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Pecado ou impulso sexual

Nossos pais foram visitar um parente na cidade de Campinas que não estava muito bem de saúde. Como não apreciávamos muito esse negócio de visitar doente resolvemos que eu e Astride ficaríamos em casa.Astride tem 18 anos, é bonita, muito gostosa e nos damos muito bem. Tudo que fazemos é combinado, até o fato de a noite eu trazer uma ou outra garota para foder em meu quarto ela me ajudava. Claro que eu procurava também dar um ajuda para os rapazes que ela queria passar a noite com eles. Eramos dois putos, isso sim. Ela me confidenciava tudo, inclusive a tara que tinha por pinto grande. Um dia eu lhe disse que o meu era bem grande e ela quis ver. Não me fiz de rogado e tirando o pau para fora o mostrei a ela que passou até a língua nos lábios. Me parabenizou dizendo que as cara que trepavam comigo eram sortudas. Fiquei a imagina, se o meu pau impressionara ela como seria o pau dos cara com quem trepava.E assim íamos vivendo. Como nossos pais não estavam resolvemos arrumar nossos quartos. Primeiro foi o dela que deixamos primoroso e depois passamos para o meu. Ela ficou admirada por encontrar inúmeras revistas pornôs bem como calcinhas das minhas trepadas. Quis saber o que eu sentia em ter aquelas peças e eu lhe disse que era gostoso procurar sentir o cheiro de cada uma delas e saber a quem pertencia e o que fizemos naquele quarto. Quis saber se era possível mesmo saber a quem pertencera cada peça e eu lhe disse que eu sabia. Ela duvidou e eu lhe disse que se ela tirasse a dela e misturasse bem com as outras que eu saberia qual era.Pediu-me para ficar de costas para que pudesse tirar sua calcinha e eu não a ver. A tarefa não ia ser fácil, mas na verdade eu não conhecia as calcinhas ou melhor as donas das calcinhas pelo cheiro. Era tudo igual. Mas eu tinha que provar a ela que eu saberia qual era a dela. Depois de muito misturar ela sentou-se na minha cama e mandou que eu descobrisse qual era a peça que ela tinha tirado. O que ela não sabia é que eu não seria capaz de adivinhar nada se não fosse viciado em cheira-la na hora da punheta. Já as conhecia de cor e saberia portanto qual a nova a ser colocada entre elas.Fingi que estava procurando e por fim disse-lhe qual era a sua, para seu espanto já que as calcinha eram quase que todas iguais.Ela levantou-se de onde estava e passando por mim deu uma volta e sorrindo disse:
___Você não deixa escapar nem sua irmã, seu tarado.
___Claro que não. Você é minha irmã. - retruquei
___Não é o que parece. Você ficou excitado só de cheirar a minha calcinha.
___Não fiquei excitado.
__Ah é? Então me mostre. Tire ele para fora para ver se não esta duro.Vamos, deixa eu ver.
Vendo que eu não me decidia ela se aproximou e acocorando-se a minha frente abriu minha calça metendo a mão e depois de baixar a cueca pegou no meu pau que estava super duro e o tirou para fora. Me olhou sorriu e se pôs a admirar o meu pau toda enamorada, embevecida com o que tinha diante de si. Aproximou a boca da cabeça do pau e deu um beijo nela e se levantando saiu. Fiquei sem saber como agir e quando recuperei a noção me vi com o pau na mão. Deitei na cama e de olhos fechados fiquei vendo a cena do beijo na cabeça do meu pau.Estava gostoso alisar o pau pensando na minha deliciosa irmã quando senti a cama sacudir ao olhar para o lado vi Astride de bruços do outro lado me olhando. Parei e ia guardar o membro, porém ela esticou a mão e impediu dizendo:
___Continua. Bate uma punheta para mim. Adoro quando os caras fazem isso. Fico eufórica com a porra jorrando. Vai, bate para sua irmãzinha. Ah, esta amolecendo. Olha vou te dar um estimulo. - ao dizer isso levantou o bustiê e expôs dois seios belíssimo de bicos marrons eretos. - Veja o que tenho para você. Não são bonitos? Vem coloca a mão neles. Isso...que gostoso é sentir sua mão neles.Veja como seu pau estava ficando duro...vai meu amor bate uma punheta para mim.Ou você quer ver mais?
Astride se levantou e tirou toda a roupa ficando núa para me excitar mais do que já estava. Ela estava linda, maravilhosa com sua nudez provocante. Me despi também enquanto ela se deitava e me olhava se acariciando nos pentelhos. Desceu um dedo e tocou o seu grelinho estremecendo toda. Me chamou para junto dela elevando o busto dando entender que queria os seios chupados. Fui as estrelas e desci ao tomar na boca aquelas delicias e ouvir os gemidos de minha irmã. Deixei seus seios avermelhados de tanto chupar e fui descendo até seus pentelhos sedosos e cheiroso. Tava na cara que ela tinha ido se perfumar quando saiu do quarto. Quase me embriaguei com a mistura dos odores e descendo mais um pouquinho vi que seu clitóris estava fora da bainha despontando brilhante. Toquei com a ponta da língua e ela se contorceu toda jogando o sexo contra minha boca. Chupei seu sexo molhado, mordiquei seus lábios vaginal e ansioso a virei de bruços e admirei sua belas nádegas. Ela atrevidamente levou as mãos atrás e separou a bunda me permitindo ver as pregas que se contraiam convidando a uma penetração. Beijei aquela delicia e a lambi. Astride gemia e se debatia e empinava a bunda a cada lambida. Meu pau doía e eu temia não suportar por muito tempo em perguntei:
__Você quer que eu foda seu cú?
Como resposta ela apenas empinou mais a bunda. Abri a gaveta do criado mudo e peguei o gel intimo e o coloquei sobre seu ânus e com um dedo fui lubrificando-o internamente, pois passei no pau inteiro e me postei sobre sua bunda.Astride com uma das mão colocou a cabeça de pica bem sobre as pregas e foi empinando a bunda forçando ela mesma a penetração.Senti a pica ir entrando e pouco depois estava toda dentro. Debrucei-me sobre suas costas a enlacei por baixo dos seios e comecei a me movimentar sobre si. Ela não parava de gemer e mordia o travesseiro para não gritar. Bombei seu cú até sentir que não me controlaria mais. Os jatos de porra saíram até doloridos e inundaram o reto de minha irmã. Saciados ficamos um bom tempo ainda preso um ao outro e como não amolecia retirei o pau de seu cú e me coloquei do lado dela. Nos beijamos muito e nos acariciamos sem reservas demonstrando o carinho e prazer que tínhamos um com o outro. Somos ainda hoje felizes com nossa intimidade.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:30 de dezembro de 2014 13:19

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Jovens

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