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Do fundo do baú

Quem achou que gozar era pecado, nunca gozou

Nada se compara ao prazer que sentimos quando desejamos algo ou uma pessoa. Temos alucinações, por causa desse desafio e nos desafiamos até que obtemos sucesso. Eu me considerava uma jovem com garra e que não se deixava abalar por nenhum obstáculo principalmente se isso estivesse implicado em obter minha satisfação sexual. Meu nome é Odete, sou loira, tenho um corpo que chama a atenção e que é o ponto forte de toda minha história de vida. Tenho olhos castanhos claros, seios médios de mamilos longos e um par de coxas que sustentam em beleza a minha bunda hiper desejada. Não nasci o que sou - lésbica - fiz muitas estrepolias na ponta de um caralho, provocando propositadamente muitas brigas entre rapazes, por me desejarem e a minha provocação antecipar em um o direito de outro vir sarrar e ser por mim sarrado. Eu adorava ver os cara ficar de pau duro, depois de me encoxarem ou darem uns amassos em meus peitos. Muitas vezes eu deixava que colocassem seus pintos entre minhas coxas e ali gozarem. Eu me deliciava por estar no comando das ações, onde eu dizia até onde poderiam ir e pronto. Minha mãe sabia das minhas pegações e me alertava que um dia eu poderia me dar mal, mas para mim era pura diversão. Eu chegava a gozar por vê-los se humilhando por uma mera masturbação, mas enfim, se gostavam daquilo, eu mais ainda.Eu não era cabaço desde novinha quando sem poder me conter acabei dando para um primo atrás de uma pilha de tijolo. Me marcou muito aquele ato. Não gostei por que doeu muito e o sangue jorrou como se eu tivesse sido esfaqueada lá embaixo.Fora uma unica vez e me bastou por um longo tempo.Não sei como meu tio ficou sabendo que o seu filho me desvirginara e se aproveitando disso me mandou a rola também. Não foi forçado. Eu, como já tinha a cabeça meio virada para o lado errado, quando ele veio saber da verdade eu o assediei e tudo ficou em família.Fui crescendo, com todo o viço de uma jovem que nutria um desejo imenso em saciar a sede que o meu corpo tinha de ser acariciado. Juntando isso ao desejo dos cara de me terem eu passei a ser a bola da vez entre eles para desespero de todas as meninas do bairro.O tempo foi passando e eu fui ficando isolada. Quando não estava na escola eu ficava em casa no meu quarto, dormindo, estudando ou vendo tv. Nas férias de fim de ano eu insisti muito junto a meus pais que deixassem ficar uns dois meses na casa de meu irmão casado, que ficava no interior. Após entrarem em contato com ele ficou acertado que eu podia passar as férias com ele. Quando, depois de três horas de viagem desembarquei na pequena rodoviária da cidade, tive a desagradável acolhida de não ter ninguém a minha espera. Sem saber o que fazer e sem um endereço que pudesse me levar até meu irmão, sentei-me num banco e ruminando uma raiva intensa passei a visualizar o local na esperança de ver o meu irmão chegando. Mas nada. O setor de desembarque ficara vazio. O pior de tudo era que eu não tinha o celular dele. Resolvi ligar para casa. Minha mãe me garantiu que tinha alguém me esperando e eu puta da vida disse que não tinha ninguém a não ser uma moça que acabara de chegar ao balcão de informação e que de longe lembrava minha cunhada. Quando o serviço de auto falante entrou em funcionamento eu me vi sendo injusta com todos. Fui até o setor que me orientaram. O que me esperava era nada mais nada menos que uma mulher perto dos seus trinta anos, muito bonita, alta e com um busto volumoso que uma camisa onde a maioria dos botões estavam fora das casas, permitia se ter uma ideia de como era deliciosa a exibição dos melões apetitosos.Do pouco que eu lembrava da minha cunhada, a reconheci. Sorridente ela se aproximou e me abraçou demonstrando que eu era bem vinda.Cíntia se mostrou muito mais afável que quando se casara com meu irmão. O tempo a transformara de mulher, insuportável, em uma deliciosa mulher madura e com uma beleza bem caipira. O carro que nos levou de volta era pilotado por ela que se mostrou uma excelente motorista. Pediu desculpa por ter se atrasado. Meu irmão estava fora da cidade a negócio e ela se perdera com o horário.Eles moravam em um pequeno sitio, onde existia o cultivo de hortaliças e algumas dezenas de arvores frutíferas. Era um belo lugar. Me levou para conhecer as dependências da casa e depois pediu para a empregada levar minhas coisas para o quarto de hóspedes. Maria, a