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Quando um homem ama uma mulher

Suzana estava divorciada á 2 anos. Tinha se casado muito nova, contrariando a vontade de seus pais, que achavam que com a idade de 18 anos, ela precisava era curtir mais a vida e não se prender a um compromisso tão sério. Achavam que ela não tinha a estrutura fortalecida para se dispor das baladas, viagens e outras curtições, que moças na idade dela, tinham. Contrariando tudo e a todos ela se deu ao luxo de inventar até uma gravidez para forçar a aceitação dos pais.Júlia sua irmã mais velha, casada, concordava com os pais e aconselhava Suzana a pensar bem no que ia fazer com a sua vida. Apesar de tudo o casamento se deu e Pedro no início se mostrou um marido muito amoroso. Queria demonstrar aos sogros e cunhada que eles estavam errados.O tempo foi passando e as coisas foram mudando e as brigas entre eles começaram a ficar mais frequentes. Suzana não contou a ninguém o que estava ocorrendo em sua vida matrimonial mas não durou muito para ter que anunciar que ia se divorciar.Ficara casada por 4 anos.Com seus 22 anos ela se tornara uma mulher triste com o fracasso do casamento e já se faziam 2 anos que ela permanecia só. Ninguém diria que agora, aos 24 anos ela estaria solitária e sem se preocupar em ter alguém. Procurava se cuidar, curtir noitadas em baladas que lhe acrescentasse alguma coisa de boa e não as futilidades que a juventude aprendera a curtir. Não se envolvia sexualmente com ninguém. Trabalhava no centro financeiro de São Paulo, fazendo parte do setor de recursos humanos de uma multinacional.Ganhava muito bem o que possibilitava manter seu apartamento em Moema, carro e uma boa conta bancária. Enfim estava bem. Solitária, mas bem.
Uma tarde se sexta feira, final de expediente, depois de deixar em ordem as papeladas que tinha sobre a mesa, fechou a porta da sua sala e se dirigiu para um dos três elevadores que a levaria do vigésimo andar ao térreo. No momento em que o elevador chegou ao andar e a porta se abriu, ouviu-se no fundo do corredor uma porta se fechando e o barulho de saltos, de alguém que corria, chegando até os ouvidos de Suzana que instintivamente colocou a mão no sensor impedindo assim que a porta se fechasse e desse chance de uma moça entrar. Agradeceu a gentileza e pouco depois saltavam no térreo.Se despediram com um até segunda e bom final de semana e cada um seguiu para seu lado. Em casa tomou um banho demorado escolheu uma roupa bem confortável e estava pronta para cair na balada. Foi a casa de show que mais frequentava nos Jardins com uma mesa reservada ela se municiou de um drinque e ficou olhando os pares dançando. Gostava dali porque as música eram bem selecionada por um famoso DJ e também porque lhe trazia boas recordações do tempo de casada, quando com o marido ali frequentava. Um rapaz a convidou para ir á pista e ela se levantou e entre as pessoas passou. Seu perfume era marcante e não tinha quem não o aspirasse e comentasse alguma coisa. Dançou uma seleção inteira e depois foi levada de volta á mesa onde tomou um gole do seu drinque e depois se dirigiu ao toalete a fim de retocar a maquiagem. Estava entretida passando o batom quando alguém ao seu lado abriu uma torneira.De repente a pessoa falou:
___Que coincidência. Você não é a minha ascensorista de plantão? - falou rindo.
___Oi, você por aqui? Não existe nenhum elevador aqui não é? - brincou Suzana. Ambas riram muito e trocaram um abraço. Michele como se apresentou era pessoa que Suzana sempre segurava o elevador até ela entrar.
___Você vem sempre aqui? - quis saber a bela morena, que era muito risonha.
___É a minha casa de show preferida.E você?
___Gosto muito. Vai voltar agora?
___Sim , só vim fazer um retoque e já ia voltar.
As duas eram belezas que não se podia deixar de notar. Ambas da mesma altura só o que as diferenciava era a côr do cabelo, já que o de Suzana era castanho escuro e de Michele muito preto. Ao chegarem á mesa de Suzana esta recebeu o convite para se juntar a de Michele e para lá foi.
___Vou lhe apresentar o meu marido. Já falei de você para ele. Com licença. - pediu ela a uma pessoa que estava no caminho - Amor olha só quem eu trouxe para nossa mesa.
Se uma bomba H caísse ali, não causaria um estrago tão grande quanto foi o que ocorreu ali quando Suzana se viu diante daquele homem. Seus olhares se fixaram e muitas recordações vieram em um flash back.Pedro seu ex marido estava diante de si.Michele percebendo que alguma coisa estava errado perguntou:
___O que aconteceu?
Pedro se levantou e estendeu a mão em direção a sua ex mulher.
