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Regressão maldita o prazer que vem dos mortos 2

__Bela amiga você me saiu. Pensa que eu sou idiota, a ponto de acreditar naquela presepada? Onde estava a Woopi Goldberg, ou melhor será que eu sou a Demi Moore e estamos filmando o Ghost 2, é?. Se você acha que eu iria cair nesta palhaçada, se enganou minha querida. Pôxa Estela. Eu pensava que você era minha verdadeira amiga, mas vejo que me enganei.
__Que é isso amiga. Eu nunca a enganaria por nada. Te levei lá por te ver deste jeito tão soturno,parecendo que a vida não vale nada, descobri essa sensitiva e resolvi levar você lá para ver se tinha algo de maléfico rondando você.
__É, tinha , não, tem. Você sua bruxa! - xingou Aline apressando o passo. - Como pode pensar que eu iria cair na sua e daquela mulher. Não enlouqueci ainda, não.
__Você esta pensando que eu tramei alguma coisa com ela? Olha, eu não fiz nada disso. Te juro!
__Você quer que eu acredite que realmente ela teve contato com Rodolfo e por isso disse aquela bobagem de regressão?
__Mas é a verdade. Ela é uma pessoa séria.
__Ora, me poupe! Estamos na evolução e não na antiguidade. - fez sinal para um táxi que vinha no sentido que desejava ir e pouco depois embarcavam no mesmo.
Os dias, as semanas e os meses se passaram desde então e não tocaram mais no assunto. Apenas Aline começou a mudar seu comportamento, que era restritivo ao seu mundinho isolado, passando a se modificar, retirando a roupa sóbria que vinha encarando, passando a viver mais a sua ainda fresca juventude amadurecida. Passou a frequentar com mais assiduidade as baladas da cidade e com isso a alegria voltou a reinar em sua vida. Em companhia de Estela, ela se deixava contaminar pela euforia dos locais que frequentavam, começaram as paqueras. Não queria nada sério, apenas curtir, para reparar o tempo que tinha perdido. Os motéis eram os locais, onde encerravam suas noitadas, nos braços de rapazes ou moçoilas, que pouco acrescentavam a vida, principalmente de Aline, que só desejava curtir. Porém o destino estava preparando um revés na vida das duas moças. Tudo começou num final de semana em um dos locais que elas mais frequentavam. O local, na zona oeste da cidade, estava sempre cheio de gente jovem animada, pois sabiam que iriam extravasar sua emoções. Aline e Estela estavam na pista de dança, quando ele chegou. Era um belo jovem negro, que logo causou um alvoroço entre as moças que ali estavam e de até alguns gays. Elas já tinham notado a presença dele em outras ocasiões, mas pouco deram importância ao fato dele ser sempre assediado. Era um rapaz de bela estampa, com uma altura que chamava atenção, além de sua beleza clássica, onde destacava a sua musculatura que era bem definida mostrando que o mesmo cuidava muito bem do corpo. Aline, não sabia porquê, mas sentiu-se atraída pela figura do rapaz. Só que ela tinha uma possível rival, pois Estela também estava sentindo algo por aquele adônis de ébano.Porém, a beleza de Aline, seu corpo violão e o sorriso encantador que tinha, chamou a atenção do rapaz, que passou a lançar olhares em sua direção, o que foi absolvido por ela como um interesse em sua pessoa. Estela, sem saber exatamente porque, ficou com uma dorzinha de cotovelo e procurou ir para a mesa que tinham locado para terem mais privacidade. Enquanto bebericava sua bebida, observava Aline que sozinha fazia evoluções e se aproximava mais de onde o rapaz, alvo do interesse das duas estava e pouco depois, com olhares e sorrisos significativos, os dois começaram a chamar a atenção de todos, pois estavam dando um show á parte na pista de dança. Depois de muito dançarem, chegando até a serem aplaudida a dupla se aproximou da mesa em que Estela estava, com Aline o conduzindo de mãos dadas, coisa que não passou despercebida pela amiga. Aline apresentou o rapaz, que Estela achou muito mais bonito de perto, que se chamava André. Ficaram conversando, com ele, apesar de demonstrar maior interesse em Aline, não se poupou e dar atenção á Estela. Talvez seu interesse estivesse engajados em Aline, pela sua beleza, coisa que não era tão visível na outra, a não ser o seu busto volumoso. Beberam e riram muito, pois André era por demais divertido. Aline estava toda soltinha, olhando de olhando de um lado para o outro vendo a reações das outras pessoas que estavam interessadas no rapaz. Seu olha repentinamente ficara fixo em um determinado ponto do ambiente em direção aos sanitários. Era um rapaz que estava se dirigindo para ele e que lhe lembrava uma pessoa conhecida. Antes de sumir no corredor que o levaria para a ala dos homens, ele deu uma leve olhada em sua direção, o que lhe gelou o coração, ao reconhecer aquele rosto. Rodolfo!
