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O Voo da borboleta

Manuela estava se certificando que suas aparelhagens estavam todas higienizadas e prontas para uso, assim que aparecesse algum cliente. Sem fora precavida com tudo e com isso tinha uma clientela seleta, que sempre a indicava para fazer suas tatuagens. Era audaciosa, o que a tornava uma pessoa conhecida e respeitada pelo tatuadores. Fazia o serviço com profissionalismo e com uma perfeição que dava a impressão de que se tinha sobre a pele uma foto fixada. Manu, como era conhecida, não fazia muitas distinção em tatuar homem ou mulher, apenas não tatuava o sexo masculino em determinada parte do corpo.
Jordi entrou toda sorridente no estúdio da amiga de longa data. Baladeiras, elas procuravam, sempre nos finais de semana, caírem na folia até o sol raiar o que as vezes levava-as a passar dois dias só se divertindo. Em sua diversões se entregavam de corpo e alma, não querendo saber do dia de amanhã. Viviam o presente.
Manuela era uma moça madura com seu 30anos que tinha a convicção que a vida de solteira lhe era benéfica, pois assim não tinha que dar satisfação a ninguém. Bonita, muito bem feita de corpo, alta, morena e um sorriso enigmático, que cativava as pessoas, ela era a atração do lugar quando chegava para se divertir.Tinha um volume corporal que chamava a atenção.
Jordi, com seus 25 anos, irradiava sensualidade, por causa do seu jeito provocativo de encarar as pessoas, quase se lançando em seus braços, principalmente se o cara lhe interessava. Gostava de ousar, usando sempre roupas bem decotadas e curtas, onde mostrava as belas pernas que tinha. A sua bela cabeleira alourada a deixa em destaque. Enfim, ela e Manu sempre roubavam a cena por onde passavam.
Jordi tinha um caso com um empresário, casado, que se perderam em seus encantos e já a tinha presenteado com um carro zero, para que ela sempre estivesse a seu dispor. Ela gostava de mostrar todas as documentações do possante em seu nome e tinha certeza de logo estaria em seu apartamento. O pior de tudo, coisa que Manu , não gostava, era o fato dela estar apaixonada pelo cara, mesmo sabendo que o mesmo tinha esposa e filhos. Jordi, dizia que se a mulher dele não conseguia segura-lo, o que ela podia fazer.
Jordi, sorridente entrou no estúdio de Manuela e após beija-la no rosto, abriu a bolsa e tirando uma pedaço de papel começou a passa-lo a frente do rosto da amiga.
__Que é isso? Não estou com calor para que você fique me abanando assim.- disse Manu recuando.
__Para você. - disse a outra parando de movimentar o papel, que nada mais era que um cheque.
__Para mim? Que che...que é...esse? - gaguejou Manu ao ver o valor do mesmo e verificando que o mesmo era ao portador. - Que brincadeira é essa, posso saber?
__Trabalho, amiga, trabalho para você fazer.
__Devo matar quem? - pilheriou nervosa.
__Ninguém sua boba. Terá apenas que fazer tatoo em duas pessoas. - disse Jordi
Curiosamente Manu foi olhar a quem pertencia o cheque.
__Mas espere aí. É coincidência ou esse cheque é de...
__Dele mesmo. Do meu amado.- desatou a rir a loira. - Mas o mais engraçado vem agora. A outra pessoa em quem você vai fazer a outra tatuagem, é a minha rival.
__A esposa dele?
__Ela mesma.
__ Bom, muito bom mesmo. Quer dizer que posso sacar essa grana toda?
__Claro podemos passar no banco a hora que formos para sua casa e você já faz a transferência para sua conta.
__A hora que formos? Você não vai me dizer que pretende ir até a casa de seu amante onde a esposa estará presente...vai?
__Claro. Serei como sempre sua assistente.
__Você é louca mesmo. Bem, vamos lá, pois não é todo dia que aparece a grana de dois meses de trabalho árduo em um só dia.