___Como vai Susi? - cumprimentou deixando Michele de boca aberta. Nem ela sabia o nome da amiga.
___Oi, Pedro. Vou bem obrigada.
___Ei, vocês se conhecem? - inquiriu a outra de boca aberta.
___Sim, fomos casados por 4 anos. - explicou Pedro vendo sua atual esposa sentar-se, atônita.
O mal estar inicial foi se diluindo. Suzana que ameaçara sair e voltar para sua mesa, fora persuadida a não faze-lo pela própria amiga.Pedro não podia deixar de admirar a beleza da sua ex, apesar de ter uma esposa muito bonita também, mas lá no fundo boas recordações não se furtaram em vir, pois frequentara com ela aquele local, se apertaram na pista de dança, trocaram beijos e isso não se esquecia.Michele sem poder esconder deixava perceber que estava enciumada por ver que os dois se olhavam muito fixamente.Volta e meia beijava o marido e falava muito das qualidades dele e Suzana começou intimamente a achar engraçado. Era natural aquilo, pois a falta de segurança era um indicio de que a pessoa não dominava totalmente a outra. Olhou mais uma vêz intensamente para o ex marido e se levantou.Alegando que iria sair cedo no dia seguinte se foi. A caminho de casa não pode deixar de rir muito, mas em dado momento parou o carro e debruçada ao volante foi acometida por uma crise de choro ao perceber que o ex ainda mexia com alguma coisa de muito importante dentro dela.
Não saia no mesmo horário de sempre, só para não encontrar Michele. Um mês após aquele incidente estava ela indo para o estacionamento pegar o carro quando ao chegar perto dele notou um papel no limpador de para brisa. Intrigada pegou o mesmo e viu que tinha alguma coisa escrita."Estou no carro prata sob a letra B. Por favor venha até aqui". Ela tinha quase que certeza de que sabia quem estava ali esperando-a. Escondeu sua pasta e bolsa embaixo do banco traseiro fechou o carro e caminho na direção que o bilhete indicava. Quando estava chegando viu o carro prata. A porta do passageiro se abriu e ela entrou e sorriu ao ver quem estava no volante. Pedro. Olharam-se por instantes, cada um com um sentimento semelhante ao do outro.Não se importou quando ele manobrou e pouco depois saiam dali ganhando a avenida Paulista. Estava feliz em poder sentir os olhares dele em suas coxas cuja saia mal podia cobri-las.Era muito gratificante. Pararam em um restaurante muito badalado em que ele havia reservado uma mesa. O jantar fora maravilhoso e ela o chamou de convencido por ter tudo preparado, sem saber se ela iria aceitar ou não. Ele alegou que ela o deixara ciente de que não recusaria pelo fato de ter mudado até o horário de saída do trabalho segundo sua mulher. Tomou as mãos dela por sobre a mesa.
___Você continua linda Suzi. Senti uma alegria muito grande em revê-la. -disse
olhando-a diretamente nos olhos.
___E sua esposa. Como é que ela fica nesta história?
___Muito bem.Eu gosto dela. Não a amo como amei você, mas gosto.É uma pessoa amiga, sabe me satisfazer, mas parece que nunca vai ser o que você sempre foi. Ela não tem ousadia.
___Você sempre gostou de mulher ousada.Eu fui ousada e nosso casamento não teve continuidade, como se explica? - desafiou retirando as mãos das dele. - Na verdade essa explicação não existe não é? Você é uma pessoa que não se define. Se você gosta dela como afirmou, o que faço eu aqui neste momento?
___Gostar não é amar. Amo você, sempre amei e vou amar. Não deu certo entre nós tudo bem, não deu, só que amor eu só sinto por você. Foi uma peça do destino o nosso encontro.
___Pode ser - concordou ela sentindo que algo dentro dela vibrava. Não sentia remorsos por estar com o marido de uma outra pessoa. E quando ele chamou o garçom e pediu a conta ela ficou triste. Estava chagando a hora de se despedirem. No carro ela percebeu que não estavam indo para o local do estacionamento em que seu carro ficara e quando um luminoso piscante em tons avermelhados surgiu quase que de repente ela entendeu tudo. Entraram no motel.
