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Do fundo do baú

Quando o prazer está no quarto ao lado

Anoitecia, quando Leandro chegou em sua nova moradia. Nova era o modo de dizer, pois nascera naquela casa e só saíra dela após se casar, mas agora que estava separado voltara a morar ali com seus pais e sua irmã Marcela. Seu casamento não dera por causa de uma vicio maldito que o acompanhava a muito tempo. Sexo. Leandro não se sentia satisfeito se não desse pelo menos umas três trepadas quase que em sequência. Não costumava gozar logo, o que obrigava sua parceira a ficar sob ele por muito tempo e sua mulher não aguentara a parada e pedira o divórcio, inclusive, colocando como pano de fundo, exatamente essa anomalia dentro do casamento. Não adiantou o juiz dizer que com um tratamento sério tudo poderia ser resolvido, que formavam um belo casal etc... Nada disso abrandou o desejo de Paloma em se separar. Na verdade não era só aquilo que a impedia de querer prosseguir com aquele casamento, que muitas adorariam ter. Na verdade ela estava se achando muito jovem para ficar presa a um rótulo de dona de casa. Casara impensadamente, achando que a vida de casada se resumia em se ver livre do jugo dos pais. Achava que teria mais liberdade, mas quando viu que além de não ser a vida como ela almejara, ainda tinha que ficar debaixo de um homem o recebendo em intermináveis transa, preferiu pular fora do barco e deixa-lo a deriva.
Para Leandro o baque fora muito grande pois ele gostava demais dela. Pensava ter encontrado a mulher ideal para conviver e ter seus filhos. Ela nunca dera demonstração de que não era muito chegada a sexo, da forma como ele era. Quando namoravam, seus encontros eram regados ás mais íntimas caricias,que culminavam com uma trepada sem igual. Ela demonstrava que era o ajuste perfeito a tudo que ele queria. Mas não fora bem assim.A fantasia se tornara um show de horrores e tudo terminara. Depois de um ano tudo acabara.
Leandro voltara a viver entre os seus e levava a vida como ela pedia. Marcela, adorou a volta do irmão. Nunca fora favorável a união dele com Paloma. Achava que ela era a representatividade da patricinha mimada que era cheia de não me toque. Chegou a dizer isso ao irmão que repudiou sua opinião. Por fim teve que dar a mão a palmatória e reconhecer que ela estava super certa.Cumprimentou seus pais que assistiam televisão na sala e foi para o seu quarto. Ao passar pelo quarto da irmã a viu deitada de bruços com um calhamaço na mão lendo ávidamente. Ele reconheceu que aquilo lhe pertencia e por isso foi até ela e arrancou-lhe as folhas de sua mão.
__Ei, seu estupido. Não tem modos não? - reclamou ela
__Onde você achou isso? Quem lhe deu autorização para mexer? Posso saber?- esbravejou ele.
__Achei no seu quarto e a autorização eu mesma me dei. - concluiu ela desafiando-o.
__ Mas isso aqui não é para você ler sua bisbilhoteira.
__ Não sei por que não posso ler essa mentira toda que você escreveu.
__ O que te faz pensar que é mentira o que está escrito aqui?
__ Por que não acredito que você seja toda essa potencia na cama.
__ Quer experimentar? - vociferou Leandro e em seguida se arrependeu em falar aquelas palavras a sua irmã. - Desculpe pela grosseria.
__ Tá desculpado. Mas olha mano, se você é tudo isso que diz ser, Paloma deve ser frígida ou desmiolada. Qual mulher não gostaria de ter uma marido assim que estivesse sempre pronto para dar-lhe prazer continuo. Ai tem coisa. Eu se tivesse um marido assim, não o deixaria por nada nesse mundo- disse se levantando pelo lado oposto ao que o irmão estava indo fechar a janela.
__ Mas ela não pensou assim como você. Temos que respeitar.
__Uma ova! A separação de vocês, para mim, foi mais é chifre, tá?
__Você está louca. Paloma nunca me traiu. Neste ponto eu a defendo.
__Pois eu não coloco a minha mão no fogo por aquela zinha.
__Você nunca foi com a cara dela. Mas dai achar que ela me traía...
__Olha eu não quero deixar você com a pulga trás da orelha, talvez eu tenha me enganado. Mas você poderia me deixar ler o resto dessa história. Já sei que você é metelão, que tem a piroca grande, que é incansável, enfim, sei tudo, pelo que eu li, então o que me falta mais saber de tão complicado?
