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Do fundo do baú

Os brutos também se amam

Não havia nada que se pudesse fazer a respeito. Ele estava perdidamente apaixonado pelo marido de sua mãe. Guilherme o Gui, era padrasto de Juvenal desde que ele tinha a mais tenra idade. Tinha um carinho muito especial pelo garoto que viu crescer e que apesar de tudo nunca o chamara de pai.Juvenal foi vendo sua vida evoluir e saindo da adolescência, adquiriu mais maturidade. Era belo e tinha uma legião de garotas a seus pés , mas não se interessava de verdade por nenhuma. Sofia, sua mãe, era uma mulher comum a todas as outras. Não tinha uma beleza que chamasse a atenção mas tinha um corpo que era bem provocante. Guilherme procurava usufruir dele o máximo que podia e não perdoava ela nem quando estava na lavanderia, onde suspendia sua saia descia a calcinha, quando ela usava, e de pau duro, sempre sobre protesto não muito convincente, a possuía vigorosamente.Para Juvenal ouvir os gemidos de sua mãe era quase que inevitável. Se esgueirava pelos cantos e a via sendo empalado pelo seu padrasto.Ele adorava era ver a hora que o pau saia de dentro de sua mãe e se mostrava em todo o seu potencial de beleza masculina. Ele sentia um arrepio percorrer-lhe a espinha e se alojar em seu rego. Ficava de pau duro e corria para o seu quarto ou ao banheiro onde descarregava o tesão batendo uma gostosa punheta. A cada dia que passava ele ficava mais fissurado em flagrar o casal fazendo sexo.Trabalhava com Guilherme e saiam juntos para o trabalho que era no período noturno. Quando chegavam em casa pela manhã sempre disputavam quem ia tomar banho primeiro e não podia haver empate, fosse no que fosse. Sofia se divertia com isso enquanto preparava o café. Como estavam em uma disputa que já havia ultrapassado um limite considerável, ela sugeriu que fossem tomar banho juntos e todos tomariam logo o desjejum. Foi o que fizeram.Juvenal observou o padrasto se despir e ficou convencido,ao ver o membro dele,que nutria algo diferente por aquele homem. Foi se despindo lentamente e Guilherme percebeu. Chamou ele para debaixo do chuveiro e ficaram recebendo a água sobre seus corpos. A aproximação do corpo nú do padrasto causou uma euforia em Juvenal. Guilherme era bem peludo e tinha uma complexão ainda bem definida apesar da idade. Tentou passar sabão nas costas e vendo aquilo Juvenal se ofereceu para faze-lo no que o outro se virou de costas e entregou-lhe o sabonete. A sensação ao ter contato com a pele daquele homem fora uma simbiose de emoções, onde o profano falou mais alto. Achou a bunda dele algo que o convidou a descer o sabonete, deixa-lo cair e tocar a pele com a mão. Sem saber exatamente porque Guilherme se virou no exato momento em que Juvenal se curvou para pegar o sabonete e seu sexo tocou a bunda dele. Ambos ficaram paralisados. Um pela surpresa do acontecido e o outro pela expectativa de que fosse acontecer algo. Aquele momento de fuga no tempo, serviu para provocar em Gui, uma sensação estranha. Gostou do contato com o traseiro do enteado e foi inevitável que acontecesse uma ereção. Olhou o traseiro belo daquele rapaz que vira crescer e se tornar um homem,e sentindo uma vontade imensa levou a mão até ele e o alisou. Juvenal estava tremendo e com medo de se levantar e demonstrar a aquele homem que estava louco de desejo por ele e que desejava tê-lo para si. Guilherme percebeu o que estava no ar e segurando-o pelos quadris o puxou mais para si e depois de se encaixa entre suas nádegas, o virou para si deparando com o pênis ereto . Não falaram nada, estava tudo muito claro. Olhou dentro dos olhos de Juvenal e o puxando mais para si, procurou sua boca em um beijo quente e cheio de desejo. Os paus espetavam seus ventres e latejavam. O padrasto, levou as mãos até a bunda do enteado, deixou a boca dele e atacou seu pescoço com fúria, mordeu seu ombro até que