Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Ousadia, meu prazer, minha vida.

Cassandra e Armando, estavam impecáveis. Tinham se preparados com esmero diante do compromisso a cumprir naquela noite.Ambos estavam nervosos, mas ao mesmo tempo eufórico por saberem que iriam experimentar uma nova, para eles, modalidade de prazer. Casados a bem pouco tempo, se mantinham com o fogo aceso, procurando sempre inovar na questão de dar um ao outro, sempre motivos para viverem uma vida cheia de ousadia e erotismo. Ela sempre fora uma mulher graciosa, que despertava o interesse de homens que não disfarçavam que a queriam. Armando por sua vez, cobiçado por moçoilas e aquelas mulheres, que eram mal amadas por seu maridos e até amantes, mas que ficavam com olhares de gula para com Cassandra, procuravam ver se pescavam aquele, que elas consideravam "peixão". As vezes elas, para competirem com aqueles que não disfarçavam sua preferência, se lançavam ao ataque, muitas vezes até que constrangedor. Mas essas atitudes, serviam de combustível para transas cheias de insinuações em torno de ocorrências decorrentes dos fatos citados. Porém apesar de serem jovens, ele com 30 anos e ela com seus 25, mas que a deixava com um ar mais jovial, queriam uma emoção a mais e por isso tinham procurado e encontrado em um site de relacionamento, a chance de expandirem seus horizontes, no terreno da luxúria.
O táxi, cruzou a cidade, levando-os para um bairro, que apesar de chic, era bem afastado.
__Nervosa? - quis saber Armando olhando para sua bela esposa, que estava deslumbrante, tentadora.
__Para ser sincera, estou mais é ansiosa, pois não sei como vou me comportar. - confessou ela se aninhando em seus braços.
__Será uma experiência nova e pode ser que nos adaptemos.-concluiu ele, beijando-lhe a face. - Já te disse que você esta espetacular?
__Já, seu bobo. Seus olhos é que são sempre generosos e mentirosos, quando me veem. - sorriu ela toda envaidecida. Ele, com aquela vez, tinha lhe dito mais umas dez vezes, que ela estava muito bem. - E você meu amor, esta lindão como sempre, um tesão. - devolveu ela o elogio.
Depois de meia hora de transito intenso, o táxi, estacionou em frente de um belo casarão rodeado de arvores frondosas. O fato de não se ver movimentação alguma por ali, eles desceram e depois que o carro se foi, misteriosamente um portão foi aberto e eles caminharam por uma estreita alameda, ladeada por moitas de ciprestes, que davam um toque muito especial ao local. Uma enorme porta de mogno dominava a entrada principal mansão. Da mesma forma que o portão, esta se abriu e o casal adentrou a uma saleta, que não parecia pertencer ao que se via de fora da propriedade. Era decorada por um enorme sofá que abrangia toda uma parede. No lado oposto uma mesa trabalhada com entalhes estranhos e sugestivos,onde uma pessoa se encontrava sentada, parecendo que fazia anotações em um grosso livro a sua frente, preenchia o cenário. Um painel luminoso, acima de onde a pessoa estava sentada, após um som suave, mas bem audível para chamar a
atenção sobre o mesmo, saudava quem chegara e os convidava para sentar. Em
momento algum a pessoa por trás da mesa levantou o olhar de suas anotações. Era uma mulher que demonstrava estar bem compenetrada no que fazia. Cassandra e Armando se entreolharam e ficaram sem saber como agir. A porta principal começou a ser aberta e pouco depois passou por ela um casal.Ele aparentando ter 50 anos, cabelos grisalhos, bigode bem aparado, alto de porte físico atlético, bonito, segundo a primeira avaliação de Cassandra. Ele vinha acompanhado de uma jovem que não devia ter mais que 18 anos. Ela era uma clássica morena de cabelos compridos,negros com uma mecha mais clara em um dos lados. Vestia um casaco, que parecia ter custado muito. Se não era bonita, compensava com o magnifico corpo que ostentou ao tirar o casaco de forma bem exibicionista. Seu enorme busto estava em destaque num vestido curto sem alça que lhe deixavam a mostra todo o encanto que tinha.O painel os saudou, convidando-os a se sentarem. Cumprimentaram Cassandra e Armando e se sentaram. Cassandra notou o vivo interesse de Armando, na moça quando, ela cruzou as belíssimas pernas. Beliscou o braço dele e sorriu. Ele retribuiu e olhou para a moça por trás da mesa, que continuava em sua "árdua" tarefa de escrever. Quando a porta deu passagem a mais um casal, agora de origem oriental, uma atitude da moça que estava atrás da mesa surpreendeu. Ela se levantou e veio até os casais, com uma caixa de madeira na mão e abrindo-a diante dos homens, solicitou que cada um pegasse o aparelho, semelhante a um celular com teclar numéricas. Feito isso se retirou. O painel deu um zumbido e frases começaram a ser exibidas onde pediam aos que estavam presentes e tinham em mãos a maquininha eletrônica, que teclassem um numero, assim que recebessem uma lista de nomes com sua preferencias. Agradecia e o painel ficava ás escuras. Novamente a pessoa por trás da mesa se aproximou e passou a cada casal uma folha de papel, onde constavam em ordem numérica:
1-Swinger
2-Voyeur
3-Lesbo
4-Gay
5-Ligottage
6-Ménagem á trois
7-Anal com preservativos
8-Oral com ou sem absorção de espécies
9-Masturbação
10-Exibicionismo com participações( ato sexual só do titular)
Havia também regras a serem obedecidas, onde não se devia, em cada categoria haver recusa de nenhum participante ou incrementar dentro de uma outra modalidade que não a escolhida. No final deseja a todos boas diversões e que recomendassem a casais amigo de plena afinidade com cada gosto ou preferencia.
