Conto Erotico | Historia Erótica

Publique seu texto gratuitamente!

Autores mais lidos
Loja História-Erótica
Conto erótico no isntagram
conto erotico no youtube
conto erotico no tumblr
Imagens Eróticas
Do fundo do baú

Quando uma mulher ama outra mulher

Quem olhava para aquela loira dengosa e aparentemente frágil, não sabia a estranha força que a mantinha sempre na retaguarda dos fatos. Linda em todos os aspectos ela era desejada por todos que a cercavam de mimos. Ela porém não se deixava apanhar de surpresa sabia muito bem que tinha um privilégio que poucas tinham - era bela. Chegava a se olhar no espelho e sorrir. Sorria por ver homens correndo atrás dela como cães atrás das fêmeas no cio. Adorava sexo e acreditava que isso lhe permitia manter sua jovialidade e beleza. Apenas não se fixava a ninguém. Adorava ser o que muitos condenavam pela sua extrema feminilidade as vezes disfarçada com roupas quase que masculinas. Não gostava de usar nada que fosse feminino. Assim era Denise, lésbica assumida e que levantava uma bandeira muito questionada por uns e encarada de forma natural por outras pessoas, principalmente as do meio.Tivera namorados para ver se era mesmo adepta das filhas de Lesbo ou se estava levando por um lado errôneo. Sentir seu corpo invadido por um pênis não a levou ao prazer, a não ser com uma pessoa, mas isso eu conto em outra ocasião, no mais era com mulheres que se completava.
Para comemorar o fato de sua esposa estar gravida, o irmão de Denise promoveu uma festa em sua casa reunindo os amigos mais chegados e seus parentes. Em um canto Denise observava sua cunhada andando de um lado para o outro servindo os convidados. Gostava dela achando que era uma mulher muito sexy e que seu irmão tivera sorte. Só que ela sabia que a admiração tinha outro sentido. Desde o primeiro dia que a vira nutrira um desejo que só a deixava sem poder dormir.Lembrou-se da vez que flagrou o casal tendo relações e ela ficara olhando mais por curiosidade que por tara, como ela se comportava sendo invadida por um homem. Ficara deslumbrada ao ver os belos seios róseos que a cunhada tinha e desejou que não fosse a boca do irmão a suga-los e sim os seus, assim demonstraria a ela que a sua boca era a mais saborosa. Ficou impressionada com o tamanho e grossura do pênis do irmão achando que ele era muito cruel ao enfiar aquilo tudo na delicada xoxota. Percebeu que Camila estava adorando , gemia e soluçava fortemente, as vezes de forma tresloucada, ainda mais no sexo oral e quando a viu tomar na boca o falo do irmão, não pode deixar de ficar decepcionada. Sentiu-se traída. Estava saindo do lugar que estava espionando quando ouviu seu irmãos fazer um pedido a esposa:
___Deixa eu por na sua bundinha amor?
Ficou paralisada ao ouvir a moça dizer que o atenderia com prazer e se posicionar de quatro exibindo o belo traseiro ao homem que pegou lubrificante e o usou para tornar mais fácil a penetração. Para ela era inadmissível um homem fazer aquilo com uma mulher. Seu coração pulsava descompassadamente ao vê-lo se portar atrás do seu objeto dos desejos e ir pondo para dentro do seu corpo o orgão, que para ela era monstruoso. Ouviu o grito da moça que se agarrou aos lençóis. Sofreu com ela aquela violação e queria ir lá interromper tudo e salvar a sua princesa da fúria do dragão, mas se conteve e não quis ver mais nada correndo para seu quarto onde na cama ao relembrar a cena, lágrimas vieram de ódio e frustração de não ter tido a coragem der impedir que um ato tão brutal se consumasse.Tinha que tomar uma atitude com relação ao fato de se tornar um habito entre o casal tal prática. Começou desde então a dar indiretas sobre o sexo anal que nojento as mulheres se sujeitarem aquilo e considerava uma fraca a que praticava tal tipo de relação. Camila começou a ficar intrigada achando mesmo que Denise estava falando com ela diretamente, mas pensou: se ela viu alguma coisa, azar o dela, estivera praticando com o irmão dela, seu marido mas mesmo assim além de deixar seu marido ciente do que suspeitava passou a ser mais cuidadosa. Certificava de que ela não poderia ver nada ou ouvir quando ela estivesse por perto e eles fossem ter alguma atividade sexual.Denise achava que a tinha convencido, pois nunca mais tinha visto nada, além de beijos ou outras carícias que tolerava. Seu desejo no entanto só crescia e percebia que já não estava mais disfarçando seus sentimentos pela cunhada.Camila já tinha certeza absoluta de que Denise a desejava e ficara assustada procurando assim evitar ficar a sós com ela.
