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Do fundo do baú

Perdoe-me meu amor, o tesão foi mais forte

Caminhando debaixo da chuva fina, eu rumava para o destino que nunca deveria ter desprezado. Como pude ser tão ingênua e acreditar que tudo aquilo não passava de uma ilusão, que não perduraria para sempre. As vezes cometemos loucuras, que uns chamam de loucuras de amor, mas quer saber da verdade não passa de burrice. Antes de tomarmos uma decisão, que implicar em nosso futuro e de alguém mais que nos ama de verdade, devemos pensar e repensar. Um sentimento de culpa se instalara dentro de mim e eu não sabia como deveria agir até dar aquele telefonema.Mas sabe como tudo aconteceu, o quê me levou a estar retornando para ver se conseguia um perdão? Vamos lá!

" A festa de formatura, estava decorrendo da forma como tínhamos planejado. Um conjunto cover tocava as músicas mais famosas do grupo e o pessoal curtia muito, pois o que os impedia de serem os originais, era o cachê. A euforia tomava conta de todos, principalmente as meninas, pois os caras que tocavam eram uns gatos, principalmente o vocalista, que não tirava os olhos de mim. Não sabia por que, mas o seu olhar me deixava desnorteada e preferi ficar de costas para eles a fim de não me trair e alguém acabar percebendo. Esse alguém que eu me referia era Rosana, uma mulher com quem eu me relacionava a algum tempo.Ela me tinha como se fosse uma deusa e me satisfazia todas as vontades. Nos assumimos numa boa e ela me deixou livre para decidir se ia morar com ela ou se preferia cada um em seu canto. Optei por ficar com ela, apesar de minha família ter sido radicalmente contra, pois não admitiam que sua querida caçulinha fosse lésbica. Mandei todos a merda e me mudei para a casa de Rosana, no subúrbio da cidade. Arrumei um emprego e o dinheiro que ganhava, ajudava ela a pagar o lugar onde vivíamos e nos amávamos. A felicidade reinava entre nós. Estudávamos a noite na mesma escola e por isso mesmo íamos e vinhamos juntas. Eu nunca havia imaginado que viver ao lado de outra mulher, maritalmente falando, pudesse ser tão alvissareiro. A amorosidade,daquela mulher, sua garra em querer sempre aprender me prendia a ela como lêndea nos cabelos. Quando queria me ter, preparava o ambiente com flores, vinho, luz de velas aromáticas e me surpreendia, sempre com lingeries belíssimas, que depois de me dar um banho bem gosto, fazia questão que eu as vestisse e me preparasse para uma noitada de amor. Eu adorava, aquela devoção e consequentemente aquela magia que ela conseguir soltar no ar.Quando me tomava em seus braços e me beijava de modo tão singelo, transmitia o desejo que estava sentindo, só no olhar. Quando suas mãos acariciavam, sobre o tecido fino, os meus seios, ela gostava de brincar com os bicos que sob aquela diáfana cobertura, se destacavam. Ela se curvava e os prendia entre os lábios, mesmo sem os expor e me deixava extasiada com a forma gostosa que os comprimia. Passeava a mãos pelas minhas coxas, raspava de leve minha pele com as unhas, provocando aquele arrepio que a deleitava, pois insistia, até chegar perto da minha xoxota, onde dava aquele volteio e se dirigia para o cós, da peça que protegia a parte de baixo do meu corpo, e descendo-a, passava a acariciar meu púbis. Gostava de dar tapinhas no meu monte de vênus, o que deixava louca de tesão e depois mergulhava a mão entre minhas coxas e apertava o meu sexo com uma certa pressão e assim me obrigava a prender sua mão, fechando as pernas. Me estirava, sobre a cama ou sofá, até no piso e ia retirar o short de dormir que eu estava usando e separando minhas pernas, vinha de mansinho, como