__O que foi Aline? Esta passando bem? Você esta pálida. - questionou Estela vendo como ela parecia assustada.
__Nada! Não foi nada, não. Acho que estou um pouco bêbada. - disse, voltando a olhar para o lado dos sanitários.
__Deseja ir para casa? quis saber André, vendo que ela não estava bem.
__Não. Ainda não vejo razão para irmos embora. Logo passa, basta que eu pare de beber. Não quer dançar com André, Estela? - empurrou ela a amiga para que fosse á pista de dança, enquanto ficava com o olhar fixo num determinado lugar. Então, ela o viu novamente. Não tinha a menor dúvida, quem olhava para ela, com aquele sorriso cativante estampado no rosto, era Rodolfo. Ela sufocou um grito de pavor e sem pensar duas vezes, se levantou e foi em direção a aquela aparição. Quanto mais chegava perto, tinha a certeza de que estava indo ao encontro de uma pessoa que ela vira baixar sepultura dentro de um caixão. Quando esta a menos de cinco passos dele, o mesmo virou-lhe as costas e começou a andar em direção a porta de saída. Apressou os passos para o alcançar e quando fez estendeu a mão, tocando o ombro da pessoa que se virou.
__Oi!-disse a pessoa sorrindo para ela.
Aline, aturdida, recuou balançando a cabeça,procurando entender o que estava acontecendo com ela. Aquela pessoa, nada tinha a ver com Rodolfo.
__Desculpe! O confundi com um conhecido. Desculpe. - disse recuando e tomando a direção da porta e pouco depois sentia no rosto, os pingos da chuva que caía sobre a cidade. Olhou para um lado e para o outro e viu que tudo estava deserto, não vendo a menor possibilidade de aparecer um táxi. Não queria voltar para o club novamente e por isso mesmo começou a caminhar, pois acreditava que conseguira condução mais a frente. Andou por um longo tempo e como a chuva apertara encontrou abrigo debaixo de um toldo. Ainda estava aturdida com o que acontecera anteriormente. Pegara o celular e se preparava para ver se conseguia localizar um aplicativo que lhe permitisse obter um táxi, ali, quando um carro se aproximou em alta velocidade, procurando ultrapassar outro chegando muito perto do meio fio. O inevitável então aconteceu, quando passou por uma poça de água, que provocou uma cortina da mesma que foi se abater sobre Aline a molhando frontalmente. Ela se preparou para xingar, mas algo retiniu em sua mente e ela olhou para o que estava escrito no toldo. Achou que seus olhos estavam pregando uma peça, mas ao olhar bem todo o trajeto que fizera, percebeu que de uma forma sobrenatural, ela estava no mesmo lugar de onde conhecera Rodolfo, naquela noite chuvosa. Começou a tremer, não de frio, mas de um pavor imenso. Não podia ser coincidência, alguma coisa anormal estava acontecendo. Não notou que duas pessoas se aproximaram dela. Só percebeu a presença de alguém quando se assustou com o toque em seu braço. Se virou com os olhos arregalados, não vendo nada, apenas um vulto.
__O que deu em você Aline? - perguntou Estela que acompanhada de André, saíra em sua perseguição, assim que notaram que ela havia deixado o club.- Por Deus, o que esta acontecendo com você?