ele gritou de dor. Voltou a beija-lo e depois o empurrou. Ofegava, e segurando o cacete duro o ofertou ao rapaz que esperava por aquilo. Agachou a frente daquele homem, correu as mãos pelas coxas peludas e depois acariciou os ovos. Com a boca chupou cada um dele e depois olhou para a pica que amava á muito tempo e beijou a glande avermelhada. Olhou para Guilherme e o viu de olhos fechados antevendo o que ele iria fazer. Abriu a boca e foi engolindo lentamente a pica em toda sua extensão, sentindo como ela pulsava em contato com a língua e o céu da boca. Ouviu o gemido de tesão do homem e remexeu a língua ao redor da vara. Engoliu a saliva que se formou e com isso sugou a pica com vontade. Notava que ela ia ficando cada vez mais dura e grossa.Ninguém se importava de que estavam demorando muito a tomar banho, estavam perdidos em seus próprios prazeres. Juvenal saboreou aquilo que tinha na boca até que as mandíbulas começaram a doer. Guilherme o levantou e tornou a beija-lo. Achava a boca do rapaz mais doce e delicada que a da própria mãe deste. Segurou na pica dele e a apertou, ai escorregou até a mesma e a tomou na boca. Juvenal não contava com aquilo, mas adorou e não pode deixar de gemer alto. Sentiu que as mãos estavam em sua bunda abrindo-a para que um dedo procurasse em seu rego o cu que se contraía. Juvenal começou a gemer sem parar quando o dedo começou a entrar. Não sabia em que fixar seus pensamentos, pois tinha o pau chupado e o cu invadido e seu coração disparado. Pediu em desespero total que Gui o possuisse. Guilherme deixou a pica e a bunda do rapaz e se levantando foi até o armário de onde tirou um tubo de gel intimo, que usava em Sofia quando ela estava muito seca e veio até Juvenal. Pediu que ele se apoiasse no vaso sanitário e em seguida foi separar suas nádegas. Deu um beijo no cu do enteado e depois o lubrificou por dentro e por fora. Passou uma generosa camada de gel em todo o pau e se postou atrás de Juvenal.Este olhou para ele e pediu:
__Vá com calma, pois nunca fiz isso antes.
__Sério? - se espantou Gui. - Pensei...
__Que eu dava a torto e a direito? Não. Eu queria que você fosse o primeiro e o único a me possuir. - confessou.
__Sabia que eu também estava desejando ter algo com você? Adoro sua mãe, mas você deixava fora do sério e com mais tesão quando nos espionava.
__Você sabia?
___Claro que sim. Você não se escondia bem.Mas hoje não deves se
esconder de seus desejos. Quero te amar como sempre desejei.
__ Faça de mim a sua puta mais escrachada que... - disse sem conseguir completar a frase ao sentir aquele calor penetrar o seu reto e ir deslizando até que os pentelhos se choram nas nádegas.A dor que sentiu foi suportável e ligeira. Contraiu as musculaturas e com isso podia sentir cada ondulação do membro indo e vindo dentro do seu cu. Levou a mão ao pênis e o passou a esfregar. Estava gostoso como sempre imaginou que seria. Olhou para trás com os dentes cerrados e viu o rosto crispado do padrasto. Observou o seu corpo indo e vindo de encontro ao dele e foi acelerando o alisar da própria pica. Sofia gritou ao longe que estavam demorando muito e que assim o café ia esfriar. Guilherme gritou que já iam quando começou a ter movimentos rápidos nas estocadas e tremendo muito as pernas começou a e ejacular dentro do enteado que também atingia o seu supremo ato de gozar espirrando porra sobre o assento do vaso.Guilherme ainda segurava Juvenal pelos quadris e mantinha a pica ainda dura dentro do rabo do rapaz. Se curvou sobre ele e o beijou nas costas e na nuca. Este se virou e recebeu um demorado beijo na boca.
___Te amo meu filho.
___Eu também papai.
Quando se sentaram á mesa de café, os três estavam mais unidos do que antes.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:22 de janeiro de 2015 16:35

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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