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Do fundo do baú

Por trás das grades outra sequência perdida

Quando o sono veio, ele se recolheu ao seu quarto e estava quase dormindo, quando se lembrou da carta.
Começou a ler, quase não acreditando no que estava escrito ali:
" Querido Flávio
Fiquei muito contente por receber noticias suas e saber que você pode até me visitar, mas que acha que eu ficaria constrangida, por não seu qual razão. Gostaria de te-lo aqui a me visitar. Não digo que estou num inferno, por ser bem tratada ao seguir todas as normais do regimento carcerário, mas também não me sinto dentro da minha felicidade plena, por estar aqui e os meus mais chegados estarem ai fora se distanciando de mim. Por bom comportamento e pelos dias trabalhados, acredito que mais uns cinco anos eu terei que aturar tudo isso. Sabia que me lembro de você? Verdade. Me lembro das paqueras, e daquele memorável cinema que fomos, onde ficamos mais a vontade e pudemos sentir um o corpo do outro. Ainda hoje lembro do teu gosto em minha boca, sabia? Como fui idiota de não ficar contigo, preferindo a banalidade que acabou por me trazer para cá, onde estou vendo o sol nascer quadrado, isso quando vejo, né? Por favor, se puder e quiser, venha me visitar. Será um oásis neste deserto gradeado. Olha se quiser me ver mais intimamente, podemos resolver isso, tá? Brincadeirinha. Sei que não se interessa mais por mim. Mas mesmo assim sera muito bom te ver. Te espero ansiosamente. Beijos, Mirela."
Os dias se passaram e aquelas palavras eram relidas várias vezes, questionando o que poderiam significar depois de tudo. Por que ela se lembrava daquela noite no cinema. O que deveria fazer?