uma gata manhosa, me beijando a perna depois a coxa e na confluência dela, passava a língua, deixando que uma parte dela tocasse em um dos lábios de minha boceta.Era deliciosamente torturante esse processo impingido ao meu sexo, mas me dava condições de sentir as contrações vulvares que antecipavam um gozo. As vezes eu saia daquele ato torturante, prendendo a cabeça dela com as mãos e a forçando de encontro ao meu sexo e o esfregava em sua boca, nariz e onde mais desse, pois estava tendo um violento orgasmo. Era delicioso quando ela me mordia lá embaixo, ou com lábios, procurava puxar o meu clitóris em destaque. Eu ficava insana e delirantemente gritava, esperneava, mas mantinha ela ali, me sugando bebendo tudo que eu expelida de dentro do meu sexo tremulo como gelatina. Seus dedos, quando se insinuavam em minha vagina, tocado as paredes, procurando o meu ponto G, que ela encontrava e que por duas vezes me levara a ter um desmaio de tão intenso que fora o toque, fazia com eu sentisse que ela era única a me dar amor e prazer. Não exigia muito, apenas queria me amar e me dar saciedade no que fosse referente a sexo. Eu também gostava de toca-la. Notar em seu olhar esgazeado que atingira um de seus pontos fracos, fazendo com que ela deixasse de ser aquela mulher durona, mas adocicada quando era para servir, e passasse a ser a servida naquele mundo que ela se desenvolvia tão bem. Gostava de acariciar seu rosto e nele distribuir beijos, sugar sua boca, morder seus lábios. Uma vez eu quis demonstrar-lhe que a desejava tanto, que seu lábio sangrou. Ela sorriu e disse que eu podia sangra-la até morrer, só queria ficar do meu lado e ter-me para ela. Quantas vezes ao estar possuindo, enfiando meus dedos dentro da sua boceta ou mesmo em seu cu, eu falava que ela era o meu único amor. Eu falava no embalo da loucura sexual, mas também sentia que era verdadeira no que falava. Amava aquela mulher e tinha um grande respeito por ela. Então...
Durante a noite toda, eu procurei ficar o mais distante possível do palco, onde o conjunto se apresentava. Rosana andava de um lado para o outro, conversando com as amigas e amigos. O conjunto tinha dado uma pausa e eu aproveitei para ir até a lanchonete onde pretendia pegar uma bebida. De posse do refrigerante, o bebericava, quando alguém encostou do meu lado e puxou conversa.
__O quê faz, uma menina tão bonita, isolada dos demais? Não curte nossas músicas?
Olhei para o lado e me deparei com o vocalista do conjunto. Era um cara moreno alto, bonito, olhar de macho dominador e que tinha um sorriso perturbador.Por instante fiquei sem ação e com o coração disparado, depois reagi, diante do olhar curioso do cara que estava servindo na lanchonete e sabia do meu caso com Rosana. Retruquei nervosa por ver que ele mexia comigo:
__As músicas nem são suas. Vocês são cover já se esqueceu?
__Puxa! Muito obrigado por me lembrar. - disse irônico - Mas torno a perguntar, o que faz aqui sozinha?
__Acho que não lhe devo satisfações.
__Meu Deus, como você tem a língua afiada. Brigou com o namorado?
__ Não! Não briguei com ninguém, muito menos com namorado, que não tenho.É n-a-m-o-r-a-d-a. - soletrei, vendo que ela ficara meio que decepcionado.
__Ok! OK! Não precisa me agredir. Peço desculpas.
Coincidência ou não Rosana chegou até nós e me enlaçando pela cintura perguntou se estava tudo bem, já que me vira agitada e viera conferir o que estava acontecendo.
__ É que o distinto cavalheiro queria conhecer a minha namorada. Pois bem aqui esta ela - disse olhando para o rosto dele que ficou vermelho.
__Muito prazer! Carlos.
Rosana percebeu que a apresentação fora irônica e por isso mesmo disse-me:
__Vamos encontrar as meninas?
Não pude deixar de ficar com dó de Carlos, mas também estava satisfeita por me ver livre de um cara chato. No entanto a noite toda ele não tirava os olhos de mim e eu dele. Era até um contra-senso o que estava ocorrendo. A verdade era que ele não saia da minha cabeça e sempre que podia, de onde estivesse, lançava olhares para o palco. Quando nossos olhares se encontravam, eu sentia uma contração no baixo ventre, que chegava a incomodar. E fora numa dessas olhadas que ele me fez um sinal imperceptível em direção da lanchonete. Abaixei a cabeça e não respondi que iria ao encontro, mas ele sabia que eu iria e eu também. Quando pararam de tocar para tomar um folego, ele desapareceu do palco e eu já sabia onde tinha ido. Procurei Rosana com o olhar e não vendo-a, fui saindo de fininho e pouco depois estava diante da lanchonete, que estava sem ninguém por perto. Tinha me enganado com o sinal de Carlos. Já estava voltando, quando ele surgiu de trás da edificação e me chamou com um psiu. Voltei-me e o vi. Meu coração bombeou sangue com mais força e sem pensar muito fui até ele. Carlos tomou minha mão e me puxou para um lugar fora das vistas de quem quer que fosse e não perdeu tempo com conversa fiada. Me abraçou e buscou minha boca, num beijo que me fritou os miolos e me fez viajar num titanic de desejos. Ele me prensava
contra a parede colocando uma de suas pernas entre as minhas. Não me deixava respirar, sufocando-me em beijos sucessivos. Lá embaixo, comecei a notar que algo ficava duro passando a me deixar sem noção do que fazia, não comigo, mas com a minha doce Rosana. Sem saber exatamente por que, comecei a rebolar na pica dele que ficava cada vez mais dura. A boca de Carlos resvalava pelo meu pescoço e quando tive um tino de consciência, apenas consegui murmurar:
__Por favor não me deixe marcas.
Ele deixou meu pescoço e foi logo abrindo minha blusa. Inerte e desejando tudo aquilo, eu o vi baixar meu sutiã e abocanhar meus seios, sem se preocupar em ser suave no trato deles. Ainda, sob o efeito daquela carícia que sempre me enlouquecia, quando Rosana a praticava, levei a mão até a braguilha da calça e apertei aquela deformidade que se agigantava cada vez mais.Minha pulsação estava a mil, quando Carlos libertou aquela rola , que meus dedos apertaram, tateando cada pedacinho dela, analisando sua delicada textura. Suspirei profundamente, quando Carlos pediu que eu o chupasse. Me agachei e mesmo naquele lugar pouco iluminado, pude ver a beleza do pênis que estava em minha mão. Abri a boca e a cheguei até a glande, que sumiu dentro dela levando atrás parte da enorme rola que latejava muito. Apliquei-lhe um senhor boquete, com idas e vindas alucinantes e não demorou muito para que ele, Carlos, me recompensar com uma esporrada que me fez engasgar. Retirou o pau de minha boca e antes de se retirar disse apressado:
__Não pense que acabou. Te quero. Vamos nos encontrar em um outro local mais sossegado. Quando estiver passando pelo palco, disfarce e me passe seu celular. -disse saindo em disparada pois os instrumentos já começavam a se fazer ouvir.Ainda com a boca cheia de porra, eu ficara por bom tempo ali encostada á parede e de olhos fechados, me recompunha ainda sonhando com tudo aquilo que tinha acontecido. Vê-lo novamente era tudo que eu queria. Queria senti-lo por inteiro dentro de mim, precisava daquele pau me penetrando. Terminei de me ajeitar e depois de me certificar de que não havia ninguém por perto, fui em direção a porta que levava para dentro do salão. Peguei um copo de cerveja e o tomei, tendo o cuidado de fazer um bom bochecho a fim de apagar qualquer
vestígio do que tinha ingerido antes atrás da lanchonete. No decorrer do show eu tive a chance de jogar um papel dobrado bem aos pés de Carlos. Ao limpar o suor da testa ele deixou propositadamente o lenço cair e quando apanhou o papel foi com o mesmo para seu bolso. Aquele dia, que amanhecera bonito, quando chegamos em casa, depois de um bom banho Rosana quisera fazer amor, mas eu estava ainda com todo o corpo emanando o contato com Carlos, que me recusei, com medo de me trair. Ela não estranhou, achou que eu estava muito cansada. Fomos tirar uma soneca.
