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Do fundo do baú

Quando ninguém é de ninguém

Ronda, esperava ansiosa a chegada da amiga, que a tinha convidado para uma festinha particular, que rolaria em uma casa na zona sul da cidade. Era uma festa, comemorativa de uma musa das garotas que gostavam de outras garotas. Ela não era nada do que as frequentadoras eram mais como fora convidada pela amiga, que tinha tendência e que já a tinha assediado, sem sucesso, resolvera ir por não ter opção legal naquele final de semana.
Anita, chegou buzinado e assim parou abriu a porta para que ela entrasse. Como estava de saia, não pode impedir que a amiga visse suas belas pernas. Anita olhou para elas e sorriu comentando:
__Ah, se eu te agarro menina, te pego de jeito.
__Já vai começar, sua tonta. Olha que desisto e desço.
__Nem pensar. Vamos ter uma noite memorável.
O local se encontrava apinhado de garotas de todos os tipos, sendo que algumas eram bizarras com suas roupas estranhamente masculinizadas e corte mais estranho de cabelos multicoloridos. Era difícil não ver garotas abraçadas trocando beijos. Muitas eram estonteantes em forma de beleza apesar de ter algumas que não valia a pena nem olhar, não por serem feias, mas pelas atitudes, as forçadas de barras tornando-as extremamente antipáticas. Ronda fora apresentada a anfitriã, uma bela negra, que a mediu de cima abaixo, deu uma volta sobre si e elogiou-a para Anita, que sorriu satisfeita. Foram apresentadas pessoas que não conheciam e que era bem influentes naquele mundo. Caminharam de mãos dadas entre elas e quando Ronda questionou a atitude de Anita, ela disse:
__É bom que nos veja de mãos dadas, senão minha filha, você não vai ter sossego quando estiver só. Principalmente se for Nalva, pois percebi que ela gostou de você, pois te secou toda.
__Você pretende me deixar no meio dessas pessoas que mal conheço?
__Claro. Vou procurar uma lebre solitária para abater em algum canto escuro. Estou fervendo, preciso relaxar. Já que você não me quer...
__Cara de pau. Pode deixar que eu me viro.
__Não vá me trair, hein? - disse sorrindo, se afastando .
Ronda se serviu de um pouco de ponche e ficou bebericando, observando ambiente, que era tomado pela música da tal cantora, que se declarara lésbica. Nas letras das músicas dela se fazia associação direta ao que sentia pelas mulher, em especial uma, sua companheira, com quem se casara.A casa era muito bem mobiliada, com quadros nas paredes onde mulheres se beijavam ou se amavam com enormes consolos em forma de pênis,que estavam em seus corpos, como se a eles pertencesse.
__Belas pinturas, não? -disse uma voz extremamente sensual.
Ronda se virou, deparando com Nalva, a bela negra, que trazia na mão duas taças com champanhe. Estendeu uma a Ronda, que mostrou o ponche que tomava, mas a outra não se intimidou em continuara lhe oferecer a bebida, que ela acabou aceitando. Perguntou por Anita e Ronda lhe disse que ela tinha ido dar umas voltas.
__E deixa uma sereia desta solta neste mar turbulento onde o perigo é iminente? Corajosa.
__Não temos nada uma com a outra. - se defendeu Ronda.
__Então tenho uma chance de te levar para a cama?
Ronda não respondeu, preferindo beber da taça oferecida.
Nalva, muito senhora de si, colocou um dedo no decote dela a surpreendendo quando esticou para olhar dentro dele. Recuou, quase derrubando a taça.
__Tentadoramente belos.
__Você não acha que é muito atrevida. - esbravejou.
__Sim, acho que sou. Principalmente em cima daquilo que quero.
__Mas já lhe disse que não sou dessa praia.
__Eu sei e isso a torna mais interessante, tentadora.
__Olha, muito obrigada pela champanhe, mas vou dar umas voltas por ai. Tchau!
__Até daqui a pouco, sereia.
Ronda procurou se afastar dali. Não tinha preconceito algum, mas estava começando a mudar de ideia depois daquela cantada que levara. Não havia respeito entre elas, pensou. Ao passar por um dos quartos, que estava coma porta aberta, deparou com Anita, que tinha uma bela garota sentada no colo e calmamente acariciava-lhe as coxas enquanto chupava um dos seios que estava fora da camisa aberta um três botões. Por instante se perdeu dentro da cena, até que a garota que estava de olhos cerrados os abriu e a viu. Sorriu sem se importar com o que ela via. Ronda se retirou do local indo para fora. Na calçada, ficou encostada no muro da casa pensando no que tinha ido fazer naquele lugar. Parecia um hospício. Olhava para o céu estrelado e pensou que poderia estar em sua cama dormindo ou até estar assistindo um belo filme, mas jamais estar ali, quando o portão se abriu e por ele passou Nalva.
