é Paulo a seu dispor - disse estendendo a mão que ela apertou sorrindo.
__Meu nome é Júlia.
__Prazer Júlia, o nome é tão bonito quanto a dona dele.
__Bem que dizer que gente da capital, os homens principalmente, são muito galanteador.
__Você pensa assim?
__Não. São é mentirosos mesmo - disse ao mesmo tempo que açoitava o animal que iniciou um galope mais rápido.
Não demorou muito para se avistar as primeiras luzes dos postes de iluminação, que se acendiam para iluminar o caminho e logo casa dos meus tios apareceu, majestosa em meio a todo aquele verde. Na enorme varanda uma pessoa se balançava na rede ali armada. Quando a carroça parou, a pessoa saltou da rede e eu pude ver Tia Conceição bela como sempre, vindo em nossa direção. Os anos não influenciavam no corpo daquela mulher que tinha uma postura altiva. Me abraçou com força e pude sentir os contornos dos seios graúdos, por baixo da camisa, que usava.
__Nossa, por que demoraram tanto? - perguntou ela me encarando com um sorriso muito gostoso.
__Paramos para tomar um refresco, devido o calor de pois eu pedi a Júlia que não se apressasse pois queria curtir esse encanto da natureza, que é a pureza daqui. Sentir o cheiro da terra que esta no ar. Foi só por isso que estamos chegando agora. Obrigado por tudo Júlia, espero que quando for embora, possar contar com sua companhia até a rodoviária.
__Se dona Conceição e seu Firmino permitirem, será um prazer enorme.Com licença e mais uma vez obrigada.- agradeceu a bela mulata que foi embora para o outro lado.
__Gostou dela? - perguntou minha tia ainda braçada comigo me levando para a varanda que dava entrada a casa.
__Muito gentil, prestativa.
__Só que tem um namorado muito ciumento. Imagine que ao saber que ela iria lhe buscar quis ir atrás, mas não deixei. Afinal de contas para que outra pessoa, além dela, não é mesmo.
__Claro! - afirmei e comecei a pensar na razão pela qual ela se atrasara. Teria algum relacionamento?
Meu tio estava fora e chegaria na hora da janta. Tomei um senhor banho e com frutas frescas e uma conversa agradável, ficamos a espera da hora da comilança. Quando meu tio chegou foi uma festa. Ele tinha 52 anos, mas apresentava bem menos. Era um homem bonito, cheio de vida, com brincadeiras que deixa as pessoas a vontade. Amava titia de forma desordenada, fazendo sempre questão de demonstrar isso, as vezes de maneira até constrangedora, como quando
passou a mão na bunda dela e a chamou de potranca fogosa. Ela ficara vermelha e mandou que ele tivesse modos.Para ficarmos mais a vontade ainda eu disse a ela que ele estava certo em dizer o que pensava, pois minha tia era uma mulher muito bonita e até mais sensual que Júlia, de quem eu podia fazer uma comparação. Minha nossa, por que fui dizer isso. O ego de titia foi lá em cima e não desceu mais.Notei que meu tio ficou todo acesso com aquela comparação e foi por ai a fora as nossas conversas. Ficamos um bocado de tempo sentados na rede da varanda. O calor estava cada vez maior apesar de ser noite. Um céu, que a gente só vê fora da selva de pedra, apresentava aquela infinidade de estrelas. O silencio da noite só era quebrado pelos clique dos grilos ou o coaxar dos sapos. O casal se recolheu e eu fiquei por mais um tempo por ali. Da minha cabeça não saía a figura de Júlia e da minha tia. Duas pessoas diferentes e ambas um tesão só. Pensando nelas, meu pau endureceu e eu como estava sozinho, tirei o mesmo para fora e passei a alisa-lo. O balançar da rede me foi induzindo ao sono e acabei adormecendo com o pau na mão. Já fazia muito tempo que ali estava dormindo, porém achando que estava na cama, me virei para ficar de lado, e na luta para conseguir, acabei acordando. Quando me dei conta de onde estava pulei da rede e percebi que estava com o pau para fora da calça, mole como uma maria mole. Então ao olha na rede, tive um sobressalto. Uma coberta estava ali. Mas antes eu tinha nada daquilo. Quando tinha vindo para a rede com