Quando conseguiu voltar a si, caiu em choro convulsivo, sem no entanto revelar o que tinha acontecido. André fora até um estacionamento, onde deixara seu carro e pouco depois os três rodavam pela cidade rumo a casa delas, mais precisamente á casa de Estela, que morava sozinha, pois ela não queria deixar Aline ir para sua casa naquele estado de nervos. Em casa, dera um sedativo para a amiga e quando ela ficara sonolenta a colocou na cama . André manifestou a intenção de ir embora, porém, Estela que estava afim dele, o convenceu a ficar com ela bebendo alguma coisa com petiscos. André que não era bobo nem nada, percebeu a manobra dela, quando deu o tranquilizante para a amiga. Sabia que estava interessada nele, demonstrando misso na pista de dança, onde fizera-o sentir seu corpo, e principalmente o imenso busto. Apesar do seu interesse em, Aline, ele não via uma razão para não aceitar o convite da amiga dela. Começaram a beber e comer coisa que ela sempre procurava trazer para que degustassem. Depois de uma hora, desde que chegaram, o clima já estava descontraídos entre eles, e para o beijo tão esperado, não demorou muito. Estela se derreteu na boca de André, que de leve levou a mão ao seu busto sentindo um dos seios da moça. O toque a fez se contorcer e ao pousar a mão no alto da coxa do rapaz, tocou em algo que estava duro e pulsando. Suspirou profundamente e apertou a massa que estava sob sua mão, sentindo-a viva. André não perdeu tempo e enfiou a mão dentro do decote de Estela e os dedos se insinuaram dentro do sutiã, sentindo a pele quente e sedosa dos seios enormes. Quando, sem encontrar resistência retirou um deles para fora, abaixou a cabeça e foi tomar o mamilo entre os lábios, passando a suga-lo. Estela arquejava e se deu conta que deveria incrementar mais aquele momento em sua casa. Por isso pediu a André que a deixasse se levantar e com isso saiu em direção ao seu quarto. Depois de algum tempo surgiu vestida com uma camisola que nada escondia da fartura de seus seios e deixava se ver a marca sombreada do seu monte de venus. Estava decretada o favorecimento dela, para que André transasse com ela. Estela estava determinada a não perder aquela chance ter aquele tremendo homem a sua disposição e não fazer o instigava seu perfil de mulher liberal. Ela sabia que André estava preso aos encantos de Aline, mas diante de uma boa trepada, era possível reverter aquela vantagem. Sabia que apesar de não ter a beleza no rosto, seu corpo sempre fora de chamar a atenção dos homens. Com André não estava sendo diferente. Colocara aquela camisola transparente para mostrar a ele que ela estava ali, pronta para ser dele no maior estilo. André a viu se sentar no carpete, entre suas pernas e pousar a face sobre o local, onde ainda se podia notar aquela deformação indicatória de onde estava a pica dele atravessada, podendo assim sentir a pulsação do membro por baixo da roupa. Olhando para André, ela passeava a face sobre sua virilidade a sentindo crescer e ficar cada vez mais dura. Os olhos de ambos soltavam faísca de profundo desejo e ela ousada, abriu a calça dele e enfiando a mão dentro da cueca dele, puxou o membro que esta, ali, prisioneiro em sua proteção de pano, para sua visualização total. Sentiu falta de ar, quando aproximou o nariz daquele "obelisco" e o odor de um membro sadio e limpo odorizou-a por completo a levando a loucura, pois passou a beijar e lamber a cabeça da pica, descendo para o corpo da mesma, chegando aos ovos. Puxou a cueca e a calça para os pés do homem, retirando as peças, as jogando para o lado. Alisou as coxas do macho, arranhando-as e depois passando a língua até ficar cara a cara com os testículos dele. Fez com que André elevasse ambas as pernas e procurou com a boca seu rego. A ponta da língua começou seu trabalho de percorrer aquele corredor umedecendo-o e estacionar sobre as pregas da "depressão" ali exis-
tente, provocando em um André, surpreso com a carícia, tremores por todo corpo. Ele já tinha provado daquele artifício por diversas vezes, só que não com mulher, por isso mesmo ficara surpreso. Seu pau, seguro pela delicada mão de Estela, pulsava e engrossava tanto que parecia querer explodir.
