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Do fundo do baú

Páginas de puro prazer - Karen.

Quando um dia nasce lindo, anima qualquer um a ser completamente feliz e esquecer tudo de ruim que pudesse estar acontecendo, em sua vida. Olhar para o céu e ver a beleza do raio do Sol que iluminava o voo das aves, os insetos que zuniam como se fossem jatos, cortando os ares em busca de pólen, ou das evoluções da borboletas com suas asas coloridas em desenhos que só a natureza conseguir criar, era motivo para acrescentarmos mais prazer em tudo que faziam ou desejavam fazer.
Gustavo, olhou pela janela do seu quarto e sorriu. Estava nu e logo se recordou de todo o evento que tinha acontecido na noite passada. Morgana, ainda rescendia em seu corpo, mesmo após o banho que tomara. Ela usava um perfume forte que impregnava a pele de quem com ela tivesse um contato mais ardente. Gostava de se relacionar com ela, pois a mesma se entregava sem reservas e proporcionava os momentos mais deliciosos que um homem poderia ter ao lado de uma mulher. Sabia muito bem que se arriscava naquele relacionamento, pois mexia com uma mulher casada, mas como podia evitar, se a mesma não largava do seu pé e favorecia, a ele uma vida mansa, cheia de mimos, onde ela não poupava benevolência para que ele estivesse sempre a sua disposição, quando ela assim o quisesse. A idade dela, que a mesma ocultava a sete chaves, fora por ele descoberta, quando ela esquecera documentos no carro, que ela lhe dera de presente de aniversário. Não aparentava a idade que nos documentos estavam, estipuladas. Parecia no minimo 20 anos mais nova. Era uma beleza só. Quando comentou com ela sobre tal fato, ela deixou que lágrimas de agradecimento rolassem pela face e um terno beijo complementou o seu apreço pelo elogio. O bom de tudo aquilo, era o fato dela não ter feito uma única cirurgia plástica, em toda sua vida. Tinha uma filha, que até então Gustavo, não tivera a oportunidade de conhecer. O marido, dono de uma empreiteira, era um cidadão bem conceituado na sociedade local. Todos os anos dava de presente para ela, sua amada e " confiável " mulher, uma viagem a um país de sua escolha, para que por lá ficasse os dias que quisesse. Em uma dessas viagem, Morgana levara Gustavo para Portugal, onde desfrutaram de um escaldante relacionamento, entre os pasteizinhos de Belém,os vinhedos e oliveiras. Nas cantinas, beberam vinhos saborosíssimo, com sardinhas assadas e bacalhoadas onde aguçados ficaram mais a vontade de ambos por uma transa, que justificasse o que os dois sentiam com relação ao outro. Morgana, não tinha em Gustavo um simples amante, não, ela o amava, mas não queria que o mesmo soubesse, para que não ficasse convencido e ela fosse manipulada. Fazia qualquer coisa para que ele estivesse ao seu lado. Não fora atoa, que ela convencera sua filha a sair em excursão com amigas, quando fez sua viagem com ele. Nunca apresentara a filha a ele, para que não houvesse uma interferência emocional, que a obrigasse a ficar em constante vigília. Ela sabia que era arriscado deixar acontecer uma amizade entre sua filha e seu amante. Karen, tinha seus 18 anos, fornidos em um corpo de 60kg, cheio de curvas e um bumbum empinado que chamava a atenção, até dela e mãe. Gostava de incentivar a filha a frequentar academia para ficar cada vez mais sarada, mas não queria que ela fosse sua concorrente direta, dentro da própria casa. A formosura da garota era notória, sabia que não podia, entrar em conflito com ela pois seu gênio era terrível.
Gustavo sabia que não podia se queixar, de nada em sua docê vida de conquistador italiano, tinha mais é que aproveitar.Pensou em Morgana e levou a mão á genitália massageando-a com prazer. Saiu de frente a janela e foi em direção ao banheiro, ostentando sua nudez adoniana, que tanto excitava sua amante, a mulher, que o mantinha ali, dando-lhe tal conforto.