Depois de passarem no banco e fazerem a transferência para a conta de Manu, seguiram no carro de Jordi, para a casa do amante dela que ficava em uma lugar bem afastado da cidade, mas muito sossegado e belo.
O carro de Jordi entrou em uma bela alameda, onde via de ambos os lados roseiras. Um empregado todo empertigado em seu uniforme impecavelmente passado as conduziu para o interior da casa de dois pavimentos e depois de atravessarem uma suntuosa sala, saíram para parte dos fundos, onde se podia ver uma bela piscina, uma quadra de tênis e pouco afastado podia se perceber a existência de um viveiro enorme, tendo ao lado uma outra dependência, para onde se dirigiram.
No centro do aposento havia uma mesa de massagens e ao fundo alguns objetos de musculação, onde um cara de corpo todo definido, se exercitava. Aquele era o amante de Jordi, ao lado dele estava uma mulher que devia ter seus 40 anos, muito bonita e sarada, que o auxiliava. O empregado foi até eles e comunicou a chegada das duas. A mulher sorriu e veio ao encontro delas.
__Que bom que vocês vieram. - disse ela sorrindo e aproximando o rosto delas deu-lhe aquele clássico beijo na face. Pediu que sentassem nas poltronas que havia ali. Ele, se enxugando com uma toalha se juntou a elas e as cumprimentou, mostrando uma frieza que chegava a ser cômica. Manu, notou que o cara era um pedaço de mal caminho, mas a mulher dele era também muito atraente. Como podia uma mulher daquela não segurar um homem, pensou Manu. Barbara, era uma mulher bem comunicativa e enquanto escolhia o motivo da sua tatoo, sugeriu a seu marido que fosse mostrar a propriedade para Jordi, após consultar Manu se a mesma faria o serviço sózinha. Quando os dois saíram, ela sorrindo comentou:
__Ela pensa que eu não sei que é a amante dele.Na verdade eu apenas não a conhecia pessoalmente, mas a tinha visto de longe. - continuou, diante do espanto de Manu, que começou a ficar com medo de que sua sua amiga corresse algum tipo de perigo, ali, na toca da onça. Parecendo ler os pensamentos de Manu, ela sorriu e disse que ficasse sossegada, que estava tudo bem - Olha essa daqui- disse apontando para uma bela gravura de uma rosa vermelha e o ramo com espinhos e duas folhas laterais.
__Bela escolha. Onde quer que seja feita - disse Manu retirando o papel com a impressão.
Barbara se levantou e sem a menor cerimônia, desceu o short e com ele a calcinha, mostrando uma monte de vênus depilado e logo abaixo se podia ver o talho da vulva. Apontou para a parte depilada e disse:
__Quero a rosa aqui, com o ramo dando a impressão de estar saindo de dentro do meu sexo. Pode ser?
__Claro, sem problema. Podemos usar sua mesa de massagens.- disse Manu meio perturbada com a visão do sexo de Barbara.
Barbara se esticou sobre a mesa e Manu colocando as luvas começou a preparar
o local para colocar o decalque.
__Faz muito tempo que você trabalha com isso? - quis saber Barbara, quando ela começou a ajeitar o desenho de acordo como ela lhe descrevera que queria.
__ Sim a muito tempo. Mais precisamente 10 anos. - concluiu
__ Mas você não parece ter muita idade.
__ Tenho 30.
__Você está brincando. Achei que tivesse no máximo uns 22 - disse com sinceridade.
__Obrigada pelo elogio - agradeceu Manu sentindo-se envaidecida.
__Estou falando sério. Também é muito bonita, sexy. Mais sexy que a sua amiga. A muito tempo que se conhecem? - quis saber.
__ Sim. Somos velhas amigas.
___Sabia do caso dela com meu marido.
__Não somos tão intimas assim senhora. - mentiu Manu
__Não me chame de senhora. Sou Barbara. Mas se são amigas a muito tempo, não ficou curiosa quando ela apareceu com um carro zero?
__Como lhe disse a pouco, não somos tão intimas assim. Por favor não se mexa. - disse Manu, com o olhar fixo no que fazia e nas partes sexuais da mulher. Sentia-se incomodada a ponto de começar a tremer.
