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Do fundo do baú

Para trair é preciso achar com quem

Não fora de propósito que Marcos se viu em papo de aranha, quando lhe foi apresentado Carolina, uma jovem senhora, casada com o dono da maior fabrica de produtos reciclado do pais. Não muito habituado a fazer serviços fora da empresa seu patrão o designara a prestar um especial favor a sua esposa, que precisava dos préstimos de um motorista, para leva-la a uma reunião de damas da caridade que estavam preparando um evento de grande vulto. Como não queria dirigir, pedira com jeitinho para o marido lhe ceder uma pessoa que fizesse essa ação de leva-la e deixar em casa depois. Marcos sempre ouvira falar que ela era uma mulher jovem, até demais para o velho empresário, e que lhe punha chifres. Também se comentava que ela era extremamente bonita e nada arrogante, como o marido. Só que ele não pensava que ela fosse, tão bela e porque não dizer, gostosa. O marido tinha comunicado a ela que Marcos iria passar para pega-la em um determinado horário e ele assim comparecera. Quando o carro da empresa, uma Mercedez branca adentrou as cercanias da bela mansão, um serviçal veio de encontro a ele e o conduziu até uma saleta, que estava cheia de pacotes de presente, um sofá velho, uma mesa colonial e um grande telão. Abrindo outra porta, saíram para uma outra dependência, bem maior, onde no centro, havia um chafariz e em volta várias poltronas. Na parede, o que chamou sua atenção, fora um painel que tomava conta de toda ela retratando um belo jardim florido onde uma mulher nua exibia seu belo corpo, correndo atrás de várias borboletas. As feições da modelo eram perfeitas e cada detalhe do seu corpo, o artista conseguira por vida e muito realismo. Marcos se enamorou da cena a tal ponto, que não percebeu que o serviçal o deixara sozinho ali. Começou a estudar cada detalhe da pintura e notou que o realismo, dela o estava afetando, a ponto de uma ereção se formar e passar a incomoda-lo.
__Bonito, não ? - soou uma voz feminina as suas costas. Ao se virar, pensou que estava tendo uma alucinação. Tornou a olhar para a pintura e novamente para a recém chegada. - Sim, fui a modelo. Que achou?
__Bem, esta bonito, mas não retrata a real beleza da modelo - disse sendo galante e verdadeiro, diante da bela e exuberante jovem.
__Humm! Vejo que meu marido tem empregado bonito e galanteador. - disse ela sorrindo.
__ Meu nome é Marcos e estou a sua disposição, para leva-la a onde quiser. - disse fazendo uma reverência.
__ Carolina - disse estendendo a mão para ele que ficou meio indeciso.- Vamos deixar de formalismo. Somos muito jovem para isso, não acha?
__A senhora é minha patroa.
__Que patroa, que nada. Olha, já vou para uma bosta de reunião com um monte de mulheres com enxaquecas, e você me vem com todo esse repertório ultrapassado? Quero viver a vida como ela é e você não vai me trazer essas mesuras que não leva a lugar nenhum. Fique a vontade homem e garanto que vamos nos dar muito bem.
__Se você quer assim, por mim tudo bem Carolina - retrucou ele sentindo que a jovem era muito sincera e fácil de se lidar.
__Agora estamos nos entendendo. Venha, me acompanhe, que preciso trocar de roupa para podermos ir. Te juro que daria tudo para não ter que ir, mas sabe como é, né?
Ele a seguiu e notou que ela estava, vestida apenas com um longo e belo robe de seda azul, que lhe moldava o corpo e se permitia imaginar cada ponto dele com fiel composição. Sua nádegas eram empinadas e parecia não estar adornada com uma calcinha. Seus cabelos loiros caiam sobre o tecido como cascata, vindo quase aos quadris. Andava graciosamente e de modo bem provocante também. Entraram em uma sala onde se via um enorme armário, que cobria uma parede de uns seis metros. Ao fundo havia mais outra porta. Tudo ali era branco. Carolina se dirigiu a uma das portas do armário e a fez correr, revelando uma série de vestido que foi repassando, abrindo outra porta, olhando e balançando a cabeça em desaprovação e assim foi até o fim. Depois parou, cruzou aos braços e tomou uma decisão.
__Vamos as compras Jarbas. -disse sorrindo e explicando que sabia que o nome dele não era esse, mas que acha tão bonito falarem assim nos filmes.
