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Quando Salomé chega

Marcela, coloca sua filha a par de tudo que ocorreu em sua vida e acabou culminando com o casamento com Eduardo. Procurou não omitir nada, relatando os mais íntimos pormenores até o relacionamento lésbico com Regina sua melhor amiga e prima de seu atual marido. Para Salomé, que sempre tivera nela uma inspiração para seus folguedos sexuais, aquela revelações caíam como uma chuva de idealizações para um futuro bem próximo. O que não entendia, e chegava até a achar que a mãe inventara para impressiona-la, era o fato de Eduardo só querer ter relações com ela, após o casamento, em uma tradicional e cafona, lua de mel, Só faltou ela dizer que ele, ainda quis, ver sangue nos lençóis, na primeira vez dos dois. Agora o mais intrigante e que suscitava dúvidas, era o fato dele a liberar para ter relações com quem quisesse, caso se sentisse em depressão por falta de sexo. Que homem era esse? Sua mãe lhe dissera que Eduardo era impetuoso e que não a deixa sem sexo dia algum, fosse o lugar que fosse. Contou-lhe, que uma vez ele a levou para o banheiro masculino, num restaurante e que dentro do box, transaram, com homens entrando para urinar a todo momento, e eles transando. Fora algo inesquecível, onde tivera o maior de todos os prazeres , até então. Gostava de lhe passar a mão, em frente a pessoas ou até parentes e não escondia o prazer que sentia em fazer isso.
__Você é feliz com ele, mamãe? - quis saber, depois de ver a forma com que Marcela, falava do companheiro. Uma forma que nunca vira ela ter em relação ao pai dela. Tudo bem que quando todos estavam juntos, ela surpreendera, eles, em plena transa, sem ter por onde se ocultarem, pois estavam nus em pleno sexo anal. Fora constrangedor, no principio, mas depois os três se divertiram muito com a situação. Eram muito liberais, no que dizia respeito a educação sexual dos filhos, Apenas Gabriel, irmão dela, era mais restrito a normas religiosas, o que o deixava um pouco de lado. No mais os horizontes estavam sempre abertos para que ela pudesse se informa a respeito de sexo, tanto com ele, seu pai, como com sua mãe. O que eles lhe ensinaram e procurou colocar em pratica ao longo dos anos que estivera fora do convívio com sua mãe, após a separação.
__Sim, eu sou muito feliz. Eduardo me dá, tudo que preciso em termos de afetividade. No quesito conforto, eu sempre me mantive e você sabe que seu pai, sempre me enviou uma régia pensão, que nunca exigi diga se de passagem, o que me dá ainda mais independência econômica. Fora, isso, Eduardo partilha sua conta bancaria comigo como eu com ele, desnecessariamente. Sou amada, querida e desejada a todo instante. Não preciso procurar lá fora o que tenho de sobra dentro de casa. Pica por pica, a dele é tão boa que a do mais famoso, ou do mais fanfarrão do mercado. O que preciso? Nada! E veja bem, ele não me mantem a sete chaves. Se eu quiser me relaxar com outra pessoa, ele me dá liberdade para isso.
__E você já saiu com outros caras? - quis saber Salomé. quase que não acreditando que um homem como sua mãe descrevia poderia realmente existir.
__ Nem em pensamento. Eduardo é tudo que eu precisava como homem e amante. Ele paga meu fogo, aliás diga se de passagem ele impede que esse fogo se inicie. Como vê, de quê preciso, senão só estar preparada para a chegada dele?
__Olha, mamãe, estou pasma e até com medo de que esteja inventando tudo isso para me impressionar.
__E com que motivo eu faria isso se não fosse verdade? Olha vou te provar que isso é de fato uma realidade. Quando ele chegar, você vai para seu quarto e depois pode ficar nos espionando pela porta entreaberta, já que seu quarto é o primeiro após s sala.
__Posso ver realmente?
__Tivemos segredos durante toda a nossa vida juntas? Você não me flagrou com seu pai em plena enrabada?
Riram, revivendo aquele momento tão hilário.
Quando estava em seu quarto, Salomé, começou a pensar em tudo que sua mãe lhe contara e começou a compreender, por que era tão safada. Lembrava-se das atitudes que tinha quando ia para a universidade, cum sua minissaia, procurando sempre sentar , de forma que os rapazes pudessem ver muito mais que suas belas coxas. Quando queria ousar mais, tirava a calcinha e dava uma de Sharon Stone, cruzando e descruzando as pernas, revelando a quem estivesse a sua frente, sua anatomia intima. Ela presenteava os colegas de classe e até professores com essa atitude. Era desejada, amada e odiada, por ser tão liberal, avançada. Claro que amada e desejada pelo sexo masculino, mas não era nada admirada pelas garotas que viam o interesse dos rapazes nela. Não tinham coragem de agir como ela e nem tinham a sua plástica, o que dificultava a concorrência. Adorava quando, seu irmão levava os amigos em casa e ela se exibia diante dos mesmo, com suas roupas ousadamente curtas ou deixando-os notar que não usava sutiã, pois seus seios eram de uma dureza que dispensava tal