Naquele momento, Aline estava se recuperando e aos poucos começava a tomar ciência de que estava numa cama diferente da sua. O próprio cheiro do local, em nada lembrava seu quarto. A penumbra, a estava deixando meio confusa, mas a réstia de luz que passava pela porta do quarto, a orientou e com isso procurou descer da cama e pondo-se em pé, foi até a porta que abriu. Ficou meio ofuscada com a claridade que contrastava com o interior do quarto. Parou um pouco e pensou ouvir barulhos que vinham da sala. Acurou mais os ouvidos e percebeu, que eram gemidos de prazer.Já refeita do torpor que a tinha deixado zonza, ela se dirigiu na direção dos sons. Lembrou-se de quê ela tinha chegado ali, naquela casa, que reconhecera ser se Estela, com a amiga e...André! Não quis acreditar no que viu, quando colocou meia cara para visualizar o que ocorria na sala, deparando com a nudez de sua amiga, que chupava o membro ereto de André, estirado no sofá. Ela não sabia se estava surpresa por ver a cena dos dois, ou se decepcionada por sua amiga, a ter traído. André! O cara que tinha mexido com ela, estava fodendo sua melhor amiga. Estava triste, por saber que não podia confiar em ninguém. Sentia ódio, por ver que ela tinha ficado inerte se preocupando com uma mera ilusão de ótica, deixando o caminho livre para sua amiga agir.Ela teve a leve impressão de que André a vira, por isso se afastou correndo para o quarto de onde saíra. Fechou a porta e se deitou. Estava triste. Não demorou muito e ouviu uma voz que a chamava do lado de fora, no corredor, junto á porta do quarto. Ficou em silêncio, pois sabia que era André. Sua raiva começou a ficar mais forte e foi neste instante que a porta se abriu. De costas, ela não pode vê-lo entrar, apenas o clarão de luz se expandiu na parede que ela olhava. Sentiu que alguém se deitara ao lado dela e puxava a colcha que a cobria. Se irritou e puxou-a de volta.
__Saia daqui seu canalha. Vá comer aquela piranha traidora. Não estava satisfeito em ter seu pirulito na boca dela? Volte para lá. Se você não sair daqui eu vou fazer o maior escândalo.- dizia já querendo começar a gritar. Mas teve novamente a colcha puxada para o lado. - Já disse para sair daqui André. Me deixe em paz.
__Por que esta tão brava comigo minha pequena fadinha?
Se a tivessem jogado-a ono pólo norte sem roupa, não conseguiriam a enregelar, como estava acontecendo naquele momento. Temia se virar e não deparar com André do seu lado. Seu coração batia descompassa-
damente, parecendo querer sair pela boca. O temor e a sensação de que estava enlouquecendo ativaram toda a adrenalina do seu corpo e ela se virou. O que viu a fez ficar sem ação. Ali do seu lado, com aquele sorriso maravilhoso nos lábios, estava, inteiramente nu, Rodolfo. Ela, de boca aberta, o olhava sem entender o porquê estava começando a se acalmar e ter seus batimentos cardíacos normalizando.
__Ro-dol-fo! - balbuciou- É mesmo você?
__Quer que eu me levante e ajoelhe diante de você? - perguntou e rapidamente, fez,o que falara. Aline se emocionou ao ver que realmente aquele que ali estava era seu grande amor. Não procurou, questionar, como era possível, mas ele estava ali. Não se levantou para ir ao seu encontro, apenas levantou os braços em sua direção. Viu ele se deitar entre eles, esmagando seu corpo no dela e procurando sua boca, a fez sentir, perceber o odor adocicado do seu hálito que perfumava os sentidos, da jovem que era acariciada e tinha as roupas levantadas, onde se procurava seus seios, cujos bicos rijos, espetavam o peito de Rodolfo. Desceu a mão, das costas, até chegar a sua bunda, que achava uma das partes mais deliciosas do corpo amado. Sabia que ele gostava daquele tipo de carinho e por isso mesmo, mergulhou dedos no rego, procurando o orifício íntimo.
__Oh! Meu amor! Que saudades de você. -disse ela quando teve a boca livre. - Por que me deixou?
__Não estou aqui agora? Vamos recuperar o tempo perdido.
A boca se dirigiu aos mamilos de Aline, sugando-os alternadamente, arrancando gemidos dela. Ajudou ele a livra-la da calcinha e tomando o pau dele em sua mão, o encaminhou para sua vulva aberta, pincelando a glande em toda sua extensão, até tocar em seu clitóris.
