Conto Erotico | Historia Erótica

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Do fundo do baú

Quem disse que Chapeuzinho Vermelho não era puta?

Marilda sempre saia para sua partidas de buraco com as amigas. Alfredo sabia bem o que isso representava na vida do casal. Para ela diversão e para ele liberdade. O casal tinha as relações conjugais abaladas de a muito tempo. Ele alegava que tinha muito com que se preocupar cuidando dos negócios da empresa que dirigia e ela pouco se importava em se tornar interessante como mulher para que ele tivesse suas atenções despertadas. Marilda era jovem, mas aparentava uma mulher de pouco mais de 50 anos. Não adiantava ter a conta bancaria recheada e poder gastar o montante que desejasse. Para ela dava no mesmo ter ou não ter, essa era a questão. Enjoado de ver a mulher naquele relaxo total e desmotivado de até beija-la, Alfredo arrumou refúgio nos braços de sua secretária particular. Clara, era uma jovem de pouco mais de 22 anos que se dedicava muito ao que fazia. Era bonita inteligente, corpo perfeito e associado a tudo isso, era muito inteligente e interesseira. Queria conseguir de tudo fosse da maneira que fosse, não importava. Negociava o corpo da melhor maneira possível e graças a isso tinha conseguido um apartamento em seu nome. Alfredo tinha lhe feito esse presente e usufruía de todo privilégio que a posição na empresa facultava para conseguir o que bem quisesse, ainda mais se subtendesse que isso iria lhe custar algum milhares de reais. Isso pouco importava, pois investia em sua alegria e satisfação. Já tinha, vamos por assim dizer, "comido " todas as empregadas da firma, da mais baixa função até aquela que refutava de ser a mais credenciada. Até alguns funcionários do alto escalão já haviam se submetidos a ficarem de quarto depois do expediente. Claro que com isso não era de se estranhar que assalariados conseguissem carro do ano e por ai afora. Clara, sempre fora a intermediária entre o chefão e as possíveis vitimas da fome sexual do seu chefe. Adorava bancar a cafetina, pois quanto mais o satisfazia, mais sua conta bancária aumentava. Como mulher ela pouco deixava transparecer que odiava o dono da empresa e que se pudesse o foderia numa boa, mas como interesseira, esquecia tudo isso e se empenhava em tirar proveito de tudo aquilo e ficar independente o mais rápido possível. Dispensada mais cedo para organizar um jantar em seu apartamento para o ilustre chefe, ela acertava os últimos preparativos quando o celular vibrou:
___Oi, querido como vai? Sim eu estou morrendo de saudades, mas infelizmente não posso te ver hoje. É, ele vem para cá. Como? Não. Isso deve ficar para uma outra vez.Não, não creio que seja conveniente fazer isso hoje. Por que não temos nada preparado. Eu sei que é uma chance de fazer a nossa liberdade chegar mais cedo, mas eu preciso ver se não vou sair perdendo com isso. Olha vamos conversar depois pois o carro dele está chegando. Tchau.
Aquela estranha conversa estava focada no personagem que estava saindo do carro, na garagem daquele belo apartamento. Clara saiu da janela e foi para a sala aguardar que a porta da sala se abrisse, pois a pessoa tinha a chave e entrasse. Ela estava bem preparada, com um vestido, cujo comprimento ficava a um palmo do joelho, um decote generoso, não usava nada por baixo que indicasse que estava sustendo parte do seu corpo, pois era desnecessário, e uma sandália preta dava o toque final a sua indumentária. A porta se abriu e Alfredo entrou.
Parecia que não se viam a muito tempo. O beijo foi longo e carinhoso por parte dele e sem muita demonstração de desejo por parte dela. Alfredo percebia essa indiferença, mas atribuía isso ao fato dela estar sempre com ele na empresa. Mas mesmo assim ela o agradava demais e fazia a temperatura subir sempre que sentia o contato do corpo dela com o seu. Naquele momento por exemplo sua masculinidade estava se manifestando de forma efusiva. Por mais que estivesse sendo comercial o encontro dos dois e ela tivesse até um noivo,