Após o banho, ele se arrumou, pegou o carrão e saiu para dar um passeio pela cidade, indo parar em um bar muito frequentado pelos jovens do pedaço. Estava no meio de uma roda de amigos bebericando e jogando conversa fora, quando notou a chegada de um grupo de moças que rindo entraram no recinto e foram para uma mesa ao fundo onde sentaram. Como estava em muitas, juntaram duas mesas e fizeram seus pedidos, que prontamente foram atendidas. Era um bando de garotas bem divertidas que riam muito. As garrafas de cervejas foram sendo esvaziadas e novamente repostas, juntamente com porções de petiscos. Gustavo, bebia, mas sua atenção estava voltada para as mesas unidas ao fundo do bar, onde trocava olhares com uma das garotas que lá estava. Era uma jovem bonita, cabelos longos de tom aloirados e que tinha um sorriso marcante. Uma das amigas, que tinha notado o interesse da amiga, cochichou com ela e ambas sorriram e a outra se levantando, veio em direção ao balcão, mais precisamente, para o lado de Gustavo, que a cumprimentou a garota que o olhou e sorriu. Ela correspondeu ao cumprimento e assim que acabou de fazer seu pedido, se aproximou mais de Gustavo:
__Oi! Estamos confraternizando ali no fundo e eu gostaria de saber se você com seu amigo não gostariam de ficar com a gente.
__Por mim tudo bem, ainda mais com garotas tão belas como são vocês. - disse galanteador. Em seguida conversou com os amigos e todos acompanharam o casal até a mesa. Uma por uma foram sendo apresentadas e coube a Gustavo ficar exatamente com quem ele tanto estava impressionado pela beleza da jovem que lhe sorriu de modo cativante. Era muito bonita, e seu decote, revelava que ela tinha seios espetaculares, pois dimensionavam de médios para grandes, enriquecendo mais aquele colo juvenil. Ela percebeu que os olhares dele estavam concentrados em seu busto e ficou aquecida em seu orgulho feminino.
__Gustavo! - se apresentou ele.
__Karen! - respondeu ela estendendo a mão que lhe foi oferecida.
__Você é muito bonita Karen!
__Obrigada pelo elogio, você também é muito bonito - retribuiu a gentileza.
__Posso sentar ao seu lado em outra mesa?
__Não acha que sera muito deselegante sairmos do grupo?
__Estaremos aqui do lado, apenas com uma mesa só para nós.
__Ok, vamos.
Numa mesa á parte o casal começou a conversar e Gustavo começou a notar que naquela garota bonita, havia uma semelhança com alguém que ele conhecia, mas que no momento não conseguia associar com ninguém. Ficaram ali, conversando e trocando informações entre si que ia descambando para o lado da licenciosidade. Ela não fugiu do assunto e encarou de frente as perguntas e também fez as suas.
__Você acha que a mulher deve se impor diante de uma situação sexual?-perguntou ela encarando-o.
__ Depende da situação.
__ Sexo anal por exemplo! - completou ela.
__ O que tem o sexo anal?
__ Você não acha que a mulher deve recusar o sexo anal?
__ Perguntando desta forma, eu te diria que não. Mas se ela se sentir forçada pelo homem a pratica-lo, ai sim, eu acho que não deve aceitar. Você é a favor ou contra?
__ Depende da situação. - disse ela sorrindo.
__ Que situação?
__ Do gato com quem a gente se relaciona e do momento em que nós queremos também sermos penetrada por trás. - esclareceu, vendo a reação de admiração do rapaz.
__ Posso lhe fazer uma pergunta?
__ Se eu pratico sexo anal? A resposta é sim. Adoro sentir a penetração do pênis, abrindo caminho até ficar todo agasalhado
em meu cuzinho. HA!HA!HA!HA!
__ De quê você esta rindo?
__ Se você visse a sua cara...Vocês macho são engraçados quando encontram com uma mulher que fala abertamente, ficam com essa cara de bundão!
__Olha, eu já encontrei garota bem resolvida, mas como você...
__E isso é bom ou ruim?
__Eu acho incrível, mas tem homem que foge de uma mulher assim, que bate de frente com ele.
__Você procura alguma garota para transar com ela?
__Nunca é demais procurar por uma alma gêmea neste caso.
__Acredita que eu possa ser essa alma gêmea?
__Olha, você é por demais de atraente. Gostosa por assim dizer e posso lhe confessar que estou com tesão por estar com esse papo com você.
__Esta de pau duro? - perguntou ela de chofre.
__Pode acreditar que sim.
Nesse instante, Gustavo sentiu , que por baixo da mesa o pé da jovem se insinuou entre suas pernas alcançando onde seu pau se mostrava duro sob a calça.
__Humm! Dito e feito! E, cara, você me parece bem servido.- disse sorrindo.
__Vamos para um lugar mais tranquilo para que você posso verificar de fato o que aqui está escondido?
__Se esperar eu falar com minha amiga, tudo bem.
Saíram dali e no carro de Gustavo foram para um motel. Era um local que reunia tudo para incrementar uma boa trepada.