Á tarde meu celular vibrou, dei uma ida ao banheiro e verifiquei ser Carlos a me ligar. O papo fora breve. Ele me esperava na praça num carro de cor vinho. Consultei o horário e vi que tinha menos de meia hora para me aprontar e ir ao seu encontro. Dei uma desculpa á Rosana alegando que iria visitar minha família, pois achava que estavam precisando de mim. Rosana, sabia que minhas intuições nunca falhava e por isso acreditou piamente. Não fez menção de querer ir o que me deixou aliviada. Me arrumei, colocando minha peças intimas ainda sem usar,que Rosana tinha comprado para mim e pouco depois, entrava no carro de Carlos. Fomos para um dos motéis mais luxuosos da região. A suite era deslumbrante , com um belo jardim e água que caía de uma cascata incrustada na parede ao lado do banheiro e box. Luzes indiretas, um frigo bar abastecido, lubrificantes zerado e camisinhas de boa marca em sua caixa padrão, formavam o cenário daquele lugar.
Carlos era muito senhor de si e não gostava de perder tempo. Me deixara nua e num belo 69 me fazia subir pelas paredes. Ter aquele pau delicioso na boca e ao mesmo tempo sentindo as chupadas daquela boca na bocete, eu estava indo além da imaginação e já n]ão pensava com remorsos que estava traindo Rosana, apenas me deixava envolver por toda aquela magia que m,e fazia vibrar com o pau dele na boca. Seu atrevimento era tamanho que ele enfiava um dedo em meu cu, me deixando em ponto de bala. Poucas vezes, me dirigiam atenção ao meu rabo, que era muito bonito, onde o meu cu era o ponto de convergência para o despertar da minha outra parte da libido. Quando senti que dois dedos entravam e saiam do meu furo, já com uma certa facilidade, criei a expetativa de que seria enrabada. Quando Carlos me colocou de costas na cama, pegou um preservativo e colocou no pau desenrolando até um pouco mais da metade, Como era lubrificada, ele se posicionou entre minhas pernas que estavam elevada, encaixou a glande na minha xoxota e me penetrou profundamente. Enlacei-o com as pernas cruzadas a suas costas e ele passou a martelar a pica dentro de mim, num atrito que me fazia vibrar muito. Sua boca não para de me provocar, com beijos ou chupadas nos seios.Abracei-me a ele e ficamos naquele vaivém e nos gozos que eu tinha de tempos em tempos. Era demais, trepar com aquele cara e ele sabia que tinha me dominado. Depois de algum tempo martelando o meu sexo ele me pediu o esperado, ou seja, desejava comer o meu cu. Pedi que o fizesse mais com jeito pois era novata no assunto. Ele me pediu para ficar de quatro e relaxar. Pegou, então o lubrificante passando em meu cu e na rola protegida. Ficou atrás de mim direcionando a cabeça da pica para o meu buraco anal. Como tinha me preparado antes, a penetração não fora tão traumática, e apesar de arder um pouco, acolhi no reto aquele músculo poderoso. Perdi a noção do tempo, mas me vi num desencadear de muitas sensações que não tivera antes. Eu já executava movimentos que iam de encontro ao pau o sentindo ir bem fundo. Da minha xoxota, escorria um líquido que descia pela perna. Minha boceta latejava e toca-la era sofrer no paraíso, pois a comichão que provocava naquele lugar era irracional. Carlos se dedicou a foder meu cu, gemendo e dizendo que nunca tivera a chance comer um cu como o meu. A cada fala dele eu me derretia e pedia que me fodesse com mais energia. Então ele acelerou e depois ficando quieto, passou a pulsa em meu cu. Gozara muito enchendo o deposito da camisinha. Se retirou do meu cu e tirou a camisinha com o esperma dentro o jogando no cestinho ao lado da cama. Estava com a pica dura ainda, dando pinote no ar. Me acerquei dela e a tomei na boca. Carlos urrou como um cervo no cio e tremendo muito executou uns dois movimentos de foda em minha boca, antes de se deixar ficar inerte ao meu lado.
Passamos nos encontrar, quase que diariamente a saída do trabalho. Ou trepávamos no carro, ou então íamos a um motel. Comecei a chegar em casa muito depois de Rosana e ela começando a ficar desconfiada. Dois meses depois, eu a deixava para ir morar com Carlos e viver uma vida á dois. Rosana chorara muito e disse que já havia desconfiado, que o meu comportamento estava ficando distorcido de como era no inicio. Não queria me prender a força, junto dela e por isso mesmo me deixava, apesar de me amar muito e de achar que sabia que eu a amava e estava só iludida com Carlos, não desejava que eu ficasse com ela naquela dúvida. Maldita hora, que ela abriu mão de me reter junto dela.
