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Do fundo do baú

Quando nem a mais bela escapa

As vezes cometemos loucuras que podem nos custar caro. Eu fiz uma dessa loucura e só não deu merda pura porque...bem vamos aos fatos.
Tinha ido em uma balada e não havia conseguido nada de especial, era tudo rotineiro, então resolvi me mandar. Dirigia, entediado com a situação quando vi andando na calçada com passos apressados uma jovem. Usava um minissaia justa que lhe modelava o belo corpo. Maneirei a velocidade do carro até emparelhar com ela. O local não era muito propicio para uma jovem andar sozinha á aquela hora. Ela se refugiou mais para perto das paredes, demonstrando estar assustada. Abaixei o vidro do carona e gritei:
__Quer uma carona?
Ela não pareceu ouvir e continuou caminhando e logo dobrou a esquina. Fiz o mesmo e emparelhei com ela novamente.
__Não tema, que não estou a fim de lhe fazer nenhum mal. Apenas acho perigoso uma garota andar sozinha numa hora dessa por aqui. Posso leva-la para onde quiser, sou de paz.
Ela deu ainda mais alguns passos e de repente veio para o meu lado. Se debruçou na janela e perguntou se era sério o que eu dissera sobre levar para onde ela desejasse. Confirmei, então ela concordou. Destravei a porta e ela entrou. Não pude deixar de notar as belas e grossas coxas morenas que se expunham escandalosamente. Perguntei para onde iriamos e ela me passou o endereço de onde morava. Fiquei sem entender. Estávamos muito longe do lugar indicado. Ela disse que tinha brigado com o namorado e ele como castigo tinha ficado com os pertences dela e sumido. Depois de uns dez minutos chegamos. Era um sobradinho simples onde ela morava.Me convidou para tomar um café que faria por ter-me portado como um cavalheiro e disse não aceitar um não como resposta. Topei, pois estava de cacete duro de ver suas coxas e ela percebeu a minha excitação, chegando a sorrir. Era bem aconchegante o seu cantinho. Ela jogou o casaco sobre uma poltrona e foi para a cozinha por água na cafeteira elétrica para o fazer. Pediu-me para me sentar que iria trocar de roupa enquanto o café não ficava pronto. De onde, entrou conversava comigo, dizendo que nunca tivera tanto medo como aquela noite, mas que o namorado dela ia lhe pagar. Quando surgiu novamente estava vestida com um robe cor de rosa que lhe realçava a beleza. Usava chinelas e os belos cabelos negro soltos. Estava linda. Abriu o micro ondas e de lá tirou uma forma que virou sobre uma bandeja redonda, um bolo de ótimo aspecto. Se desculpou por não ter muito para oferecer. Pegou uma faca e fatiou a iguaria em vários pedaços iguais . Pegou xícaras com pires de colherinha, dando-me uma e ficando com a outra. Sentou-se do meu lado e colocou café na minha xícara. Cruzou as pernas e o robe se abriu deixando as belas coxas a mostra. Não deixe de olha-la. Ela viu o meu interesse em sua pernas e olhando para elas sorriu envaidecida. Começamos a tomar o café e comer o bolo, muito bom por sinal e que fora feito por ela. Seria para comer com o namorado quando chegassem, mas como ele se portara de forma inconveniente eu estava fazendo jus á ele. Ela tinha uma voz muito agradável, pausada e conversava bem. Assim que terminei de comer me dispus a ir embora e ai veio a surpresa. Ela colocando a mão sobre a minha disse:
__Não gostaria de passar o fim de noite aqui comigo?
__Seu namorado pode aparecer e como vai ser?
__Posso lhe garantir que ele não vem e se vier aqui não vai entrar, por que só eu tenho a chave. Fica vai?
__Bom, se você garante que não vai pegar mal...
__Claro que não. Você me faz companhia. Estou muito carente esta noite.
Era uma brecha que ela estava dando e eu não deixei passar batido. Posei a mão sobre sua coxa. Ela olhou para a mesma e depois para mim e sorriu.
__Danadinho. - disse se aproximando de mim.
Senti o gosto do café que ela tinha ingerido, quando nossas línguas se enroscaram, num beijo cheio de promessas. A puxei para mim, apertando seu corpo contra o meu, notando a sua total entrega. Sua mão acariciava meus cabelos. Beijava gostoso, com voracidade. Mais que ousada, deixou que o robe se abrisse e os seios duros se expusessem aos meus olhos e meus dedos. Fui até eles, passando a língua ao redor dos mamilos e depois os prendendo com os lábios. Ela gemia e se contorcia.Levantou-se e me puxou pela mão e entramos em seu quarto. Acendeu a luz e pude ver que era muito bonito onde uma cama forrada com tecido de cor rosa era o adorno principal do ambiente. Se jogou sobre o leito e me estendeu a mão. Sentei-me ao seu lado e passei a acariciar seus seios e suas coxas sedosas. Ela olhava para mim sorrindo feliz quando disse:
__ Me trouxe para casa, tomou meu café, saboreou o meu bolo e esta prestes a me comer, e pasme, não sabemos o nome um do outro. Como vai ser na hora de revirar os olhinhos, de que iramos nos chamar? Sou Carla, muito agradecida.
__Fábio a seu dispor. - me identifiquei sorrindo. Suas mãos estavam me desnudando o dorso e acariciavam os meus mamilos. Sentou a minha frente e veio chupa-los, mordiscando os biquinhos. Provocou-me um arrepio pelo corpo todo, Era difícil uma mulher que fizesse aquele tipo de carícia. Nos beijamos e ela voltou a se deitar de costas. Colocou a mão sobre o sexo fazendo charminho, Me debrucei sobre ela e comecei a beijar seu corpo, começando pelo pescoço, passando pelos seios, onde me deliciei chupando-os e depois cheguei ao umbigo onde um piercing o adornava e depois até a calcinha, cuja mãos protegia.Olhei para ela e sorrindo afastei suas mãos e fui descendo a peça, retirando-a pelas pernas sedosas. Olhando para seu púbis, o vi depilado, apenas com um ligeiro traço de pelos em direção ao pecado original. Carla levantou as pernas sem as abrir e me disse:
__Você foi muito legal e eu estou me sentindo mal em fazer isso consigo.
__Fazendo o quê?
__Promete que não vai me agredir.
__Mas por que eu faria isso?
Ela como resposta foi separando as pernas lentamente e retirando as mãos revelou o segredo da sua preocupação. Não posso negar que fiquei chocado ao me deparar com um belo membro masculino em lugar de uma boceta.Carla era uma travesti, bela formosa, gostosa, meiga e extremamente feminina. Olhei para seu rosto angelical e para seu membro pendente entre suas pernas e disse para mim mesmo: Que mal faz deixar alguém carente feliz? Debrucei-me entre suas pernas e passei a beijar uma panturrilha e ir até as coxas, chegando até o vértice da mesma, passando para a outra perna repetindo o mesmo processo. Cheguei junto ao pênis que estava duro. Carla procurou afastar minha cabeça dizendo:
__Você não precisa fazer nada que não queira, para me agradar. Te entenderei perfeitamente.
__ O que vou fazer, será feito por que eu quero. E tem mais outra, se vai te fazer feliz, a mim também o fará.- disse me abaixando e segurando o falo na mão direcionei a boca até ele o tomando em uma sucção que provocou uma espécie de uivo dolorido de Carla. Sentir na boca a textura de uma peça que você também tem entre as pernas como macho, era estranho, emocionante e perigosamente...delicioso. Achar isso me deixou meio confuso. Com delicadeza apertei os lábios em torno daquela saliência sentindo ela pulsar. A rugosidade das veias e nervos eram estranhamente macias e muito gostosas de sentir. Fiquei a imaginar o que as minhas conquistas sentiam quando eu as faziam praticar o sexo oral. Carla estava entregue aos tremores do tesão e apertava os seios bojudos apertando os bicos de forma selvagem. Passei a subir e descer a boca sobre a rola que estava duríssima.A cada investida, eu apertava mais os lábios em torno dela. Com os dedos eu mexia em suas bolas, espremendo uma contra a outra. Procurei seu cuzinho logo abaixo dela e o encontrei em constante contração. O toque nele, deu mais vibração no corpo daquela bela "mulher". Umedeci o dedo em saliva e o fui enfiando naquele buraco que eu estava desejando desesperadamente. Ela facilitou a penetração estufando o cu que se abriu permitindo que meu dedo a explorasse profundamente. Meu pau estava super duro e eu curtia o que estava fazendo. Ver Carla descontrolada ao ser chupada me deixou empolgado a ponto de retirar a boca da pica a tomar na mão e passar a alisa-la freneticamente para ver se ela gozava. Carla ficou sem fôlego, mas mesmo assim teve forças para me pedir que deixasse ela me dar um pouco de prazer. Deitei de costa e ostentando a vara super dura, senti a boca gostosa, tomar conta da minha glande e lamber me provocando uma ansiedade terrível. Lambeu meu pau até os pentelhos que tomou entre os lábios. Dedos rodilhavam meus mamilos enquanto era chupado. Ela veio até minha boca e me deu um beijo super molhado e depois me olhando pidona disse:
__Quero ser sua. Vem por sua pica em mim, vem. - e dizendo isso se estirou com o belo bumbum para cima. Vem, põe essa coisa gostosa dentro de mim e me faz vibrar com ela. - estirou a mão e abriu a gaveta do criado-mudo e de lá retirou uma bisnaga de lubrificante que abriu colocou um pouco nos dedos e os levou até o rabo. Passou a bisnaga para mim.
Meu pau duro se encaminhou para o centro da bunda deliciosa e quando tocou o buraco enrugado me arrepiei todo. Carla segurou a minha rola e a manteve firme no lugar desejado. Seu cú era por demais receptivo e me acolheu a pica gostosamente. Fui me deliciando sentindo cada pedaço penetrado. Ela o contraia muito e me dava mais munição para o prazer chegar. Seu traseiro servia de almofada amortecendo as minha investidas. Passeia os braços sob o corpo de Carla e minha mão se apossou do falo dela o apertando. Ela empinou a bunda e me possibilitou que batesse uma punheta naquela pica. Passei a martelar com determinação o canal de Carla e não estranhei ao ouvi-la choramingando dizer que estava atingindo o seu prazer total. Meus dedos ficaram melado pela densa quantidade de porra que o pau que eu segurava jorrava. O contato com o sêmen de outro homem, mesmo que estivesse num magnifico corpo feminino, me excitou e uma pressão dolorida começou a ser formada em meu interior. Meus ovos estavam graúdos e doloridos e eu na ânsia de me livrar daquele gostoso incômodo acelerei mais o entra e sai daquele cu poderoso. Fiquei afogueado ao começar a jorrar minha porra dentro de Carla. Ela ao sentir o esperma jorrando se apoiou nas mãos e se fez penetrar com mais profundidade. O cu piscava sem parar e apertava o meu pau sugando tudo que ele expulsava. Ficamos de lado, eu ainda com pau duro dentro do seu cu. A abraçava e acariciava seu pênis. Carla dormiu em meu braços e aos pouco meu pau foi saindo. Beijei o ombro daquela minha primeira experiencia homo e disse em seu ouvido bem, baixinho: Te amo!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:5 de março de 2015 22:16

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Gays

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