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Quando Salomé chega!-1

Marcela, conhecera Eduardo, em uma das muitas baladas que ela frequentava com sua amigas. Divorciada, mãe de dois filhos que moravam no exterior com o ex marido, ela que era uma bela mulher e tinha muita disposição para ter um novo bom relacionamento, não ficava em casa por nada dese mundo. Costumava, se vestir bem e ousadamente, para se suplantar diante das amigas e com isso, sempre acabar a noite em uma boa companhia, em um bom motel ou na cama de algum bonitão em, um apartamento de luxo. Sabia que tinha um alto grau de sedução e se valia disso para arrasar. A sua impetuosidade, fora a causadora da destruição do seu casamento. Ela sabia disso. Consideravam-na uma ninfomaníaca, que não se represava, em sentimentalismo ou cerceamento de qualquer tipo de método para atingir o prazer.
Estava sentada em um tamborete, no balcão de bebidas do club, quando Eduardo chegou e tomou o assento que estava vago ao seu lado. Pediu um drinque, e vendo que o dela estava no fim, gentilmente pediu um outro para ela. Aquele, gesto ousado, chamou-lhe a atenção. Viu nele, um homem de personalidade, que sabia o que desejava. Depois de agradecer a ele entabulou uma conversa banal, que girou em torno do local e que pouco depois acabou se estendendo para um mesa reservada. Ali a conversa se tornara mais aberta e em menos de uma hora, a intimidade dos dois já era evidente. Sem avançar em qualquer tipo de proposta sensual, Eduardo fizera com quê Marcela, o desejasse de forma insana. O que mexeu com os hormônios de Marcela, fora e esnobada que ele dera no final daquele noitada, ao se despedir do grupo, inclusive, dela, sem sequer deixar maturar a possibilidade de irem para a cama. Isso da parte dele, por que ela já se imaginava, desde que foram para a mesa, de pernas aberta levando vara até não poder mais. Todas suas amigas, perceberam que ela ficara arrasada, vendo aquele cara, que todas consideravam um tipo muito másculo se despedir de todas de uma forma igual. não dando a mínima preferencia a ela.
Marcela, tivera uma semana péssima, não se conformando com a esnobada que tiver da parte de Eduardo e para completar, recebera um telefonema que a fizera ficar mais puta ainda. Sua filha, estava vindo para passar alguns meses em sua companhia.Ela não estava a fim de ficar pajeando a garota, se privando de sua noitadas. Quando fora mãe pela segunda vêz, se permitiu ser uma mãe zelosa e sabia que tinha relaxado um pouco com o seu jeito de ser. A maternidade a deixara um pouco fria e talvez com mais sede de se expandir, o que provocou a ira do seu marido, que já não aguentava mais acompanhar a esposa em suas tempestuosas crises de ousadias.
O celular vibra, ela o apanha e vê que é uma de suas amigas.
__Oi, Lorena, o que manda?
__Adivinha quem ligou?
__Não faço a mínima ideia.
__Eduardo!
__Eduardo? Ligou para você? E o que ele queria?
__Você não vai acreditar. Ele queria saber muitas coisas de você.
__De mim? Ligou para você para saber da minha vida? Não entendi.
__Amiga, esse cara esta afim de ter algo sério com você.
__O que te faz pensar isso?
__Quando um cara pergunta sobre o estado emocional da outra pessoa, indica que não quer apenas ter uma relação. O cara ficou louco por você. E tem mais. Não sei se fiz certo, mas dei a ele seu endereço.
__Porra, amiga. Sem me consultar? Quem disse que eu quero ver esse cara outra vez?
__E não quer? Se for esse o caso eu telefono para ele agora mesmo e digo que você não quer recebe-lo. Eu sei que você não quer que eu faça isso, portanto se prepare que ele dever estar chegando por ai.