meus tios não tinha trazido coberta alguma para me cobrir, mesmo por que estava calor e outra eu não pretendia dormir ali. Mas então quem trouxera aquela coberta, que certamente me cobrira? Alguém me viu de pau duro, Mas quem? Com a pulga atrás da orelha eu peguei a mesma e dobrando-a a deixei na rede e intrigado entrei. Passei pela enorme sala, segui por um pequeno corredor, ficando de cada lado portas de quartos uma de frente para a outra. Na da esquerda de quem vinha da sala, era do de meus tios e da direita a de hóspedes, que me fora destinado. Mais a frente ia entrar numa cozinha hiper espaçosa, onde um fogão á lenha dominava uma parede, quase que inteira, no centro a rustica e bela mesa, com suas cadeira e a direita ficava a sala de jantar e conjugada á ela uma saleta de leitura, onde tinha uma bela cama caso a pessoa quisesse ali repousar e várias poltronas individuais de extremo bom gosto, e até um banheiro havia ali, para o minimo de higiene. Ainda intrigado eu ia abrir a porta do meu quarto, quando sons de cama rangendo me aguçaram o pensamento. Os sons vinham do quarto de meus tios. Pé ante pé, me aproximei da porta e colei o ouvido nela para tentar ouvir alguma coisa. O som de gemidos e arfar, de alguém fazendo força, era nítido, bem como a minha imaginação, que visualizava minha tia sendo fodida pelo marido. Uma das poucas coisas que eu pude ouvir fora:
" Separa mais as pernas"
"Não dá mais. Onde você quer chegar"
"Quero entrar todinho em você"
"Vou tentar. Assim esta bom?"
"Sim. Esta gostando"
"Muito, hoje estou com muito tesão "
"Estou vendo. A muito tempo você não ficava assim "
" Hoje eu estou bem. "
" Vai deixar eu por lá?"
" Hoje não. Deixa para outro dia."
" Vamos aproveitar hoje que você esta acesa e eu também"
"Aceso você esta todo dia, novidade."
"Vamos aproveitar hoje? Deixa eu botar só a pontinha."
"Esta bem, eu deixo, mas vai devagar. Só um pouquinho. Como você quer que eu fique?"
" Fica de quatro segurando na guarda da cama"
" Mas, precisa pegar vaselina "
" É pra já, esta do seu lado, na gavetinha"
" .....achei, tome."
Do lado de fora eu estava com o pau na mão e imaginando ele passando vaselina no que deveria de ser o cu dela e depois no pau e se preparando, atrás dela para fincar-lhe a rola. Ouvi ele gemer:
" Vai devagar que tá doendo"
" Empina a bundinha mais um pouco...agora se segura que vou empurrar."
" Vai com calma, senão vai machucar. Também você tem um pauzão, que parece o de um cavalo. Vai pode empurrar...esta entrando..uui...para,para um pouco só, e segura ai, que vai dar...entrou."
Os gemidos se intensificaram e a cama passou a ranger mais. Ele, meu tio, estava comendo o cu, dela, minha tia. Uma pontinha só, né?Ta bom ele estava metendo a rola inteira e ela pelo sito estava gostando. Para coroar o que estava se passando ali dentro acabei esporreando na porta deles.
O cheiro de café, e bolo de fubá, onde a erva doce se sobressaía,
chegou até minha narinas. Estava me preparando para levantar, quando pancadas na porta chamaram minha atenção, quase que de imediato a porta se abriu e posso até jurar, eu nunca tinha notado como minha tia era deliciosa. O sorriso cativante, predominava em seus lábios.Ela usava uma camisa, masculina, branca, só com dois botões a fecha-la bem abaixo dos seios, que se mostravam exuberantes pelo decote formado um short e calçava uma chinela de couro. Veio até a cama e se sentando nela, debruçou e me dei um beijo no canto da boca.
__Bom dia! Dormiu bem?
__Sim muito bem. O dia hoje parece que vai sr quente outra vez. - comentei sentindo pau dar sinal de vida e para o cumulo da provocação, sem querer é claro, uma de suas mãos, foi repousa em minha perna, junto de onde a cabeça da pica estava voltada. Tentei recuar, mas não adiantou e mais uma vez sem querer a mão dela ficou sobre a semi adormecida, que começou a acordar. Comecei a suar frio e tentar me concentrar em alguma coisa para que o perigo não se tornasse eminente.
