Conto Erotico | Historia Erótica

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Do fundo do baú

Para o prazer não existe limite de idade

Natália estava decidida, iria transar com o avô de Analice. Já não aguentava mais o tesão que vinha sentindo por aquele senhor com seus 68 anos, cuja cabeleira grisalha a deixava entontecida, fazendo-a molhar o fundo da calcinha, toda vez que puxava conversa com ele. Ela estava querendo provar que tinha um poder de sedução, que nenhum homem resistiria. Era bem verdade que apesar de sempre estar em posições bem permissivas, ela nunca chegara a notar que Rodolfo a estivesse observando. O carinho que ele demonstrava por sua esposa, dona Ismênia de 66 anos era por demais elogiável. Ismênia, apesar da idade, ainda tinha um bom corpo, que poderia não despertar o desejo dos mais jovens, mas que agradaria uma pessoa da terceira idade.
Analice que não era boba nem nada, tinha notado que sua amiga, sempre procurava ficar com roupas bem ousadas na presença de seu avô e chegara a chamar sua atenção de que não ficava bem aquele tipo de comportamento. No entanto, não encontrava ressonância no que dizia. Sabia ela era ousada por natureza. Achava graça quando ela dizia que sentia um tesão por Rodolfo.
__Você é louca, menina. Meu avô nem deve levantar mais nada. Como pode ter interesse nele?
__Eu aposto com você que comigo ele levantaria e faríamos um sexo bem legal.
__É falta de pica que você esta tendo? Só pode ser, né? Onde já se viu ficar pensando em transar com uma pessoa tão idosa?
__Pois eu não acho ele idoso. Acho ele, é gostosão. Se não fosse seu avô...
__Olha amiga, quer que eu seja sincera com você? Meu avô adora minha avó e jamais iria trai-la. Você nunca teria chance com ele.
__Se você me deixar ir em frente, que apostar como eu faço seu avô trepar comigo?
__Por mim, não estou nem ai, mas que você vai cair do cavalo, ah, isso vai.
__Quer apostar como não?
__Quero. Vai valer o seu Smart, contra o que você quiser.
__Feito. Meu Smart, contra uma trepada legal com você.
__O quê? Repete. Por favor, repete o que eu penso ter ouvido, mas que devo estar , enganada, não ouvi isso.
__Ouviu sim. Uma trepada com você.
__Mas... você definitivamente ficou louca. Primeiro quer trepar com meu avô um homem de 68 anos e depois vem me dizer que quer transar comigo? Lésbica eu sei que você não é, portanto a que se dá essa ideia de jerico?
__Não interessa. Topa ou não?
__É um absurdo.
__Se não topo é porque tem certeza de que vai perder, certo?
__Não, negativo, eu sei que você vaia perder e por isso eu topo, aceito o desafio. Jamais irei para a cama com você.
__Isso é o que veremos. Vou começar a preparar o caminho.
__Te peço apenas que tenha cuidado para que minha avó não perceba nada pois não quero vê-la sofrendo.
__Deixa comigo.
Analice estava indignada. Não era mais por causa de ter seu avô, como alvo de uma doidivana, mas por se ver no centro daquela aposta.
Conspirando a favor de Natália, Ismênia fora visitar uma amiga e com isso o caminho estava livre para que começasse os ataques da ninfeta. Após o banho, ela se enrolou em uma toalha e munida de um secador se dirigiu a sala onde estava Rodolfo lendo um matutino e sem muita cerimônia se dirigiu a ele:
__ Sr. Rodolfo, por favor poderia secar a parte de trás do meu cabelo? - disse ela - Iria pedir a sua neta para fazer isso, mas ela etá ocupada utilizando a tomada que eu iria precisar. Atrás do senhor tem uma.