Pela primeira vez, depois de muito tempo, sempre na defensiva, ela se via acuada, sem saber como agir diante da possibilidade de receber um homem dentro de sua casa. Mal desligou o celular, a campainha tocou. Afastou a cortina da sala e pode ver Eduardo no portão. Ficou por instante a observa-lo e sentiu entre as pernas uma contração que a deixava sempre acesa. Mordeu os lábios e até pensou em não atende-lo, por causa do gelo que o mesmo dera nela em seu primeiro encontro, mas pensando que seria idiotice, jogar fora, uma chance de estar com um tremendo pedaço de mal caminho, se afastou e abriu a porta. Foi ao encontro dele com um sorriso que não conseguia esconder a satisfação que sentia. Sempre polido, assim que ultrapassou o portão, ele que mantinha uma das mãos ás costas a passou para frente e deixou-se ver um pequeno estojo. Marcela olhava para o objeto que estava dentro da caixa e não estava entendendo nada. Não tinham entrado em casa ainda e ela se sentia plantada naquele caminho ladrilhado, ladeado por belas gramíneas. Eduardo olhava para ela, entre admirado e temeroso.
__Não gostou do presente? Olha posso troca-lo.
__Você...eu...eu não estou entendendo. O que significa isso?
__Você aceita casar comigo?
O tsunami que atingiu a Asia, não fora tão devastador, quanto aquelas palavras, que jamais Marcela poderia ouvir, ainda mais vindo de um desconhecido.
__Não me conhece, mal nos falamos, e agora depois de um encontro casual, sem relacionamento, sem ter demonstrado nenhum interesse, você aparece me pedindo em casamento? Como posso, saber qual a resposta lhe dar?
__Aceitando e me dizendo, sim.
__Mas...o que o levou a querer isso?
__A muito tempo eu procuro uma mulher com as suas caraterísticas. Seu papo me agradou muito. Você molda o meus gostos e sei que vamos viver dias felizes.Aquele encontro que tive com você, não foi casual, como você imagina, teve cumplicidade de alguém.
Marcela franziu a testa, não entendendo o que ele estava querendo dizer. Olhou para o anel e veio-lhe a mente a conversa que tivera com uma certa pessoa.
__Lorena!
Eduardo sorriu
Tudo começou a fazer sentindo. Ela ficara, só, e fora para o balcão de bebidas, as amigas não apareceram e sim Eduardo. Os comentários delas, tudo camuflado. Estava sendo manipulada e não percebera.
Ainda atordoada. com o rumo que as coisas tinham tomado Marcela, conduziu o seu pretendente para o interior da casa. Acabara sabendo em pormenores, que sua melhor amiga vinha levando-a para lugares onde Eduardo frequentava, com o propósito de que ele a conhece melhor. Eduardo era primo de Lorena, que nunca se apegara a nenhuma mulher por ter gostos extravagantes no que dizia respeito a sexo. Ele, estava com uma idade, onde o cansaço, das saídas estava começando a afeta-lo e queria estacionar, ficar com uma pessoa que o satisfizesse em casa e que esporadicamente saíssem com ele em busca de aventuras.
__O que você me diz?
__Você tem certeza de que não vai se arrepender? Sabe, claro, que já fui casada e que tenho dois filhos que vivem com o pai no exterior? Não sou uma mulher fácil, me sinto as vezes um pouco promíscua. Não sou uma boa dona de casa e não quero ser. Pertenço ao mundo e nele quero viver. Adoro sexo. Gosto de trepar e não me furto de dar umas escapadelas se for necessário.
__Para mim tudo bem. Somos iguais.
Aquelas palavras, aqueceram o eu ego.
