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Do fundo do baú

Quem disse que Marina era inocente, não sabia de nada

A festa estava transcorrendo normalmente e eu estava ficando puta da vida por ter aceitado o convite para dela participar. Eu sempre fora uma garota arrojada, frequentadora de baladas incríveis e não estava vendo futuro ali. O pessoal que me conhecia e sabia das minhas preferencias, ficaram me zoando por estar ali só e com cara de poucos amigos. Disse a eles que teriam o troco algum dia. Estávamos neste papo informal quando vi chegar um grupo de garotas que se aproximaram de nós e perguntaram por Estela, a dona da festa. Olhando ao redor, a vimos conversando com um grupo de rapazes em um canto. O grupo para lá se dirigiu. Dentre as meninas que chegaram, uma se destacava. Procurei saber quem era e um dos meus amigos me disse ser a manina mais inocente do mundo. Achavam que ela era parva por natureza, apesar de um ou outro dizerem que ela fazia era tipo. O tempo foi passando e todos procuravam se divertir. De onde eu estava podia ver que a única pessoa que se mantinha isolada era a tal inocente. A música era boa e sem pensar muito, fui até ela e a convidei para dançar. Ela me olhou de modo bem estranho e se levantou. Me deu a mão e fomos dar uns sacolejados de corpos com os demais.Nos apresentamos e ela disse se chamar Marina e que tinha 18 anos. Era jeitosinha e logo entabulamos uma conversa que foi revelando os gostos mais variados de nós duas. Tinha um voz delicada e um rostinho bem juvenil. Não tinha grandes atributos físicos, porém cheirava muito bem. Trocamos telefone e ela me prometeu ligar em breve. Para o meu gosto eu não alimentei nada de extraordinário com relação a uma curtida sexual, serviu apenas para dar uma aliviada na chatice daquela festinha. Passaram-se alguns dias, quando o celular vibrou e ao verificar quem era, me surpreendo de ver o nome de marina aparecer. Queria sair comigo para irmos ao shopping e depois pegar uma balada.E assim foi e depois de muito andar pelos corredores apinhados de gente, fomos para um barzinho que era o point das garotas que gostavam de curtir outras garotas. Enquanto bebíamos e conversávamos eu percebia nas mesas das laterais, os casais formados por garotas se beijando e tirando um sarrinho bem moderado. Outros vinham até o balcão, falavam alguma coisa com a mulher do caixa, pagavam e pegavam uma chave. A direção que tomavam era o fundo do estabelecimento. Marina percebeu o meu interesse.
__Você nunca veio aqui, não é?
__Não. Já tinha ouvido falar de algo parecido, mas nunca tinha me aventurado a vir.
Marina pegou as comandas, se levantou e tomou minha mão na sua e me puxou em direção ao caixa. Pagou o que tínhamos consumido e pediu um reservado que ao pagar pelo mesmo recebeu uma chave numerada. Fomos para os fundos do salão e descemos dois lances de escada que acabava em um corredor, que era iluminado por uma luz violeta, onde se viam algumas portas de correr através das quais se podia ouvir gemidos, até que chegamos a do numero marcado na chave.Marina girou a chave e arrastou para sua esquerda a porta que deslizou para nos dar passagem. Era um comodo de 2,50m por 1,50m, onde havia um sofá de dois lugares e nada mais. Mal ouvi a porta ser fechada e já tinha Marina me abraçando por trás, com a boca em minha nuca me mordiscando e lambendo, causando um arrepio que percorria toda minha espinhal e se alojava entre minhas nádegas e sexo.Enfiou a língua em minha orelha e apertou meus seios. Me debati, chegando a ficar sem folego. Meteu a mão dentro do meu sutiã e brincou com meu mamilo, torcendo como se o quisesse desatarraxa-lo do seio. A outra mão, desafivelou o cinto da minha calça, soltou o botão, e desceu o zíper. Ainda me chupando o pescoço, ela meteu a mão dentro da minha calcinha e acariciou meus pentelhos. De olhos fechados eu mentalmente, via onde ela me explorava e tentava adivinhar o caminho direto que as mãos ou a boca tomaria, mas