Karen depois de inspecionar as dependências, foi para o banheiro onde procurou tomar um banho relaxante. Estava ansiosa para ver o cara que a tinha conquistado, por seu belo porte e pela superficial inocência. Nua se admirava nas paredes espelhadas, onde seu belo corpo refletia. Olhou para os seios, que se mantinham formosos, bem empinados, como sua bunda que era espetacular, além daquele lugar , onde ela depilara, deixando proeminente o começo do vale encantado, rechonchudo e convidativo. Ela não percebera, mas Gustavo, nu, com o seu pau em riste a observava de meia cara pela porta que entreabrira. Ficara encantado com a plástica perfeita da garota que lhe lembrava Morgana. Morgana? Sim era isso. Ela se parecia muito com a sua Morgana. Quem não conhecesse Morgana, diria que era ela alguns anos atrás. Ficou em dúvida, porém o tesão estava mais presente que nunca no ar, e ele não iria ficar com conjecturas para descobrir se ela tinha algum parentesco com a mulher que por sinal lhe permitia estar ali com aquela linda garota, num motel luxuoso. Foi empurrando com sutileza a porta e sem que a garota percebesse, pelo angulo que estava, se postou atrás dela, já , cutucando seu traseiro, com a cabeça da pica. Ela se virou,não demonstrando muita surpresa, porque na verdade já o aguardava. Deixou a cabeça pender para trás e apoiar no ombro do rapaz e voltando o rosto para o lado ofereceu a boca para um beijo sensual. As mãos dele, se apossaram dos seios, cujos bicos estavam eretos e passaram a serem manipulados pelos dedos do rapaz. Karen, se contorcia, rebolando o traseiro na pica do rapas que a apertava cada vez mais. Beijou o pescoço da garota, provocando-lhe um forte arrepio que lhe percorreu a espinha dorsal até atingir aquele reguinho, que era cutucado pela glande, daquele pica endurecida. Gemendo, se curvou um pouco para frente e olhando por sobre seu ombro murmurou:
__Quer papar o meu cuzinho agora?
__Podes ver pelo estado do meu pau.
__Estou percebendo, sentindo e adorando o ter onde está; já estou com a minha xolinha babando de tesão. Põe a mão aqui e verifica. - disse ela se virando e separando as pernas, deixando ver aquela fenda preciosa. Ela mesma pegou um dos dedos de Gustavo e o levou entre os lábios vaginais o esfregando na viscosa umidade que vertia de sua abertura intima. Se regozijou, quando ele começou a esfregar o dedo em toda a extensão do vale lubrificado, até que penetrou na depressão que encontrou pelo caminho. Ela estava com a boceta, além de super alagada, quente e palpitante. Karen estava, curtindo, com pequenos espasmos a bolinação que o rapaz empregava em seu sexo. Teve um gostoso orgasmo que a fez jogar o corpo para frente e assim ter o dedo mais enterrado dentro de si.Quando o dedo saiu do local que se alojara, e surgira todo melado e brilhante da viscosidade que ela, Karen,produzira e deixara fluir exteriormente, ela pegou a mão de Gustavo e levou o dedo molhado com seu sumo, na boca, passando a chupa-lo. Enquanto o fazia, olhava para Gustavo deixando-o perceber que ela estava adorando o que fazia. Depois desse ato, ela largou o dedo e pegando a pica dele passou a chupa-la vigorosamente, levando-o a fazer caretas de supremo prazer. Ela lambeu-lhe os ovos e depois foi mordiscando o pau até que chegou a cabeça, que mordeu um pouco mais e depois a engoliu, passando a sugar com força. Gustavo gemia e apertava a cabeça de Karen, chegando a força-la em movimentos de idas e vindas como se estivesse fodendo-a na boca onde seu pau estava mergulhado. Entrelaçava os dedos em seus fartos cabelos loiros, acariciando-lhe o couro cabeludo.
