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Do fundo do baú

Tentação

A semana tinha sido estressante para a executiva Flávia Malheiros. As mudanças do câmbio, a alta do dólar, alta do combustível e uma série de "causas " nada favoráveis aos negócios, obrigara ela a fazer inúmeras mudanças na empresa, gerando uma barreira de desoneração em vários setores que eram as espinhas dorsais, onde se gerava uma boa parte da estabilidade empresarial. Sentia-se de mãos atadas e durante a reunião que tivera em regime de urgência, ficou acertado que cabeças rolariam em todos os setores. Para ela, era triste, ter que tomar aquela decisão, mas se não enxugasse o quadro de funcionários, em todos os escalões, teria que fechar as portas , de algo que ela e sua família tinham batalhado muito para conseguir erguer e solidificar.
Sozinha na sala de reuniões, onde tinha passado a mal noticia, ela se via na pele de muitos daquele que iriam ser demitidos. Pensou em suas famílias e na dificuldades que muitos teriam para conseguir emprego. A situação do país, não era nada boa e se temia que a crise iria se estender por um período muito longo, apesar que políticos dissessem que não. Tirou os sapatos de salto, lançando-os de encontro a parede. Estava visivelmente chateada. Caminhou pelo carpete indo até a enorme vidraça de onde se podia ver toda a cidade de São Paulo, com aquela poluição, que podia se ver no horizonte, em tom marrom. Apoiou a testa no vidro e lágrimas desceram pelo seu rosto. Achava que tinha falhado com seus colaboradores direta ou indiretamente e não achava justo as demissões que efetuaria.
Pancadas na porta a devolveram a dura realidade. Sem que precisasse dizer nada a porta se abriu e por ela passou sua secretária com uma pasta na mão. Era alta, esguia, cabelos compridos que vinham até seus ombros,ombros estes que moldavam bem o belo talher que ela vestia com o logotipo, em dourado, daquela empresa. Bonita, 21 anos e muito eficiente, bilíngue e que se destacava pela ousadia em dar os seus palpite que quase sempre eram válidos. Flávia adorava as atitudes de Virginia e estava prestes a lhe dar um cargo mais significativo dentro da empresa. Nunca lhe disse isso e agora que tinha de cortar custos, ficava muito mais difícil concretizar a sua ideia de promove-la. Mesmo assim estava pensando em algo para ela.
__Trouxe-lhe alguns papéis que devem ser analisados para a pauta de segunda feira. quando a senhora terá uma reunião com o grupo francês. -disse a bela jovem entregando-lhe a pasta. Notou os sapatos de Flávia atirados ao pé da parede e calculou que ela não estava em bom momento - Mas se quiser volto em outro momento?
__Não. - respondeu a executiva pegando a pasta e se dirigindo para a cabeceira da longa mesa de reuniões, onde se sentou e passou a ler as folhas de papeis.
Virginia foi em busca dos sapatos, trazendo-os e colocando estes ao lado da cadeira almofadada, com os braços entalhados em forma de uma gata deitada.
Aquele gesto não passou despercebido por Flávia, que observou, quando a jovem se curvou ao seu lado, a exuberância dos seios presos dentro de um sutiã branco,que o decote da roupa deixa se ver. Não soube explicar por que achara o gesto dela respeitoso ou porque a visão daquela parte do seu corpo a deixara tão perturbada. Antes que sua subordinada notasse, ela voltou a leitura dos papeis a sua frente. Virginia pediu licença e disse que voltaria depois para pegar os papeis assinados e alguns adendos á parte caso ela os fizesse. Flávia observou a jovem se afastar e seu olhar fixo no traseiro, que a roupa justa acentuava mais moldando uma beleza que os homens adoravam nas mulheres, ficou a pensar em como seria vida daquela jovem mulher fora dali. Teria namorado, noivo, morava com os pais ou sozinha? Nunca se preocupara em saber nada de seus funcionários, deixava a cargo do recursos humanos essa tarefa diante do perfil profissional requerido.
Quando terminou de ler o relatório e ter feito alguns ajustes, assinado alguns papéis de suma importância se comunicou com Flávia que quase de imediato se anunciou e entrou na bela sala. Flávia de onde estava, observava a chegada da funcionária prestando muita atenção no jeito que ela caminhava cruzando os passos como uma modelo em passarela. Tinha classe além de beleza.
