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Do fundo do baú

Quando o tesão é mais forte que o laço sanguineo

Ambos tinham a mesma personalidade, apesar de serem de sexo opostos. Quando se empenhavam em conseguir alguma coisa, por mais corriqueira que fosse, ou até melindrosa, só o limite extremo, não era páreo para os tirar da jogada. Desde pequenos foram aguerridos em seus propósitos o que as vezes deixava seus pais preocupados. Eles, seus pais, se lembravam bem da vez que os gêmeos os surpreenderam na cama, tendo a mulher pega no ato do sexo anal, onde seu marido com seu pênis avantajado a penetrava sem dó, fazendo-a gemer tanto que o casal de filhos vieram ver o que acontecia os tinham flagrado. Fora um perereco só ter que omitir o que estavam fazendo.Márcio, que via muitas revistinhas pornográficas de um colega de escola, sabia bem o que os pais estavam fazendo, mas Marcela, não era muito chegada neste tipo de diversão. Mas era curiosa e não esquecia tão fácil das coisas que desejava saber. Com o tempo veio a aprender que tudo não passava de uma rotina normal no seio de um casal feliz. Não tinham pudor e eram vistos sempre um agarrando o outro em brincadeiras muito própria de irmãos. Mas as coisas estavam prestes a mudar, quando eles atingiram os 17 anos. Uma vez Marcio fora surpreendido pela irmã batendo uma punheta lascada. Ela ficara impressionada com o comprimento da pica do irmão e com as golfadas de porra que expeliram da cabeça da mesma. Não conseguia dormir, só pensando naquele membro, que achou parecido com o que seu pai enfiara em sua mãe, quando os surpreenderam em ato copulativo. Sentia a boca ressecada enquanto, sem muito esforço, puxava pela memória o ato masturbatório do irmão. Percebia que quando isso acontecia a sua vulva parecia queimar e ela sem querer levava a mão até ela e a tocava e aos poucos aquela sensação de fogo ia aumentando até que uma vertigem a deixava como se estivesse embriagada, ai tudo ia se acalmando e notava que seus dedos ficavam molhados de um liquido que não era aguado, mas sim um pouco pegajoso. A primeira vez que levou os dedos as narinas, sentiu um odor bem estranho a ela, mas com o tempo foi se acostumando. Não passava um dia ou noite que não se escondesse, no banheiro ou no seu quarto e se masturbasse. A mãe dela, dona Mirtes, começou a ficar desconfiada ao vê-la entregue em seus pensamentos, com olheiras e aquela mania de se trancar em seu em seu quarto e quando surgia, parecia que vinha de um outro mundo. Experiente que era logo deduziu que ela estava tocando siririca e se preocupou. Precisava entrar no universo da filha para ajuda-la. Mas como faria? Sabia do gênio que a mesma tinha e tentou achar o melhor momento para se aproximar. Uma tarde, quando Marcio chegou do trabalho foi tomar banho como de costume.Tirou a roupa e foi para debaixo do chuveiro. Se banhou, refrescando o corpo e depois saiu e pagou a toalha para se secar quando percebeu que no cabide ficara algo. Ao pegar na peça viu que era uma calcinha fio dental, que sem dúvidas pertencia a sua irmã. Levou a peça as narinas e aspirou o perfume que dela vinha. O cheiro era de boceta.Aquela onda afrodisíaca chegou ao cérebro e sem poder evitar uma ereção foi se formando e pouco depois ele já alisava a pica volumosa, enquanto mantinha a peça no nariz. Bati a uma punheta violenta e sem perceber gemia pronunciando o nome de sua irmã.Estava tão fora do seu mundo que não percebeu que a porta tinha se abrido e estática uma pessoa o via se masturbando com a peça de roupa sendo cheirada. Não pode deixar de notar o belo membro que o rapaz alisava freneticamente. Sentiu um baque no coração. Como ele não a tinha visto a pessoa se afastou e fechou a porta lentamente. Marcio concluiu o seu ato de apaziguamento sexual, ejaculando boa quantidade de porra no piso. Cansado, mas satisfeito, pegou papel higiênico e limpou a porra derramada.
Na mesa de comida, durante o jantar Marcio não tirava os olhos de Marcela que não estava se sentindo muito bem e não o encarava. Dona Mirtes observava os dois e seu coração de mãe começou a ficar pesaroso, temendo por algo grave.
