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Que delicia de passeio

Não queria passar minhas férias aqui onde nasci. Cidade pequena, sem muitas atrativos e por isso mesmo um péssimo lugar para se ficar 30 dias sem fazer nada. Em papo virtual com uma amiga de São Paulo, capital, ela sugeriu que eu fosse para sua casa e lá passar os meus dias de folga. Claro que mais que depressa eu aceitei. Arrumei minha mala e fui fazer a parte mais delicada de tudo aquilo. Me despedir de Raul, meu namorado. Ele não admitia a minha partida, dizendo que não pegaria bem, pois iriam falar coisa desagradáveis a nosso respeito. Eu estava pouco me lixando para isso. Disse que se me amasse respeitaria a minha decisão. Namorávamos a pouco tempo, mas em cidade pequena era muito. Deixei-o muito irritado e fui para casa onde peguei minha mala e depois de abraçar meus pais, coloquei o pé na estrada, rumo a rodoviária local, onde tomei um ônibus que me levaria para a cidade vizinha, onde em um ônibus de alto padrão eu viajaria. Olhei para o lugar onde vivera e achei que sentiria um pouco de saudades do lugar, mas virando o rosto para o lado, procurei esquecer. Então eu o vi. Meu Deus por que eu o vi? Era moreno, até então eu imaginava que fosse alto, bonito e elegante. Lia uma revista e parecia que estava numa sessão de piadas, pois sorria.Estava tão concentrada em observa-lo que nem tinha percebido que o veiculo, já estava entrando na rodovia rumo a capital paulista. Tivemos uma parada em uma cidadezinha, que era para que comecemos alguma coisa. Seria uma parada curta, mas que daria para nos abastecer a fim de seguir viagem de mais algumas horas. No balcão, daquele restaurante eu pedi um refrigerante e um sanduíche bem reforçado, pois a ansiedade estava me deixando com muita fome. Então, ele chegou e ficou ao meu lado. Pediu, salgadinhos e uma garrafa de água mineral, mais um maço de cigarros. O perfume que vinha dele, era perturbador indicando que tinha bom gosto, ou que era garanhão, o que ali naquele momento dava no mesmo. Me olhou e sorriu, mas não foi mais que isso, se afastando em direção ao ônibus. Fiquei com a visão de seu olhos, frios mas provocantes. De volta ao veiculo, me sentei e fiquei no aguardo de reiniciar a viagem. Após verificar se todos os passageiros estavam ali, a porta que separava a cabine de direção, do restante, fora fechada e depois de uma manobra, lá estávamos na estrada novamente. A noite estava agradável e o silencio ali dentro era só quebrado, pelo ronronar do motor na traseira. Tudo induzia a uma série de pensamentos absurdos, como que eu estava tendo, imaginando o cara lindo da outra fileira, saindo da sua poltrona e vindo até mim:
__Oi!
__Oi.
__Bela noite, não?
__Sim, uma noite bem agradável.
__Gosto de viajar á noite pois posso relaxar e até tirar uma soneca. Só que hoje isso não esta acontecendo. Percebi que você também estava acordada e resolvi vir falar contigo. Não estou incomodando?
__Claro que não. Fique a vontade. É bom ter alguém para conversar durante uma viagem tão longa.
__Passeio ou negócios?
__Eu?Vou a passeio. Pretendo passar minhas féria na capital.
__Não gosta do lugar de onde veio?
__Na verdade, cansei. Lugar que não oferece nenhuma opção.
__Azar do lugar. Esta deixando escapar uma bela representante local.
Por se mostrar galante, ele me conquistara simpatia.
__E você, para onde vai?
__O mesmo destino seu,mas a trabalho. Sou modelo.
__"logo vi que a beleza não era gratuita"
__Que disse?
__Oh, nada acho que pensei alto. Então você é modelo. Uma bela profissão, com chance de conhecer mulheres bonitas, dentro e fora das passarelas.
__As vezes se torna entediante. As colegas, geralmente são frias, focadas apenas no trabalho e em manter a silhueta. Fora, são senhoras que estão ali para se auto afirmarem perante as demais para dizer que a semana, tal, foi assim, ou que comprou tal coleção, de determinado estilista por, essa ou aquela quantia.Vazias. Sem contar com aquela que enviam convites para um jantar e acaba querendo algo mais. Olha, chega a ser um saco.
__Puxa, quem está de fora só vê glamour.
__Ledo engano. Não sabe o que sofremos para entrar na passarela, dar duas ou três voltas e ficar na boca de espera para outra sessão. Cansativo.
__Mas altamente compensador!
__Para os top, ou os queridinhos dos estilista, sim, mas para mero desconhecido, nada tem glamour, mas muita ralação. Mas deixemos de falar deste mundo banal, fale-me de você. Estranho que não tenhas ninguém no lugar que nasceu.
__ Tenho meus pais, amigos...
__ E nada mais?