Contente distribuía gentilezas ás pessoas, que a felicitava pela gravidez. A única que não dissera nada fora exatamente quem ela esperava que ficasse feliz.Camila não tinha raiva da cunhada, gostava dela e sabia da sua opção sexual e dos dissabores que tinha tido naquela escolha. Queria ajuda-la mas tinha medo.Denise continuava a olhar a cunhada servindo as pessoa e se sentia angustiada ingerindo cada vez mais bebidas alcoólicas.Quando Camila veio em sua direção e passou por ela segurou seu braço:
__Preciso falar com você. - disse procurando ser mais natural possível.
__Claro pode falar - disse a outra sorrindo e se aproximando mais.
__Não pode ser aqui. Você tem um tempo? - perguntou olhando fixamente em seus olhos.
Camila percebeu que um turbilhão de coisas estavam passando pela mente da bela Denise e ficou preocupada.Por isso concordou em conversar com ela em seu quarto e para foram. Assim que entraram sem que Camila percebesse Denise trancou a porta a chave. Camila estava parada junto a penteadeira olhando para a cunhada que se mantinha encostada na porta olhando-a.Intrigada ela quis saber o que ela tinha para lhe falar. Denise começou a andar lentamente em sua direção e parando diante dela olhou em seus olhos e depois em sua boca, levou a mão aos cabelos da mulher e os acariciou. Camila enfrentou o olhar e no seu intimo ela sabia o que estaria por acontecer e se preparou da melhor maneira possível procurando achar um jeito de rechaçar qualquer investida. No entanto viu acender dentro de si um sinal de perigo diante da beleza que tinha diante de si. Sua adrenalina estava alta e ela se assustou. Sua pulsação estava acelerada como só estivera quando fora para a cama pela primeira vez com seu namorado. Sentia os dedos da cunhada mexendo em seus cabelos e um arrepio lhe percorria a espinha em uma tortura alucinante. Notou que a boca da outra estava muito perto da sua quando sentiu o ar quente que lhe queimou a face. O cheiro que vinha daquela fêmea era por demais perturbador e ela não estava se reconhecendo. Denise estava prestes a beija-la e por ela não reagia, porque aceitara conversar com ela a sós em seu quarto? Repudiava a ideia de estar querendo uma maior aproximação e não lutou mais quando sentiu a maciez dos lábios de Denise sobre os seus. Como que hipnotizada foi fechando os olhos e passou a absorver aquele contacto labial que notou ser bem mais insinuante que o do marido. Tomando consciência de que estava estipulando um parâmetro, quis sair do beijo e cair fora dali, mas e o abraço que a estava aquecendo; o peito que palpitava com o seu e algo mais se agitava dentro dela, talvez fosse até o filho que estava em seu ventre. Começou a ficar sem fôlego e um cansaço tomou conta de todo seu ser, fazendo-a amolecer nos braços da outra. Denise percebeu que algo estava acontecendo e amparou a moça antes que ela escapasse dos seus braços e fosse ao piso. Levou-a para o leito e com carinho a deitou. Notou que apesar de estar de olhos abertos ela não estava reagindo a nada. Angustiada começou a desabotoar a blusa de Camila, soltou o soutien sem retira-lo do lugar abriu a calça, desceu o zíper e parou de súbito contemplando a minúscula calcinha que mal cobria o sexo. Camila estava melhorando e observava as atitudes de Denise e se denunciou quando a mesma tocou-lhe o sexo por sobre a calcinha, soltando um gemido de prazer. Denise olhou-a e recuou a mão. Esperou por uma censura que não aconteceu. Gaguejou:
