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Do fundo do baú

Pecado é roubar, ou matar, trepar, não.

Marlene, uma garota de 21 anos, que estava prestes a casar, vivia uma situação que podia ser considerada, anormal. Sentia um enorme desejo pelo seu irmão, que era 1 ano, mais velho que ela. Para agravar mais, ela tinha plena certeza de que ele a desejava também. Dona Mirtes, mãe deles, percebera que algo fora do comum estava acontecendo na relação fraternal de seus filhos. Religiosa, passou a ficar atenta, não os deixando ficar sozinhos por nada.
Quando, Marlene, engatou um namoro, que se solidificou quando o rapaz a veio pedir em compromisso sério e acabaram ficando noivos com data marcada para casarem, ela ficou mais tranquila. Fez vistas grossas, quando surpreendeu, sua filha, praticando um guloso sexo oral no namorado em plena sala da casa. No seu interior, ela vibrou e até torceu para que ela desse logo a boceta para o futuro genro e ai as coisa ficariam ótimas. Por isso os deixava sozinhos indo dormir tranquila. Não se preocupava se os dois dormiam na sala. Acordava, antes que seu marido se levantasse para ir ao trabalho e os acordava.
Quem não estava nada satisfeito, com aquele noivado, era Estevão, irmão de Marlene. Já não podia tentar nada, para ver se ela estava a afim dele ou se apenas, parecia que estava. Desejava, sua irmã, procurando esquecer o vínculo sanguíneo que os unia. Ficava louco quando ela passeava pela casa de short, com um bustiê, que mal conseguiam cobrir, parte de seus enormes seios. Ele desconfiava que ela, queria vê-lo excitado, mas como não deixava evidenciado quais seus propósitos, ele ficava só observando.Notara que sua mãe não os deixa ficarem sozinho, sempre chamando um ou outro, para coisas sem sentido. Durante a noite, ele se masturbava pensando nela, ou depois de sair em silêncio e espionar o namoro dela. Ficava louco de raiva ao vê-la de seios expostos, sendo chupados pelo noivo. Voltava para o quarto excitado e tratava de se aliviar na punheta.
Marlene sempre torcia para seu noivo aparecer e assim acabar com o fogo proibido que a consumia, por desejar Estevão. Adorava, quando ele todo cheio de carinho, ia abrindo sua blusa e depois suspendia seu sutiã e começava a beijar os dois seios, antes de os tomar na boca. Ficava arrepiada e sentia que uma umidade quente deixava sua xoxota mais lubrificada. Achava engraçado a liberdade que sua mãe dava aos dois, pois podia trepar com seu noiva sem que ninguém aparecesse para atrapalhar. Seu noivo também notou isso e se aproveitou dessa oportunidade para ir mais fundo, onde tirou-lhe a calcinha e depois de chupar sua boceta, meteu-lhe a rola. Segurando os gemidos, ela se glorificou, pois tinha necessidade de aplacar aquela fome de sexo. A única coisa que não tinham feito era sexo anal, que ela não queria dar ao noivo de forma alguma. O tempo foi passando e a marcação cerrado sobre os filhos continuou. Uma tarde estavam, Marlene, Estevão e sua mãe na sala vendo televisão. Marlene, pegara uma almofada que estava sobre o colo da mãe e a colocara no de Estevão e se estirando, apoiou a cabeça sobre ela e ali ficou. Dona Mirtes, não se incomodou com aquele gesto e até gostou, de ver que se respeitavam. O que ela não pode sentir, Marlene sentiu.
Algo se movimentou sob sua cabeça, e ao colocar uma mão, como apoio, entre a cabeça e a almofada,que era muito fina, sentiu a pulsação do pau do irmão que endurecera. Olhou para ele, que via através do decote da blusa, os soberbos seios da irmã, comprimidos um contra o outro. Marlene olhou para a mãe, e vendo-a entretida com o que passava na tevê, puxou um pouco mais a blusa na frente deixando mais visível o que Estevão via. Procurou, sutilmente, levar a mão até eles e os deixar com os bicos exposto no raio de ação dos olhos do irmão. O pau cresceu mais ainda e Estevão teve a confirmação de quê, sua irmã também o queria. Marlene, ao colocar a mão sob a cabeça, procurou coloca-la