O painel tornou a se iluminar, pedindo a todos que teclassem suas escolhas.Ao fim disso uma seta apareceu como forma indicativa e apontava para uma porta que ninguém tinha notado antes, que se abriu e deixou se ver um corredor iluminado por uma luz vermelha, cuja parede setas piscantes indicavam o rumo a tomar. Quando começaram a percorrer o corredor, auto falantes ocultos diziam que os casais deveriam se dirigir aos números escolhidos nos aparelhos. Cassandra e Armando se dirigiram para o 10. Abriram a porta e entraram e um aposento muito bem decorado, com uma bela mesa de madeira avermelhada ao centro, rodeada de um sofá circular. Sobre a mesa haviam dois baldes de gelo com garrafas dentro, taças ao redor e pequenas tigelas de vidro foscos, continham variedades de petiscos.Nas paredes, pinturas de Goya, ladeadas por cortinas de veludo vermelho e um enorme espelho, davam um toque erótico ao lugar.Cassandra e Armando se entreolharam e ela foi sentar-se no sofá. Armando pegando uma porção de castanhas foi para junto dela. Trocavam beijos, quando a luz começou a baixar a tonalidade e o ambiente foi ficando mais sombrio. Perceberam quando a porta pela qual entraram se abriu e um casal acessou ao local. Sentaram, com um corpo de distância e começaram a se beijar intensamente. Ela gemia muito, enquanto ele lhe lambia o pescoço e brincava em sua orelha, Abriu-lhe a blusa, de onde saltaram seios, que ele se pôs a chupar. Cassandra olhou para o marido e mordiscou os lábios. A excitação começou a tomar conta de si e ela levou a mão ao pau do marido sobre a calça. Alisava a intumescência que se formara ali, enquanto observava o outro casal, onde a mulher tirara o pau do homem para fora e depois de olhar para Cassandra se pôs a chupa-lo. Ela se exibia de forma a provocar uma ação mais direta do casal. Armando, ajudou a esposa a liberta seu pênis do cativeiro e o disponibilizou para que ela o chupasse também, Cassandra assim o fez ao tomar o pau na boca o introduzindo mais profundamente que pode, passando em seguida a levar a cabeça para frente e para trás.Ao seu lado, a mulher que aos poucos ela foi reconhecendo como sendo nada mais nada menos que a recepcionista. Não sabia por que mas a descoberta a excitou mais ainda, que passou a masturbar com a boca o pau do marido. Sugava as bolas dele e acariciava suas pernas, arranhando-as com suas longas unhas.Olhava para sua inspiração e viu que ela estava lambendo o rabo do seu homem e quando seus olhares se encontraram ela fez sinal para que Cassandra a imitasse. Ela terminou de retirar a calça de Armando e elevando suas pernas se meteu entre elas e buscou o rego do companheiro e com a língua passou a acariciar-lhe o ânus. Sua mão manipulava o pau, naquele clássico sobe e desce de uma punheta. Não era a primeira vez quer fazia aquilo, mas estava sendo diferente o que sentia. Estava mais erotizada e sabia que era pelo fato daquela mulher a poucos centímetros a estar olhando.Olhando para outra, passou a língua de baixo para cima no rego do marido, e foi até o pau onde abocanhou a glande passando a brincar com a pequena fenda que ela tinha. Abusada, correu o dedo no rego do marido e parando sobre o seu orifício que se contraia continuamente, ela foi introduzindo o indicador, sentindo a resistência da pregas que não cediam. O pau em sua boça passou a pulsar muito a medida que conseguia introduzir o dedo no reto do marido.Cassandra estava louca de tesão, não sabendo exatamente o que a estava excitando mais, se era o outro casal ou se era ela que estava por demais no auge de seus desejos. Viu a outra se levantar e toda bamboleante se dirigiu a mesa e foi pegar uma das garrafas de bebida. Após abri-la, colocou o líquido efervescente em duas taças e veio em sua direção, onde lhe ofereceu uma e brindando se afastou, revelando com seus passos marchador, o belo traseiro que tinha, sem contar com os seios que estavam fora do espartilho, que pareciam serem duros, perfeitos. Pelo menos dera essa a impressão quando gentilmente entregara a taça de champanhe, para Cassandra. Junto do seu companheiro a outra pegou o pau dele e colocou a glande dentro da taça e com ela molhada a envolveu com seus lábios, chupando com força e soltando-a ,provocando um ruido que chegou até Cassandra. Armando se levantou e pegando sua mulher a fez se