__Você esta bem? - quis saber se aproximando e tocando os cabelos com os dedos.
Camila apenas sacudiu a cabeça afirmativamente.
___Você me assustou por isso soltei suas roupas - justificou Denise que recebeu em troca um sorriso. Passou a mão pelo rosto da cunhada, os dedos percorreram toda a extensão dos lábios que beijara a pouco e teve a surpresa de sentir mesmos se fecharem em torno de um dos dedos. Substituiu o mesmo pelos seus lábios em um beijo bem mais frenético que o anterior.Camile cerrou os olhos e novamente sentiu aquela sensação de vertigem. Percebeu que a mão sobre seu seio o livrava da peça de roupa e tocava na pele. Gostou de sentir o mamilo pressionado e puxado o que lhe provocou um frisson por todo o corpo. A boca descolou da sua e ela lamentou, mas logo a sentiu em seu pescoço e orelha para seu deleite. Ela marcava por onde sua boca passava, deixando um rastro molhado e foi descendo para os ombros, braço e sobre o peito. O toque foi acusado por um gemido de dengo. Beijou o outro e sugou o bico saliente. Camila sentia que seu coração batia em sua boca tal a sensação de prazer que estava sentido. Seu gozo veio e ela não se conteve arqueando o corpo e estremecendo. Denise chegou a sua calcinha e desceu ela um pouco. Olhou para Camila e esta fechou os olhos
então terminou de descer a calça e a minuscula peça que retirou jogando-as de lado. Separou as pernas da outra e veio beijando dos pés até chegar em seus pentelhos onde passou a face e depois os beijou. Olhou o sexo indefeso,luzidio que pedia um carinho urgente, ela sabia que era o que sempre desejara lhe dar, porém queria saborear cada minuto daquele entrega da mulher de seu irmão. Imaginou dentro de alguns meses saindo daquele santuário um ser humano. Passou um dedo entre os grandes lábios e o levou a boca para sentir o gosto do prazer. O cheiro e o gostinho ligeiramente salgadinho a deixou alucinada. Aproximou a boca e beijou os lábios íntimos para depois sugar o grelinho . Lambeu toda a xana e sentiu o mel intimo descendo pela garganta. Os gemidos de Camila foi num crescendo tomando conta do recinto e só era abafado pelo som que vinha dos outros aposentos. Ela gozava muito de uma forma como nunca o fizera e ao sentir a língua dentro de sua vagina começou a se debater e sentir que iria gozar de forma incontrolável. Denise se deliciava com o pagamento que recebia e se deliciando também atingia um orgasmo fortíssimo sentindo que se molhava.Subiu a té a cunhada e a beijou. Camila procurou ver se tinha forças e passou a se vestir para voltar á presença dos demais. Depois de vestida, olhou para cunhada e quando já estava na porta se virou sorriu girou a chave abriu a porta saiu e a fechou atrás de si. Enquanto caminhava para onde estava seu marido sorria sem ter um sentimento de culpa. Beijou ele quase que dizendo sinta o mel que sua irmã retirou da minha colmeia, como você nunca fez, mas se calou, apenas sorriu feliz por ter experimentado um sexo entre mulheres. Era diferente e tinha certeza de que procuraria a cunhada para lhe retribuir o prazer por ela experimentado. Era só esperar.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:5 de janeiro de 2015 14:47

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

Compartilhe este conto erótico com seus amigos
Este texto foi lido 950 vezes desde sua publicação em 05/01/2015. Dados do Google Analytics

Comentários

Novo comentário

Os comentários serão moderados. Não serão aceitos comentários agressivos ao autor e/ou que divulguem sites comerciais. No campo nome só aceitaremos nome de pessoas. Se tiver interesse comercial Fale conosco para saber nossa política de publicidade.

Não há comentários até o momento. Seja o primeiro!

Deixe seu comentário abaixo

*Campos com esta marca são de preenchimento obrigatório.
*

Seu endereço de e-mail não será publicado

Mova o seu mouse para fechar essa ajuda.
*