em sentido inverso a que vinha estando, podendo assim, agarrar o mastro do irmão. Suspirou. profundamente, quando o conseguiu. Iniciou de forma imperceptível, á mãe, a masturbação do membro fraterno. Estevão, se contorcia, contidamente, apreciando aquela caricia que era complementada pela visão dos bicos dos seios, que Marlene o mostrava. Mas foi, quando ela, fazendo um malabarismo invisível, abriu-lhe a braguilha da calça e teve contato com a pele do seu pau, é que ambos vibraram, quase se delatando á mãe, que estava sonolenta no outro sofá.Com delicadeza, Marlene puxou o pau para fora da roupa e o teve na parte de trás da cabeça, oculto dos olhos da mãe. Se, perder a mesma de vista, ela elevou a cabeça até que trouxe o pau para a sua frente e ainda olhando para a mãe o lambeu e depois abocanhou a glande que se perdeu em sua boca. Estevão, fincou os pés no tapete,
e com osa dedos crispados no braço do sofá, ficou a mercê, da tortura oral da irmã. Marlene estava com a boceta, toda molhada, devido a excitação que aquele jogo perigoso estava lhe proporcionando. Mordiscou, os testículos, e depois voltou a meter o pau na boca, fazendo uma garganta profunda. Dona Mirtes, cochilava, tranquilamente, enquanto os dois se satisfaziam. Marlene tirou a boca do pau, para pedir que seu irmão acariciasse seus seios. Não devia ter pedido aquilo, pois o deixou por demais excitado, quando teve em suas mãos os seios maravilhosos, e isso acelerou o seu momento de contenção e ele sem poder se segurar, não teve nem tempo de avisa-la de que iria gozar, ejaculando em sua boca. Marlene entre surpresa e deliciada, engoliu toda porra que lhe inundou a boca. Suando muito, Estevão, procurou guardar a pica dentro da calça.Estava tremulo e levemente atordoado. Se olharam e ambos sorriram. O tesão entre eles cresceu e dali para afrente iriam arranjar um jeito de ficarem a sós e transarem prá valer. Marlene. com aquele ato ousado, ficara mais ansiosa para receber o irmão, dentro de si. passando a deseja-la, mais do que entes. Estevão por sua
vez, não pedia uma oportunidade sequer,procurando encostar na irmã, sem que a mãe notasse. Uma noite, estava namorando, e logo sua mãe se despediu, dizendo que iria se deitar, os deixando á sós. Marlene, sabia que seu noivo iria aproveitar aquela deixa, para fode-la. Estava cheia de amor para dar e receber, mas também sentia muito desejo de ter seu irmão ali. Estava cavalgando o pau do noivo e acelerando o máximo que pode provocou nele, a sua ejaculação, que diferentemente, das outras vezes, não acolheu dentro de si, deixando que ele gozasse em sua boca. Depois de alguns minutos, alegou que estava super cansada e que desejava dormir. Seu noivo se despediu e foi embora. Em silencio, ela fechou a porta de entrada e depois foi para o banheiro onde escovou os dentes, para tirar o cheiro da porra e depois, cautelosamente, foi até a porta do quarto do irmão, girou a maçaneta e entrou. Acendeu a luz. Estevão estava na cama deitado de costas inteiramente nu, ostentando o pau em repouso, no meio de uma mata de pelos. Fechou a porta com cuidado e passou o trinco, depois foi até a cama e se sentou ao lado do corpo. Se debruçou sobre ele e procurou a pica com a boca. A abocanhou sem fazer muita pressão e passou a suga-la. A mesma foi se enrijecendo e tomando conta da sua boca. Estevão acordou assustado e quando percebeu o que acontecia, voltou a se deitar, apreciando a travessura da sua irmã. Marlene, estava nua exibindo os dois melões, que os dedos de Estevão passaram a torcer os bicos, depois as mãos, massagearam as mamas. Marlene, afogueada como estava, sem tirar a pica da boca foi para cima do corpo do irmão e se escancarando sobre si, aproximou a boceta de seu rosto, para que chupasse. Estevão, mal podia acreditar que estava com aquela xoxota ao alcance de sua língua, Com os dedos separou, os grandes lábios e passou a lamber toda aquela tenra pele rosa, onde se podia ver a entrada vaginal e urinária, sendo