claro, não ficava de toda indiferente ao se ver culpada pela ereção que se manifestava na calça de seu chefe. Para uma mulher, a marca de sua superioridade em relação ao homem, residia ali , naquele músculo que crescia e endurecia até se tornar visível a olho nu. A boca maravilhosa dela continuava a receber o assédio daquele homem, que sabia que era usado, mas era prazeroso poder ter a seu dispor o corpo daquela jovem ambiciosa. Abraçados foram para a cozinha onde uma mesa já estava posta. Alfredo se dirigiu ao lavabo onde se higienizou as mãos e depois veio se acomodar á mesa onde Clara disponibiliza as iguarias que tirava do forno. Comeram, beberam um bom vinho que ele trouxera e depois de ajuda-la com a limpeza das louças foram para a sala assistir Tv à cabo.Para agrada-lo mais, ela colocou uma camiseta e um short se aninhando em seus braços. Passava das duas da manhã quando resolveram dormir. Clara diante do toucador ajeitava o cabelo que lhe caia como cascata sobre os seios, deixando suas costas livre. Alfredo embevecido, de lado apoiado em um braço a observava, achando que valia muito o investimento que fazia nela. Clara, tinha todos os requisitos que uma mulher deveria de ter. Era bonita, inteligente e sabia como ninguém como agradar um homem. E ali, parada diante do espelho, com aquela nudez escandalosamente exposta, contaminava o ar, deixando a atmosfera mais carregada de sensualidade. Alisou o membro que estava muito duro incomodando-o ao tocar no tecido que forrava o colchão. Ela através do espelho podia vê-lo admirando-a e por mais que fosse indiferente, sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha e se alojar entre suas nádegas divinas. Contraiu o esfincter e por um tempo ficou fitando aquele homem deitado em sua cama desejando-a, enquanto que sua esposa estava num club de carteado, entediada, procurando passar o tempo, gastando o que bem entendia. Sabia ela que ele a tinha como amante? Desconfiaria ela que a secretária do marido era sua concorrente direta? Suspeitara ela que, da vez que se conheceram, que ela era sua rival? Engraçado, ela pensou, ele não é feio, muito pelo contrario, era um cara apessoado, que dava prazer estar em sua companhia quando iam a algum evento, chamava a atenção. Transava bem e levava ela a ter orgasmos múltiplos o que não acontecia com o próprio namorado, adorava te-lo dentro dela, pois era preenchida com vigor e muito tesão. Nunca a deixou sem ficar esgotada de tanto gozar. Então porque será que sua mulher, não conseguia prende-lo? Certo era que ela não se arrumava direito e pelo que vira ela precisava de um guia de sedu- ção. Se curvou um pouco para terminar de retirar a maquiagem e até sorriu ao ver o movimento que a mão de Alfredo fez, apertando o membro. Era disso que ela gostava de provocar no chefe - tesão. Viu que ele se levantara e vinha se aproximando dela por trás e ficou na mesma posição inclinada, até sentir o membro encostar em sua bunda. Deu uma reboladinha provocativa e continuou com o que fazia. Alfredo gostava daquela provocação e se dobrando sobre ela a abraçou tomando seus seios nas mãos e com os dedos médios e polegares fazia semi rotações nos mamilos eretos. Era provocação por provocação. Ela mesma levou a mão atrás e ajeitou o membro entre suas nádegas, suspirando ao perceber o roçar da glande em suas pregas anal. Só de pensar que tudo aquilo que tinha na mão se insinuaria para dentro do seu reto, provocando uma dorzinha gostosa e depois um prazer imenso, se endireitou e encostou-se mais ao corpo másculo. Fechou os olhos e jogando a cabeça para trás, pediu um beijo. Clara, sentia revolta por ser a válvula de escape daquele homem, mas também não era de ferro a ponto de não sentir prazer em ser acariciada por ele.Se virou um pouquinho de lado e ofereceu os seios para que ele os beijasse e com isso a levasse ao seu gozo. Alfredo sabia como agradar a moça e delicadamente tomou os bicos da fruta tentadora dela e os sugou, passando a língua ao redor deles. A mão estava postada sobre o púbis acariciando os pentelhos bem aparadinhos que ela mantinha para agrada-lo. Lambeu todo o seio e depois a beijou enfiando sua língua até toca o seu da boca dela. Agora de frente um para o outro, ela sentia o pau em riste ser prensado pelo seu ventre. Sentia ele pulsando como que desejando invadi-la pelo