__Por mim tudo, pode me chamar assim se te faz feliz. - comentou Marcos
__ Gostei de você. Vou escala-lo como meu motorista particular, quer?
__ Para mim seria um prazer enorme servi-la.
__Pois vou tratar de falar com meu marido enquanto vamos a loja. Vamos.
__Mas... me desculpe, você esqueceu de por uma roupa.
__Que nada.O lugar para onde vamos é discreto. Vamos embora.
Quando Jarbas, quer dizer, Marcos se dirigiu para abrir-lhe a porta traseira do carro, ela dei a volta e foi para a do carona.
__Aqui é mais divertido - disse com um sorriso maroto nos lábios, se sentando.
A roupa que ela vestia era toda aberta na frente, só pesa por um cinto para fecha-la, e ao se sentar a mesma se abrira e as coxas dela ficaram expostas. Eram perfeitas, deliciosamente perfeitas.Não se preocupou em cobri-las. Pediu o
celular e ligou para o marido. Depois de breve conversa, sorriu e disse:
__A partir de hoje, você é meu motorista particular. O salário vai ser bom lhe prometo.
__Obrigado fico muito feliz em estar a sua disposição sempre que precisar.
Chegaram ao estacionamento de uma loja de renome e de lá para o interior da loja era um passo, por uma porta lateral. Carolina fez questão de que ele entrasse com ela. Sua presença na loja causou um alvoroço entre as vendedoras, que não queriam perder a venda e bela figura de Marcos, que tinha a aparência de um galã hollywoodiano. Ela parecia se divertir com aquilo que causava e para não deixar ninguém descontente pedia uma coisa para cada vendedora que estivesse desocupada. Na hora de escolher um vestido ela pediu a opinião de Marcos, que ficou sem ação. Nunca tinha escolhido nada para uma mulher.
__Será sua primeira vez- disse ela e apontando para vários modelos que tinha visto mandou que ele escolhesse o que mais lhe agradava. Todos eram bonitos e caros, mas o que mais se parecia com ela era um conjunto que ela não tinha pegado. Ela olhou para o modela na arara e fez um beicinho de aprovação.
__Gostei.Esta vendo como você sabe escolher uma roupa para uma mulher.
__É que uma bela mulher deixa tudo mais difícil para um homem - disse de sem medir as palavras diante de testemunhas, que se entreolharam e sorriram com malícia. Carolina, ficara ruborizada e nada comentara. Comprou a indicação e mais alguns que depois, ele indicou como segunda opção. Foi até o provador e colocou o conjunto e se sentiu muito bem. Agora só precisava de sapatos. Saíram dali e foram para uma loja de sapatos finos. Novamente coube a ele escolher e mais uma vez acertando na escolha. Desta vez ele ficara quieto. Depois que estava vestida e calçada ela pediu que a levasse para um famoso salão de cabeleireiro onde fez o retoque final. Quando ele pensou que iriam voltar para mansão ela disse que se dirigisse para um determinado endereço. Era um orfanato
e lá ela depois de brincar com as crianças, o que indicava que não era primeira vez que ali comparecia, pediu que pessoas que cuidavam do local, fossem até o carro onde entregou os pacotes contendo vestidos caríssimos, para que vendessem em um bazar, revertendo o lucro á ajudar as crianças. Para Marcos aquele ato o surpreendera e fizera com que ele tivesse mais respeito pela jovem dama.
Após saírem do orfanato, foram a tal reunião das matronas da sociedade. Marcos ficou no carro, esperando e matutando, como podia um velho como seu patrão, conseguir uma broto daquele. Como supria a menina na cama. Ele não dava mais no couro. Que tesão ela era, além de bonita e ter um coração de ouro. Uma hora depois a tal reunião acabou e vieram embora. No meio do caminho ela pediu que ele a levasse para tomar um sorvete. Numa sorveteria muito badalada ela fez questão que ele a acompanhasse e tomasse um sorvete com ela. Ficaram conversando e Marcos que estava meio cabreiro com o que acontecera na loja se desculpou por ter se sobressaído no elogio a ela, diante de pessoas que certamente sabiam quem ela era, ou seja, uma mulher casada.
__Você não me ofendeu, não, meu anjo. É, que eu nunca havia recebido um elogio em publico e com tanta franqueza. Me senti muito bem e você não sabe o quanto. Eu sim, fui insensível em não lhe agradecer, mas agradeço agora; muito obrigada. -disse e recolheu uma lágrima no canto do olho.Ele se apressou em tirar um lenço de cambraia do bolso e lhe oferecer.Era uma jovem emotiva e de fato, como disseram, nada arrogante, diferente de seu marido. Poria mesmo chifres nele, como comentavam ? - Obrigada. - agradeceu lhe devolvendo o lenço.