__Claro, claro. Dê-me o secador. Mas onde vai sentar.
__Puxa, é mesmo. Ah, já sei. Sento em seu colo, é rapidinho. O senhor se importa?
__Bem... se você não vê inconveniente, eu não vejo também.- replicou Rodolfo, sentindo o peso da jovem em seu colo. O cheiro do corpo, exalando o perfume de sabonete, a umidade da pele que ela mal secara, os contornos do traseiro, que se moldavam justamente onde seu membro estava sob a calça, começo a incomoda-lo de uma forma que a muito não ocorria. Começou a pensar em coisas que achou não ser mais capaz de pensar:" Meu Deus, que coisa maravilhosa ", disse para si mesmo, notando que a medida que ela se mexia, mais pressionava seu membro que estava tempo uma ligeira reação. " Que delicia, a bundinha dela esta bem em cima e eu estou ficando excitado. Se ele perceber poder ficar brava, mas não tenho culpa. Essas coxas á vista, a nuca dela, a sedosidade dos cabelos. Tomara que minha neta não apareça"
O membro de Rodolfo já era perceptível ao sentido de Natália, que procurava se ajeitar mais sobre o volume que se formava. Sorria por dentro, pois estava caminhando para ganhar a aposta. Percebeu que o homem tinha um quesito bem vantajoso e se alegrou com isso. Propositalmente, ela soltou a toalha do busto e a mesma escorregou pelo seu corpo, deixando suas costas inteiramente á mostra para a contemplação dos olhos esbugalhados de Rodolfo, já que ao tentar se ajeita mais um pouco, ela se erguera,deixando-o ver um pouco das suas nádegas. Tornou a prender a toalha, mas sabia que o principal já tinha feito, pois o volume peniano estava muito mais palpável que nunca. Rodolfo, estava extasiado com o que vira e com a reação que estava tendo. Uma alegria imensa tomava conta de si e inesperadamente ele levou uma das mãos até a cintura da jovem, esquecendo o pente que deveria usar.
Analice ouvindo o barulho do secador e sentindo a ausência da amiga, saiu a porta do quarto para ver onde ela estava e ficou admirada de a a ver no colo do seu avô, que lhe secava o cabelo. Balançou a cabeça, vendo que ela estava disposta a ganhar a aposta de qualquer jeito. Viu quando ela deixara a toalha cair e mostrara a bunda para o homem que olhou cobiçoso para a maravilhosa oferta.
Rodolfo não estava aguentando mais o tesão que sentia e Natália notando isso, lançou uma das suas cartadas:
__O cabelo á esta seco, agora você poderia enxugar as minhas costas?
__Precisamos de outra toalha - disse ele, no que ela rebateu:
__Não precisa, não. Usa essa mesmo -respondeu ao soltar a toalha e a retirar do corpo, expondo o mesmo em uma nudez diabólica. Rodolfo engoliu saliva, olhando a maravilha que estava diante de seus olhos. Sua mãos começaram a tremer. Olhou para a bunda de Natália e seu coração disparou. Estava estático, sem reação, quando ela se voltou e o deixou de boca aberta diante da exposição dos belos seios e daquela confluência das coxas onde se ocultava o sexo predador.
Rodolfo, começou a entender o que ela queria dele e ficou apreensivo com o que viria. Natália, sorriu para ele e se curvando sobre ele buscou sua boca o beijando de forma impetuosa. Uma de suas mãos estava pousada sobre a parte saliente que era visível sobre o tecido da calça, apertando-a delicadamente. Em seguida ela se ajoelhou e começou a abrir a calça do homem, que a olhava ofegante. Viu com alegria quando ela fez saltar para fora dos tecidos, um pênis que sentia-se ainda vigoroso, disposto a provar que não estava morto. Não esperava pelo que ela fez em seguida, quando desceu a cabeça e o abocanhou. Fechou os lábios em torno da glande e passou a sugar lentamente. Sabia que e Analice estava observando o que fazia, pois vira quando ela surgira na porta do quarto e ficara espionando. Tirou a boca do pênis e passou a lambe-lo em toda sua extensão, até chegar aos ovos, que tomou um por vez na boca. Olhou para o lado de Analice, que balançou a cabeça, como que querendo dizer: "Você é demais", e voltou a colocar a cabeça da pica na boca. Rodolfo estava sem reação, apenas olhava ofegante o que a bela jovem estava fazendo com seu pau. Não estava mais pensando que sua neta poderia surpreende-lo, estava feliz.