__Meu querido, como estava com saudades dessa sua pica gostosa em minha xoxota. Me penetra, não espera nada, me fode, por favor. Quero sentir esse pau dentro de mim agora. Fala que você também estava com vontade de me foder, fala? - dizia ela entre um beijo ou uma mamada e outra. Sentiu a cabeça da pica se posicionar na sua abertura vaginal e a mesma ir se inserindo lentamente em seu canal de prazer. Revirou os olhos quando o gozo a atacou, fazendo com que empertigasse o corpo em um arco que chegou a levantar o corpo de Rodolfo, que estava sobre o seu. O orgasmo fora sobrenatural e ela estava em completa euforia erótica, a ponto de se agarrar na bunda de Rodolfo e abrindo-a conseguir cegar ao cu dele e enfiar o dedo profundamente no ânus que passou a pressionar com pequenas contrações. Ela estava entregue aos prazeres da carne e quando olhou para o rosto do seu amado, percebeu que estava prestes a gozar dentro dela. Não queria que ele gozasse rapidamente. Desejava senti-lo por mais tempo dentro dela, mas, mesmo assim , quando os jatos de porra começaram a inundar seu íntimo. Recebeu com alegria o jorro do fluido seminal. Retirou o dedo do cu de Rodolfo e se abraçaram fortemente trocando um longo beijo. Rodolfo, olhou para ela e balbuciou algo:
__Preciso que me ajude, volte lá e compreenda por favor. Não posso ficar com essa culpa, me ajude...me ajude...me ajude...! -disse e foi ficando com uma transparecia, como se diluísse no ar, até sumiu entre os braços de Aline que acabou se abraçando, apertando os próprio seios. O quarto estava as escuras e ela começou a raciocinar que estava lúcida. Sentia que sua boceta estava inchada e quando levou a mão até seu introito vaginal, retirou os dedos molhados e ao cheira-los, sorriu satisfeita. Cheirava a esperma que seu noivo deixara nela, dentro da sua boceta.
André, tivera a impressão de que alguém estava olhando ele transar com Estela. Procurou se virar rapidamente em direção ao corredor, mas não viu nada, portanto se concentrou na boceta de Estela que se acocorara sobre sua pica, o recebendo até que sua bunda se juntou aos ovos de André. Começou a executar os movimentos de sobe e desce, sobre a pica tesa. Se apoiava no tórax másculo, para que pudesse manter os movimentos dos quadris sobre o pau que se aprofundava dentro da boceta molhada. As mãos de André acariciavam as enormes e belas tetas de Estela, que tinha um tesão quando era tocada nelas. Estava concentrada no que fazia, e olhava para baixo vendo o pau entrar e sair da sua boceta. Quando, André trocou a posição se posicionando sobre ela, ficou com o pau dele entre suas mamas enormes, que juntou ao redor do mastro e permitiu que André a fodesse em uma típica espanhola. Novamente ele sentiu seu rabo invadido pelo dedo da mulher e não conseguiu resistir. Os jatos de porra, atingiram o rosto de Estela que sentiu o gosto de esperma nos lábios. Acabava ali aquela noitada maravilhosa que tivera, sem sentimento de culpa por ter se usurpada do homem de sua melhor amiga.
André foi embora, antes de poder ver Aline. Esta quando se levantou, tinha tomado uma decisão. Depois do café que Estela lhe ofereceu, ela sem dizer nada, se despediu da amiga, não comentando nada, nem do que tinha visto, ou do encontro fantasmagórico, da transa escaldante que tivera com o seu noivo falecido, nem onde estava indo, assim que saísse dali.