deitar, ela puxou a saia para cima e desceu a calcinha, abriu as pernas, escancarando seu sexo que brilhava naquela deliciosa penumbra. Pegou a taça com do doce líquido que ela depositara sobre o tapete ao lado do sofá e o começou despejar sobre o sexo dela. Em seguida passou a chupa-la,bebendo em sua taça intima, sentindo a mistura do álcool com a secreção que minava da abertura vaginal. Esfregou o rosto na xoxota e aspirou o perfume luxuriante. Seu pau esta super duro. Sentiu o sofá se mexer e olhando notou que o casal tinha vindo se sentar junto deles e o homem olhando para o que Armando fazia, estava se masturbando. Estava sozinho, já que sua companheira estava do lado oposto com o rosto bem perto do de Cassandra, quase quebrando uma parte do que estivera estabelecido nos termos que lhes foram apresentados. Mera formalidade. Ali valeria tudo, pensou Cassandra, poisa sentia que o estranho estava acariciando suas coxas com um passar de mão em um perturbante vaivém que estava mexendo com ela. Era a primeira vez que se deixava tocar por outro homem em companhia de seu marido. Armando por sua vez, vendo aquela mão que se deliciava em deslizar pela pele da coxa de sua mulher, começou a se sentir com mais tesão. Era até erótico demais aquela invasão que o excitava sobremaneira. Alisou o pau e o sentiu dolorido de tão duro que estava. Se ergueu da posição ajoelhada que estava e subindo sobre o corpo da esposa, entre suas coxas, procurou direcionar a pica para dentro de sua boceta. Cassandra sentiu que quando a pica se instalou, dentro dela, uma mão delicada tocara lhe os seios apertando-os delicadamente, cedendo em seguida lugar para uma boca quente, se apossar dos seu mamilos. Abriu o olhos e viu a densa cabeleira que impedia de ver o rosto de quem a chupava. Tornou a fechar os olhos e passou a curtir um gozo que a tomava de assalto. Armando tinha abaixo de si duas mulheres, uma que possuía freneticamente e outra que chupava os seios de sua mulher, ambas deliciosas em seus aspectos corporais. Junto deles, sentado, estava o estranho que beijava as coxas de Cassandra e com uma das mãos acariciava a bunda da outra que tinha soltado a parte debaixo do espartilho que vestia e assim deixava livre para as caricias seu rabo. Mudaram de posição, e o cara passou a se dedicar a acariciar os seios de Cassandra e a mulher começou a manipular o pau dele vigorosamente ao mesmo tempo em que se posicionava sob ele passando a
chupar seus ovos e o pau. O cara não encostou a boca nos seios de Cassandra, que olhou para Armando e este concordou com um aceno de cabeça. Cassandra empertigou o busto e ofertou os seios pontudos, para deleite do estranho que os abocanhou. Chupou com voracidade, sabendo que era o máximo que podia conseguir do casal. A cada sugada, Cassandra se enrijecia e deixava que tremores tomassem conta do seu formoso corpo. Estava, para ela se prenunciando um delicioso orgasmo. Era demais, ser acariciada por um outro homem, tendo seu marido a possui-la. Queria que seu marido desfrutasse das delicias de um corpo estranho perante ela e murmurou para que ele acariciasse a outra mulher. Armando esticou um dos braços e com a mão alcançou os seios da jovem que continuava a chupar os ovos do parceiro. Os gemidos se multiplicavam, até que o máximo de tudo aconteceu simultaneamente, levando todos a um orgasmo pleno.
Não recompuseram de imediato, foram tomar o restante da bebida aberta, se serviram da outra e entre risos continuaram exibindo suas
nudez. O sexo continuou solto, agora com o outro de protagonista.
Amanhecia, quando Cassandra e Armando chegaram em casa. No quarto ela abraçou o marido e o beijando do jeito que ele entendia como sendo de provocação, ela meteu uma das pernas entre as dele, passando a comprimir seus ovos. Ele por sua vez desceu as mãos pela suas
costas chegou até o traseiro e apertando-o, a beijou. A certeza de que ambos gostaram da novidade, veio quando, se olharam e sorriram.Iriam repetir, só que seria de forma mais contundente!


Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:24 de abril de 2015 14:08

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Exibicionismo

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Este texto foi lido 287 vezes desde sua publicação em 24/04/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*