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Do fundo do baú

Quando o sexo explode

Meu telefone toca. Saio correndo do banheiro para atender. Do outro lado a doce voz de Marina se faz ouvir. Ela era uma garota muito extrovertida, que gostava de inovar no fim de semana.Era uma boa colega, entendida como eu.Estava me convidando para no sábado participar de uma festinha muito íntima que daria. Claro que, sem ter nada para fazer naquele dia, eu topei. No dia combinado lá estava eu com a minha garrafa de wodka, que era parte da contribuição, sendo apresentada ás novatas, mas tendo a maioria como velhas amigas e até um caso que eu não via a muito tempo. Estava muito bonita, sensual como sempre fora,com uma personagem bem sinistra a tiracolo. Quando nossos olhares se cruzaram a expressão do seu rosto denotou surpresa e um certo contentamento. Virou de costas para mim e eu pude observar que ela continuava tendo como forte atração a bela lomba.Passei por ela e a ignorei, mas pude sentir seu doce perfume, que era o seu preferido e o meu também por sempre ficar nas roupas de cama onde travávamos gostosas batalhas amorosas.Janete por muito tempo fora a minha paixão desenfreada. Nos curtíamos com ousadia, buscando cada vez mais, sair do ostracismo, que todos os relacionamentos lésbico levava. Não dizíamos o que desejávamos curtir. Era a contravenção daquele tipo de amor que curtíamos adoidadas. Algumas, do meio, achavam que nem eramos homossexuais, de tanto que aprontávamos. O importante era sermos felizes. E eramos. Marina se acercou de mim e quis saber se eu tinha visto o meu ex caso. Disse-lhe que a tinha achado bem só que com uma pessoa estranha e que nos ignoramos para não dar bandeira.Fiquei sabendo que a companheira dela era perigosamente ciumenta e que provocar barraco, era com ela mesma. Não era atoa que se vestia de forma tão masculinizada. Se olhasse bem até saco possuía, o que me deixava sem entender certas coisa, mas tudo bem. Os pares iam se formando á medida que as bebidas iam rolando de copo em copo. Me juntei a um grupo que estava discutindo os avanços do lesbianismo na mídia falada, escrita, no cinema e na televisão. Sem contar com as cantoras que vinham agora a pública dizer de seus affair, que antes mantinham escondidas, e que agora revelavam a quem quisesse ou não saber, quem eram.Lógico que tinham as oportunistas, que embarcavam nessa onda para obter sucesso na música, por exemplo, por estar fora do mercado, dos holofotes e dos sites de fofocas. Tinha caso de pessoas que não eram e nunca foram lésbicas mas que assumiam serem publicamente, só para se destacarem.Haja visto que certo reality show, para ativar mais a audiência, sempre incluem pessoas que vão se passar por gays e lésbicas, sem serem na verdade. O papo estava muito bom e a noite ia avançando.Do outro comodo,Janete se divertia ao lado da sua companhia que bebia muito e já estava tropeçando nas pernas. Por duas vezes os nossos olhares se encontraram e mais uma vêz ela sorriu.Depois de muitas palavras terem sido pronunciadas a favor da causa, o clima começou a ficar mais propenso a cada uma pegar o seu par e ir procurar um lugar para tirar um sarrinho. Acabamos ficando em 5 meninas sem par e uma delas teve uma ideia de fazerem um jogo da garrafa e cada uma transar com a escolhida. Achei uma boa.
Não tive sorte e sobrei. Mas não estava me importando muito com isso pois Marina, do outro lado me mandava beijinhos e passava a língua sobre os lábios numa clara alusão do que pretendia comigo. Era outra maluca e eu gostava dela, independente, sabendo sempre contornar as situações mais incomodas. Então eu já sabia que ficar sem chupar uma xoxota naquela noite, não ficaria. As meninas estavam se divertindo e eu fiquei ali na sala assistindo tv. Marina veio se sentar ao meu lado e pegando minha mão disse:
__Vamos para a lavanderia brincar um pouco?
Levantei-me e de mãos dadas a segui. Não via mais Janete e nem seu caso. Teriam ido embora? Chegamos na lavanderia e Marina pediu-me para esperar que iria buscar uma coisa. Havia uma cadeira velha num canto, a máquina de lavar e um tanque na outra extremidade. Sentei-me na cadeira e fiquei a esperar. Depois de um tempo ali sozinha, percebi que Marina estava chegando. Só que a silhueta não era dela e sim de Janete. Levantei-me e ficamos cara a cara.A porta foi se fechando e ai eu comecei a entender o que estava acontecendo. Minha amiga preparara um encontro entre Janete e eu.