__Tudo em ordem senhora?
__Posso lhe pedir um obséquio?
__Estando em meu alcance senhora, peça o que quiser que farei.
__Quero lhe pedir que não me chame mais de senhora. Pode ser?
__Mas... e a hierarquia? - questionou a jovem meio sem entender.
__Eu estou pedindo, não deixei bem claro isso?
__Mas o que os outro vão pensar?
__Ué, nada. Não há nada o que pensar. Quero que trate por você ou me chame de Flávia. Ok?
__Sim senhor...quer dizer, sim Flávia. - corrigiu em tempo Virginia e ambas sorriram.
Flávia pediu a ela que ficasse para conversar um pouco e foi questionando a vida familiar, a questão das amizades e acabou sabendo que ela namorava com um massagista em uma casa de massagens muito frequentada por artistas e mulheres da alta sociedade. Estava noivos a bem pouco tempo e pretendiam se casar assim que o apartamento deles ficassem pronto. Virginia, disse que as massagens do noiva eram pra lá de ótimas e que as pessoas voltavam sempre, tanto homem quanto mulheres. Flávia quis saber se ela recebia as massagens dele como uma cliente normal ou se tinha algo especial para ela. Percebeu que a moça ficara corada e logo adivinhou que algo mais acontecia entre os dois durante a massagem. Quis saber se era só com ela que a sessão se tornava especial e Virginia mais uma vez se mostrara encabulada. Justo ela que era tão altiva, se mostrava acanhada em dizer certo aspecto do trabalho do noivo. Perguntou se podia mandar sua mãe ir lá na tal casa de massagem falar com o rapaz e Virginia disse que sim que poderia sem susto algum. Passou a Flávia o endereço e os horários que seu noivo estava trabalhando. Disse que a preferencia era mais a tarde e começo da noite do que durante o dia.
__ Mas se ele trabalha neste horário, quando é que você se encontram - quis saber Flávia estranhando.
__Nos vemos todos os dias. Nós já vivemos juntos.
__Ah, entendi.
O dia de trabalho tinha terminado. Enfim, de fato, a sexta feira tinha chegado. Era chegado o momento de cada um tomar suas decisões de como iria encarar o inicio de fim da semana. Balada, chopinho na calçada de um bar, cinema no shopping, teatro, motel ou...porquê não,uma casa de massagem?
Não se incomodou muito em dirigir naquele fluxo terrível, que uma sexta feira ocasionava nesta dantesca cidade, nada disso, teria o corpo relaxado em pouco tempo por mãos habilidosas. Quando entrou na rua da casa e localizou a mesma achou até engraçado. Embicou o carro no estacionamento e se dirigiu para a recepção, onde foi atendida por uma jovem de uniforme que fez sua ficha mediante documentação e depois a encaminhou para uma sala onde outras pessoas aguardavam a vez de serem chamadas. Tinha ganho um cartão onde estava marcado o seu numero de sala e a identificação do corredor a tomar segundo o painel que estava no alto, acima de uma porta que tinha uma cortina de contas brancas. Todas que estavam naquele recinto eram mulheres. Umas usavam óculos escuros, outras tinham a cabeça cobertas por lenço colorido e uma querendo se esconder, não se sabia de quê, usava além do lenço, óculos escuros e um chapéu, tipo panamá. Flávia sorriu internamente e ficou aguardando. Diante do que lhe falara a recepcionista, o profissional que ela queria ver, iria chegar ainda. Aos poucos a sala foi se esvaziando ficando só ela e a mulher do chapéu, que parecia bem jovem. O painel se iluminou e um alarme soou. Flávia olhou a numeração do cartão e viu que era sua vez.Atravessou a cortina e se dirigiu para o corredor indicado no painel e encontrou onde receberia a massagem. Era um quarto bem espaço para a a maca ou mesa de massagens, um carrinho de andares cheio de vidros coloridos com líquidos, caixa de luvas de látex, um biombo de cana da índia, e sobre a mesa uma toalha muito bem dobrada. Estava entretida olhando para todo aquele pequeno aparato quando entrou uma jovem, toda vestida de branco, que a cumprimentou e pediu que colocasse seus pertences de mãos, assim como suas roupas atrás do biombo e depois se enrolasse na toalha e se deitasse na mesa.Verificou tudo por ali e saiu fechando a porta.
Flávia se despiu e depois estirou-se sobre a mesa, de bruços, jogando a toalha sobre o corpo e aguardou. Não passou mais que dois minutos e a porta tornou a se abrir e o massagista entrou. Passou por ela e esta só pode ver seus pés, por causa da posição que estava. Moreno, pensou, pés delicados mas másculos, pernas com poucos pelos , panturrilha de quem praticava exercício de força. Um roupão curto, ocultava maiores detalhes.