__Você é uma jovem muito sensível e... - parou achando que não devia prosseguir.
__E...o quê? - quis saber ela.
__Bem... e bonita, muito bonita - concluiu
__Obrigada. Viu como agora lhe agradeci - sorriu estirando o braço por cima da mesinha tocando com sua mão a de Marcos.
__Você não precisa agradecer diante de tal realidade.
__Olha que vou pensar que você esta me cantando, hein? -disse ela olhando para ele com um sorrido cândido e fazendo um carinho na mão dele. - Nossa, como você ficou vermelho. Ficou com vergonha do que lhe falei?
__Mais ou menos. É que seria muito atrevimento meu, nós mal nos conhecemos eu ter essa ideia.
__Aaah! Quer dizer que se nos conhecêssemos a mais tempo, ai tudo bem?
__Não, não é isso que eu quis dizer. Jamais eu teria uma chance com uma mulher como você. - disse sabendo bem o efeito que iria produzir.
__E por quê não? - disse ela séria.
__Veja o seu poder aquisitivo e tens a resposta.
__Meu caro. Ter dinheiro não tem nada a ver com sentimentos ou desejo. É um elemento que nos satisfaz, mas não em tudo.
__Por exemplo?
__Amor, sexo, fidelidade. O sexo até pode ser que compre, mas sexo por sexo, o melhor é ir em uma sex shop, comprar uns brinquedinhos e pronto.
__Mas você não tem necessidade de nada disso?
__Como é que você sabe?
__Ah, não acredito. Você tá gozando da minha cara.
__Termine seu sorvete e vamos para casa que lhe mostro que não estou brincando.
Durante o trajeto de volta, Marcos só pensava na estranha confissão dela lá na sorveteria. Se fosse mentira, não estaria voltando para lhe mostrar nada. A curiosidade tomava conta de si a medida que se aproximavam da mansão. Quando entraram na casa, ela o levou direto para o quarto onde dormia...sozinha. Aquela descoberta deixara Marcos de queixo caído. Cada um dormia em um quarto.
__Sente-se na cama que vou lhe provar que não estava inventando e que você esta super errado - disse ela indo até um armário de onde tirou uma bela caixa de madeira, toda trabalhada. Colocou a caixa entre ela e Marcos e a abriu. O que surgiu aos olhos de Marcos foi um festival de vibradores e pênis de vários tamanhos e espessuras além de um com comprimento bem exagerado, bolas tailandesas, algemas, mascaras e chicotes.
__Acredita agora? - perguntou ela fechando a caixa indo guarda-la. - Que foi? Ficou sem fala? -disse ela sorrindo.
__Mas,e seu marido?
__Que tem ele?
__Como posso perguntar. - escolhia as palavras mas ela se adiantou.
__Não comparece?
__Bem, sim. Ele não a satisfaz?
__Não. - foi franca - Nunca me satisfez.
__E como você faz?
__Ou não faço, ou recorro aos meus brinquedinhos. - confessou, começando a tirar a roupa, desabotoando a camisa, para tira-la, diante dos olhos esbugalhados de Marcos, que a via descer a saia e ficar só de calcinha e sutiã. Foi até o armário pegou um robe, vermelho e depois de vesti-lo, retirou o sutiã e desceu a calcinha. Estava nua bor baixo, como quando ele a viu de robe azul pela manhã. Seu pau deu sinal de vida e ele temeu que ela o visse daquele jeito. Resolveu que era hora de ir dando no pé.
__ Você vai precisar de mais alguma coisa? - perguntou caminhando para a porta.
__Onde você pensa que vai? Pode tratar de sossegar ali sentadinho, enquanto tomo banho. Você vai ficar para o jantar. - disse ela, se dirigindo para o banheiro da suíte e antes de entrar deixou o robe cair, exibindo o corpo escultural, onde uma bunda belíssima adornava o mesmo.
Era atrevida, ousada, pensou Marcos alisando o pau sob a roupa.
Quando o marido chegou ela estava vestida de forma sóbria e o recebeu com carinho. O empresário, sinalizou para Marcos que o acompanhasse e junto com ela foram para uma sala, que era o seu escritório em casa. Trataram do salário de motorista que Marcos teria e ela exerceu sua influencia para que ele tivesse um
ganho bem acima de qualquer teto profissional. O que mais ele poderia almejar?
