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Do fundo do baú

Sister

Daniel, gostava muito dela, a respeitava e levava em conta o que ela era sua. Apesar de tudo o que pensava, notara que ela não estava de toda isenta de certa culpabilidade. A mãe já o alertara, que aquilo não estava certo, que não devia acontecer. Alertara ele, mas e ela?
Sara, vivia em seu mundo, cheio de fantasias onde ela se via envolvida com personagens que só poderiam ter saído de um conto de fada. Seu coração bombava com mais energia, quando ela se defrontava com o seu príncipe na vida real.
Daniel, estava absorto em seus pensamentos, quando ela passou por ele, com seu andar provocante, balançando aquela bundinha empinada que o deixava louco de vontade de a apertar. Foi atrás dela e com a mente já pronta para levar um não, assim que se ocultaram atrás da parede onde ficava o local do tanque de lavar roupas, a puxou pelo braço. Ela parou e encarando-o fez uma bola com o chiclete que mastigava. Foram se aproximando e quando seu corpos se colaram, as bocas uniram-se em um beijo tresloucado. Prendeu os braços dela para trás do corpo e passou a abrir-lhe a blusa, quase a rasgando até que viu os delicados seios dela surgirem com os bicos durinhos pedindo para serem chupados. Ela não estava lutando, apenas esperando que ele a chupasse. Quando a boca tomou conta dos mamilos alternadamente, ela soltou uma gemido e procurou empertigar o corpo
como se quisesse que o seio inteiro, entrasse na boca de Daniel.
__Chupa com força, até eu dizer que esta doendo. Meu querido, por que demorou tanto para se decidir?: Você deixou tocando siririca tanto tempo que eu já não aguentava mais.Me solte os braços para que eu possa pegar no seu pau.
Daniel obedeceu e ela e teve a recompensa, quando ela agarrou seu pau e apertou aquele volume duro que a calça não escondia.
__Deixa eu tirar ele para fora, assim você o chupa como se deve-disse Daniel já soltando a cinta e abrindo a calça que desceu junto com a cueca, até o chão, mostrando a Sara um pau enorme duro como ferro.
__Que belo ele é. - disse ela já o levando á boca. Tocou nos ovos, os revolvendo entre os dedos. - Como desejava fazer isso, se você soubesse.
__Eu imagino, pois desejava que você o chupasse algum dia. Mas agora deixa de falar e engole ele e depois lambe minhas bolas.
Sara, demonstrou que estava afiada na chupada, pois fazia Daniel se contorcer como se quisesse escapar daquele carícia, mas era por puro tesão que o fazia. Levantou a garota , que estava agachada e a colocando de pé, forçou a calça dela para baixo e em seguida puxou a calcinha. Estava alucinado por ver a bocetinha dela, bem depilada que mostrava onde começava o caminho do prazer, Queria beijar aquela parte, mas notava que as preliminares estavam indo longe demais e poderiam acabar nem transando, se alguém desconfiassem que eles estavam ali. Por causa disso. Daniel, pediu que ela deitasse na grama que havia ali, onde haviam roupas estendidas. Ela se deitou se deitou de costas e abriu as pernas para o receber. Estava ansiosa de que ele a penetrasse e acabasse com aquele desejo que a estava consumindo. Daniel, se ajoelhou entre as pernas dela e encaminhou o pau para a boceta toda escancarada. Sara, se acomodou melhor quando sentiu a glande tocar-lhe a abertura e aguardou a penetração. Como não era mais cabaço, o pau entrou fácil, apenas a fazendo gemer por se ver sacudida de violentos tremores. Enlaçou Daniel com os pés em suas costas e cravou os dedos na grama, chegando a arrancar gramínea, com terra e tudo. Sua boca aberta, apenas puxava o ar para os pulmões, não emitia mais nenhum som. A monotonia do lugar era apenas quebrada pelo som dos sexos em acoplagem, Daniel se debruçou mais sobre o corpo de Sara e buscou sua boca. As língua duelaram, as mãos desceram para os seios, os agarrando, até que ela o mordeu, pois precisava ter a boca livre, para gemer alto, pois estava gozando o seu mais delicioso gozo, que tinha tudo que ela mais sonhara ter. Era do jeito que ela imaginara que seria, quando Daniel, resolvesse transar com ela.Agora não precisava só ficar na imaginação inventiva. Agora sua imaginação teria visão real do que estava acontecendo naquele momento.
Daniel se esforçava para dar mais prazeres para Sara. Queria tornar aquela transa inesquecível para ela como o seria para ele, caso não pudessem mais se encontrar para uma aventura semelhante.P seu momento, chegara e ele acelerou, justamente, quando Sara gritou que estava para gozar. Com a retirada do pau da xoxota da jovem, ele a viu se sentar e tomar o pau dele na boca recebendo toda a carga de esperma que ele jorrou, enchendo sua boca. Olhando nos olhos dele, ela engoliu tudo.
Se arrumaram e foram espiar para ver se não tinha ninguém por perto e depois caminharam em direção a casa, sendo que ela entrou primeiro e ele bem depois.
Na ânsia de não serem descobertos, não perceberam que alguém os viram entrando e depois se encaminhando para o quarto de Daniel, trancou a porta e mandou que ele tirasse a roupa.
__Mas por quê tenho que fazer isso? - resmungou, mas obedecendo.De cueca ficou de costas para a mãe.
__Vire-se e abaixe a cueca também.
__Mas assim a senhora vai me ver pelado. Não vou fazer isso.
__Me obedece moleque, senão eu não respondo por mim.; - disse ela se aproximando dele.
Daniel abaixou a cueca, mas não se virou para encara-la. Ela passou a sua frente e afastando a mão dele do sexo, pegou em seu pau e o espremeu .Depois levou a mão as narinas. Olhou para ele e deu-lhe um violento tapa no rosto, deixando as marcas dos dedos no mesmo.
__Eu não lhe avisei que não queria que isso acontecesse? Você trepou com ela! Eu lhe pedi que se afastasse de Sara, mas você fez exatamente o contrário. Seu demônio. Usou preservativo pelo menos?
__Não. Mas não gozei dentro dela.
__Seu monstro. Não sabe que mesmo não gozando dentro dela pode engravida-la? Já pensou, seu animal. Engravidar a própria irmã?

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:24 de setembro de 2015 17:53

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Jovens

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