__Titio já acordou?
__Sim está com o gerente verificando algumas coisas para irem comprar, caso esteja faltando muito.
__ Tem muito gado aqui, tia?
__ Não muito, umas 100 cabeças só. Tivemos mais , mas o melhor agora é plantar cana e soja. Mais tarde o levarei para visitar nosso cultivo. Bem, vim chama-lo para tomar café. Fiz um bolo de fuba especialmente para você. Venha, vá se lavar e depois tomar café.-disse se levantando, não sem antes apertar minha perna e pica. Dei graças por ela ter resolvido sair.
O café transcorreu de forma agradável, com titia sempre sorridente sem tirar os olhos de mim. Quando se levantava para ir colocar alguma coisa na pia, eu a olhava por trás e via um pedacinho da popinha da sua bunda saindo pelo short e achava muito sexy a visão. Tentava imagina-la nua, de quatro com meu tio enfiando-lhe a pica no cu, mas só me excitava, pois a realidade era bem outra. Depois do café, fomos dar um volta pela redondeza, onde ela me mostrou a imensidão de soja plantada de um lado e do outro o ouro verde, a nossa cana de açúcar. Passamos por um córrego de águas cristalinas, que segundo ela, formava com outras nascentes um pequeno rio mais abaixo de onde estávamos e que me levaria até lá tomar um bom banho. Disse-lhe que não sabia nadar, e ela disse que me ensinaria. Passeamos quase que amanhã toda e depois ela me levou para o lugar prometido. Era um lugar maravilhoso, escondido e preser
vado. Mal saltou do cavalo, foi logo tirando a camisa e descendo o short, mostrando um corpão, tipo de violão, que me deixou boquiaberto. Vendo-a ir em direção a água, eu fiquei maluco com a visão da sua bunda. Era a coisa mais deliciosa que já tinha visto. Seu peitos, mal cabiam dentro do sutiã, e não pude deixar de sentir uma fisgada no cacete que estava duro. Ela mandou que eu tirasse a roupa e viesse se juntar a ela. Pediu que não tivesse vergonha, como ela não tivera, e nem medo pois me daria suporte. Meio constrangido fiquei de cueca, com as mãos a frente, para que não visse que estava de pau duro, fui em sua direção entrando na parte que dava pé. Ela nadava de um lado para o outro submergindo e emergindo mais adiante. Nadava bem a danada. Quando entrei na água fresca meu pau amoleceu e eu fiquei mais tranquilo. Mas essa tranquilidade durou muito pouco, pois ela logo veio se juntar a mim. Passou a me ensinar como fazer isso ou aquilo dentro d'água e nossos corpo se tocavam firmemente e a excitação começou a tomar conta de mim. Quando ela pediu que eu a enlaçasse pelo pescoço que me daria uma carona indo e vindo dentro do rio, a coisa ficou feia. Assim que a enlacei, meu pau duro espetou sua bunda a ponto dela me olhar, depois se lançou a frente como um peixe me levando de carona. Dava vigorosas braçadas que nem parecia estar levando o peso de um homem colado em si.O roçar de sua bunda em meu pau só aumentava a minha tesão e ela parecia se divertir com isso. Quando saímos da água eu já estava mais calmo. Nos estiramos no capim e ficamos ao sol secando nossos corpos. Eu evitava olhar para o lado e vê-la quase nua ao meu lado. Era tentador demais e ela era a minha tia, não podia vacilar. Os cavalos estavam bem distante, pastando tranquilamente.
__Deixou namorada lá em Sampa?
__Não tenho namorada tia. - respondi sem olhar para ela.
__O quê? Não tem? Lá não tem mulher ? Deixar um pão como você largado sozinho. A meus 18 anos. Não te deixaria escapar de forma alguma. Um tesão de homem como você não pode ser deixado de lado, não.Elas não sabem o que estão perdendo.
__Mas tia, a senhora não pode dizer isso. Elas tem suas razões.
__Bicha eu sei que você não é. O elogio que me fez diante do seu tio foi de cara comedor. Sabia que aquela conversa deixou seu tio excitado e eu tive trabalho com ele esta madrugada?
__Sim... quer dizer, como assim. - tentei remediar o vacilo, mas já era tarde demais.
__Você nos ouviu, não foi? Ai, que vergonha. - disse ela caindo na risada. - Você ouviu tudo mesmo?
__É! Não pude evitar. Estava passando pelo corredor, para entrar no quarto e ouvi a cama ranger e fiquei curioso e ouvi tudo. - confessei, sentindo o pau endurecer. - Me desculpe.