__Boa noite. Meu nome é Júlio e hoje eu estarei a seu dispor para lhe dar o melhor tipo de massagem. Espero que os meus serviços lhes seja de grande valia e que possa recomenda-los a suas amigas.
A voz, era forte e gostosa de se ouvir e ela logo percebeu a toalha sendo dobrada sobre seu corpo, desnudando sua costa até a altura de se poder ver o rego da bunda. Sentiu-se encabulada de estar ali, naquela posição, sozinha com um cara estranho, que iria colocar as mãos em seu corpo explorando-o. Afastando os cabelos de seu ombro as mãos começaram a pressionar os mesmos.No inicio ela até que sentiu uma pouco de cócegas, mas quando gotas de óleo perfumado respingaram pelo local e os dedos voltaram a ação, foi ficando aquele lugar aquecido e uns nós que havia, foram se dissolvendo. As mãos de Júlio tinham uma delicadeza, que era fundamental para o relaxamento muscular. Pediu para flexionar os ombros e dizer se estava tendo alguma tensão e diante da negativa dela, passou para as costas e a região lombar começou a receber o tratamento que merecia. Flávia estava adorando, ainda mais que estava ficando excitada com o aroma que tinha ficado no ar e as mãos deliciosas que a estava apertando. Um pouco mais a toalha fora dobrada e ela ao olhar para trás viu parte de sua bela bunda exposta. Olhou para cima e ficou sem poder desviar o olhar. O homem que tinha atrás de si, era qualquer coisa de tirar o folego. Quase se virou no total para observa-lo, mas se conteve pois logo teria que ficar de costas e assim poderia aprecia-lo a vontade.
Pulando as nádegas o profissional, passou a cuidar dos pés de Flávia, onde aplicou em cada dedo uma pressão diferente. Era relaxante demais e só de pensar que ele poderia estar olhando entre sua coxas e vendo sua boceta a estava deixando louca de tesão.
Flávia estava mergulhada nas delicias que agora suas coxas recebiam das mãos oleadas de Júlio, que cada vez chegava mais perto de seu sexo. Ela sabia que ele estava vendo sua intimidade e que a mesma estava ficando molhada. Depois de aplicar o mesmo tratamento nas duas partes, interna e externa, das coxas ele pediu licença e diante do consentimento mudo, retirou a toalha que ocultava as rechonchudas nádegas de Flávia que sentiu estar ficando corada de vergonha e excitação. Temia que o seu corpo denunciasse o que ela estava sentindo naquele momento. As mão massageavam as nádegas abrindo-as deliberadamente expondo o rego, aquela abertura que se contraia involuntariamente e a sua boceta toda molhada. Dedos passaram perto dos lábios vaginal e um de cada lado os comprimiram fazendo com que o líquido que estava os tornando molhados aparecesse e escorressem por eles até os dedos que os espremia. O toque em sua intimidade não estava relaxando-a, mas sim a deixando mais excitada.
Uma generosa quantidade de óleo fora derramada sobre e entre as nádegas dela e ai veio o inesperado, quando ela travou as mesmas para que os dedos não entrassem em seu rego. Júlio, não insistiu e se dirigindo para a cabeceira, pediu que ela se virasse. Sem saber como, conseguiu se virar. O olhar dos dois se encontraram e ela sentiu que o mundo girava. O cara era, além de musculoso, com um peitoril bem saliente, lindo de morrer. Sua tez morena e os olhos castanhos claros o tornava uma estatua grega, um deus da luxúria, uma tentação que instigava a mais castas das donzelas á pecar. Sabia que estava de boca aberta, mas não estava ligando. Em sua mente ela estava tentando colocar lado a lado, aquele pedaço de mal caminho e Virginia. Que casal esplendoroso.
__Sente-se bem madame? - perguntou ele diante da paralisia que tomava conta de Flávia.
__Sim, sim.Sim, sim. Eu acho que sim. - repetia ela sem saber o que dizer. por fim se estirou, apoiou a cabeça na mesa e começou a se preparar, sentindo que muita coisa estava por acontecer.