Era tarde da noite e todos já tinha se recolhido aos seus quartos. Marcio dormia e talvez sonhasse com a calcinha de sua irmã.Marcela estava inquieta e não conseguia conciliar o sono e por isso mesmo foi até a cozinha beber um pouco de água. Na volta ao passar pelo quarto de sua mãe, pareceu ouvir a mesma discutindo com seu pai. Voltou e colando o ouvido na porta pode escutar alguma coisa e o que ouviu a deixou nervosa:
__Você tem que ver que ele é um homem e que bater punheta é normal. Que mal tem em se estar cheirando uma calcinha enquanto se masturba. Eu mesmo pegava as calcinhas, que conseguia das meninas com quem saía e em casa fazia a festa. - dia o pai
___Calcinha da sua irmã também? É isso mesmo que você ouviu. A calcinha que ele cheirava era de Marcela.
___Epa, ai a coisa fica mais séria. Mas você tem certeza? Pode ser de um dos casos dele.
___Não. Era da Marcela e eu fui lá justamente para ver se ela não tinha deixado uma joga em qualquer lugar. Eu já tinha alertado ela que não era nada bonito o relaxo dela, mas como pode bem ver não adiantou nada. Ele cheirava a calcinha dela eu vi.
__Caramba. Do que você esta rindo agora mulher?
__Olha , seu filho puxou a você. Tem um baita picão que dá gosto de ver. Feliz da mulher que a puder usufruir.
__Mas que mulher safada eu tenho. Quer dizer que o garotão é bem servido?
__Tal pai, tal filho.
__É né? Pega aqui nele.
__Ah, bem. Vamos dormir que já é tarde.
__Você me assanhou agora pega nele e dá uma mamadinha na cabeça. Vem minha coroa gostosa.
__Você me acha ainda gostosa depois de tanto tempo?
__Pega nele que você vai ter a resposta. E então, em alguma dúvida?
__Não meu gostosão. Seu pinto continua uma delicia. Vou chupar ele, mas não vá fazer escândalo. Hum...que delicia de pica.
__Isso sua gostosa, chupa, Você tem uma boquinha tão gostosa.Chupa...engole tudo.Deixa eu foder tua boca. Acende o abajur para mim ver você me chupar.
__Meu tarado gostoso. Veja.
__Delicia, como é delicioso ver você engolindo minha pica. Vai delicia, chupa.
Marcela tentava, pelo buraco da fechadura, ver o que se passava dentro do quarto, mas a chave atrapalhava, só permitindo que visse um pedaço da bunda de sua mãe e as coxas, nada mais. Saiu dali com a cabeça rodando, por escutar o que escutara a respeito do seu irmão e o diálogo de seus pais na preliminar da foda que certamente teriam. Entrou em seu quarto, irritada pela bobeada que dera esquecendo a peça intima junto das toalhas de banho. Deitada começou a entender os olhares do irmão no jantar e foi ficando excitada. A mão dela procurou entre os grandes e pequenos lábios o ponto onde os dois se uniam e lá tocou em seu centro nervoso. Uma miscelânea de sentimentos tomava conta de si e ela se entregava a uma masturbação mais puxada para o que tinha em mente que era pica do irmãos. Gemeu muito quando atingiu o clímax daquele ato e adormeceu. No dia seguinte ela foi para o cursinho e não conseguiu prestar a atenção em nada que os professores disseram. Só pensava em uma coisa; na pica do irmão. Em casa, após o banho, fez questão de esconder a calcinha que usara e depois que sua mãe fora verificar, voltou ao banheiro e colocou a peça no lugar do dia anterior. Pegou um liquido de lubrificar dobradiças e o borrifou em todas da porta testando para ver se ao abri-la ira ranger. Estava tudo ótimo. Disfarçou o cheiro com produto de limpeza e foi para seu quarto onde fingiu estudar. Uma hora depois seu irmão chegou e como sempre foi para o banheiro. Como já tinha inspecionado o mesmo antes para evitar surpresas novamente, dona Mirtes não se preocupou com nada. Já Marcela, estava inquieta e ansiosa se esgueirou para a porta do banheiro e escutou para ver se a água do chuveiro ainda caia e vendo que nada se ouvia, girou a maçaneta da porta e foi empurrando lentamente o suficiente para por a cabeça lá dentro e ver o que desejava. Marcio estava sentado no vaso sanitário com a calcinha dela no rosto e com uma mão alisava sem parar o pau duro.Marcela arregalou os olhos para ver melhor e sentiu que todo seu ser estava esmorecendo.Seus lábios estavam ressecados e ela ofegava pois o ar lhe faltava. Quase gritou quando viu os jatos de porra se lançados ao ar e cair sobre a toalha que o irmão colocara no piso. Antes de ver o que ele faria, ela fechou a porta com cuidado e correu para seu quarto. Não conseguia nem se masturbar de tão nervosa que estava.