__Tomando um arzinho fresco? Ou esta fugindo de mim?
__Você esta me seguindo, é?
__Sabe que não, apenas a vi se dirigindo para cá e vim lhe fazer companhia, se não fizer objeção.
__A calçada é pública.
__Não foi isso que eu que eu quis dizer e você sabe bem disso.
__Não posso fazer nada para te agradar.
__Ah, pode sim. Basta querer.
__Mas isso que você deseja eu não posso lhe oferecer.
__Faço uma proposta para te deixar livre.
__O que é?
__Me da um beijo. Só um beijo e eu sumo da sua frente.
Ronda estava querendo se ver livre daquela mulher, que a perturbava, e com aquelas bebidas na cabeça, resolvera encarar a situação. Ficou estática olhando para a negra que se aproximou dela e a segurando pelos ombros, a olhou bem dentro dos olhos e a presando de encontro ao muro, perfumou o rosto de Ronda com seu hálito adocicado. Foi lentamente chegando com o rosto junto do de Ronda e sem poder se conter ainda murmurou com os lábios tocando os dela:
__Se gostar , não se reserve, me procure que estarei a tua espera.
Desde o beijo, que Anita lhe aplicara, quando confessou que a desejava, aquele estava sendo o mais exótico e incendiário. Quando as bocas se descolaram, Nalva fez o que tinha prometido, se afastando e entrando para o interior da casa, deixando Ronda, ainda sentindo que estava sendo beijada. Começou a andar na calçada, num vai e vem, onde refletia em tudo que tinha acontecido desde que chegara. Depois de uns vinte minutos ali pensando em que rumo tomar, abriu o portão e entrou. Ao passar pela sala onde estavam servindo as bebidas, pegou duas taças e foi em busca de Nalva. Perguntou se alguém a tinha visto e uma das garotas indicou a cozinha. Com o coração palpitando muito entrou na cozinha, mas encontrou-a vazia. Ia se voltar para sair, quando a porta da mesma se fechou e o som de uma chave sendo girada na fechadura a fez sorrir. Ficou parada e sentiu que tinha a cintura abraçada e uma boca se acercava do seu pescoço. Uma mão desceu até a altura do seu púbis e começou a puxar a saia dela,para cima até que a calcinha ficou descoberta. Uma das mãos segura o tecido e a outra se perde dentro da diminuta peça, procurando a parte mais desejada daquele corpo. Ronda, ainda segurava as taças, tentando equilibra-las para que o líquido ali existente, não derramasse. Uma mordidinha na nuca, a fez se contorcer e pender a cabeça sobre um dos ombros de Nalva. Ronda se sentia empurrada em direção a pia e sobre o balcão, depositou as taças. Atrás dela, a bela negra, se agachou e a fazendo se inclinar sobre o móvel, levantou a saia dela e desceu sua calcinha. Separou as nádegas dela e meteu a língua no rego dela e depois a descesse até a vulva que já mostrava um certo brilho, que indicava a super excitação que ela, Ronda, estava envolta. A cada lambida, ela gemia e separava as pernas, permitindo assim que a língua, corresse entre os lábios vaginais e atingisse o seu botão de ignição. Nalva molhou bem o rego de Ronda e aproximou um dedo do orifício anal. Penetrou e acompanhou o leve recuo do corpo que depois se aquietou. Nalva se levantou e arrastou o corpo de Ronda para o lado de uma enorme mesa, onde a subiu e deitando-a de costas, sobre a mesma, a fez levantar as pernas e expor o sexo molhado. Agachada entre suas coxas, Nalva abocanhava aquela preciosidade e sugava tudo que vinha a sua boca. Ronda, se debatia, sentindo toda a caricia que a negra fazia, a levando á loucura. Nalva, a foi despindo e quando a teve nua, se desfez da própria roupa e subiu sobre a mesa, ficando entre as pernas de Ronda. Esfregava a vulva dela enquanto a beijava e tinha, dedos dela explorando seu sexo que estava molhado além da conta. Levou o belo busto de ébano até a boca de Ronda que os sugou com avidez. As duas se revezavam em dar prazer. Alguém tentou abrir a porta, mas nada impediu as duas de continuarem em seus mundos de prazeres.
Nalva tinha conseguido o que desejava, que era ter Ronda.
Ronda, que não era do metiê, se apaixonara pela bela negra. Aprendera de uma forma deliciosa, que qualquer uma podia ser de quem as desejasse, pois naquele mundo ninguém é de ninguém!



Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:23 de setembro de 2015 18:00

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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Comentários

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  • Ana silva
    Postado porAna silvaem13 de novembro de 2015 06:04

    Amei esse conto,também não era até conhecer o amor da minha vida Cláudia estamos juntas a 4 anos muito felizes

  • Andye
    Postado porAndyeem3 de outubro de 2015 16:45

    Amei o conto, também nao sou do "mitiê", mas gostaria de passar por uma experiência dessa.

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