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Do fundo do baú

O veneno da cobra

Desde que encontrara Rafaela, Solange tivera sua vida transfomada em algo que valia a pena ser vivida. Estava mais alegre e via na nova companheira, uma pessoa dedicada e cheia de vida, onde o ponto alto de tudo era ela. Como uma pessoa que se aventurara naquele novo mundo amoroso, ela se saia muito bem e demonstrava que o novo estilo de amar a deixava bem a vontade. As duas união forças e na cama, davam tudo que tinham para satisfazer a ansiedade sexual da outra. O desfile, das duas pelas ruas do bairro, chamava a atenção, principalmente daquelas que antes viam Solange na companhia de uma pessoa que aparentemente se dedicava a ela, e agora notava a sua felicidade com aquela jovem, que demonstrava, no olhar, o grande amor que estava sentindo.
Solange em seu lugar de trabalho se sentia mais realizada, e demonstrava isso, com uma alegria que chegava a contaminar as pessoas ao redor. Por vezes, chegaram a lhe perguntar, a que se devia toda aquela vitalidade, e ela sorrindo só dizia que era o resultado de estar amando e ser amada muito.
Quando encontrava alguma coisa diferente e que pudesse ser interessante, ela tratava de adquirir e levar para a sua amada Rafaela.
Estava diante da vitrine daquela loja de artigos femininos olhando uma blusinha que achava ser a cara de Rafaela. Já a imaginava vestindo a peça e desfilando com ela por todo lado. Queria chegar em casa antes dela, que trabalhava um pouco mais distante que ela, e surpreender. Já imaginava, o rostinho dela todo iluminado por aquele sorriso maravilhoso. Saiu da loja com a sacola onde estava o presente da amada. Quando chegou em casa, foi logo para a cozinha onde começou a preparar a janta. Estava ansiosa para a chegada da amada, quando a campainha fora acionada. Olhou o relógio e achou impossivel ser Rafaela, foi atender e viu que se tratava de uma mulher no portão. Quando se aproximou sentiu que o sangue lhe sumia da face ao reconhecer quem estava ali. Zulmira, toda produzida sorriu perguntando se podia entrar. Solange, ficou na dúvida, mas abriu o portão e deu-lhe passagem. Não pode deixar de notar a roupa agarrada ao corpo curvilineo da sua ex amante, indicava sua intenção de provocar quem estivesse na sua retaguarda.
Solange, não se achava confortável com a presença de Zulmira ali em sua casa, pois temia que Rafa chegasse e encontrasse a mesma ali. Serviu uma bebida a ex amante e continuou a fazer seus afazeres, enquanto a outra a observava.
__Sabia que estou sentindo muito a sua ausencia? As vezes perco o sono pensando nos momentos que passamos juntas.
__Acredito que você provocou toda essa situação. Eu sempre te considerei muito e não merecia ser tratada da forma que fui, ainda mais para uma estranha.
__Olha, eu fui muito bisonha em falar tudo aquilo. Não queria me expressar da forma que você entendeu. Quis dizer coisa completamente diferente.
__Queres dizer que eu me enganei com o que ouvi? Quer me chamar de burra? - disse se virando para ela, que estava sentada. __Você não foi nada elegante, na forma de falar.
__Eu me arrependi de ter dito algo que não era bem o que desejava dizer.
__Para mim foi o bastante. - disse se voltando para continuar fazendo sua tarefa.
Zulmira levantou de onde estava e se aproximando dela por detrás, encostou em sua traseira e a encoxou. Aproximou a boca do ouvido de Solange para dizer alguma coisa, porém fora repelida.
__Não temos mais nada em comum. Estou em outra.- disse encarando a oponente.
__Já ouvi isso por ai. Mas não acredito que tenha me esquecido.
__Mas esqueci. E posso lhe dizer que felizmente, te esqueci.
__Por que me custa acreditar que isso tenha acontecido? Você não pode ser insensivel com tudo que nos aconteceu durante tanto tempo. Se tivesse me esquecido, não fugiria de mim, quando me aproximo de você. - disse indo em seu encalço e a alcançando junto a refrigerador. Colocou as mãos em seus seios e aproximando a boca da de Solange inquiriu.__ Vai me dizer que não gosta de minhas mãos em seus seios apertando-os assim?
__Pare Zu. Você não pode me obrigar a nada com você.