era impossível pois ela era imprevisível e me surpreendia, Como no instante que me virou para si e me deu um beijo que eu nunca tinha recebido antes. Segurava meu rosto com as mãos e me lambia da testa, os olhos o nariz cada face, mordiscava meu queixo, descia para o pescoço e depois de o chupar muito esmagava seus lábios nos meus, parecendo querer me devorar.Abriu minha blusa, desabotoou minha camisa e meu sutiã e se afastou um pouco para me admirar. Me empurrou para o sofá. Assim que me viu deitada, tratou de tirar minhas sandálias e puxou minha calça me deixando só de calcinha. Começou a se despir e me revelar um corpo adolescente, onde um par de seios ainda querendo desabrochar, surgiu desafiador com seus bicos escuros. Ela também ficou só de calcinha e assim veio para cima de mim, caindo de boca em minhas tetas. Ela chupava muito gostoso, deixando meus pelos eriçados e os lábios da vulva queimando em atrito com a calcinha que sua mão esfregava.Eu só conseguia fungar de tão excitada que estava e quando ela pela lateral da peça tocou em minha carne toda encharcada não me aguentei e dei um grito de prazer. Ela estava extravasando da sua tara e dizia isso entre um beijo e outro. Foi descendo pelo meu corpo e pouco depois afastava a calcinha para o lado e chegava com a boca em minha intimidade. O contato da boca, do hálito quente, a ponta da língua mexendo em mu grelo, desencadeou o melhor gozo da minha vida. Eu tremia e jogava o corpo para cima como se fosse um touro sendo domado na arena. Pedi a ela que me deixasse toca-la, mas Marina não queria deixar isso acontecer tão cedo, pois enfiou dois dedos em minha xoxota e depois de o socar varias vezes os retirou levando os mesmos a boca para lamber. Arrancou minha calcinha e a dela e se atirou sobre mim. Me fez levantar uma das pernas, abraçou-a apertando contra os seios e passou a esfregar a sua xota na minha boceta. O atrito das duas, que estavam bem molhadas, era algo inenarrável e o que pude fazer foi me sentir violentada por aquela menina que de inocente não tinha nada. Minha boceta estava verdadeiramente esfolada pela dela e ai ela inventou que me queria de bruços. Pela primeira vez na vida eu tremi na expectativa do que viria e quando senti os bicos dos seios roçarem minhas nádegas e mais atrevidamente, o meu rego quando ela pediu que eu as separasse com as mãos. Um bico que ela passou a roçar meu cu me dava um agonia tão gostosa que passei a gemer encobrindo os gemidos que vinham dos outros aposentos. Sua boca se aproximou de minha bunda aberta e ela me lambeu o rego e salivou meu cu. Forçou a ponta da língua nele e foi me devorando e eu gozando e sem controle algum deixava escapar alguns peidos para delírio de Marina. Delicadamente e foi enfiando um dedo dentro do meu cu. Mesmo com o rosto apoiado no encosto lateral eu podia observar o que ela fazia em meu rabo. Seu rosto, naquele lugar tão cheio de sons parecia medieval. Uma fisgadinha mais significativa ocorreu quando após tirar o dedo do orifício e o chupar , voltava a invadi-lo, agora com dois dedos. Mordendo minha orelha, ela tomou meu seio e o acariciava. De pernas abertas, tendo agora a boceta sobre minha bunda, ela se esfregava. Me firmei nas mãos para poder receber mo seu peso sobre mim.Não sei quanto tempo ela assim ficou, mas em determinado momento ela me fez ficar de frente para ela, se virou sobre meu corpo e aproximando do meu rosto a sua boceta passou a esfrega-la em meu rosto. O que eu podia lamber eu lambia e era lambida por ela também. E neste jogo delicioso eu a ouvi gritar estremecer e refolegando muito se deixou cari com o rosto entre minhas coxas.
Marina era um fodão. Me realizei muito com aquela menina que de inocente só tinha a aparência, porque na realidade era uma depravada sexual.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:20 de fevereiro de 2015 16:47

Gênero literário:Depoimento erótico

Tema ou assunto:Lésbicas

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