Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Quando o prazer vem em primeiro lugar.

Eu sempre lia, ou ouvia falar de certas particularidades do corpo do homem , que podia se rivalizar com o da mulher. Fiquei curiosa e fui procurar me inteirar de onde nós eramos iguais. Os pontos de maior prazer, no homem, era naquele lugarzinho que ligava o saco com o rego e por tabela, claro o ânus. Eu por minha vez, adoro quando sou acariciada nele, é um ponto onde perco a cabeça e logo fico desejando ter uma bela relação anal. No entanto, eu ignorava que os homens tinham prazer nesta área, com exceção dos gays. Sempre ouvira minhas amigas dizerem que se desejávamos manter um bom romance, nunca deveríamos tocar o cu de um homem. A descoberta que não era bem por ai, e que tanto era verdade, que alguns, não queriam fazer exame de próstata, para não se deixarem flagrar em uma bela ereção, assim que o dedo do profissional se inserisse entre suas preguinhas.
O tesão, estava em meu olhar e eu queria começar a testar meu noivo e ver se ele assimilava bem a minha tara. Como sempre ele me esperava, já de banho tomado e vestindo um roupão sem nada por baixo. Aquilo me deixava tarada e não teve outra alternativa, que não fosse o empurrar para o sofá e montar sobre ele, abrindo seu roupão e vendo surgir a minha frente 20cm de puro tesão. Eu sabia que tinha que começar por ali e depois ir em busca da descoberta, da verdade, sobre o prazer que os homens sentem , quando manipulado no rabo. Tomei o pênis dele na mão e aproximei a boca dele, passando a beija-lo e depois o devorando. Meu noivo, soltou um gemido, que me animou a prosseguir na chupada, enquanto mexia em seus ovos e como quem não quer nada, deixava o dedo mindinho escorregar até suas pregas, observando as reações que afloravam em seu rosto. Passei a descer com os lábios sobre a pica, até chegar aos ovos que tomei na boca, os revirando dentro da mesma, vendo meu amor levantar as pernas e com isso me deixar com possibilidade de o acariciar em meio a suas nádegas. Não fui, de cara, para o finalmente, comecei de leve, deixando escapar a ponta língua que deslizava e passava sobre as preguinha e sentia a contração daquele orifício.Levei a mão até seus mamilos e os acariciei. Nando, gemeu e disse entre dentes, que eu estava mais tarada do que nunca.Ao ouvir aquilo, ousei e o chupei entre as nádegas. Foi ai que ele me surpreendeu ao elevar mais as pernas e deixar aquele ponto que era o meu alvo, bem exposto. Sentir aquela coroa de preguinhas, em meus lábios e então dei um beijo bem forte e meti a língua sem dó nem piedade, desbravando aquele lugar virgem. O corpo todo, estremeceu e seu pau, em minha mão ficou mais duro, parecendo aço. Tirando a boca, olhando para Nando, levei um dedo até seu cu e como ele não repudiara a minha ação, fui inserindo-o bem lentamente. Tomei a pica dele na boca a sugando com gulodice, sentindo que já saia um caldinho salgadinho do seu meato. A cada enfiada, mais profunda do dedo, eu procurava remexe-lo a procurava de algo. Nando, crispava as mãos no encosto e descanso do braço na poltrona e até deixou escapar um,"puta que pariu" que dava bem a dimensão do que estava sentindo. Eu delirava em ver o meu namorado, dominado pelo meu dedo, sentindo o que eu sentia quando ele me fazia o mesmo.Seu corpo não parava de tremer e temendo que ele gozasse antes de me penetrar, retirei o dedo do seu cu e a boca da sua pica. De pé a frente dele, comecei a me despir. Ele adorava o strip que eu fazia. Se bem que para excita-lo mais do que já estava seria impossível. Quando ele me viu nua, se levantou e veio me abraçar. Levou as mãos até minha bunda e passou a aperta-las, depois me fez curvar sobre a poltrona e se postando atrás de mim, separou as minhas nádegas e começou a me lamber o rego se dedicando a ficar com a língua sobre o meu cu me deixando em pleno estado alucinatório. Levei as mãos para trás e separei o mais que pude a minha bunda, pedindo a Nando que me chupasse com bastante vigor o meu enrugadinho. A cada chupada que ele centralizava onde eu pedira, uma labareda, me queimava por dentro e me provocava um enorme calafrio, que deixava meu corpo arrepiado. Lambeu, chupou, mordiscou e enfiou a língua, me provocando a tal ponto, que implorei que enfiasse seu pau em meu
cu. Adorava o que antecedia, ou seja a expectativa de sentir a quentura da glande e apressão dela quando estava para me penetrar. Acho que sempre fui masoquista, pois adorava a dor que ante vinha ao prazer das estocadas, que me fazia as vezes, expelir um pouco de urina. Segurei firme no encosto da poltrona e arqueei um pouco o corpo, empinando mais a bundinha. A dor veio e ela,me fez gozar. Nando segurou em meus quadris e passou a me martelar o rabo com estocadas cada vez mais violentas, pois era assim que eu gostava. Meu esfincter estava frouxo, e permitia, aquela entrada e saída rápida da pica do meu namorado. Fiz algumas contrações do mesmo e com isso acelerei a sua ejaculação. Como era gostoso sentir aquela quenturinha
que eclodia em meu intestino e me fazia derreter de prazer.
Hoje meu namorado, não deixa por menos, exige que eu enfie o dedo em seu rabo e depois é só alegria.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:14 de julho de 2015 13:36

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 14/07/2015.

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*