Leandro viu que ela estava certa. Entregou-lhe o calhamaço e foi para seu quarto. Pegando uma muda de roupa se dirigiu ao banheiro para um banho reparador. As palavras de sua irmã estavam martelando em seu cérebro. Será que Paloma o traía mesmo?
Em seu quarto, enquanto se preparava para ir jantar, ficou rememorando sua vida com Paloma e começou a achar que tinha realmente alguma coisa que não batia. Não devia se tanto por causa de sexo que ela o deixara. Tinha que descobrir o que realmente tinha acontecido.
Durante o jantar, Leandro notou que sua irmã não tirava os olhos dele. Sentiu-se incomodado com sua atitude e quando ficaram a sós ela comentou sobre o que lera.
__Leandro! Se você se garante no que diz ser um defeito, eu acho que que poucos homens não se consideraria sortudo. Sério, mano, se eu não fosse sua irmã...
__Infelizmente é - completou ele.
__Fala sério! Você teria coragem de trepar comigo?
__Se não fosse minha irmã, não seria necessário ter coragem, mas sim sorte. Você é uma mulher encantadora, que seduz qualquer homem que goste de mulher bonita e gostosa.
__E...
__Como assim? O que quer dizer com esse...e?
__Sendo eu sua irmã, não o excita em nada?
__Marcela! Vamos parar com esse papo furado? Vou dormir que ganho mais. Tchau!
Na cama, Leandro pensava no papo estranho que tivera com sua irmã
e não conseguia entender o que ela estava pretendendo com tudo aquilo. Ela não podia ficar com aquelas conversas fiadas pois era uma mulher e bem gostosa, que desandaria qualquer moralidade entre eles. Veio a sua memória como ele a vira quando chegou. Aquela bundinha arrebitada, que o short super curto deixava a vista, a deixava tentadora. Seu pau começou a endurecer e ele sacando-o para fora do calção, passou a massageia-lo e em sua mente formalizava o corpo de Marcela em seus braços. Se ela não fosse sua irmã ele chegaria junto dela. Pancadas na porta o tirou daquele devaneio erótico. Recolheu o pau para dentro do calção e foi abrir a porta, deparando com Marcela de camisola curta e transparente que sem cerimônia entrou no quarto.Olhando-a enquanto caminhava para a cama onde sentou, Leandro cresceu o olho na bunda dela que rebolativa a deixava mais desejável. Não se atreveu a sair de onde estava, indagando:
__O que você quer aqui a esta hora, mana?
__Estou com insônia e quero bater um papo sério com você. Vem cá, vem. - disse indicando onde ele deveria sentar.
__Marcela, você já me veio com papo furado desde que cheguei. Não estou gostando disso.
__Tranque a porta e vem sentar aqui perto da maninha , vem, seu trouxa - rilhou os dentes.
__Olha como fala. Acabo perdendo a paciência e lhe dou umas palmadas.
Mal terminou de falar, ela se virou na cama ficando de bruços e puxando a camisola mais para cima, revelou a deliciosa bunda que tinha. Bateu com uma das mãos sobre ela e disse:
__Então vem me bater. Estou louca para sentir sua mão me batendo.
Fora instintivo, mas Leandro fechara a porta e caminhou para junto de sua irmã, Sentou-se ao lado dela e ficou olhando sua bunda.
__Gosta dela? - quis saber Marcela percebendo onde ele olhava. Deu uma sacudidinha com as nádegas opulentas e instigou o irmão. Estava decidida a provoca-lo. - Gosta ou não gosta da minha bunda?
__O que você esta tentando fazer Marcela? Não brinca com uma coisa dessa, por favor. - pediu Leandro.
__Quem disse que eu estou brincando?
__Sério?
__Sério! - disse ela separando as pernas deixando que ele visse sua boceta.
__ Por que você faz isso comigo, mana.Eu não sou de ferro. - lamentou Leandro.
__Nem eu.
__Vai embora, vai. Não me tente. Não quero nada com você. Não posso ter desejos pela minha irmã. - tentou dissuadi-la do que podia acontecer se continuasse ali.