empregada me mirou dos pés a cabeça. Era uma menina engraçadinha de bundinha empinada e que não usava sutiã, e na verdade não precisava dele, pois seu peito era de uma dureza que marcava o tecido de seu vestido. Seu olhos verdes, eram um contraste com sua pele morena e os cabelos negros. Nos foi preparado uma bela ceia que degustamos com um prazer enorme. Maria cozinhava muito bem e Cíntia fazia questão de a elogiar, no que fiz o mesmo. Ficamos as três na varanda até tarde da noite conversando e eu fui tirando da cabeça a antipatia que tinha tomado por Maria. Me recolhi ao meu quarto e Cíntia foi para o dela. Maria iria terminar de arrumar a cozinha e deixar alguma coisa de molho para o almoço do dia seguinte. O calor estava infernal e talvez por causa disso eu estava sem condições de dormir. Resolvi ir para a varanda onde era mais fresco. Com cuidado sai do quarto e atravessei a sala, abrindo a porta estava na varanda. Me deitei na rede que ali tinha e fiquei me balançando. Era gostoso ficar ali vendo as estrelas brilharem naquele céu sem nuvens. Não sei se cochilei ou se apenas dei uma fechada de olhos e um ruido me alertou de que não estava sozinha. Fiquei atenta para ouvir algo, mas era só o som da noite que se ouvia. Passavam das duas horas da manhã quando resolvi entrar e caminhava para o meu quarto quando notei que a porta da cozinha estava aberta para o lado de fora da casa. Confesso que me assustei e fui fecha-la. Teria alguém entrado ali. Outra coisa que estranhei era os pertences de que Maria teria que por para dessalgar, estar ainda sobre a mesa. Estava para fechar a porta, quando ao olhar para fora percebi movimento no gramado que ficava na parte dos fundos da casa. Me preparava para gritar e sair correndo, quando gemidos femininos chegaram aos meus ouvidos e eram de duas pessoas, duas mulheres. Me agachei e fui até a mureta do alpendre que limitava a casa ao terreno e procurando não me deixar ver me coloquei em uma posição privilegiada e conseguir visualizar o que estava acontecendo. Para minha surpresa o que eu vi foi os corpos entrelaçados de Cíntia e Maria em meio a um frenético beijo. Roupas levantadas e as coxas expostas as duas estavam entregues a um amor profundo.Fiquei sem entender como podiam estarem de caso. Teria sido aquela razão a perda de horário em ir me apanhar na rodoviária? Estava sentindo que minha estadia ali naquele lugar não seria de todo sem ação. Eu tinha que saber porque Cíntia estava se relacionando com a empregada na ausência do marido. Pena que não estava com o meu celular. Ficaram naquelas pegação por longo tempo até que sentiram o prazer que desejavam e ficaram estendidas na relva. Da mesma forma que cheguei até ali me esgueirei e fui para o meu quarto. Sorri, imaginando qual seria a reação de minha cunhada ao saber que eu a vira com sua empregada rolando na grama em a caricias ardentes. Aquele pensamento me deu tesão e eu toquei em minha xoxota passando a massagear-la e no grelo saliente até que gozei. Pela manhã tomei café com minha cunhada e depois saímos dar umas voltas na propriedade e regressamos na hora do almoço. Quando entramos na cozinha, que por sinal cheirava muito bem, encontrei Maria de cara amarrada. Cíntia também notou. Depois do almoço fomos descansar na varanda e Maria não veio a não ser para nos trazer um suco. Continuava de cara amarrada e como nunca fui de levar desaforo para casa, deixei escapar quando ela estava para se retirar, que tinha ouvido uns gemidos na noite passada que vinham do gramado de trás da casa. Ela parou e olhou assustada para Cíntia que de cabeça baixa estava assim ficou.Para disfarçar disse que com medo me refugiei em meu quarto. Maria entrou na casa e eu fitei Cíntia que logo percebeu que eu tinha visto ela com Maria.Pediu-me que guardasse segredo. Acariciando seu braço, subindo até seu rosto, disse que eu não queria ser excluída de uma diversão daquela.
__Você não precisa ser. Não achei que você poderia topar. Sempre tive uma queda por você, mas parecia que você não ia muito com a minha cara.
__ Na verdade não ia mesmo. Mas me diga uma coisa, o que que te levou a ter caso com sua empregada? Meu mano sabe disso?
__Na verdade foi ele que me fez ficar ela para que pudesse come-la também.
__Vocês vivem os três em perfeita harmonia, sem brigas, ciúmes bobos. Puxa, nunca pensei que meu irmão seria tão liberal assim.Pois bem, pode ir lá dentro de dar um trato na nossa menina, que vou entrar nessa também.
