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Do fundo do baú

Onde ficar o tesão, pode nascer a paixão II

Minha conversa com Rafael, se desenvolveu na mais completa liberdade. Sua fala mansa me encantava e eu prestava a atenção em cada silaba que ele pronunciava.As amenidades da conversa que tínhamos, resultava na conquista dos meus sentimentos por aquele cara charmoso que se dizia chegado em homens que não fossem fadados a escândalos, pois detestava a promiscuidade. Eu bebia sua eloquência e aquela enfatização, dos problemas que os gay tinham em serem aceitos pela sociedade de héteros, as vezes fingidos, pois na calada da noite ou em ambientes bem reservados, costumavam ficar de quatro e expor sua bunda para que fosse enrabado. Quantos não chegavam em suas casas, depois de uma dessas noitadas e ao lado de suas esposas, se entregavam a uma transa, onde o seu tesão residia em se lembrar que o seu fiofó estava cheio de esperma. Eu escutava e concordava. Achava também que nós os gays tínhamos que nos reservar e não exagerar na forma de manifestar os nosso afetos. Até os héteros quando são exibicionistas, causam constrangimentos a terceiros caindo no ato de atentado ao pudor. Tudo tem que ter bom senso para o mesmo ser alcançado. Rafael era cabeça feita e sabia bem como ser uma pessoa bem aceita na sociedade, assim como eu, Meus direitos iam até os dos outros começavam e o que mais desejava era respeito para viver feliz. Depois de quase meia hora de papo, ele quis saber se eu tinha namorado. Disse que estava só, a procura de alguém que me completasse. Perguntou se eu era exigente. Confessei que fazia uma seleção de com quem dormiria, mas não era chegado a levar qualquer um para a cama, o que me deixava sempre a ver navios. O meu negócio não era uma simples aventura, queria um relacionamento com alguém que me levasse a sério e me quisesse para ser seu em todas as circunstâncias.
__É difícil encontrar um cara que pense assim como você. - disse ele me olhando com seus belos olhos azuis.
__E você, o que faz? Namora ? - perguntei, torcendo por uma resposta negativa.
__Não! Estou só no momento a procura de uma alma gêmea, para desfrutar o que a vida tem de melhor.- concluiu sorrindo.
__Então estamos no mesmo barco. Procuro alguém que possa me dar um pouco de segurança, carinho, amor, recebendo em troca, a minha dedicação, o meu respeito com toda fidelidade que tenho para dar. - fui explanando, vendo que ele me observava com uma certa admiração.
__Realmente você pretende me fazer acreditar que você, vai dar ao seu companheiro tudo isso?
__Já lhe disse que não sou promiscuo. Quero um relacionamento marital e não fortuito.- respondi olhando em seus olhos. - Tenho muito amor para dar. Sabe, eu custei muito a sair do armário. Fiquei com garotas, namorei, transei e até me apaixonei por uma, mas com o passar do tempo, comecei a ver que o irmão dela me era mais interessante e me causava aquele friozinho na barriga, sempre que o via e quando estava transando com ela, eu para me manter ereto, imaginava estar com ele. Ainda tentei achar que era uma mera fantasia, até que um dia eu o vi nu e ele me flagrou olhando-o. Nos encaramos e ele depois foi falar para sua irmã que ela estava namorando com um viadinho. Ela gostava de mim e até chegou a propor que eu podia sair com rapazes se ela pudesse ter o direito de sair com meninas. Irônico não ? Um gay, namorando com uma lésbica.Claro que cai fora. Resolvi me assumir, deixar de fingir. Fui a meus pais e confessei qual era a minha opção sexual. Recebi a benção deles que me pediram para tomar muito cuidado. Para não complicara vida deles eu aluguei um quartinho e passei a viver só. Me visitam sempre que podem e me amam e eu, claro os amo demais. Diante de tal cenário, eu me acho um sobrevivente de um caos que se anunciava iminente, por isso me dou ao luxo de escolher bem com quem quero estar.
__Muito bonito essa fase de tua vida. Não tive tanta sorte com os meus, mas estou ainda vivo, procurando um meio de ser feliz. Olha, eu gostei muito de nossa conversa e gostaria de convida-lo para irmos a um barzinho, a não ser que você prefira ficar aqui . -disse consultando o relógio.
__Não estou muito a fim de por aqui ficar. - respondi com vivo interesse de desfrutar mais a companhia de Rafael em outro ambiente.