__Esquece que sou sua irmã. Vamos brincar um pouco.
__Já imaginou se nossos pais descobrem?
__O quarto deles é lá nos fundos e não precisamos ser escandalosos.
__Você parece decidida mesmo, hein?
__Se você é tudo o que escreveu eu quero provar e ver se tenho razão com relação a sua ex. Olha, vamos deixa de papo furado e vem me provar que você de fato é bom de rola. Olha como estou molhadinha - disse ela separando os lábios genitais para demonstrar que de fato, não mentia. Leandro ficou de olhar esbugalhado vendo a intimidade de sua irmã chamando-o para chegar junto. Marcela olhava para ele ansiosa para que ele tomasse a iniciativa. Levantou-se e sentando sobre as pernas chegou junto do irmão e o abraçando beijou-o ardorosamente, enquanto que uma das mãos procurava dentro do calção dele o membro duro - Olha só como você está duro. É por minha causa , não é? Deixa eu vê-lo.
Leandro se rendeu ao fato de que tinha diante de si, uma pessoa que não iria abrir mão do que queria.Viu sua irmã se debruçar sobre seu pau e o tomar na boca começando a chupa-lo. Começou a abaixar e subir a cabeça sobre a pica que se tornava cada vez mais dura. Marcela saboreava aquela parte endurecida do seu irmão, imaginando o que sentiria quando aquilo tudo estivesse invadindo-a. Deixou se chupa-lo e caindo de costas na cama, abriu as pernas e chamou o irmão para que a chupasse também. Leandro, primeiro cheirou o sexo úmido e depois passou a lambe-lo até atingir o pequeno grão rosado que se destacava naquele vale encarnado. Depois de excita-la naquele ponto erógeno, ele desceu a língua a introduzindo quase que totalmente em seu cana vaginal. Marcela estava alucinada e num ato de desvairo, arrancou o que restava da camisola a atirando longe. Estava nua mostrando o quanto era bela. As mão do irmãos se apossaram dos seus belos seios passando a massageia-los com avidez. Ela se contorcia e gemia de boca fechada procurando se conter em seus arroubos sexuais. Seu corpo tremia como se uma rajada de vento gelado o tivesse açoitando. Os bico dos seios estavam enrugados, não de frio mais de tesão. Vibrando Marcela continuava em sua sinfonia de gemidos contidos. Queria poder extravasar sua ansiedade pela posse , mas estava aproveitando que seu irmão demonstrava conhecer bem o corpo de uma mulher, para dele desfrutar. O perfume que vinha daquele sexo excitante e sadio, era embriagador e aumentava mais o tesão, que fazia Leandro a desejar
mais. Quando foi para cima dela e lhe proporcionou um 69 a deixou com sua pica na boca e passou a se dedicar de forma mais prazerosa em lamber a xoxota da irmã. Seu corpo estremeceu quando ela sentiu a língua roçar seu clitóris repetidas vezes. Rolaram na cama, passando ela por cima em uma montada deliciosa. Leandro levou um dedo a percorrer o rego liso da bunda de sua irmã, até que encontrou sobre o buraco do seu cu, onde começou a coçar suas pregas e forçar o mesmo para penetrar naquele lugar que todo homem deseja possuir. Não foi possível evitar um lamentoso gemido que ecoou naquele quarto, se perdendo naquele clima de prazer desvairado. O caralho de Leandro se aprofundou dentro da boca de Marcela, que retribuía ao chupa-lo, as delicias que ele, seu irmão dava a ela. Estava afogueada com aquele delicioso roçar do dedo em seu cu e quando o mesmo se introduziu nele perdera o controle de tudo e dera aquele quase grito. Leandro estava admirado de como sua irmã era saborosa, como um petisco dos deuses. Sua bunda o deixava alucinado. Tirou o dedo do orifício e erguendo um pouco a cabeça passou a língua sobre ânus que se contraia nervosamente. Lambeu da xoxota ao ânus e depois foi se afastando daquela posição ficando atrás dela que continuava ajoelhada a espera de algo, que logo entendeu o que seria e ficou excitada. Queria, desejava ser enrabada pelo irmão, para sentir toda a pujança daquele caralho a lhe abrir as pregas anais. Leandro se levantou e foi até a mesinha de cabeceira e abrindo uma gaveta, tirou dela uma cartela de camisinha de onde tirou uma e uma bisnaga de um lubrificante a base de água. Voltou para a cama e ajoelhado atrás do traseiro de sua irmã