que um pouco mais acima despontava aquele botão de ignição, que era seu clitóris. Lambia e chupava, enfiava a língua dentro da vagina e a sentia sair com uma certa viscosidade, que solvia, sentindo assim como era o gosto intimo, de sua mana querida. Marlene, adorava o que fazia, pois a pica do irmão era bem maior que a de seu noivo, e praticava uma garganta profunda naquela pica de gosto saboroso, que lhe invadia a alma e contristava a sua vagina, que era "comida" por quem a adorava. Fartos, de tantas chupações, se procuraram, e com ele se mantendo deitado, de pau em riste, ela se acocorou sobre o mesmo, com sua mão encaixando a glande, na abertura da sua vagina, arreando o tronco sobre a mesma, que foi sumindo em seu interior. Estevão, olhava para aquela cena e para o rosto de sua irmã que se transfigurava, cheio de prazer. Passou a cavalga-lo, quando ficou apoiada nas pernas, paralelas ao corpo do rapaz e sentia a pica entrando e saindo na velocidade que ela gostava. As mãos dele seguravam os seios dela, apertando-os levemente, dando a ela mais prazer. Olhava para o irmão, com os olhos soltando chispas de desejo. Levou uma das nãos á boca cuspindo nela e a levando até o rego da bunda, onde melou o seu cu e o penetrou com um e depois com dois dedos até o torna mais elástico. Quando o sentiu em condição de penetração, ergueu o corpo, retirando o pau de dentro de si e a seguir direcionou a pica para o seu outro canal. Foi aos poucos descendo o corpo, sentindo uma ardência com a invasão do seu ânus.Desceu o corpo até que os pelos tomassem contato com as suas nádegas. Esmagou delicadamente os testículos, vendo que o semblante de Estevão se modificava, em misto de dor e prazer. Depois de se sentir confortavelmente, com o pau pulsando em seu rabo, ela iniciou o sobe e desce sobre a pica, que quase saia da sua bunda e depois voltava a sumir dentro dela. Aquele vaivém se perpetuou até que ela se cansou e saindo de cima do irmão, se estirou no leito e se parando a bunda mandou que ele a possuísse de bruços. Estevão, olhava para o pau que entrava e saia do cu da irmã que com a fronha entre os dentes, gemia e tentava empinar a bunda de encontro a rola que lhe invadia. Marlene, estava molhando o lençol da cama, com os diversos gozos que tivera. Seu corpo, estava tremulo, sob o do irmão, suava abundantemente. O embalo do entra e sai daquele reduto, que ela sempre sonhara em dar ao irmão, se preparou para receber sua recompensa líquida, em forma de jatos. Quando iniciou a ejaculação, Estevão pensou que iria se diluir em porra, tal era o volume expelido. Resfolegando, se deixou cair sobre o corpo da irmã, expulsando as ultimas gotas de esperma.
Marlene, com o cu expelindo porra, agora mais diluída, se levantou, beijou a boca do irmão e foi em direção a porta que abriu, espiou o corredor e saiu.
Deitada em sua cama, ela de bruços, estava com os dedos atolados dentro do rabo, misturando aquele caldo que o seu irmão deixara dentro dela. Assim dormiu.
No dia seguinte, sua mãe quis saber á que horas o noivo da filha tinha ido embora. Marlene, ainda vibrava com o que fizera durante a madrugada e na maior cara de pau, disse a mãe que fazia pouco tempo que o noivo se fora. Dona Mirtes, sorriu satisfeita. Continuava vigilante.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:26 de maio de 2015 17:31

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Comentários

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  • nilse
    Postado pornilseem16 de novembro de 2016 16:37

    Transa maravilhosa e que me deu muito tesão. Contos eróticos de incesto irmã metendo com seu irmão, maiores de idade, tudo de bom e muito gostoso.Lendo fico muito excitada. Escrevam mais histórias como esta são minhas preferidas.

    Nilse, solteira, 21 anos.

  • Tony
    Postado porTonyem26 de maio de 2015 20:28

    Embora trata-se de um incesto foi uma história muito provocante!

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