__Você é casada?
__Não.
__Pretende ficar solteira com toda essa beleza?
Manu sorriu
__Falo sério. Você é muito bonita, tem um belo visual.N]ao sei por que meu marido não se engraçou para o seu lado. Teria feito melhor escolha. E seu namorado não tem ciumes de você?
__Não tenho namorado.
__Lésbica?
__Não senhora. Desculpe. Não Barbara, não sou lésbica, mas não tenho nada contra.
__É! De fato cada um chupa o que quiser. Como sua amiga que uma hora dessa deve estar chupando um belo cacete.
__ Se de fato isso estiver acontecendo, não a incomoda?
__Para ser sincera, não. Acho que vivemos em uma sociedade moderna e devemos seguir os dogmas pré estabelecido por ela.
__Traição?
__Não digo traição, mas um ajuste de conduta entre as partes.
__Poderia me explicar.
__Veja bem. Porque que devo prender junto a mim, uma pessoa que não sente a mesma atração que tinha algum tempo atrás? Por conveniência ou por achar que a sociedade exige que eu tenha um marido do meu lado? Quando o amor não é mais o mesmo, temos que libertar o outro de ficar atrelado a nós só para tapar a boca de alguns.
__Então poe que não se separarem?
__Burocracia, minha cara. Os filhos, as partilhas, a divulgação da separação, não é muito salutar.
__Se aprovar o decalque, vamos começar a trabalhar na pigmentação.
Barbara sentou e olhou para o baixo ventre aprovando o que viu. Voltou a deitar. Segurou na mão de Manu apertando-a. Manu tentou escapar mas Barbara a puxou para perto de si.
__Você me acha uma mulher feia?
__Muito pelo contrario.
__Você teria um caso comigo?
__Se eu fosse lésbica, sim, teria.
__Como não é...não. É isso?
__É!
__E se eu te pagar.
__O quê?
__Isso que você ouviu. Se eu te pagar, você topa fazer amor comigo.
__Você não pode estar falando sério. - disse Manu, achando que era uma brincadeira.
__Diga quanto você quer, para ir para a cama comigo.
__Você acha que o dinheiro compra tudo. E a dignidade, onde ficar?
Barbara forçou a mão de Manu a tocar em seu sexo.
__Fica aqui. Agora me diga, quanto você quer para irmos lá para o meu quarto.
__Barbara, eu vim aqui para fazer uma tatuagem. Vamos parar de conversar algo que não vai nos levar a lugar nenhum.
__Por favor, não me negue essa possibilidade. Pense que meu marido esta neste momento inserindo o seu membro na vagina da sua amiga, sem se preocupar com mais nada. - lembrou Barbara, agora sentada bem perto de Manu que permanecia em pé ao seu lado.Antes que pudesse reagir foi puxada para junto de Barbara que a beijou. Manu tentou se livrar mas se viu firmemente segura. Teve sua boca invadida pela língua da mulher que a apertava com força de encontro ao peito. Manu nunca havia sido beijada por uma pessoa do próprio sexo. O que lhe parecia causar repulsa, foi aos pouco de tornando algo diferente e um calor intenso tomou conta do seu corpo. Se deixou ficar, sem resistência nos braços daquele estranha e cativante mulher. Querendo se mostrar solicita, levou a mão até o sexo dela e tocou em sua vulva.
__Vamos para meu quarto? - perguntou Barbara quando suas bocas se separaram. Com o assentimento de Manu, desceu da mesa e vestindo apenas o short a puxou pela mão, saindo daquele lugar em direção a casa principal.
Quando entraram no quarto Barbara, se livrou de toda roupa, mostrando um corpo malhado com seio duros que desafiavam a lei da gravidade. Foi para junto de Manu e passou a despi-la. Quando a viu nua, a puxou para si e seus corpos se tocaram. Os seios se espremeram uns contras os outros e as mãos procuraram lugares onde pudessem explorar.Manu sentia que tinha que se libertar do ineditismo da experiência e partir para uma nova etapa em sua vida. Barbara a puxou para a cama.
