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Do fundo do baú

Quando o tesão é maior que a paixão

Assim que as badaladas do relógio da parede assinalaram 21 hs, o celular tocou. Júlia já sabia quem era e rapidamente atendeu. Ao ouvir a voz do outro lado, seu coração disparou:
___Oi, amor! - disse uma voz rouca do outro lado do aparelho - Como você está minha linda?
___Estou bem. Com muita saudade, mas estou bem. - respondeu com sua timidez peculiar.
___Vamos mata-la juntas? - perguntou a pessoa do outro lado.
___É o que mais desejo.
___Dentro de cindo minutos estarei ai.
___Onde você está? - quis saber.
___Estou tomando o elevador. Tchau.
Júlia não esta acreditando no que ouviu. Era mesmo verdade o que tinha ouvido? Ficou apavorada com toda a desarrumação que estava o apartamento e mesmo ela que nem banho tinha tomado, na verdade ia tomar um, quando o celular tocara.Contava que a pessoa estivesse longe dali e não quase a sua porta; queria ter tido tempo de arrumar melhor tudo inclusive ela mesma. Estava estabanada tentando por algo em ordem quando a campainha tocou. Ajeitou um pouco o cabelo e foi abrir a porta que deu passagem a uma bela loura de quase 2mts de altura vestida toda de negro, que fechando a porta atrás de si se aproximou de Júlia sorrindo de forma sedutora
e a agarrando, colou sua boca á dela em um beijo, onde a língua da visitante foi fundo dentro de boca da outra. Se agarram fortemente e as mãos começaram a deslizar pelas formas dos corpos, parando aqui ou ali para melhor sentir o que estavam pegando. Com agilidade de uma serpente, ao dar o bote, a visitante começou a despir Júlia, sem deixar de beija-la. Parecia faminta a bela mulher e Júlia, sem sombra de duvida era seu lanche predileto. Os seios de Júlia apareceram assim que o sutiã fora tirado e jogado no carpete. A boca faminta se apossou deles como o bebê o faz quando está com fome e a mãe lhe oferece o seio para que se alimente. Júlia não segurou o gemido e se deixou cair um pouco para trás e assim osa pomos ficaram mais expostos e apetitosos ao contato dos lábios sequiosos. Sentia que uma parte de sua vitalidade se esvaia pelos mamilos sugados e ofegante se entregava, sussurrando o nome da mulher que a chupava:
__Aline. Aline minha vida - dizia entre um gemido e outro.
Aline a sugava como um vampiro faz á jugular de sua vitima. Uma das mãos se insinuaram sob a camisola e dedos desceram a calcinha que foi parar ao lado do sutiã. Júlia sentiu os dedos da outra passarem seu lábios íntimos e entre eles
procurar seu ponto de ebulição. Ela estremeceu todo o corpo quando, o toque ocorreu e uma vertigem tomou conta de si deixando seu corpo mais pesado.Antes que desabasse no carpete Aline a amparou e carregou-a para o sofá onde a deitou. Se ajoelhou diante dela e a fez colocar uma de suas pernas em seu ombro e a outra sobre o encosto do móvel deixando-a o mais aberta possível para que apreciasse sua anatomia íntima. Aline Lambeu aquele vale morno até o clitóris com várias passagens sobre a abertura vaginal. Júlia empertigava o corpo formando uma arco com o mesmo, possibilitando que seu sexo se unisse com mais pressão á boca de Aline. Esta por sua vez acariciava os seios da amante.Quando a língua se aprofundou dentro da vagina ela se debateu, quase ficou sentada, e no auge do tesão, começou a puxar o próprio cabelo assim que sentiu um calor intenso tomar conta do seu corpo, anunciando o gozo eminente, tão desejado. Não pode ficar inerte e se debateu nos estertores da sensação de abandono do plano terreno. Aline sentiu a pressão das mãos de Júlia em sua cabeça de encontro á xana molhada ficar mais forte anunciando o clímax que chegava e se deliciou quando sentiu o liquido íntimo em sua língua. A boceta se contraia e ela percebia que o cuzinho piscava cada vez mais. Júlia sabia o que desejava e por isso mesmo com um movimento rápido se pôs de brucos e levando as mãos atrás separou as nádegas para a apreciação de Aline que lambeu o rego e encheu de beijos as pregas do cu piscante. As lambidas atingiam o centro nervoso de Júlia como chicotadas que a fazia erguer mais a bunda deixando-a empinada. Aproveitando a posição favorável Aline levou uma mão até os seios da amante e os acariciou, principalmente os bicos. Em seguida colou a boca sobre o cu que se contraia como que a chama-la.Ficou passando da língua lentamente sobre as pregas ao mesmo tempo que, ao umedece-la, procurava inserir a ponta da mesma dentro delas. Beijou muito procurando a invasão do reduto anal que foi conseguindo vagarosamente, até que metade do apêndice estava dentro do canal estéril. Remexeu até sentir que além de relaxado a saliva o tinha lubrificado bem, ai passou a enfiar dedos, que se aprofundaram e deram um prazer imenso a Júlia que adorava ter o rabo preenchido por eles. Sentiu o corpo leve enquanto era possuída. Os carinhos em sua bunda e nos seios a levaram a novos gozos, que foi exaurindo suas forças. Gemia descompassadamente, falando de coisas fora do contexto. Levantava o rabo e permitia que os dedos da amante querida, avançasse o mais profundamente.O tesão a dominava a cada encontro com aquela mulher que a levava á outra dimensão do prazer. Gostava quando ela dava uma de macho e comia seu cu a deixando sem ação alguma. Aquele ato era seu ponto fraco.Não queria mais nada que não fosse o imenso prazer que sentia ao se entregar á Aline. Quando, depois do prazer ser saciado,ela se aninhava nos braços da outra e seus olharem se cruzavam, Júlia sabia que nada mais importava, a não ser a felicidade que estava sentindo. Pretendia que assim fosse para todo o sempre, com muito tesão.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:27 de janeiro de 2015 10:35

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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