Os dia foram passando e cada vez mais Marcos e Carolina se entrosavam e passaram a sair para longos passeios que duravam o dia inteiro. Frequentavam shopping, onde iam a cinemas e depois se divertiam em museus e jardins, andando de braços dados como namorados. Ela era muito divertida e Marcos descobriu que a estava amando. Ficou preocupado em esconder tal fato dela. Mas o que ele não imaginava era que Carolina, não estava indiferente a sua presença. Ela também sentia algo pelo seu motorista particular. Desejava-o, mas não queria que ele a visse como uma mulher fácil, portanto teria que esperar o momento certo para dar indiretas e ver se ele captaria alguma coisa. Os dia foram passando e cada vez mais o clima de excitação ia aumentando entre os dois, se tornando quase que palpável.
Naquela segunda feira, Carolina pediu a Marcos, o seu Jarbas, que a levasse a um club da zona sul onde iria jogar um pouco de tênis. Marcos ficou na arquibancada enquanto ela se preparava, fazendo alongamento. Se curvava de forma exagerada possibilitando a ele ver que ela por baixo do saiote, que fazia parte de sua indumentária, não estava usando nada. Estava nua. Para piorar as coisa, começaram a chegar pessoas, que toram conhecimento de tal fato e comentavam. Marcos começou a rir. A danada estava fazendo aquilo para atiça-lo e para constranger a platéia, composta de mulheres e seu maridos ou namorados, até quem sabe filhos. Ela estava linda e a todo momento olhava em sua direção e sorria, pois percebera que ele a estava entendendo. Gostava da ousadia quê sempre tivera, inclusive fora essa sua ousadia que a levara a casar com um homem 40 anos mais velho que ela. Agora soltava sua imaginação para cima do motorista, que considerava um tesão. Só queria que tudo acontecesse entre eles com naturalidade. Naturalidade? Não! Ela ia forçar a situação. Na verdade ela causou, durante a partida que disputou, provocando uma debandada da platéia feminina com seus respectivos pares. De volta para casa ela não comentou nada, mas ria com gosto e ele passou a rir também pois sabia o que se passava em sua mente. Quando entraram, ela se dirigiu para a parte dos fundos da casa, onde uma bela piscina estava ali bela e convidativa. Com uma ousadia que já era sua marca, Carolina, começou a se despir e pouco depois nua, corria e mergulhava naquela água refrescante.Marcos balançava a cabeça e só ria. Quando aflorou já perto de onde ele se encontrava, ela subiu os degraus da escada, e respingando água pelo corpo formoso, ela passou por ele e rebolando mais que nunca, adentrou á casa, deixando um rastro de gotículas, que rolavam pelo seu corpo. Olhou para trás, certificando se Marcos a olhava e vendo que sim, fez um gesto com o dedo para que viesse atrás dela. Era um tormento ao qual ele não estava resistindo. Tinha que arriscar. Quando a acompanhou até o quarto, já tinha tomado uma decisão. Carolina pegou uma toalha felpuda e ia passa-la no corpo, quando sentiu uma mão em seu ombro. Ao se virar, foi puxada e seu corpo, prensado ao de Marcos. Encarou o rapaz e se deixou ficar em seus braços. Marcos, com o desejo estampado no rosto procurou sua boca e a teve receptiva.Ambos se entregaram ao sabor do beijo que os consumia por dentro.Ele se curvou e a pegou no colo, caminhando para a cama, donde colocou-a sobre o leito. Se olharam, mais cúmplice em seus desejos, e Marcos pousou a mão em um dos seios da bela jovem e se curvando sobre ele, tomou seu bico entre os lábios. Mexeu ele com a ponta da língua, estimulando-o a ficar mais endurecido.
Carolina de olhos fechados, arfava, sentindo o corpo todo arrepiado. Para ela um novo mundo se desenhava. Não era a mesmice de sempre que estava ao seu lado a excitando, aceitando sua provocação, revelando sua intenção com ela. Marcos a beijou e depois resvalou os lábios para seu ouvido e sussurrou, aquilo que ela queria ouvir desde o primeiro dia que o viu. Sua voz soou cálida e envolvente a deixando mais afogueada. Foi com alegria que sentiu os primeiros sinais de que ia gozar. Desceu a mão de encontro ao membro dele e se aborreceu ao encontrar o mesmo preso sob a calça.