__Oi.- disse ela com aquele jeitinho dócil de menina que sabia que era gostosa.
__Oi.Tudo bem? - perguntei sem saber se era isso mesmo que eu queria perguntar naquele momento.
__Tudo. Parece que armaram para nós? - comentou sorrindo.
__É. Coisa da Marina, né?
__Gostou?
__Muito.E você?
__Eu também...
__Você esta muito bonita. Como sempre. - disse sinceramente
__Obrigada. Você também continua como da ultima vez.
__Você se lembra da nossa ultima vez?
__Como poderia esquecer. Fora tão bom. Esta com alguém ultimamente?
__Não.Já você tem um caso.- retruquei
__Sim tenho. Não sabia que você estava disponível. Se soubesse teria te procurado. - confessou me deixando toda cheia.
Nos aproximamos mais e ela tomou a iniciativa de me puxar de encontro ao seu corpo. Sua boca buscou a minha e eu voltei a sentir aquele gosto tão conhecido de pecado, desejo e profanação.A abracei também e começamos a rodopiar lentamente, dando pequenos passos para a frente, para o lado, até que minha bunda encostou na maquina de lavar. Ela me prensou contra a mesma e com voracidade foi me livrando da blusa e ao ver meus seios, levou as mãos até eles acariciando-os, prendendo os bicos com os dedos e depois os tomando entre os lábios. Senti uma queimação, quando passou a suga-lo, que foi tomando conta de todo meu corpo. Apertei sua cabeça de encontro ao meu peito enfiando os dedos em sua vasta cabeleira. Levantei seu rosto e busquei sua boca mordiscando seus lábios até faze-la gemer de dor.
__Uuui! Sua danada. Estava com saudades disso. Quero você inteira. Deixe-me tirar sua calça. Te quero nua. - disse e já começando a me despir da cintura para baixo. Abaixou a calça e depois de a tirar do meu corpo, me apertou novamente, de encontro ao frio metal e levou uma mão até minha calcinha. Não a tirou, mas massageou o sexo que estava sob ela. O tecido comprimido sobre o meu clitóris estava me levando a loucura. Enfiou os dedos pela lateral, umedecendo-os em minha umidade e os trouxe a boca. - Estava precisando disso, teu suco. Hummm, como cheira bem. Dito isso se aguachou e desceu a peça que tirou pelos pés e depois se erguendo me tomou pela axilas e me colocou sobre a maquina.Chupou meus seios, pedindo toda melosa:
__Abre essas pernas para que eu possa chupar essa boceta gostosa, abre amor?
Lentamente fui separando as pernas, ofertando a ela a minha xana que pulsava ansiando pelos carinhos que ela sabia fazer nela. Me inclinei um pouco para trás, encostando as costas na parede e com as mãos me abri toda para sua visão que parecia turva. Abaixou-se um pouco e passou a língua em toda extensão de minha xoxota até o grelinho. Cada linguada eu vibrava e ela sugava mais e mais e sem poder me conter eu me empertigava toda e gozava em sua boca. Quando deixou as minhas partes baixas ela se afastou e foi até a porta. Abriu a mesma e depois veio se despindo e quando chegou entre minha pernas estava nua. Ela continuava a inovar, apimentando com emoção e ousadia, nosso reencontro. Saber que podiam nos ver ali transando e mais, poderíamos ser surpreendidas pelo caso dela, me deixou mais ensandecida, aumentando mais a tesão. Seus seios se esmagaram de encontro aos meus.
__Meu tesão, a quanto tempo eu não me sentia tão completa como nesse momento. Quero gozar mais. Põe seus dedos dentro de minha boceta, todos eles, como antigamente.- pedi, sabendo bem o que iria acontecer, a que graus de prazer ela me levaria. Enquanto ela me beijava, procurava lá embaixo ir pondo seus dedos dentro do meu canal. Sugava minha língua a puxando com violência e aos poucos ia se aprofundando dentro de minha boceta.
__Veja meu amor...olhe o que estou fazendo... é disso que você gosta minha paixão?
Olhei em direção ao sexo e vi que ela estava com a mão dentro de minha boceta. Aquela visão, desencadeou uma incontrolável vontade de
fazer com que ela inserisse o antebraço até o cotovelo. Comecei a rebolar sobre o metal aquecido pelo calor de minha bunda e ela passou a movimentar aquele "caralho". Gritei, berrei mesmo, quando a pressão se tornou insuportável dentro da minha vagina e quando ela tirou a mão de dentro de mim, levou um banho de xixi, que lhe molhou todo o ventre e os pentelhos. Era muito liquido e a minha louca parceira se debruçou sobre aquele jato o deixando entrar em sua boca, para depois vir até a minha e passar parte dele, como num ritual satânico. Desci da maquina e abracei Janete por trás, sentindo-a esfregar aquela bundona em meus pentelhos. Apertei seus seios, massageei seus pentelhos molhados e tomei de assalto o sexo quente e palpitante, mexendo em seu grelo para leva-la a um alto grau de excitação. Chupava seu pescoço e ela se arrepiava e clamava que fosse penetrada por mim. Separei seus lábios íntimos e coloquei o indicador dentro da vagina molhadíssima. Virei-a de encontro a mim, me ajoelhei e com uma perna levantada, apoiada em meu ombro, fui com a boca saborear o tempero vaginal de Janete. Sua bocete estava quente e o líquido que ela escorria era delicioso. Procurava enxugar aquela intimidade com a língua, mas quanto mais a lambia, mais ela deixava verter o seu suco em minha boca sedenta. Apertei sua bunda, como sabia que ela gostava, sem mexer em seu rego, que se isso acontecesse esfriaria o ímpeto daquela garota selvagem, ousada, gostosa, maravilhosa. Na porta da lavanderia, alguém observava aquela explosão de tesão. Estranhamente não fizera nenhum escândalo, o caso de Janete. Sabia que tinha perdido, alguém, que eu tinha reencontrado e não mais deixaria escapar.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:10 de março de 2015 16:17

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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