Cíntia entrou na casa e eu fiquei por um tempo sozinha, imaginando como seria aquela amizade mais que americana entre nós. Quando cheguei perto da porta do quarto de Cíntia escutei Maria dizer que não concordava de por mais gente entre elas. Cíntia disse que eu era legal e que seria uma boa ter mais uma para brincar.Quando me fiz notar as vi sobre a cama, com Cíntia e Maria inteiramente nuas. O contraste de cores e corpos era conflitante. A exuberância de Cíntia destacava pelos seios duas vezes maiores que os de Maria e até uma vez maiores que os meus. Maria tinha um corpo que era a própria exortação do pecado. Ela era certinha demais e dava tesão quase que animalesco, onde a gente ficava com vontade de coloca-la no colo e bater em suas nádegas redondinhas no traseiro empinado. Ela estava sobre o corpo da patroa montada em uma de suas coxas esfregando a xoxota. Cíntia tinha as mãos nos seios dela acariciando os bicos. Maria parou de se movimentar ao me ver parada á porta. Quis desmontar e se esconder, mas Cíntia não permitiu e me chamou para participar. Eu queria ouvir da boca de Maria que ela me queria entre elas e por isso mesmo permaneci onde estava. Cíntia se ergueu apoiada nos antebraços e ficou olhando para ela fixamente.Colocava a língua para fora e a excitava, depois movimentou a cabeça indicando que ela deveria ir me buscar. Maria, saiu de cima dela e descendo do leito veio até mim. Seu andar era gracioso e me excitou. Chegou junto a mim e me pegou pela mão me puxando para dentro do quarto.Começou a me despir e a cada peça que tirava, alisava a pele que surgia e por fim quando me viu nua acariciou minha bunda e se agachando me deu uma mordida nas nádegas. Me puxou para a cama e me fez deitar sobre o corpo de Cíntia e ficando atrás de mim, separou as nádegas e meteu um dedo em meu cu me arrancando um gemido de desconforto. Olhei para trás e ela sorriu e em seguida enfiou outro dedo. Ardeu muito e eu quis me livrar daquilo, mas Cíntia me segurou e ai Maria aproveitou para se movimentar em meu cu. Eu estava de bunda para o alto a mercê dos caprichos de Maria. A safada estava descontando em mim a raiva que estava sentindo pela partilha do corpo da patroa, que por sua vez me beijava quase me arrancando a língua do lugar de tão forte que sugava-a.Seus enormes seios esmagavam os meus. Maria tirou os dois dedos do meu cu e se preparou para enfiar três, dois de uma mão e um de outra e conseguiu. Eu estava de cu aberto sendo fodido por aquela putinha gostosa. Não nego que estava preocupada, se ela não ia me rasgar o rabo, mas ao mesmo tempo eu estava experimentando uma sensação nova. Eu estava sendo fodida no cu por uma mulher e não por um homem. Tanto me pediram a bunda, mas ou eu mandava que fossem pedir para suas mães ou só prometia e não cumpria com a promessa me divertindo com a reação deles. Não tinham forças ou argumentos para me foder o cu e naquele momento no entanto eu estava sendo violentada por uma quase menina, manietada por uma mulher que se divertia com o que estava me acontecendo. Ela também se vingava de mim. Uma onda de calor passou por todo meu corpo quando eu percebi que Maria se ajoelhara entre minhas pernas e se debruçando sobre mim chegava a boca até meu cu aberto e soprava dentro dele, chegando a cuspir no mesmo.Minha mãos seguraram a cabeça de Cíntia e eu pude soltar a língua que ela furiosamente sugava. Comecei a escorregar sobre seu corpo e tive os seios enormes a meu dispor. Chupei os bicos e os senti cada vez maiores. Cíntia de olhos fechados gemia. Maria passou a dizer que o meu cu era maravilhoso e que ia me enfiar toda a mão dentro dele. Eu já não sabia se o que ela falava era para ser compreendido o deletado. Estava me fartando em chupar as tetas de minha deliciosa cunhada e a sensação de estar nos braças de duas fêmeas daquele temperamento me estava levando a ter gozos homéricos. Minha cunhada elevou uma de suas pernas e a coxas se chapou em minha xoxota que estava por demais de encharcada passando a roçar nela me levando a um patamar maior que eu tivera com os rapazes. Tremia de intervalos cada vez mais curtos me derretendo, soltando minha seiva na pele daquela que um dia eu tivera aversão. Maria gostava de mexer em cu e já tinha quatro dedos dentro do meu cu e só de imaginar o que ela estava vendo, eu enlouquecia de tesão. Senti que Maria sentava sobre uma coxa minha e esfregava a boceta nela me deixando um rastro de liquido intimo. Gritou, disse uma série de palavrões e estremecendo caiu sobre mim. Seus dedos deixaram meu rabo e Cíntia afrouxara a pressão que me mantinha presa si e então pude me livrar o corpo de Maria, mas caindo sobre ela, abrindo-lhe as pernas e procurando sua boceta toda melada e com um cheiro embriagador, a beijei ali, meti a língua dentro da cona, me lambuzei em seu gozo e chupei com força o seu grelo. Comecei a alternar as chupadas pois eu estava no meio da duas deliciosas mulheres, que naquele momento estavam gemendo com as manipulações de dedos e boca em suas intimidades. Quando passei a chupar a boceta de minha cunhada me veio a memória, o meu irmão entrando com a pica naquela xana e a sensação incestuosa me fez ter um violento gozo. Daquele dia em diante passamos a conviver as três de forma harmônica e sexualmente ativa, até que meu irmão chegou de viagem. Ai o bicho pegou de verdade, mas isso é outra história.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:23 de fevereiro de 2015 10:44

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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