-respondeu se sentindo incomodada com aquele amasso em seus pomos, que a estava deixando nervosa. Já se arrependia de ter deixado Zulmira entrar em sua casa. Temia, pela chegada de Rafa, pois não queria que ela encontrasse o que poderia achar que seria sua oponente. Tentou se desvencilhar, mas só ajudou Zulmira a se juntar mais ao seu corpo e começar a acaricia-la com furor. Meteu a mão entre as pernas de Solange e suspendendo sua saia, agarrou o sexo que pulsava e passou a aperta-lo. Solange começou a se contorcer e por mais que tentasse escapar, mais era subjulgada e foi com certa agonia que sentiu um dedo penetrar em sua boceta. Recordou-se do tempo em que ela, Zu, a tocava com agressividade e a levava rapidamente ao gozo. __Me solte. Você nãop tem o direito de fazer isso. Não gosto mais de você. Tire seu dedo de dentro de mim. _gritou empurrando a outra, sem conseguir nada.
__Vai me dizer que não esta gostando do meu dedo dentro de você? Antes você gozava logo e eu estou sentindo que você esta ficando molhada, não está? -perguntou remexendo dentro de sua cona e com o polegar atingindo o clitóris. Solange começou a sucumbir aos apelos do sexo e foi lentamente sendo dominada. Fechando os olhos e absorvendo as caricias aplicadas em seu sexo, ela amoleceu o corpo e foi se deixando escorregar para o chão da cozinha, trazendo Zulmira consigo. Sentiu a friagem do piso em suas nádegas. Sua calcinha fora retirada e as pernas separadas, onde a mão subia e descia em toda vulva que estava avermelhada e brilhante. Zulmira separou os grandes lábios da vagina e chegou a boca bem na entrada da vagina, onde enfiou a língua até onde pode. Solange gemia , deixando ecoar pela casa aquele som de prazer. Zulmira lenvou suas pernas e depois de a chupar, desceu o dedo até o rego da garota e penetrou-lhe o cuzinho. Ela adorava tal caricia, que a levava ao climax a fazendo delirar. Zulmira caprichava na introdução, enquanto a boca abocanhava a parte superior da genitália. Vendo o corpo tremulo da garota, Zu, a olhara e sorrira pensando que a tinha em suas mãos. Voltou a abocanhar o sexo em sua totalidade, lambendo a seiva que brotava entre os lábios chupados. Vendo que a tinha sob controle, Zulmira começou a se despir, diante dos olhos de Solange. O corpo formoso daquela mulher ainda era o que mais seduzia e ela sabia disso, razão pela qual se expunha a Solange, tentando-a. Ajoelhou entre as coxas dela apoiando uma delas sobre o sexo molhado da garota, começando a esfregar a mesma, causando uma fricção no orgão úmido. Se deixou cair para a frente, sobre o corpo de Solange, e abrindo a blusa da mesma, afastou o sutiã dos seios, começando a chupa-los. Os sentidos de Solange, se embotaram e ela se entregou ao que Zulmira desejava. Era dominada e sabia disso. Estava entregue as sensações que as uniram no passado, não cansando de gozar de forma vibrante. O que Solange, não desejava, era acariciar o corpo da ex amante, apesar de se sentir quase impotente e ter até vacilado, quase tomando-a em seus braços. Não queria trair Rafaela. O veneno que distilava da boca de Zulmira, não a entorpecera, e ela se mantinha lúcida, chegando a pensar em sua deliciosa garota, que estava para chegar.
__Fala que você não está gostando dos meus carinhos? Não sentiu saudades dos meus dedos e da minha boca?
Solange, nada disse e vendo que estava se comportando de forma errada, reuniu forças e empurrou Zulmira, que caiu de costas no piso. Levantou-se, se compôs, arrumando a saia,o sutiã e a blusa.
__Peço-lhe que se vista e saia da minha casa. Espero que você guarde este momento que tiveste comigo, mas saiba que nunca mais o terá. Como disseste para sua amiga, eu não sou boa para leva-la ao orgasmo, por que devo ainda continua ter proporcionando tal coisa?
Zulmira se vestiu e se viu acompanhada até a porta de saia e pouco depois estava na calçada, andando cabisbaixa de volta a sua casa. Se tivesse olhado para trás teria visto o carro que parara em frente a casa que sairá, do qual descera aquela bela garota, que entrava pelo portão que ela tinha saido.
Rafaela, foi recebida por Solange com beijos e um forte abraço.


Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:8 de outubro de 2015 22:49

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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