buraco do umbigo. Depois de dar-lhe um beijinho nos lábios Alfredo a carregou para o leito. Ajoelho-se com ela ainda no colo e a depositou sobre a cama. Olhou-a apaixonadamente e debruçando sobre si tomou um depois outro seio na boca, chupando com gulodice as iguarias oferecidas. Clara, se contorcia sob aquelas caricias que adorava e com suavidade também, alcançou o pênis ereto. Apertou-lhe a cabeça e a sentiu expelir algo que espalhou com o dedo, deixando-a mais lisa. Era a excitação dele que estava a flor da pele e deixava sair o pré gozo. Desceu a mão até chegar ao escroto, onde encontrou os ovos inchados. Brincou com eles e de forma atrevida tentou alcançar as pregas de Alfredo. Este percebeu a manobra e se adiantou mais para o lado da mão e possibilitou assim que ela tomasse contato com seu orifício anal. Ele, não sabia, porque ela não lhe dissera, mas aquele gesto a deixava em contradição. Ela adorava brincar com o ânus de um homem, só que com seu namorado isso era impossível. Tentara uma vez e ficaram estremecidos por um mês.Ele dizia que aquilo era para viado e não macho como ele. Já Alfredo nunca se impusera a isso pois achava que o prazer entre duas paredes tinha que ser total. Coçou as pregas e procurou se insinuar entre elas. Seus olhos procuraram os de Alfredo que no entanto se mantinha concentrado em chupar os seios dela. Eles desceu a boca para seu ventre e passou a cariciar seu umbigo. Gostava dele, achando-o um ponto bem erógeno do corpo dela. Dele ele passou sobre os pentelhos e desceu para o vértice de suas coxas. Ela lentamente foi separando-as, oferecendo assim um sexo quente e cheiroso.Alfredo o beijou e sentiu que ele estava bem molhado.Cuidadosamente com os dedos separou os lábios vaginal e lambeu toda a seiva que o deixa brilhante e liso. Viu o pequeno botão que despontava dentre as dobras na união destas e o tocou. Ela não evitou o sobressalto, ficando com o corpo em arco tremendo ao sentir os lábios sugando sua semente do prazer.Era um dos momentos que mais gostava pois se deixava levar pelo magnetismo do sexo oral. Foi virando o corpo até que estando de lado pode alcançar com a boca a pica de Alfredo. A glande em sua boca era sugada, e a língua dava volta sobre ela deixando Alfredo alucinado. Ele empregava toda a extensão de seu apêndice bocal para revolver o interior da vagina que calidamente se abria a ele. Aquele meia nove lateral estava satisfazendo a ambos e eles procuravam dominar um o desejo do outro. O som das chupadas ressoavam pelo quarto e o cheiro de sexo já dominava o ar. Depois de muito se chuparem, Alfredo a colocou de quatro e introduziu seu pau na xoxota dela. Clara, gemeu, e se ajeitou jogando o corpo para trás fazendo assim com que a penetração fosse bem profunda.Com a mão pode baixo do corpo alcançou a boceta e o saco de Alfredo.Acariciava um e outro e com isso foi tendo suas doses de gozos. Foi com ansiedade que sentiu a pica sair da sua xoxota e ficar encostada em suas pregas.Fez um pequeno esforço para estufar o ânus para fora e na volta sentir que a cabeça do membro ia dilatando o caminho e se alojando dentro do seu canal. Deixou a cabeça cair sobre o travesseiro e passou a curtir a invasão anal. Logo de cara gozara e sabia que outros viriam, pois se havia uma coisa que Alfredo fazia bem era sexo anal. Como podia uma mulher não segurar um homem daquele? Ele por sua vez observava a pica entrando lentamente naquele traseiro maravilhoso e não conseguia compreender por que sua esposa nunca fizera o menor esforço para cede-lo a ele. Com Clara fora logo no primeiro encontro quando ele resvalou a pica em seu rego e ao se desculpar ela o encorajou a penetra-la. Fora um momento que para ele valera o apartamento que ela vivia. Segurava em seu quadril e bombava. As vezes tirava a pica do cu e ficava olhando-o todo aberto se contraindo. Ficava tão hipnotizado, que ela se volta para ver o que tinha acontecido e o surpreendia admirando o seu cu. Sorria e voltava a fica na posição. Naq

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:4 de fevereiro de 2015 15:38

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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