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Do fundo do baú

O velório de Camila

"Quem não tem mêdo do obscuro? Qual sêr humano não tremeria diante da visão da morte?Como se comportaria ao saber que não deixaria de ser um pasto para os ver
mes e que a escuridão eterna seria a sua companheira absoluta?Quem acha que se
acostuma com o terrivel cheiro estranho,profundo, tétrico que circula dentro de
um velório?"
Paulo estava ali diante do caixão aberto, onde repousava o corpo de uma, ainda
bela jovem que parecia simplesmente repousar depois de uma noite de maravilhosa
trepada.Tinha o semblante sereno e parecia esboçar um leve sorriso nos pálidos
lábios por onde passara um pênis endurecido rumo a sua garganta.O decote, ousa
do para a ocasião,deixava que de um ângulo previlegiado,se visse parte dos /
seios que já não arfavam, como quando sua dona estava viva.Camila, sempre fora
uma jovem cobiçada.Tinha um corpo bem definido em suas curvas sensuais
e despertava desejos nos rapazes que cruzavam com ela ou no seu circulo
de amizades Paulo se interessara por ela e o mesmo ocorrera com a mesma e en-
gataram um namoro.Todos invejavam o rapaz.Fora o único a conquistar o coração
daquela mulher tão desejada. Ela era abusada. Facilitara a primeira transa
com Paulo logo de cara,na primeira vêz que ficaram sózinhos na casa dela.Gulosa
ela tratou de aplicar um boquete vigoroso no rapaz, deixando-o louco de tesão,
pois ela tinha uma chupada,que jamais tinha sido aplicada na pica dele. O jeito
como metia o pau na boca,sugando a cabeça bem de leve, passando a lingua ao re
dor dela,para depois fazer a sucção,engolir o membro até chegar aos ovos. Teve
uma vêz que não resistindo á chupada,Paulo no meio da sessão oral, esguinchara
porra na boca de Camila,que não desperdiçou uma gôta. Lembrava Paulo,de uma vêz
em que ela ficara de quatro e o mesmo penetrou-a por trás.Ficaram unsdez minuto
fodendo maquela posição,quando Camila o surpreendeu pedindo-lhe que comesse seu
cú, pois adorava sentir a pressão da invasão que uma pica proporcionava ao inva
dir seu rabo. Rebolou gostoso quando a pica entrou até o talo. Adorava ser enra
bada pois dizia que naquele ato percebia o quanto era possuidora e não a possui
da. Achava que ao dar a bunda a um homem ela o mantinha sobre seu dominio, pre-
so ao seu corpo, na parte que para ela era a mais intima e ai não se fazia de rogada, pedindo que Paulo socasse o pau em seu cú com vigor e despejasse dentro
dele sua porra quente e farta.Gostava também de após a gozada, enquanto a porra
saia, pedir que seu namorado fincasse a pica ainda dura, novamente em seu bura-
co. Paulo adorava essa parte dela, onde o prazer só aumentava e Camila se desmanchava em vários orgasmos. Outra habilidade dela era prender o pau em seu
cú e pedir a Paulo que levasse a mão até seu grelo e manipula-lo. Seus gemidos
que mais pareciam gritos de agônia, ecoavam por todo o quarto e até fora dele.
Na hora que o prazer chegava se deixava cair de bruço, arrastando o parceiro
sobre seu corpo, Depois de se fartarem em gozos enquanto descançavam ainda tro
cavam caricias e ela adorava ser sugada nos seios e dedilhada no grelo acabando
por explodir em novo orgasmo. Ficava como que eletrificada e ai perdia toda a
compostura e chorava muito enquanto gozava. Assim fora Camila.
Recordando dos bons momentos que tivera com aquela deliciosa jovem, Paulo ficou de pau duro. Debruçou sobre o caixão e enquanto lhe acariciava o rosto,
tocara nos seios endurecidos da defunta.Não tinham mais aquela maciez de outro-
ra, mas mesmo assim ainda os desejava. Os presentes no velório se emocionaram
com a cena, não imaginando que por trás daquele gesto havia algo mais que uma
ultima homenagem a amada, Ninguém se aproximou do caixão e não perceberam que
um ato de necrofilia estava transcorrendo. O pau ereto de Paulo deu sinal de vida e um tremor tomou conta do corpo de Paulo ao sentir uma ejaculação.Era um
gozo vigoroso, cheio de saudades daquele corpo ali inerte, sem vida. Beijou-lhe
uma das faces e depois depositou um selinho nos lábios frios que tanto prazer
lhe proporcionara em vida. Era a despedida, pois logo viriam fechar o caixão e
tudo terminaria. Paulo sentia umidade da ejaculação ir ficando fria em contato
com sua pele, Tratou de disfarçar para que não percebessem o que tinha aconteci
do.
Carregado por pessoas, tendo Paulo a frente, o caixão contendo aquele corpo
que fora tão desejado, deixava para trás o local onde fora realizado o velório
de Camila.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:1 de dezembro de 2014 17:27

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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