__Tira ele para fora? - pediu com voz embargada.
Marcos sem sair de cima dala, foi dando um jeito e se livrou da calça. Não costumava usar cueca e por isso ela pode toca-lo a seguir. Sentir o pênis, vivo, sem aquela rigidez de látex, pulsante, com textura, das veia e nervos, com uma pele que se movia, a fez ter o gozo concretizado. Olhava para ele toda melosa, com a boca aberta, sedenta de beijos. Marcos a atendeu em seu desejo, ao mesmo tempo procurava entre sua coxas, a quentura do sexo febril. Seus dedos mergulharam no vale molhado, onde deslizou até o clitóris. O toque naquele ponto delicado provocou nela um gemido e a mordida de seus lábios. Marcos trouxe os dedos molhados do gozo dela e os colocou em sua boca.Com lentidão, desceu até o que estava super sensível entre as coxas dela.Ela acompanhou a trajetória que ele fez e se preparou para receber seu beijo mais intimo. Abriu a boca desmesuradamente, quando a boca, se acoplou ao seu sexo. Um calor intenso tomava conta de seu sangue que parecia ferver nas veias e fazia com que ela sacolejasse seu formoso corpo de forma incontrolável. Carolina, recebia o seu quinhão de prazer das bocas de Marcos. Chupou, toda aquela flor que estava desabrochada para ele, solvendo o que ela deixava escorrer com abundância. Beijou suas coxas, até chegar aos pés. Cada dedo recebeu seu carinho e ela se retorcendo, amava o jeito dele lhe agradar. Mordiscou a sola do seu pés, o que lhe provocou arrepios e cócegas, fazendo-a rir. Procurou vira-la de bruços e ficou a admirar sua bela bunda, Montou, de pernas abertas sobre o corpo dela indo até sua bunda onde passou a acariciar os glúteos formosos. Viu ao separa-los, aquele lugar que tantos homens desejam mais que qualquer coisa. Depositou a ponta de um dedo sobre, que se contraiu. Carolina, olhou para trás. Viu o rosto dele iluminado por um encantamento, que refletia o desejo que estava sentindo com relação ao seu rabo. Desejou,que ele ousasse e a tomasse naquele lugar, onde só objetos inanimado tinham tido a sorte de invadir. Sabia estar se derretendo por dentro, ansiosa para ser penetrada. Marcos se afastou um pouco para trás e se curvando direcionou a boca para a bunda ansiosa de Carolina. Beijou e apertou muito aquela extremidades pomposas. Passou a língua no rego dela e brincou com seu cu, que se contraia a cada toque. Se pondo entre suas pernas que separou, deitou sobre a jovem e procurou direcionar seu pênis para a boceta por trás. Depois de várias tentativas a glande se alojou na entrada da vagina. Marcos podia sentir o quanto aquele corpo sob o seu tremia. Carolina, com a cabeça sobre os braço, gemia e com intensa vibração, sentiu o membro invadir-lhe o sexo, deslizando até o fundo. Banhou o seu pedaço de prazer com sua seiva e se deixou foder. Estava satisfazendo um desejo de anos, que era estar se entregando a uma macho que a estimulasse, que a tomasse com desejo profundo. Marcos a fodeu com vontade redobrada, reconhecendo cada dobre do seu intimo, na vara úmida, que empurrava dentro dela. Depois de lhe proporcionar inúmeros gozos, ele retirou o pau da boceta e o encaminhou para seu cu. Ela olhou para ele com uma expressão de carinho e amor muito grande. Os dois, se olhando acompanharam a penetração anal, que fora lenta, mas firme, e ela não dera um grito sequer quando a cabeça entrou, arrastando atrás dela o resto do membro. Colou-se na bunda dela, latejando muito dentro do seu cu. Beijou-a na boca e depois fez o que achou ser o momento certo:
__ Estou apaixonado por você. Desde que te vi, você não me saiu da mente.
__ Eu também te amei a primeira vista e desejava muito chegar a ficar com você assim, dentro de mim, pulsante, me desejando, me querendo.
__Não quero te perder.
__Nunca me perderá. Mas deixe de falar e me foda com esse prazer que eu também estou sentindo e deixe dentro de mim a tua semente.
Marcos amor Carolina, até que foram avisados que o almoço estava na mesa.
Ela encontrara seu alivio sexual, mas também achara seu grande amor, e pretendia viver para ele.
Marcos, sabia que não haveria outra mulher em sua vida, que não fosse ela.
Ambos sabiam que tinham que viver aquele amor com intensidade. E iam fazer isso, para compensar qualquer diferença que pudesse existir. Ela provara a ele que o dinheiro não era tudo. Não podia impedir de se terem um ao outro.
Os dias foram se passando e o amor entre eles aumentando mais ainda, com ela
sendo audaciosa, exibicionista para alegria dele.A paz reinava.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:31 de março de 2015 23:31

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Pulando a Cerca

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Este texto foi lido 495 vezes desde sua publicação em 31/03/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

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  • Cintia
    Postado porCintiaem2 de abril de 2015 05:59

    Linda história.

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