lubrificou o rego dela e depois o cuzinho piscante. Enfiou o dedo dentro co orifício e o lubrificou por dentro, depois colocou mais um dedo junto e iniciou um movimento de entra e sai procurando afrouxar a resistência dos músculos que cerravam aquela passagem mágica. Colocou a camisinha no pênis e depois se aproximou da bunda dela com o pau em riste o direcionando para o meio das nádegas encaixando a glande entre as pregas que passou a ser forçada. Marcela rebolou. Leandro forçou. Marcela forçou a bunda de encontro a glande e aos pouco foi sentindo que a peça começava a invadir aquele reduto de prazer.Com um esforço maior ela pressionou mais ainda e tudo se dilatou e a pica deslizou para dentro do seu rabo, esquentando o caminho desbravado. Marcela suspirou e olhando para trás viu o rosto do mano querido que demonstrava um tesão imenso. Leandro passou um braço por baixo da sua cintura e levou a mão entre sua pernas para com o dedo a excitar em seu clitóris. Afastou um pouco o corpo, trazendo o pau quase que para fora do cu de sua irmã, para depois voltar a se encostar no rabo dela iniciando o delicioso vaivém.
__Como você é gostoso meu amor. Que pica deliciosa. Meu cu é gostoso?
Se você acha que é, aperta o meu grelo. Aii...que delicioso...vai fundo, me arromba mesmo. Faz o que você não conseguia fazer com a outra e me deixa mole e dolorida de tanto foder - dizia Marcela ofegante com os lábios ressecados e contraindo o esfincter para dar mais prazer ao seu irmão.
__Mana! Nunca me deliciei com um rabo, como o estou fazendo com o seu. Você é muito gostosa. Seu cu é maravilhoso. Você é maravilhosa. Não existe mulher mais deliciosa que você. Oh, que delicia de rabo, mastiga mais o meu pau com seu cu! - murmurava Leandro bombando naquele ponto que estava sendo o foco do prazer de ambos.
Os dois irmãos se entregavam com frenesi total a uma foda que lembrariam por toda vida. Marcela levou a mão por baixo do ventre e depois de acariciar a própria boceta, alcançou os ovos de Leandro, passando a acaricia-los. Leandro aumentou o movimento de ida e volta e sentia que as caricias em seus ovos o estava levando a acelerar a chegada do seu gozo. Gozo fabuloso como a muito tempo em sua vida, não tinha conseguido. Já estavam naquele embate a exatamente uma hora
e não queriam saber de parar. Marcela nunca gozara tanto desde que iniciara sua vida sexual lá na sua juventude atrás do muro da escola.
Enfiou novamente os dedos dentro da boceta e sentiu que a mesma estava estreita por causa do pau que entrava e saia de seu cu.Para Leandro o fato dela forçar os dedos dentro da xana comprimia mais seu pau no cu dela e uma vontade incontrolável, começou a tomar conta de seu corpo. Estava perto do seu gozo e avisou a irmã que iria esporrear.
__Vem meu amor, enche a camisinha de porra. Estoura ela dentro do meu cu. Vem, goza dentro de mim. Goza meu irmão querido.
Não contendo mais os impulsos que seu cérebro mandava, ele se firmou no cu da irmã, colando seu pelos na bunda dela e ambos começaram a gozar. Com alguns solavancos, nos estertores da ejaculação, Leandro se agarrou ao traseiro da irmã e ambos desabaram sobre a cama. Ofegantes se olharam e sorrindo se beijaram.
__Te quero mais ainda. Preciso saborear a tua boceta.
__Não vou fugir meu amor. Estarei sempre aqui pelo tempo que você quiser. Quero aguentar tudo que você puder me dar.
Leandro sabia que nunca mais teria que se preocupar com qualquer mulher, pois tinha a melhor de todas bem ali, no quarto do lado!

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:7 de maio de 2015 15:36

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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Este texto foi lido 439 vezes desde sua publicação em 07/05/2015. Dados do Google Analytics

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