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Do fundo do baú

Quando um homem, não deixa de ser homem, quando o desejo é maior

Odair, olhava para aquela bunda, que estava a sua frente, com pelos negros sobre ela e com aquele orifício que ia aos poucos se fechando, deixando escorrer por entre as pregas que aos poucos iam se unindo para o fechar. Olhou para o membro que ainda estava duro, mas que já perdia a vitalidade que a pouco tempo atrás se mantinha firme, dentro daquele ânus, num momento de puro prazer. A porra que escorria do mesmo , descia e ia pingar sobre os testículos, que tinha mais abaixo um diminuto pênis de onde também escorria um liquido opaco. O relincho de um cavalo os chamou a realidade. Odair pegou sua roupas e procurou se esconder, bem como o outro homem. Mal conseguiram fazer isso a porta da cocheira se abriu e uma jovem adentrou, puxando um belo alazão pelas rédeas. Colocou o animal em uma baia, onde já havia comida fresca para o animal, fechou a parte inferior do compartimento e retornou para a saída, passando a poucos metros dos locais onde estavam escondidos, Odair, seu noivo e Antônio, o pai dela.
Na varanda da casa grande, Odair, com Alice no colo, balançavam na rede ali armada. Ela estava toda vaporosa, com uma saia que ia até quase seus pés, depois uma blusinha decotada, onde se podiam ver os seus dois belos e enormes seios, que a mesma tinha muito orgulho de ostentar, pois chamava mesmo a atenção de todos, os cabelos negros que lhe caiam sobre os ombros e a beleza clássica da mulher do campo. Era uma jovem caipira, que apesar de estudar na cidade grande, não desprezava a raiz do sangue que corria em suas veias. Orgulhava-se de ser considerada uma caipira. Pela sua beleza, ela sempre se via assediada pelos rapazes da faculdade, porém seu coração fora entregue a um caipira da fazenda vinha a dela. Ficaram noivos e pretendiam logo se casar. Amava o rapaz com loucura e não poupava nada para o fazer feliz. O que Alice não sabia era que seu noivo com seu pai, tinham um caso, que já vinha durando um bom tempo. Os dois homens se envolveram, sem que nada os forçasse a isso, a não ser o desejo de ser um do outro. Odair, não era homossexual, o mais que pegara fora do convencional, fora umas cabritas e uma égua. Claro que gostava de correr atrás das caboclinhas da fazenda e sem pensar duas vezes as levava até a barranca de um rio que cortava as duas propriedade e lá as fodia por longas horas, sem serem incomodados por ninguém. Quando conheceu a bela Alice, a tinha surpreendido tomando banho inteiramente nua, na parte do rio que avançava para a fazenda dela. Ficou maravilhado em ver as formas delicadas daquele corpo. Se existisse realmente um sereia, ali estava a personificação de uma. Começou a frequentar aqueles lados da propriedade para ver se a surpreendia em tão intimo estado, porém não a viu mais.
Sempre que chegava a época de um animal entrar em cio, os dois fazendeiros verificação se as matrizes ou os reprodutores poderiam ser de barganha entre eles, com as possíveis crias que viessem.
Foi numa dessa permuta, onde a bola da vez era uma bela égua, de linhagem nobre, com o alazão da fazenda de Antônio, quando estavam no curral preparando o local para o acasalamento, quando Alice surgiu, trazendo o belo alazão que já vinha todo esbaforido, sentindo no ar o cheiro que o excitava.
Já vinha, com sua enorme ferramenta exposta. A égua estava amarrada a cerca, e também parecia que estava louca para entrar no ferro do alazão. Quando viu a moça que chegava com o animal, Odair logo a ligou com a jovem nua do rio. Era mais bela do que vira a distancia. O olhar dos dois se encontraram e ela lhe lançou um sorriso, que chegou a constrange-lo, mas que tinha algo mais que um simples sorriso.
Todos estavam atentos ao ritual animal. Vendo que o alazão esta a afoito demais e não conseguia colocar seu pênis na vagina da égua, Alice colocou luvas nas mãos e pulou para dentro do curral indo em direção dos animais. O macho que estava montado sobre a fêmea, com o pênis resvalando para todos os lado sem conseguir a penetração, ficou mais calma, quando viu a moça se aproximar. Os dois se entendiam muito bem. Depois de falar algumas palavras ao animal, ela passou para um lado que lhe era mais favorável e ficando quase que debaixo daquela montanha de musculatura, levou a mão e apegou no membro do animal o direcionando para o lugar certo. Só que a agitação dos dois animais, impossibilitava a acoplagem e foi ai que vendo que ela precisava de ajuda, Odair foi ao seu encontro. Acalmou a sua égua e depois foi até onde Alice segurava o pênis e a ajudou a leva-lo para dentro da vagina da fêmea. Se olharam e ela novamente sorriu só que daquela vez balbuciou uma palavra e se afastou:
__Safado!
Trepados, nos varões da cerca, todo olhavam para os animais. Odair estava perto de Alice e aproveitou para pedir explicação, sobre o que ela dissera. A moça, olhou para ele e sorriu gostosamente e não respondeu nada. Quando o animal ejaculou dentro da fêmea e desmontou dela, por um bom tempo ainda o caralho do bicho ainda continuou pingando esperma e pouco a pouco o enorme torpedo foi se recolhendo.
Odair sempre arranjava uma desculpa para ir até a fazenda vizinha, na esperança de encontrar a bela Alice. Esta quando o percebia, corria se esconder e ficava vendo-o desanimado ir embora. Sua mãe a censurava por fazer aquilo que ela dizia ser "pouco caso". Percebera que o rapaz estava interessado em sua filha e achava que ela devia lhe dar uma chance. Chance essa que ela estava louca para dar, mas queria antes ter certeza de que ele a queria, independente do que tinha visto, pois ela sabia que ele a espionara lá no rio. Ficara escondida nos dias seguinte e o vira ir até o rio para ver se ela aparecia e quando tinha certeza de que ele tinha ido embora, tirava a roupa e caia na agua. Em suas braçadas, ela sentia na agua, uma aliada que acariciava sua pele, massageava seus seios, fazia pequenas pressões em seu sexo e a deixava eufórica. Quando saia da água, ainda olhava para ver se não estava sendo observada e calmamente passa a se vestir. De volta para a casa da fazenda, ela esta toda refrescada e vai tomar um copo de suco natural.
Alice, estava interessada em Odair. Achava o rapaz bonito, inteligente, trabalhador, enfim um bom partido para qualquer moça que estivesse interessada em construir uma família. Apenas queria faze-lo deseja-la mais do que já estava. Ela por sua vez, sentia que ficava excitada quando pensava que ele a tinha visto nadando nua no rio. Era um privilégio. que ele tinha. As noites dela, eram povoadas de sonhos, onde se via correndo atrás de Odair, se oferecendo á ele e o mesmo a ignorando, dizendo que não queria nada com ela, pois a achava esnobe. Acordava suada e se sentindo sufocada.
No dia seguinte, quando passeava, montada em seu alazão, se aproximando do limite entre as duas propriedades, ela ouviu ao longe, vozes. Curiosa, apeou do animal e depois de caminhar um pouco dentro da mata, passou sob uma cerca de arame farpado, que indicava onde terminava a sua e começava a fazenda vizinha, se embrenhou por um capinzal. Recordou-se do local ao olhar para trás um pouco mais a sua esquerda e ver o local onde se banhava. Fora daquele ponto que Odair a vira nua e ela a ele. Continuou caminhando, seguindo o som das vozes e pouco depois ao afastar uma moita de capim, viu duas coisas. Uma que lhe agradou, Odair, nadando inteiramente nu, no rio e na margem do mesmo, também sem roupa, o que lhe desagradou, uma jovem, de cabelos loiros e seios miúdos. Quando o rapaz saiu das águas e ficando em pé se sacudiu todo para espargir a água do corpo, pode ver com jubilo, o pênis ereto, balançar de um lado para o outro. Seus olhos se prenderam naquele desejado pedaço de prazer e com raiva, viu Odair se aproximar da jovem, que se sentou, e ele parou com o pau junto do seu rosto. Percebeu que a jovem, não se fez de rogada e o abocanhou, para seu desespero. Não queria ter visto aquilo, pois qualificava como uma traição por parte do rapaz. Traição, por quê? Ela o tinha esnobado. Que direito tinha sobre ele? Quando se fartou de o chupar, a garota se deixou cair de costas na relva e separando as pernas, o chamou para cima de si. Alice , não podia ver, mas pelo movimento do corpo do rapaz, dava para se ter a ideia do que estava acontecendo entre os dois. Estava irritada com o que via. Era puro ciúmes, que ficou mais evidenciado, quando eles trocaram de posição, onde a garota ficou de quatro e ele se postando atrás dela a penetrou. Naquela posição, mesmo estando um pouco distante, ela podia ver a pica se movimentando de encontro ao corpo da garota. Se imaginou no lugar dela e sem poder se conter, chorou. Não esperou para ver o fim da transa. De volta ao local que deixara o cavalo, ficou, soluçando ainda por um bom tempo e depois montou o animal se saiu em galope, de volta a sua casa. Estava chateada com o que presenciara e não sabia como contorna, aquele sentimento de frustração e ódio. Ela sabia que tinha culpa por ele estar com outra, porém reagiria e o teria para si. Pediu á mãe que a avisasse quando ele a visse procurar, o que deixou-a muito contente. Só que os dias se passaram e nada de Odair aparecer. Foi por diversas vezes até o rio e nada de o ver. O que teria acontecido? Tinha que tomar uma atitude. Iria procura-lo e se preciso, se declarar a ele e pedir desculpas por ter sido esnobe. Sim era isso que faria. Tomaria suas providencias, mesmo que com isso ela se sentisse desvalorizada. Os tempos eram modernos, mesmo no meio rural. Se ele não vinha até ela, por alguma razão, ela iria atrás dele.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:1 de setembro de 2015 20:03

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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