Recordava-se muito bem de tudo que acontecera naquela noite e achava que tinha que tomar uma atitude. Caminhava, impulsionada por uma força estranha, ela caminhava automaticamente. Era levada. E assim chegou naquele estranho lugar que tempos atrás estivera com Estela para ver a tal sensitiva. Aguardou na ante sala, até que a estranha mulher apareceu. Olhou para ela e sorriu. Afastou mais a cortina e a convidou para entrar no outro ambiente, que permanecia como naquele dia que ali estivera. Parecia que tudo tinha parado no tempo, só faltava Estela. Quando se sentou, teve a nítida impressão que não estavam sós, as duas ali. Um odor adocicado tomou conta do ambiente e quando a mão da mulher toou a mão de Aline ela sentiu que estava sendo levantada da cadeira e que flutuava no ar. Olhou para baixo e viu ela mesma, a mesa a vidente, aquele estranho ponto luminoso e depois tudo foi sumindo e ela se viu em uma escuridão total quase que física, que ficava cada vez mais sufocante até que ela viu um pequeno ponto esbranquiçado bem distante. Estava muito difícil de chegar até ele. Sentiu que estava rodando e quando começou cair, pouso suavemente em algum lugar. Tudo estava claro como o dia que ela tinha ido buscar. Olhou para os lados e viu, que estava dentro de um carro cujo motorista, nada mais era que Rodolfo.
O carro disparava rumo a zona Sul da cidade e pouco depois entrava em um motel. Caminhou ao lado de Rodolfo, que sabia bem para o quarto que ia, parecendo que estava tudo combinado com alguém. Chegando na porta do quarto, bateu na mesma e aguardou. O mais engraçado era que o numero que ele pegara, não era o mesmo que estava estampado na entrada. Ouviu-se o barulho da porta se abrindo e ele entrando. Ela penetrou naquele belo recinto e a porta se fechou. Rodolfo se voltou e abraçou a pessoa que se dirigiu a ele. Um longo beijo fora trocado. Aline, olhava, boquiaberta o que via. Não queria acreditar. Então aquele era o segredo que ele queria lhe contar. O viu ter a camisa tirada e a seguir a pessoa passar a chupar-lhe os mamilos. Ele também tomou a rédea da situação e passou a despir a outra pessoa e pouco depois a colocava nua. Ajoelhou-se diante dela e foi em busca do seu sexo. Aline olhava para a pessoa que era chupada, não acreditando no que via. Como podia ser aquilo. Enquanto procurava entendimento para tudo que via, assistiu a posse sexual. Ficou ali pasma olhando o embate amoroso, vendo Rodolfo esmurrar o colchão diante do momento crucial do prazer seminal.. Quando acabou aquele ato selvagem de sexo intenso, entre aqueles dois seres, a pessoa que abrira a porta fora para o banheiro. Rodolfo, permaneceu ali deitado de bruços. Quando saiu do banheiro a pessoa deitou-se ao lado de Rodolfo e o beijou no pescoço e passou a mão em sua bunda, depois desceu pelas costas chegando até o bonito rabo de Rodolfo. Deu uns tapinhas nas nádegas dele e ao separa-la foi beijar o orifício que pouco antes tinha sido penetrado por ele. Rodolfo, gostando da carícia, empinou mais a bunda e depois de muitas lambidas levadas, rodopiou e atacou o parceiro indo para cima dele o colocando na mesma posição que ficara e assim pode retribuir no mesmo local, o carinho recebido. Aline assitia a tudo começando a compreender que o grande amor da sua vida, estava revelando para ela a sua condição de ser um homossexual, cujo companheiro nada mais era que o belo rapaz por quem ela se encantara e estava disposto a se entregar, pois o sentia muito perto dela, até que o viu com Estela, transando com ela. André, coincidentemente era aquele cara que seria o grande amor da vida de seu noivo. Por que tudo acontecera com ela?
Aline se mudou daquele bairro e nunca mais quis saber de ver Estela. Não era por causa de a sua traição com aquele que ela desejava. Grávida, ela queria, ter uma gestação tranquila. Sabia quem era o pai da criança que estava dentro do seu ventre. Não sabia como era possível que um morto tivesse condição de inseminar alguém vivo. Sabia apenas, que tivera muito prazer vindo do outro lado da vida.
Estela, estava sem saber com quem falar, já que perdera contato com sua melhor amiga. André também desaparecera, mas deixara um presente para ela - uma gravidez, que como Aline, evoluía em seu sétimo mês.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:2 de julho de 2015 21:06

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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