Suas têmporas foram massageadas suavemente com as pontas dos dedos
e os lóbulos das orelhas receberam carinhos especiais. Depois foram as faces. o pescoço e depois a clavícula. Contornou os seios e atingiu abaixo dele o ventre. Flávia se sentia arrependida de não te-lo deixado tocar entre sua nádegas e passou a torcer para que ele se atrevesse e a tocasse no sexo. Nem em seu púbis tocou, passando para o pés e depois pernas e coxas.
__A madame deseja mais alguma coisa? - perguntou ele com o semblante passivo, mas embaixo do seu roupão, a passividade estava era muito ativa e ele não se preocupava em oculta-la.
__Creio que tem partes do meu corpo que ainda estão um pouco tensa.-de ela e ato continua se virou de bruços com a pernas ligeiramente separadas.
Júlio sabia bem o que ela queria e por isso mesmo retirou o roupão ficando como veio ao mundo. Passou ao seu lado indo pegar algo no carrinho e ela pode ver o membro imponente que mal balançava enquanto o dono dele andava. Era uma tentação. Quando as mãos começaram a massagear suas nádegas, ela percebeu que sempre que eram separadas, dedos lubrificados corriam pelo seu rego, deslizando por sobre seu cu que logo se retraia. Os dedos iam até sua vulva, onde se perdiam em meio a umidade natural, atingindo o clitóris visivelmente sensibilizado. No primeiro toque sobre ele, Flávia, não conteve um sobressalto. Sentia que os mamilos estavam tesos e formigavam forçando ela a levar uma mão até eles e com os dedos os comprimir até que doessem. Gozava e muito com aquela caricia libidinosa. Quando notou que Júlio estava ao alcance de sua mão á levou até ele tocando sua virilha. Entendendo o que ela desejava, ficou quase que de frente para ela permitindo que tivesse ao seu alcance a sua virilidade.Os dedos de Flávia se fecharam em torno do instrumento de prazer. Puxou ele, e Júlio, teve que mudar de lugar ficando junto de sua cabeça a mercê da sua boca. A empresária, não pensou duas vezes metendo a pica em sua boca. Achou a textura dela macia. Poucas vezes tinha feito aquele tipo de travessura e por isso mesmo tiraria muito partido daquele momento. Júlio debruçado sobre ela, continuava a lhe massagear a bunda e achando que tinha direito foi penetrando o cu dela com o dedo. Flávia gemia, com a pica na boca e não sabia onde estava mais gostoso.O dedo lubrificado entrava e saia do rabo dela sentindo as contrações que o esfíncter fazia em torno dele. Júlio a virou de costas e se desligando de vez dela, foi até sua boceta e passou a lamber. Flávia começou a gemer e pediu que ele viesse para cima dela. O massagista subiu sobre a mesa e se postou entre as coxas sedosas dela. Debruçado sobre ela, passou a chupar seus seios, enquanto encaminhava a cabeça da pica para sua boceta. Encontrando o caminho foi forçando o corpo para baixo, sentindo quentura do canal penetrado, ir tomando conta de todo seu caralho. Iniciou o entra e sai da vagina, procurando a boca de Flávia, beijando-a de forma excitante. Naquele momento ela estava se sentindo uma mulher vadia, uma prostituta e como tal começou a agir, enlaçando-o com as pernas e o forçando a ficar mais profundamente dentro de si.Com a lucidez empanada pelo prazer que vinha sentindo só percebeu que Júlio gozava, quando o jato de esperma atingiu-lhe os seios e ventre assim que ele retirou o pau de sua boceta. Vendo toda quela porra sobre sim, sentiu o seu momento chegando arrasador.
Quando teve a ajuda de Júlio para descer, ela se dependurou em seu pescoço e o beijou longamente. Depois disse melosamente:
__Você ainda não terminou o serviço. Vou marcar uma outra hora para que massageie com essa mangueira gostosa aqui.-disse se virando e mostrando a bunda.
__Será um prazer satisfaze-la madame. Me recomende, por favor.
Flávia sorriu começando a se limpar com lenços umedecidos. Depois de vestida,pegou o talão de cheque rabiscou uma certa quantia e o entregou ao rapaz.
__Essa é a sua gorjeta.
Quando passou pela sala de espera notou que aquela mulher de chapéu continuava no mesmo lugar. Se despediu dela e saiu. Estava leve e com o pensamento mais arejado. Em casa, contaria ao seu marido que tinha encontrado uma excelente terapia para relaxar?
Melhor não!




Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:13 de março de 2015 10:20

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Heterossexual

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Este texto foi lido 509 vezes desde sua publicação em 13/03/2015. Dados do Google Analytics

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