Natália, se levantou e depois de retirar toda a roupa do homem, montou sobre ele e pegando o pau dele com um das mãos o encaminhou para sua boceta que se abria sobre o mesmo, arreando o corpo, provocando uma penetração lenta e profunda, até que sentiu que todo o membro estava dentro de si. Esfregou os seios na cara do homem que colocava os bicos na boca, sugando-os ávidamente. A jovem enlaçou-o pelo pescoço, prendendo a boca dele em seu seio e passou a movimentar o corpo num sobe e desce que foi ficando cada vez mais rápido. Gemia absorvendo cada pedacinho daquele pau em sua boceta e derramava sobre ele o seu gozo profuso. Olhava para Analice e mandava-lhe beijos. As mãos de Rodolfo a estava enlaçando e uma delas se dirigia para a bunda da moça apertando-a ou deixava correr dedos no rego aberto. Procurou e encontrou o cuzinho dela, passando a coça-lo. Para Natália era como se estivesse levando choque, e quanto mais ele a pressionava naquele ponto, mais ela gozava.No entanto, Rodolfo não estava mais aguentando e disse a ela que iria gozar. Rápida ela saiu de sobre ele e sentando-se ao seu lado passou a punheta-lo, até que viu jatos de porra sair do meato e se chocar contra o peito do homem e depois cair sobre os dedos dela. Quando os estertores do gozo acabaram ela pegou a toalha, limpou o homem, sua mão e depois se aproximou da boca dele e o beijou longamente. Levantou-se e saiu daquele ambiente onde cheirava a esperma o ar que respirava. Se dirigiu ao quarto onde Analice estava . A encontrou encostada no guarda roupas. Fechou a porta do quarto e se dirigiu a ela. Analice, olhou para aquele corpo nú, que se aproximava do seu e prendendo a respiração, viu a amiga a abraçar e procurar sua boca impondo a ela o seu primeiro beijo lésbico. Fechou os olhos e tentou imaginar que era um homem que a beijava, mas a textura, a delicadeza e aquele cheiro de corpo feminino a tirou de tal pensamento hetero. Sentiu as mãos lhe apertando os seios sobre a roupa e o joelho da outra que se insinuava entre suas coxas, pressionando o seu sexo. Sem saber por que, achou que estava gostando daquela experiencia, e por isso mesmo se entregou aos carinhos da amiga.Viu-a, se ajoelha a sua frente, abrir-lhe o short, o descer até os pés, baixar sua calcinha de depois de separar suas coxas começar a lamber-lhe a vulva até chegar ao clitóris. Nenhuma macho tinha atingido seu ponto fraco daquela forma, levando-a a um prazer instantâneo. A descarga elétrica que percorreu-lhe todo o corpo se concentrado em seu pequeno centro nervoso. a fez expelir seu líquido intimo, que Natália solveu deliciada. Subiu as mãos por baixo do bustiê, espalmando os seios, cujos bicos estavam salientes. Foi virando-a lentamente cobrindo de beijos toda sua pele e pouco depois abria suas nádegas e sugava o seu cuzinho que se contraia. Analice, jogou abunda de encontro ao rosto de Natália, que tinha dedos dentro da vagina molhada, dando-lhe prazeres que nunca sentira. Nas pontas dos pés, ela estremecia a cada gozo.
Natália se levantou, a abraçou por trás e sussurrou em seu ouvido:
__Sabia que sempre te desejei, hum?
__Não.
__Esta gostando?
Que dizer? Nunca tivera uma relação daquele tipo.
__Se não estiver gostando eu paro.
__Não!
__Não, o quê?- quis saber Natália, mordiscando a nuca da amiga
__Não quero que pare.
__Onde esta mais gostoso? Na bocetinha ou na bundinha?-perguntou com o dedo começando a entrar no cu da outra.
__Nos dois lugares.
__Ah, é? Pois vamos para a cama que vou te devorar, minha gostosa.
As duas foram para a cama e Natália colocou a amiga de bruços e depois de acariciar muito as nádegas da amiga, as separou e correu a língua no rego parando sobre as pregar que se contraiam. Brincou ali, até que percebeu que já introduzia a ponta da língua no ânus acariciado. Analice estava quase perdendo a consciência, tal era o tesão que sentia. Natália, montou sobre ela e passou a esfregar a sua genitália sobre as nádegas, molhando-as com sua umidade intima. Debruçou sobre as costas da amiga e passou a esfregar os seios em sua pele, ao mesmo tempo que a mordia na nuca e no ombros. Gemiam,e se entregavam ao momento de êxtase que as assolavam. Frente a frente, passaram a esfregar seus sexos um contra o outro, até que sem se preocuparem com mais nada, atingiram um orgasmo que derrubou todas as barreiras que poderiam comprometer aquele idílio que começava a nascer ali. Natália, sabia que tinha muito o que aproveitar. Rodolfo, estava querendo repetir a dose e Analice, se sentia renovada a novas possibilidades dentro do prazer entre duas mulheres.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:22 de junho de 2015 11:57

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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