__Venha paixão, me faça esquecer de tudo e ser feliz com você. - disse deitando-se de costas separando as pernas permitindo a visão bela da gravura no lugar os pentelhos e aqueles lábios vaginais que estavam deliciosamente abertos, deixando que o clitóris despontasse orgulhosamente no cimo daqueles gomos.- Me chupe. Cole sua boca em minha boceta e me chupe. Quero estremecer, e em sua boca despejar o meu sumo do prazer. Faça-me esquecer de tudo.
O cheiro, aquela quentura que vinha do sexo aberto, aquela cor maravilhosa umedecida e a abertura que parecia chamar hipnoticamente para si dominava as ações de Manu, que lambeu de leve aquelas dobras e depois entre ela até atingir aquele montículo. Barbar fechou os olhos, pressionou a cabeça de Manu, entre suas pernas, de encontro ao
mordeu os lábios e tremendo começou a gemer desesperadamente. Manu,achou bem excitante aquele sexo oral e se viu chupando com desvairada atenção, olhando para o rosto desfigurado da bela senhora que apertava os seios de forma violenta. Quando procurou com a língua aquele buraco de onde saiam os rebentos, ela provou o sabor do líquido que dele saia e ficou alucinada. Titilou o clitóris provocando uma reação eufórica de Barbara que se contorceu e ficou de bruços oferecendo seu belo traseiro para apreciação de Manu. Em uma das nádegas se podia ver uma bela borboleta em voo de mergulho para o rego. Era uma bela tatuagem, com efeito tridimensional o que quase fazia com que a imagem flutuasse sobre aquele formoso monumento. Barbara separou as pernas e se firmando nos joelhos ergueu o traseiro, expondo assim a beleza do seu cu rosado. A visão que Manu tinha era deliciosa e quando ela levou um dedo, que tocou nas pregas da mulher, esta choramingando pediu:
__Chupa meu cu.

Para Manu, tomar conhecimento daquele novo tipo de prazer, estava sendo de uma abertura total em seus horizontes sexuais.As pregas anais de Barbara foram cedendo as incursões da língua, que pouco a pouco, se aprofundavam mais.Para uma pessoa que nunca tiver uma experiencia daquela, Manu estava levando Barbara aos mais auspiciosos momentos de puro prazer, com sucessivos ataques de gozos.
Para ela, Manu, quando teve o seu quinhão de caricias intimas, ela ficou a pensar como nunca incursionara por aquele caminho, que se mostrava tão prazeroso. Recebeu Barbara, com o fogo da eroticidade aceso começando a queima-la por dentro. De pernas separada ela sentia a boca da mulher rebuscando dentro de si o que pudesse colher. A sensação era bem diferente da de quando um pênis a penetrava ou mesmo o homem, pouco delicado a chupava ali onde Barbara estava chupando. Com eles não havia sutileza, apreciação de uma momento tão cheio de melindres que acabava por fazer aflorar a doçura do momento; sentiu a umidade aumentar e os dedos que a penetrava ficaram mais lisos. Deixava que os gozos se sucedessem. Ficou de costas para Barbara que lhe lambeu a bunda e depois o cuzinho. Exaustas, ficaram por longo tempo sobre a cama, até que Manu a alertou sobre o serviço que tinha a fazer.Não seria em uma unica sessão que o trabalho ficaria pronto.
Barbara fizera um cheque e forçara Manu a aceitar. Ela se recusava, pois tinha aproveitado e se sentido bem em ir para a cama com ela, portanto não achava justo receber por tudo de bom que passaram juntas. Mas Barbara queria que ela encarasse aquele cheque como um presente, já que a queria por mais vezes em seu leito.
Havia agora a tatuagem do marido dela.
Enquanto isso, Jordi estava entregue nos braços de seu amor e...bem isso fica para ser contado em outra parte deste conto.




Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:6 de maio de 2015 11:59

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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Este texto foi lido 215 vezes desde sua publicação em 06/05/2015. Dados do Google Analytics

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