peça feminina. Gostava de deixar peça de roupa, intima, que tirava após o banho, jogada em qualquer lugar que alguém pudesse ver. Muitas vezes. sua madrasta, Brenda, recolhia e colocava no cesto de roupas que iriam ser lavadas. Até seu pai, já tinha chamado sua atenção para aquele desleixo. No entanto o alvo de tudo aquilo, era Gabriel, seu irmão, por quem nutria um tesão enorme. Provocava o coitado que corria para se masturbar, inclusive com uma calcinha sua, que ele achara no banheiro. Gostava de o espionar, em seu ato solitário e depois ir cheirar seu esperma, que ele aparava em toalhas de rosto ou papel higiênico. Era um fetiche que tinha, cheirar a porra do irmão. Ficava alucinada e ali mesmo metia os dedos na xana e se dedilha até o orgasmo. De todas as pica que tinha visto, inclusive a do pai quando enrabara sua mãe, a de seu irmão a mantinha em uma expectativa além do normal. Achava ela anatomicamente muito bela, assim como ele, que era um rapaz que se cuidava muito bem e tinha um físico, comum aos jogadores de futebol americano. Gabriel, era um cara estudioso, pouco namorador, tendo uma garota com ele saia já algum tempo, e que o mantinha em uma comoção sexual, pois não o deixa fazer nada, a não ser umas apalpadelas nos seios e vez ou outra uma chupada neles. Quando chegava em casa, procurava dar uma sondada para ver se sua irmã estava dormindo. Sabia que com um pouco de sorte, a surpreenderia com pouca roupa sobre o leito ou até nua, como já acontecera. Só que ele não sabia que ela preparava a cena toda, para que ele visse e fosse se masturbar. Achava o corpo dela, uma verdadeira escultura e desejava que ela não fosse sua irmã, para tentar alguma coisa com ela e se realizar. As vezes sem que ele percebesse em sua contemplação proibida, ela estava com os dedos no clitóris o manipulando, imaginando que era ele, ali, a faze-lo e quando seu corpo começava a ter pequenos tremores, e seu irmão desaparecia pelo corredor, achando que ela estava acordando, mal sabia ele, que a mesma estava era tendo um gozo.
Salomé tinha decido que iria se relacionar com seu irmão. Precisava preparar o terreno.
Quando, ficavam os quatro na sala para jogar ou assistir um bom filme, fosse em canal especializado ou em DVD, ela sempre se postava em uma poltrona que pudesse ficar quase que de frente para onde seu irmão estava sentado. As vezes ela se deitava no colo do pai ou da madrasta e ficava com as pernas ligeiramente separadas, permitindo que seu irmão do outro lado, disfarçadamente visse o que havia por debaixo da sua saia. As vezes, nada, apenas a beleza da sua vulva depilada. As vezes, olhando de rabo de olho, para os adultos, ela levava a mão até a xoxota e se dedilhava, deixando seu irmão a suar do outro lado. Quantas vezes ele não aguentando, dizia que o filme ou que o que estavam fazendo ficara desinteressante e ia para seu quarto. Salomé, sabia o que ele ia fazer e seu coração palpitava fortemente.
Em um final de semana, seu pai e madrasta foram para um encontro de velhos amigos em um clube de campo e os dois ficaram sozinhos em casa. Salomé, viu ali a chance de concretizar o seu sonho e começou bolar uma forma de forçar Gabriel a ter um contato mais físico e visual com seu corpo. Pensou, pensou e chegou a um denominador comum. Primeira coisa que fez foi colocar uma de suas minissaia, sendo que por baixo a ausência da calcinha era o ponto chave. Depois foi até sala e perguntou ao irmão se ele tinha alguma roupa suja para lavar, e diante da negação, disse que estaria na lavanderia caso ele precisasse dela. Com a ideia formada. ela pegou uma escada de armar, e de posse de um pacote de detergente ela subiu na mesma e depois que estava no topo, começou a gritar desesperadamente por socorro. Gabriel não demorou a aparecer na porta da lavanderia e viu sua irmã no topo da escada agarrada ao armário," tremendo ", com medo de cair.
__O que aconteceu? - se aproximando da escada. Ao olhar para cima, deparou com o que não estava no programa, ou seja, a visão por baixo da saia de Salomé, de sua intimidade nua. Ficou com o olhar fixo, naquela linha escura que indicava a junção dos dois lábios vaginais. Com muito custo, já de pau duro, ele desviou o olha para outro lado.
__ Subi, numa boa, mas quando acabei de pega a caixa de detergente, me deu uma tontura e eu comecei a tremer e por achar que iria cair fiquei apavorada e gritei. - disse ele percebendo que seu irmão, já tinha visto que ela estava sem calcinha.
__ Pode descer agora que eu seguro a escada. - disse ele sem olhar para cima.
__ Não consigo me mover. Estou em pânico. Não dá para você vir até aqui e me ajudar a descer?
O plano era esse, ou seja, que ele subisse e a agarrasse para lhe infligir confiança. Daria certo o que estava planejando?



Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:1 de setembro de 2015 09:18

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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