Nos três primeiros meses,Carlos se mostrou o cara mais legal do mundo me distribuindo atenções e me fodendo com todo seu vigor, me deixando as vezes prostrada sobre a cama. Eu vivia um mar de rosa. Não me esquecia de Rosana e telefonava para ela a fim de saber como ela estava. Ela sempre queria saber se eu estava bem também e nunca me tratara mal, mas eu sentia que ela sofria e por isso mesmo resolvera não lhe ligar mais.
Um dia, cinco meses depois estava fazendo sexo oral em Carlos, quando me veio um enjoo muito grande, Sai da cama correndo e mal cheguei a levantar a tampa do sanitário coloquei a comida do dia anterior para fora. Me assustei. Aquilo só poderia ser uma coisa. Fui na farmácia e comprei um teste. Chegando em casa, li as instruções e depois fui para o banheiro verificar se as suspeitas eram verdadeiras. Olhei para o aparelho e fiquei num misto de alegria e medo.Estava grávida. Quando Carlos chegou eu disse que tinha uma grande surpresa a lhe revelar. Quando soube que eu estava grávida, percebi que tudo estava acabado. Ele me olhou e sorrindo disse:
__Esse filho é meu?
Olhei para ela e senti um gelo no coração, que desabei em choro convulsivo.
__Ora não me venha com lamentações. Esse choro não quer dizer nada. Repito, esse filho é meu?
O sangue ferveu nas veias e sem pensar nas consequências voei em direção ao rosto dele, arranhando-o.
__Sua piranha, filha da puta. Meu rosto é meu ganha pão.Vou...
__Vai o que seu desgraçado. Como ousa duvidar de mim, achando que o filho não é seu, se só você me comeu até hoje. Você pensa que eu te trai, é?
__Neste assunto você é diplomada. Não foi isso que fez com sua amiga sapata? Por que não faria isso comigo?
__Devia, sabia? Devia, poios você não merece menos que isso. Mas você tem razão de suspeitar de mim. Deixei a companhia de um anjo, para ficar com o capeta.
__Pois volte para ela, por que não vou assumir filho algum. Não nasci para ser pai precoce.
Aquelas palavras me doeram muito. Fui para o quarto e comecei a fazer minha mala. Não pretendia ficar ali nem mais um dia.
Caminhava pela calçada e recebia no rosto a chuva fina que caia naquele inicio de noite. Estava sem rumo até então, mas meus passos estavam me levando para um lugar determinado. Parei elevando a mão ao celular fiquei na duvida, depois acariciei o ventre e não tive dúvidas. Era a unica pessoa que poderia me ajudar.
Quando ouvi sua voz do outro lado falando meu nome, fiquei em dúvidas se lhe pedia auxilio. Mas quando ela me perguntou por que tinha sumido e se estava bem se precisava de alguma coisa, não aguentei e comecei a chorar. Do outro lado Rosana se desesperou e pediu que eu dissesse onde me encontrava que viria até mim.Disse-lhe que estava perto de sua casa e que se ela pudesse me dar abrigo eu iria até ela.O que ouvi, me deixou mais desconcertada:
__Tudo permanece como você deixou. O teu cantinho está aqui.Estou te esperando.
Meu coração se apertou e eu deixei escapar:
__Estou grávida!
__Grávida? Quer dizer que vou ser mamãe também? Que legal. Venha o mais rápido possível. Não quer que vá te buscar? Esta chovendo? Você não pode se molhar. Não está com frio? - ela desembestou a falar que tive que interrompe-la:
__Calma sua boba. Estou bem e já estou vendo a ...nossa casa.
Com a porta aberta ela estava me esperando no alpendre. Eu não sabia se eram só os pingos da chuva que rolavam pelo meu ou lágrima de arrependimento e ao mesmo tempo de gratidão. Ali pronta para me receber de braços abertos estava quem me amava de verdade. Alguém a quem de joelhos eu ia dizer:
__Perdoe-me meu amor, o tesão foi mais forte!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:17 de abril de 2015 14:06

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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