Foi muito emocionante para ela quando para adentrarem a suite ele a carregou no colo e a beijou demoradamente.Suzana se agarrou ao pescoço do ex e com a lembrança voltada a anos atrás se viu de véu e grinalda sendo também carregada por aquele mesmo homem para o quarto de núpcias. O quarto do motel era muito bonito, onde os espelhos nas paredes e no teto refletia todos os ângulos dos corpos onde quer que estivessem. Sobre a cama perfumada ela foi depositada.Pedro a olhava embevecido e depois de se inclinar sobre ela e a beijar novamente mordendo seu lábio inferior, como sempre fizera, passou a abrir a blusa de Suzana que imóvel só tinha olhos para o ex marido que tocava nos seios nús, já que ela não usava nada por baixo. Seu seios continuavam firmes e belos como quando pela primeira vêz ele os vira.Por um momento fêz uma comparação com os de Michele que precisava de soutien para sustenta-los.Tomou um dos mamilos entre os lábios e o sugou deixando Suzi arrepiada. Sentiu a mão dele subindo entre suas pernas alcançando as coxas e tocando de leve no fundo da calcinha. Ele começou a dedilhar aquela parte como se tocasse as cordas de um violão.Ela murmurou algo que não pode ser compreendido por ter os lábios selados pelos dele. Uniu as pernas e ajudou na retirada da calcinha.A seguir desceu a saia se pondo núa já que não estava mais com a blusa. A beleza daquele corpo deixou Pedro afoito. Foi com grande ansiedade que ele se despiu e garboso ostentou o pênis que duro apontava para Suzana, fazendo-a recordar dos momentos deliciosos que teve ao ser penetrada por ele. Estava mais atraente do que nunca e sua vagina acusou o interesse que ela estava tendo em vê-lo. Ele se aproximou dela se ajoelhando ao seu lado. Ela esticou a mão e tocou no membro que acusou o toque, se virou de lado e olhando para o marido o tomou na boca. Pedro fechou os olhos sentido aquela deliciosa sensação de uma chupada delicada e que surtia o efeito desejado, porque ele estava arfando muito. Suzana acariciava a bunda do ex sentindo-a tão rija quanto quando eram casados.Pediu que ele deitasse de bruços e acariciando sua bunda desceu os dedos pelo rego e pegou mais abaixo os ovos manipulando-os com os dedos, depois separou as nádegas de Pedro e delicadamente tocou no seu orifício anal.Ele acusou o toque se remexendo e gemendo. Suzana aproximou a boca daquela parte e a beijou passando a lingua no mesmo. Ela gostava de fazer aquilo nele pois o deixava mais elétrico como comprovava depois quando pegava no membro super duro.Adorava ouvi-lo gemer e proferir palavras de baixo calão. Sentia-se poderosa, dona da situação.Aquela brincadeira sexual sempre fora a preferida do casal e ela sabendo o que podia pedir deitou de costas e separou as pernas. Pedro apenas se arrastou mais para baixo e se insinuou entre as coxas dela e tomou seu sexo na boca enfiando a lingua bem fundo dentro da vagina que estava muito molhada passando a fazer movimentos que excitavam mais ainda a jovem mulher. Suzana deixava fluir para a boca do ex todo seu gozo se entregando sem pudor. Adorou quando ele lambeu seu ânus o que a fez pedir que viesse e a penetrasse com seu membro.Ela o conduziu até a entrada vaginal e elevando um pouco os quadris se deu ao luxo de se deixar penetrar. Saboreou cada pedacinho que foi se aprofundando dentro de seu canal vaginal até tocar o colo do seu útero. Se abraçou a Pedro e ficaram se beijando e curtindo aquele delicioso momento em que os sexos latejavam.Pedro olhava para aquele rosto tão lindo e se via tão apaixonado quanto antes e não pode se conter dizendo o que sentia:
___Te amo como sempre te amei Suzi e acho que não amarei nenhuma mulher igual ainda te amo.
___Não diga mais nada meu amor. Apenas me tenha como mulher. - disse ela enfiando os dedos em seus cabelos puxando-o para beijar com mais intensidade. O pênis latejou mais forte e começou a se movimentar dentro dela.Gemeu alto e espetou os mamilos no peito do homem. Rolaram pela cama e ela acabou ficando por cima e com as duas mãos em seu peito, passou a movimentar o corpo subindo e descendo o tronco, permitindo que ela visse seu membro entrando e saindo da vagina inchada. Teve um momento que ela o retirou todinho de sua vagina, levou a mão até ela e enfiando dois dedos dentro dela, os retirou molhados e os levou ao meio do traseiro se lubrificando - Você me quer aqui? - deu a entender ao colocar o pênis entre as nádegas. Mordeu os lábios e foi arreando o corpo e sentindo que aos poucos a glande ia passando pelo esfincter trazendo com ela todo comprimento do orgão fazendo-a sentir na bunda os testículos. Adorava o sexo anal pois era prazeirosamente masoquista a sensação de violação que que sentia, levando-a a gozar de forma escandalosa. Ela iniciou os movimentos e se deixando cair sobre o homem permitiu que ele se movimentasse também entrando e saindo do seu ânus. As vez o membro escapulia e ela levava a mão atrás e o colocava de volta dentro do reto. O quarto refletia por todos os ângulos os corpos, a invasão do mesmo, a beleza do casal se amando e quando o maior dos orgasmos chegou para ambos ele se despejou dentro dela que estremecendo no seu momento mágico o sentiu inunda-la e sem poder se conter presenteou o corpo dos seu amado com uma chuva dourada. Ficou constrangida, mas logo , diante do olhar agradecido dele por ela ter tido a coragem, se acalmou e curtiu.
Passaram a se encontrar sempre que podiam e tinham momentos de plenitude. E pensar que ela agora se tornara a amante de seu ex marido, provocava uma certa volúpia, o prazer duplicado. Se era bom, não importava que não era correto, o jeito era curtir.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:29 de dezembro de 2014 20:34

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Casal

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