O mais curioso de tudo, foi que Marcela e Eduardo, do momento em que ela dissera sim, passaram a viver como pessoas responsáveis. Ele não fora para a cama com ela, e nem a privara de se relacionar com outros machos. Queria te-la, só quando tivessem uma lua de mel. Era um fetiche, que por estranho que possa parecer, estava enraizando em Marcela, que se abstivera de qualquer contato com outro homem, chegando a ter um ligeiro relacionamento, com a própria Lorena, afim de quebrar um pouco a tensão.Gostava muito da amiga e não encontrara barreira para a ter em sua cama. Começara, com um olhar mais demorado nos olhos e depois nos lábios de Lorena. A mesma ficara eufórica, antevendo que iriam se relacionar amorosamente. Marcela , foi aproximando o rosto da amiga e pouco depois , beijava suas faces, sentindo a sedosidade das mesmas. Aspirou o perfume que emanava da pele e foi para os lábios, primeiro beijando o inferior e depois o superior. Beijou a ponta do nariz, seguindo para as orelhas, onde causou o arrepio de todo om corpo. Sentiu o volume dos seios da amiga de encontro ao seu.
__Posso toca-los?
__Sim, pode. Oh!
O toque fora sutil, mas desencadeara um turbilhão de sensações no intimo daquela mulher. Massageou, de leve, os seios e em seguida desceu a boca até eles
arrancando um gemido prazeroso da boca a amiga. Olhou pela primeira vez, para as bela mamas e depois de apertar-lhe os bicos com os dedos, buscou sua boca no seu primeiro beijo lésbico. Sentia-se molhada, quando os dedos da outra alcançaram entre suas coxas, a calcinha que afastou de lado, tomando contato com a vulva escaldante. Ao mesmo tempo as duas alcançaram o clímax e ficaram ofegantes. Começaram a se despir e depois de nuas, se deitaram no sofá abraçadas. Ficaram mexendo as pernas que estavam em contato com seus sexos, sentindo que provocavam novas sensações. Fizeram o que o corpo pedia, um sexo calmo e gostoso para depois repousarem uma nos braças da outra, sem dizer uma só palavra, apenas saboreando aquele momento.
O casamento se realizou sem muita pompa, pois assim quiseram os dois. Seguiram para a lua de mel em um balneário. Os dois estavam ansiosos, para desfrutarem daquele momento tão desejado. O Sol se punha, por entre as árvores, daquele lugar encantador, onde os casais e famílias inteiras, desfrutavam da beleza que a natureza os presenteavam.
Depois de saírem do bar, seguiram para o quarto. Os dois estavam nervosos e não sabiam com o agir. Era até engraçado, visto que ambos eram escolados em termos de sexo, mas entre eles parecia que era a primeira vez de ambos.Marcela se dirigiu ao banheiro onde pretendia tomar um bom banho e ver se acabava com aquela inibição, pois aquilo não comportava em seus 45 anos. Não aparentava ter mais de trinta, o que a deixava orgulhosa de si mesma, mas estava agindo como uma adolescente em sua primeira transa. Passava sabonete, nos modelados pelos que ornamentavam seu baixo ventre, quando notou que a porta do banheiro se abrira e ao se voltar, viu a figura elegante de Eduardo surgir. Estava sem camisa, com uma toalha enrolada na cintura. Baixou a tampa do sanitário e se sentou, ficando a admirar o corpo nu da esposa. Meio sem graça ela que estava
curvada, se endireitou e sorriu para ele. O olhar dele era de puro êxtase diante da beleza que era a sua esposa. Sentiu que seu pau começava a crescer e automaticamente começou a alisa-lo. Ela sorriu, e com um sinal de cabeça, deu a entender que ele devia mostra-lo. Eduardo foi afastando a toalha aos pouco e de sopetão, o membro surgiu.Marcela olhou, cobiçosamente e fechando o registro d'agua se encaminhou toda faceira para o encontro do marido. Aos poucos ela ia perdendo aquela estranha timidez para fazer surgir a mulher que desejava muito aquele amuleto sexual que a olhava de forma hipnótica. Quando estava junto do homem, o mesmo a enlaçou e a puxou para mais perto de si, apoiando o rosto sobre os pelos dela. O cheiro de sabonete se misturava ao odor de sexo molhado aumentando mais o desejo de Eduardo e a dureza do seu membro.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:4 de agosto de 2015 19:14

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Fetiches

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