A fila era enorme, dobrando quarteirão. O que mais era estranho de se ver, era o fato de entre centenas de pessoas ali, 99% eram do sexo feminino. Quando passaram pela rigorosa revista, seguiram por um corredor, onde portas estavam se abrindo permitindo que uma certa leva de pessoas adentrassem para o pavilhão que os permitiria chagar ao pátio onde as detentas esperavam por seu familiares. Para Flávio que se via num lugar daquele pela primeira vez, tudo era muito claustrófobo. Acompanhado de seu amigo, se esgueirava das pessoas que estavam ali. Era um número igual de pessoas vestidas do mesmo jeito, ou seja com o uniforme da penitenciaria, com os visitantes multicores. Daniel, avistou sua irmã, que se aproximou correndo o abraçando fortemente. Depois disso, ela com um olhar, que expressava o que estava sentindo por ver quem estava diante de si, se lançou ao pescoço de Flávio e o beijou ardorosamente, arrancando até ovação, de algumas detentas que a conhecia muito bem.
__Desculpe. -disse ela assim que se separou de Flávio - Me perdoe pelo atrevimento, não queira constrange-lo.
__Esquece. Como você esta? - perguntou, notando que a mesma estava um pouco mais magra, mas com um belo rosto, bem maquiada e cabelos tratados. Seu corpo ainda não tinha uma definição devido as roupas que usava.
__Vou vivendo, né. - deu de ombros. Sentou-se no degrau e foi abrir a sacola que seu irmão trouxera. Depois que viu tudo, agradeceu.
Flávio, a olhava e procurava, naquele rosto, um pouco da jovem rebelde e que com ele trocara carícias ousadas dentro de uma sala de projeção, saindo com a boca cheia de esperma.
__Que foi? Esta me olhando de um jeito, como se eu não fosse eu.
__Apesar o lugar onde estas, continua linda - soltou ele, com toda sinceridade. Surpreendeu Mirela, que ficou corada.
__Obrigada. Isso foi bom de ouvir.
__Olha isso é para você.-disse estendendo uma caixa toda desfeita. Desculpe por estar assim mas...
__ Não se preocupe. A revista qui é...oh, bombons. Meu Deus que delicia. Nossa, que belo presente você me deu. Obrigada. -disse quase se lançando em seus braços, mas se conteve. - Vou comer um agora mesmo.
Ela disse que iria comer só um, mas não pode resistir e acabou deixando a caixa pela metade. Daniel, dera uma desculpa, dizendo que iria ficar com uma detenta que conhecera a muito tempo ali e se afastou deixando os dois sozinhos. Lançando olhares fortuitos cada um se analisava, achando as características do outro, diferenciada. Quem mais estava empolgada era Mirela.
__Namorando?
__Não.
__Nenhuma paquera. Uma bolinadinha?
__Não! Nada. Estou sozinho.
__Mas por quê? Eras tão impetuoso.
__Com quem? - disse encostando-a na parede.
__Era para valer o que você tentava comigo?
__Claro.
__Mesmo depois do cinema?
__Ai, é que eu te queria. Não conseguia, pensar em uma outra pessoa me dando tanto prazer a ponto de me fazer gozar.Passei a te desejar mais que antes, após aquele episódio.
__ Caramba!. Como fui estupida. Trocar você por nada, ou seja por isso aqui. Nunca vou me perdoar.
Sorriram e Mirela se levantando, pegou tudo que ganhou e com a mão desocupada, segurou na de Flavio e o puxou para segui-la. Entraram nas alas das celas. Algumas, poucas, estava com uma cortina descerrada e Mirela explicou, que ali estavam tendo visita intima. De fato se podia ouvir gemidos, que não eram de sofrimento, mas de prazer, quando passavam perto de alguma, naquelas condições. Chegaram em uma que estava aberta e vazia. Era bem cuidada, com as coisa no lugar e com beliches. Ali dormiam quatro detentas. Sentaram em uma delas e Mirela colocou a mão na coxa de Flávio. Este olhou para ela e se sentiram atraídos, se jogando um nos braços do outro. Diferente do beijo
no pátio, aquele fora mais saboroso, com gosto de chocolate.A mão dela procurou localizar, o gigante que começava a acordar. Mirela, levantou-se e foi até um canto da entrada da cela e descerrou uma cortina que impedia a visão do que poderia ocorrer ali aos de fora. Sem saber se era o que ele desejava, ela começou a abrir a parte superior do uniforme penitenciário que deixou ver por baixo, que ela usava uma camiseta branca, onde os bicos dos seio marcavam atrevidamente. Não usava sutiã, e isso foi constatado quando aquela peça foi levantada e tirada pela cabeça. Os seios dela, agora eram bem maiores que na época do cinema, e os bicos se tornaram harmoniosos com os bojos. Estavam mais caídos, mas belos assim mesmo. Uma tentação. Mirela, meteu os dedos no cós da calça e a desceu, arrastando também uma calcinha de bom gosto fazendo surgir um belo baixo ventre, onde uma risca de pelos indicava o caminho das "índias". Possuía coxas torneadas que se juntavam em um vértice onde já dava para se perceber o sexo dela.
__ Vai ficar ai sem se dar conta de que te quero - disse ela sorrindo.
__ Não posso admirar a formosura que você é? Estás uma delicia, mais gostosa que antes, sabia?
__ Você não esta falando isso só para me agradar, né?- corando
Flávio, nada disse, apenas começou a se despir, mostrando para ela o quanto estava excitado. Quando se viu a vontade, segurou no pau e o balançando disse:
__ Isso responde a sua pergunta?
Andando nas pontas dos pés, ela se aproximou, dele e segurando em seu pênis o puxou para si com a outra mão o beijando. Flávio, a agarrou com firmeza começando a alisar a bunda de Mirela. A levou para a cama e ainda a beijando começou a dedilhar o clitóris dela. Seus seios macios, eram chupados e sugados nos bicos como se ali vertesse leite. Num intervalo dos beijos e sugação, Mirela pediu a Flávio que se levantasse pois desejava o ter na boca. Sentada no leito, ela tinha na boca a glande daquele membro, que levou até a garganta. Depois passou a lamber toda a extensão do mastro até chegar aos pentelhos e deste aos ovos que meteu na boca um após o outro. Depois que se cansou da chupeta, se ajoelhou sobre a cama expondo o belo traseiro, olhou para Flávio e disse:
__ Antes de por na minha boceta, você me enraba bem gostoso? Olha, não se incomode se eu gritar, não me deixe escapar.
Ficou mais empinada a deliciosa bunda, e o rego recebeu uma generosa linguada que deixou a rota da penetração bem umedecida. Colocando saliva na glande, Flávio, se postou atrás da bunda de Mirela e levou-a até suas pregas. Segurou os quadris de Mirela e forçou. Ela sentiu a pressão e a dor quando a cabeça foi distendendo as pregas, dando passagem para a mesma, arrastando o restante do corpo. Mirela, tentou recuar, mas obedecendo o que ela mesma pedira, Flávio ignorou seus queixumes e foi forçando até perceber que encostava seus pentelhos nas nádegas da mulher. Mirela começou a suar e sem poder se conter, passou a rebolar o que facilitou o laceamento do ânus. Gemia, muito, de dor e de prazer, até que no fim de tudo, apenas o prazer dominava. Procurou sentir cada pedaço do invasor em seu reto. Seu corpo aquecido, suava e ela já não mais gemia, apenas absorvia e revertia tudo em gozo profundo. Era depois de muito tempo, o melhor dia de sua vida.
Quando, saiu daquele lugar sinistro, Flávio deixou para trás, uma pessoa super feliz, que iria sonhar e desejar que o dia que fosse para as ruas pudesse encontrar a paz e a felicidade.
Flávio, olhou para a porta que se fechou, onde se lia o nome daquele lugar e acariciou o pau sobre a calça. Daniel percebera aquele gesto e sorriu. Sua irmã tinha conseguido.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:9 de setembro de 2015 15:43

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Dia do Sexo

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