Karen, empurrou Gustavo e correndo saiu do banheiro indo se jogar sobre a cama, de bruços, expondo o belo rabo aos olhos de Gustavo que vinha chegando logo atrás. Sobre o corpo dela, ficou de joelhos a lhe cercar o corpo formoso. Levou a mão até a bunda da moça e a separou, vendo o cu que piscava, se abaixou e lambeu todo o rego, o deixando molhado com a camada de saliva que ia deixando no mesmo. Brincou um pouco sobre as pregas e depois de forçar a ponta da mesma para entrar, começou a curtir toda a beleza que era aquela bunda.Parecia a de Morgana. Cheirou, beijou e lambeu muito, o traseiro dela, provocando na garota uma série de tremores. Gostava de ver uma mulher subjugada aos seus caprichos amorosos. Sobre a pele tremula, ele deixou diversas marcas dos seu dentes, que não provocaram dor, mas muito prazer em Karen. Ela mesma, fez um ato provocativo, ao levara para trás as mãos e após separar as nádegas, correu um dedo pelo rego e o penetrou no cu umedecido, iniciando um entra e sai que Gustavo acompanhava, sentindo que seu pau até doía de tão duro que estava. Depois de muito brincar em seu buraco, ela o convidou para a possuir. Gustavo, salivou a pica e foi subindo até a bunda da moça, se posicionando sobre ela encaminhando a cabeça da pica para o pequeno oficio que se contraía a espera da penetração. Quando a glande encostou, ela gemeu e impulsionou a bunda para cima, de encontro ao mastro. Ele forçou e viu um pedacinho da bolota ir desaparecendo, entre as pregas que se distendia. Notava que Karen, era experiente naquele tipo de sexo e foi com alegria que sentiu ela forçar cada vez mais a bunda de encontro ao seu pau, engolindo a glande e recebendo atrás o corpo da pica, assim, ficando entalado dentro do reto dela. Ela soltou as mãos procurando se agarrar no console, que interagia com tudo que era eletroeletrônico, naquele quarto. Gustavo, passou a se movimentar lentamente no cu dela a levando a gemer e bater os pés atrás de si. Tinha a boca bem afiada em palavrões, que desfiava sem pudores, deixando o clima mais impessoal possível. Estava delicioso para ela e para ele também. As vezes ela ia verificar com a mão o que ainda faltava entrar dentro dela. Ficava admirada e gostosamente satisfeita ao sentir que muito pouco de pica, ficava fora de seu cu.Sons, se ouviam, quando o ar era expelido diante das bombadas, entre as pregas e o corpo que estava entre elas. Abaixo do ventre de Karen, no lençol, uma enorme umidade se formava, a medida que ela ia gozando.
__Nunca tive uma foda assim. Você sabe como comer o cu de uma mulher. Sua pica é adorável. Enfia ela com vontade amor, pois tua vara é boa demais. Ai...ai...que tesão. Estou gozando sem parar. Nunca mais vou esquecer essa foda. Come esse meu cu com vontade, pois eu te amo.- soluçava ela em pleno êxtase.
__Minha delicia. Você é maravilhosa. Que bunda você tem, e esse seu cu é delicioso. Nunca comi um cu como esse!
__Meu cu esta feliz, assim como eu, ao ser arrombado por uma pica tão grossa e gostosa...me fode e goza dentro do meu cu.
O corpo de Gustava, subia e descia sobre o da garota. esmagando-a, em meio a muito suor. Enlaçou-a com os braços sob seu corpo e rolou com ela, passando a te-la sobre si e quando a mesma apoiou os pés na cama, a fez dar-lhe as mão e assim apoiada lhe deu a plena dominação das estocadas que recebia no cu. Karen, nunca tivera chance de assim ser sodomizada. Aquela forma a levou a ter mais orgasmo que a foram esgotando, deixando-a mole. Por minutos ficaram naquela posição, até que ela se levantou e se pondo se quatro, pediu que ele findasse o ato em si, ejaculando dentro do seu cu.
Quem estava no quarto ao lado, devia esta ouvindo os gemidos dela quando a pica se tornou mais volumosa, latejante e passou a expelir porra abundante dentro do seu cu. Gustavo acompanhou os seus gemidos, incorporando os dele, numa sinfonia perfeita, onde o prazer de ambos se igualavam. Ainda resfolegavam nos estertores do prazer expelido, quando ele foi perdendo sua dureza e escapulindo da prisão, em uma série de ruídos que o canal invadido produzia ao se ver livre o intruso prazeroso, expelindo aquela torrente de porra, que ia passando sobre a vulva e pingando no lençol formando aquela poça entre os fluidos da jovem que ronronava satisfeita de bruços.
No carro, com ela dormindo, Gustavo, voltava a ficar com aquela dúvida, por achar que aquela garota que ele tinha fodido e que estava ali ao seu lado, poderia ser a filha misteriosa de Morgana. Seria algo surreal, se assim fosse concretizado como fato. Como poderia descobrir. Levando-a para casa? Mas ele também não sabia onde Morgana morava, pois a mesma nunca mencionara. Ele não sabia, mas estava perto de confirmar suas suspeitas. Como? (continua)



Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:25 de dezembro de 2015 23:27

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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