Não sei por que omiti o fato de ter deixado para trás um namorado, mas não era preciso ele saber disso. Estava empolgada por ele estar ali conversando comigo, me observando, olhando para minhas pernas que estavam parcialmente a descoberto por estar usando uma saia justa e curta. Percebi que sempre dava um jeito para as olhar, e juro, que estava adorando. Procurei por diversas vezes, cruzar e descruzar as pernas para que ele visse todo o meu potencial, notando que ele se regozijava com o que via. O cara era um pão e eu estava ficando molhadinha só de conversar com ele, imagine se ele ousasse me tocar. Juro que deixaria, permitia que o fizesse e até estava disposta a incentiva-lo. Lindo daquele jeito, merecia, alias eu me merecia se bolinada por um cara daquele. Tive ímpeto de me atirar em seus braços e pedir que me beijasse até perder o folego. Queria que sua mão pousasse em meu joelho e fosse subindo pelas minhas coxas, passando a alisa-las, na parte interna em direção a calcinha, que já estava molhada. Queria que seus dedos, afastassem a parte que protegia minha xoxota e a desnudasse. Que procurasse se insinuar entre meus lábios vaginais e alcançasse o meu clitóris, manipulando-o. Com a baixa luminosidade que existia, ela me obriga alevantar mais a saia e retira a minha calcinha. Cheira e depois abre a braguilha da calça, de onde tira um pau suculento, com a cabeça avermelhada e aquela abertura por onde já se vê algo brilhante saindo. Leva minha mão até o mesmo e depois pede para que eu o chupe. Reclamo, dizendo que alguém pode ver, mas ele insiste alegando que todos dormem até a próxima parada. Me deixo levar pelo seu argumento e me reclinando sobre seu colo, sem muito pensar, apesar de olhar para as outras poltronas, tomo-lhe o pau na boca, levo minha língua ao redor da cabeça dele e depois chupo, gulosamente engolindo a saliva que tinha um sabor diferente das picas que já tinha chupado. Sim, apesar de morar em uma cidade pequena, sem atrativo algum, existiam rapazes por lá e foi ali que me iniciei com meus 15 anos em boquetes para preservar a xoxotinha selada. Seu pau, se não era grande, tinha a capacidade de me encher a boca e chegar até minha garganta. Ele se aproveitou da minha posição e levando a mão até minha bunda, a separou e metendo o dedo no meu rego, foi a procura do meu buraquinho. Quando inseriu um dedo nele, eu dei um gemido e quase o mordi. O danado sabia como mexer em um cu, me levando a gozar e desejar que ele não tirasse mais o dedo dali. Estava bom demais. Passei a chupar seu ovos e lamber todo o pau. Então ele me disse:
__Olha, não vamos ficar só nisso. Que tal se a gente desse uma transadinha, humm?
__Você esta louco? Já arriscamos ser surpreendidos enquanto te chupo.
__Você não quer sentir ele caminhando dentro de você, fala a verdade?
__Sim, gostaria, só que aqui não dá.
__Olha.lá atrás tem três fileiras nos dois lados vazias. Podemos ir para a ultima e ninguém vai perceber nada. Garanto que é seguro, vamos?
Olhando para trás eu comprovava que o que ele dizia era verdade, então, para aplacar o meu fogo, concordava. Ele seguia na frente e pouco depois me encaminhei para o encontrar, já de calça e cueca arreadas até os pés e a pica empinada como um poste fincado, a me esperar. Sem calcinha, como estava, apenas abri as pernas e por baixo direcionei a cabeça da pica para a entrada da minha boceta. Fazendo pressão para sentar, fui sendo penetrada por aquela tora. Segurei no encosto da poltrona da frente iniciando um sobe e desce sobre a pica. Estava bom demais. O simples fato de saber que estava em um lugar nada convencional para uma trepada, mas mesmo assim a estar realizando, me fazia gozar. Com mais ousadia, eu permiti que ele me desnudasse os seios, que passou a manipular, mexendo nos bicos me levando a loucura. Para dar mais vazão ao seu desejo de me possuir, ele conseguiu se levantar e curvado sobre mim, passou a me dar estocadas que pareciam querer chagar ao útero.O balanço do ônibus ajudava a me dar mais prazer com aquela pica atolada até os ovos, na boceta. Fiquei com a cabeça apoiada nos braços, apenas acompanhando com os olhos fechados as idas e vindas daquele pau delicioso. Em dado momento, ele retirou o pau da minha boceta e aproveitando o estado de lubrificação que tinha, levou a cabeça para meu cu. Levantei a cabeça e olhei para trás, ele percebeu que eu não o desaprovava e com isso foi me penetrando e eu gemendo, procurando tapar a boca com a mão para que não acordasse alguém. Sua pica, impiedosa foi entrando, só parando de o fazer quando nada mais restava para enfiar. Me segurou pelos ombros e martelou com vontade. Fui uma dezena de vezes a loucura, descarregando toda a minha seiva, que escorria pela minha coxa. Levei a mão ao grelo e passei a mexer nele, o que elevou mais ainda o grau de excitação.O cara se mostrava alucinado com o pau no meu cu e quando gozou, me enchendo de porra quente que até transbordou. Me deixei cair mais uma vez para trás, o atolando profundamente. Olhei para ele, pensando que muito em breve iriamos nos separar.
__ Se sente bem senhorita? - ouvi uma voz a minha frente.
Olhei, assustada, vendo que quem falava comigo, era ele e eu me encontrava em minha poltrona. Olhei, sem saber por quê, para o fundo ônibus e sorri. Nada tinha acontecido. Fora tudo fruto da minha fértil imaginação.
__Sim, estou bem - comecei a rir - muito bem.
__ Como é bom ver uma pessoa bem humorada -disse-. Posso lhe roubar um pouco dessa energia positiva, me sentando ao seu lado. Ali está meio chato, estou sem vontade de dormir e pelo que vejo você...
__Sim, sim pode pode, sente logo - disse e comecei a rir. Será que tudo iria se realizar, como na minha imaginação?

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:16 de setembro de 2015 11:56

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Exibicionismo

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