Fomos para um barzinho, famoso pelo apelo gay que ele empregava e numa mesa ficamos bebericando uma cerveja atrás de outra. Não estava desejando ficar embriagado e o fiz entender que devíamos parar.Uma música, muito sugestiva o fez me convidar para dançar. Envolto pelos seus braços fortes me deixava conduzir.Quando ele me apertou mais de encontro ao seus corpo, senti que ele estava excitado. Nos olhamos e quase paramos de dançar, quando ele foi aproximando o seu rosto do meu e sem que eu quisesse impedir, sua boca se colou a minha e eu recebi o beijo mais gostoso e desejado da minha vida. Sua língua rebuscava cada ponto do céu da boca, me fazendo sonhar acordado. O mundo estava parado, para curtir, celebrar aquele momento mágico.Não foi preciso dizer mais nada, quando nos encaminhamos para a mesa. Rafael pediu a conta e pouco depois em seu carro eu sentia o ar fresco da noite, refrescando meu rosto. Chegamos ao seu local de refúgio e ele fez sentir mimado ao me carregar para dentro de casa.Me levou direto para seu quarto, onde uma cama nos esperava. Me depositou no piso e me abraçando, fez aquilo que estava desejando que fizesse, me beijou. Enquanto sua boca me devorava ele me despia e pouco depois me chupava os mamilos me deixando em êxtase. Se despiu, no que me tinha despido e com o dorso nu me tornou a abraçar e nossas peles se tocaram.Quem era eu naquele momento, não sabia dizer, mas sentia que deixava de ser uma pessoa comum.Sem deixar de o beijar, soltei o cinto da calça, a abri de enfiando a mão dentro dela, cheguei sem qualquer barreira, pois não usava cueca, no membro teso e palpitante. O afastei um pouco e me ajoelhando a sua frente tive a visão da peça pulsante bem diante do rosto. Era formoso, tinha a glande avermelhada e as veias que se estendiam por todo seu comprimento. Desci, com a boca até seu ovos e os tomei com gulodice. Depois fui passando os lábios, da base até chegar a cabeça que beijei, chupei e a engoli.Rafael segurou minha cabeça com as mãos e passou a executar os clássicos movimentos de foda, fazendo de minha boca o que seria o meu ânus ou uma vagina, se eu fosse uma mulher. Eu salivava muito, e deixava seu pau muito molhado. Por vezes ele ia tão fundo que eu engasgava e tossia.Me levantando ele passou a me acariciar o rosto.
__Você é muito bonito e gostoso, sabia? - disse me dando beijinhos na face.
__Se você acha...fico contente.
__Estou gostando de você e gostaria que você fosse só meu. Quer ser só meu?- perguntou me mordendo a orelha, causando um intenso arrepio. Sua mão desceu pelas minhas costas e dentro da minha calça, sob a cueca, se apoderou de minha bunda apertando-a.
__Adoraria ser seu. - respondi com a respiração tropega.
__Quer namorar comigo? - perguntou me lambendo o pescoço de depois todo o rosto.
__Quero!
__Será a minha putinha deliciosa?
__Tudo que você quiser. - respondi, vendo ele me despir e diante do meu pau deu um beijo nele.
__Tens um belo pau, sabia?
__O teu é mais bonito. - respondi, sentindo que aquele gesto dele me cativara, pois provava que não era machista, mas amoroso. Me carregou para a cama e passou a me beijar e me mordiscar por diversas parte do corpo. Meu pau estava duro e ele o tomou entre os dedos e o manipulou me deixando alucinado. Apertou meus ovos e depois depositou um dedo no meu cu e coçou-o.Me virou de bruços e passou a me lamber o rego dando especial atenção ao meu cu. Notei que ele abria uma gaveta e de lá tirava uma bisnaga. Quando se postou sobre minha bunda, senti que o melhor estava para chegar. Lubrificou-me bem e depois dirigiu a glande para o meu orifício a pressionando. A dor foi suportável e a cabeça passou. Todo seu grosso pau estava dentro do meu cu. Para me deixar mais relaxado ele levou a mão até meu pau e o alisava, passando a me martelar com aquela delicia de membro.Ele parecia enlouquecido e passava essa loucura para mim. Me mordia a nuca, colocava um boa mecha de cabelo na boca e puxa. Quando me virava para olha-lo, quando ele pedia, me beijava com furor.Eu estava prestes a gozar e mesmo quando lhe disse ele não largou meu pau e eu não impedir o jorro de esperma em sua mão. Aquele ato acelerou seus movimentos e antes que eu expelisse toda a minha porra, a dele começou a jorrar dentro de mim me inundando o reto.
Descansávamos. Ele me abraçou e me beijava carinhosamente.
__Te amo!
__Também te amo Rafael!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:30 de abril de 2015 10:25

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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