Ela tinha tomado uma decisão e ia pô-la em pratica assim que seus pais estivessem dormindo. Já era tarde da noite e todos tinham se recolhido, Marcela saiu do seu quarto e foi para o de seu irmão, Entrou sem fazer barulho e foi até a cama dele que estava deitado de bruços inteiramente nu, Sentou-se bem de leve a beira da cama e acendeu a luz do abajur. Respirava com dificuldades pelas narinas que estava dilatadas. Olhou a bunda do irmãos e depois entre as coxas, notando a cabeça da pica sobre os ovos. Se apoiou em um braço e com a outra mão acariciou a bunda peluda. Marcio se mexeu e ela parou. Assim que o ouviu ressonar novamente, voltou a acaricia-lo chegando a toca na glande e isso foi o suficiente para que Marcio desse uma virada de corpo e com os olhos estalados viu sua irmã. Levou as mãos ao sexo e quase que gritando perguntou:
__Que esta fazendo aqui Marcela? - procurou puxar sobre si o lençol da cama.
__Estou aqui para te ver seu descarado. - disse ela puxando o lençol o descobrindo.
__Como assim? O que foi que fiz- perguntou ainda cobrindo sexo com as mãos.
__Não sabe, não é? Porque estava me olhando ontem daquele jeito no jantar?
__Por nada. Não posso te olhar. Que mal há nisso?
__Me olhar, não tem nada de mais, mas me olhar por se recordar de alguma coisa nojenta que fez, sim, faz muito mau.
__Mas do que você esta falando?
__Gostou do presente que te deixei no banheiro junto das toalha, hoje?
Marcio aos pouco foi percebendo onde ela queria chegar. Acabou se inteirando do seus descuidos e até do comentário que a mãe fizera de seu dote. Sabendo que a irmã não estava ali só para contar-lhe o que havia dito, ele tirou as mãos que ocultavam, sem muito sucesso, o enorme membro, permitindo que a mão dela tomasse contato com ele. Sentiu um calafrio gostoso quando isso se deu, que provocou um gemido de prazer. Meio entre dentes disse que eram irmãos e que ainda estava em tempo de pararem.
___Você quer parar? -perguntou ela já aproximando a boca da glande - Eu não quero.
Aquelas palavras foram a gota de água que faltava para o copo transbordar. Marcio se estirou na cama e deixou que Marcela o fosse engolindo até onde dava.Ela se sentia sufocada, mas queria insistir, até lágrimas afluíram em seus olhos. Marcio se virou um pouco para o lado de fora da cama afim de retirar a camisola da irmã, deixando-a nua. Percebeu que ela viera preparada para trepar. Puxou-a sobre seu corpo, colocando-a em posição inversa e com isso pode ver e ter contato direto sobre a belíssima boceta que estava bem molhada. Separou os lábios do sexo e lambeu. Marcela corcoveou sobre o peito do irmão e empurrou mais a vulva de encontro a sua boca.Marcio a chupou do clitóris até seu cuzinho o que despertou nela o desejo imediato de ser penetrada pela vara que tinha diante de si. Rápida ela se deixou cair de lado e abrindo as pernas o chamou.
__Vem maninho, vem fazer sua irmã feliz. Mata essa vontade que nós dois temos e me enfia essa pica até chegar a minha garganta. Te quero dentro de mim.
Marcio engatinhou até entre as pernas separadas da irmã e após salivar a cabeça do pau e a boceta já melada pediu a ela que a encaixasse em si.Com a mão tremula ela encostou a glande na abertura da vagina e foi sentindo ela ir alargando seu canal e e ir queimando por dentro provocando uma ligeira dor. Mordeu os dedos quando tudo se alojou dentro de si e Marcio iniciou as investidas. Estava com os bicos dos seios tesos e doloridos, mas ao serem sugados pela boca do irmão, desencadeou, neles, ondas de choques e comichões que a fez gozar na pica dele. Marcela se derretia e com as pernas elevadas recebia apenas mais que a metade da pica dentro da boceta. Estava ardida, mas satisfeita com o vaivém do pau. Perdera a conta dos gozos que tivera e só estava esperando para receber a porra do irmão. Foi então que se lembrou que poderia estar no seu período fértil e não podia bobear.
__Goza em minha boca. Deixa eu sentir o gosto do teu leitinho. - pediu e quase que de imediato sentiu o membro sendo retirado de dentro de si. Marcio dirigiu a pica para a boca dela e se punhetando atingiu o gozo esguichando esperma dentro da boca aberta que se fechou em torno da glande recebendo mais porra e sentindo nos lábios as contrações do pênis. Quando tirou a pica da boca olhou para o irmão e engoliu toda a porra que tinha na boca, abrindo-a para que ele visse que estava sem nada.Talvez para eles que trocaram um longo beijo e logo em seguida ela se levantou e foi para seu quarto, fosse apenas um ato proibido entre dois irmãos.Mas para dona Mirtes que a tudo assistira olhando pela fechadura, era o inicio de uma emocionante aventura em a família.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:19 de fevereiro de 2015 17:55

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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