__ Ora sobrinho, quem deveria pedir desculpas sou eu. Você já estava excitado lá na varanda e depois ouvi o que não devia...
__Quem lhe falou que eu estava excitado?
__Você não acordou coberto? Fui eu que te cobri. Fui desejar boa noite para você e o vi naquele estado dormindo na rede. Voltei e peguei um coberto pois começava esfriar e o cobri.
Eu não sabia onde por a cara. O papo me deixou mais excitado ainda e o pau cresceu e ela viu.
__Olha ai como você esta. Precisa de uma mulher para descarregar.
__Mais uma vez me desculpe. acho melhor irmos embora.
__Me diga um coisa sobrinho querido. Você transaria comigo, só para tirar seu atraso?
Não, eu não estava ouvindo aquilo daquela gostosa. Virei para ela que sorrindo me piscou e ato continuo, desabotoou o sutiã, deixando-me ver dois magníficos seios de grossos bicos ao ar livre. Feito isso se livrou da calcinha mostrando o belo bocetão.
__Você é minha tia. - ponderei
__E dai? Já te vi de pau duro e vou te confessar, dei uma chupadinha nele, com todo o cuidado para não te acordar , antes de te cobrir. Você me ouviu trepando com seu tio. Ficou de pau duro, encostado na minha bunda e está com ele do mesmo jeito agora. Então qual o problema de transarmos? Vamos deixar de sermos tia e sobrinho?
__Não, né? - retruquei convicto de que iria traçar aquela gostosa.
__Então seu bobo, vamos deixar de conversa e vamos dar uma bem legal. Vem!
Minha tia era safada e eu mais ainda, então desci a cueca molhada e ostentando o meu pau de 20cm, fui para cima dela que já estava de pernas abertas. Fui chupar sua boceta, mas ela pediu que deixasse para depois, já estava excitada e queria era pica. O encaixe fora perfeito e meu pau mergulhou triunfante dentro daquela mulher que gemia feito uma maluca. Arrancava grama e jogava para o alto, sacudia a cabeça de um lado para o outro e me puxava com as pernas, forçando-me ficar o mais fundo dentro dela. Meu corpo subia e descia enfiando e retirando a rola de dentro da boceta alagada de minha titia. Conceição era de um folego que dava inveja. Demonstrara isso ao me carregar nas costas nadando e agora ali sugava minha rola com sua xoxota ardente, num ritmo alucinante. Gritava, e gritava muito quando gozava e não me deixava tomar folego e para coroar tudo aquilo me disse aos berros:
__Goze no meu cu. Quero essa sua pica deliciosa na minha bunda.
Me empurrou com certa violência e ficando de bruços abriu a bunda de mandou que eu metesse a pica em seu cu. Diante de um cenário tão inusitado, cuspi em seu botão, melei a cabeça da pica e me ajeitando para não deixar resvalar, fiz força, no que ela empurrou a bunda de encontro e a vara entrou. Ela só fez um "Oh" e se deixou ficar inerte recebendo as investida da pica no cu. Eu mergulhava numa textura tão aconchegante como nunca tinha enfiado a pica antes em lugar tão gostoso.Lembrava dela me falando que me chupara na rede, depois da sua foda com meu tio, no quarto ao por a mão sobre minha rola, ali no rio, na sua boceta que acabara de foder, naquele cu e nos peitões espremidos contra a grama, que acabei não aguentando e acelerando os golpe sobre o cu invadido, comecei a esporrear. Soltei tanta porra, que não acreditei que havia batido uma senhora punheta durante a madrugada, ouvindo-a meter com titio.Não consegui sair de cima do seu bundão e ali fiquei por um bom tempo, atolado dentro dela. Foi titia que me alertou que tínhamos que ir. Vendo minha pica ainda dura, ela a tomou entre os dedos e me dedicou uma chupada, de tirar o folego. Nos vestimos e pouco depois galopávamos de volta a sede da fazenda. Minha tia agia como se não tivesse acontecido nada. Sentada no colo do meu tio, ela conversava, ficava corada com alguma safadeza dele e eu só a comendo com pouco fogo., imaginava a delicia que iria ser a minha estadia ali.

.


Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:30 de março de 2015 11:02

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Maduras

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Este texto foi lido 1.093 vezes desde sua publicação em 30/03/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • jair
    Postado porjairem26 de junho de 2015 10:40

    É uma tia assim que eu quero

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