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Do fundo do baú

Tesão macabro, a mulher do motel

Adonias, sempre se mostrara um cara conquistador. Tinha boa aparência e não perdoava mulher alguma que surgisse a sua frente. Estava noivo de Carmem, uma bela jovem que era sua colega de trabalho. Fora lá que ele a conhecera e um simpatizando com o outro, engataram um namoro, a principio, normal, mas com o passar dos tempos, ele achou quê ela tinha que lhe dar a tão decantada prova de amor. Apesar de ser virgem, Carmem, não exitou em concordar em ser sua. Apenas pediu que o mesmo tivesse paciência e não fosse bruto, pois ela não tinha a devida experiencia. Adonias, se sentiu um rei, um daqueles monarca medievais, que era privilegiado com a oferta do cabaço de suas súditas nas noites de núpcias das mesmas. Marcou com ela para que fossem a um motel, onde poderiam ficar sossegados. Seria no final de semana quando saíssem do trabalho.
Naquele final de expediente de sexta feira, Carmem, estava muito nervosa, pois sabia que aquele dia seria inesquecível em sua vida, onde se tornaria mulher. Tinha em sua bolsa, lingerie novas e uma cartela com preservativo. Não queria correr o risco de logo de cara, na primeira relação de sua vida, acabar engravidando. Ansiosa estava, pois iria sentir toda a potência, daquele membro que ela, já tinha sentido na boca ao fazer uma felação em Adonias, pois este insistira que deveriam tornar mais agradáveis os encontros dos dois, em sua intimidade. Ela também sentia a necessidade de ir mais longe naquele relacionamento, pois já não suportava mais ficar toda molhada e não saber o que era uma penetração. Se perfumou e saiu, esperando pelo noivo na calçada, enfrente da empresa que trabalhavam. Não demorou muito e Adonias apareceu. De braços dados foram até um estacionamento onde ele deixava seu carro e pouco depois estavam se dirigindo para o tão desejado local, onde ela se entregaria a ele. Enquanto dirigia, com uma mão ele acariciava as coxas dela, cuja saia levantada deixava a mostra. Sem perder o foco da rua ele alcançou a calcinha dela. Sentiu que estava quente em seu fundilho. Carmem, se recostou no banco e fechou os olhos. Para ajuda-la a sentir mais sua xoxota, ela afastou com a mão a parte que estava entre seus lábios vaginais, expondo a xana para os dedos libidinosos acariciar. Depois de rápida espiadela no sexo da noiva, Adonias, fez uma manobra arriscada e teve que segurar o volante com as duas mãos, o que assustou Carmem, que voltou a se recompor. Mas o rapaz não queria que fosse interrompido nada, e por isso abriu a braguilha da calça e sacou o pau endurecido para fora e pediu que ela o chupasse. Carmem quis cogitar, mas acabou fazendo o que ele pediu, se debruçou sobre seu colo e tomando a pica na mão, colocou a boca na glande fazendo-a desaparecer. Adonias deu um gemido de satisfação, se recostou mais no banco para que ela pudesse sacar os testículos a fim de chupa-los também. Carmem estava esquecida do susto que passara momentos atrás e chupava com vontade, alimentando mais o desejo de ambos para o que iria acontecer dentro do motel. Não percebeu quando o carro entrou e parou na recepção e Adonias pegou a chave do quarto. A recepcionista, que percebera o que estava acontecendo dentro do carro, sorriu e deu uma piscada para Adonias, que lhe devolveu o sorriso, analisando que ela seria uma de suas próximas cantadas, quando viesse, sozinho, á aquele local.Ficaram um bom tempo na garagem, onde Carmem o viu descer bem a calça e deixa-la no comando de chupa-lo mais a vontade. Não quis tocar no corpo dela, senão acabaria se excitando demais e uma ejaculação precoce,estragaria tudo. Quando não aguentava mais, saíram do carro e foram para o quarto. Não tinha nenhum luxo, mas era bem bonitinho. Depois de se beijarem muito, ela disse que precisava tomar um banho para ficar bem cheirosinha para ele. Pegou a bolsa, onde estava a lingerie que iria usar e foi para o box. Adonias, na cama olhava para o vulto embaçado da mulher que se banhava e que dentro de poucos instantes estaria lhe entregando a sua virgindade. No entanto ele, não tirava da cabeça a figura da recepcionista, que lhe dera uma piscadela significativa. Parecia ser muito gostosona, pensou. Não deixaria aquela oportunidade escapar.
Quando Carmem, afastou a porta do box e se deixou ficar totalmente visível, Adonias parou de pensar na outra mulher para se concentrar na beleza, trajando duas peças vermelhas, bem reduzidas, que mal ocultava seus predicados. Deu uma voltinha, e ele pode ver a exuberância do seu traseiro, onde o fio dental estava enterrado. Não a tocou, apenas a contornou e de posse de uma toalha entrou no box. Quando surgiu, higienizado, estava de pau duro, demonstrando o grande desejo que estava tendo pela noiva. Carmem, assim que ele se acercou dela, se virou para o seu lado e pegou seu pau na boca. Estava gulosa e queria demonstrar que aquela noite deveria ser marcante em todos os aspectos. Nu, Adonias, olhava como sua noiva o devorava em uma felação, onde chegava a encostar o nariz em seu pentelhos, mesmo ele sendo bem avantajado. Notou que ela estava como ele, toda erotizada e fazia aquela garganta profunda sem pensar que nunca fizera aquilo, e logo de primeira vez. Segurou a cabeça dela e passou a executar a dança do coito em sua boca, as vezes provocando nela um engasgo. Derrubou ela no leito e sem muita paciência lhe arrancou as duas peças do corpo para cair de boca em seus seios de depois descer entre suas pernas e lamber ávidamente sua boceta cheirosa. Brincou com a ponta da língua no seu clitóris, o que a levou a gemer alto de depois deu-lhe chupões nos lábios vaginais, solvendo o que ela expelia em gozo.Se posicionou entre suas pernas e encaminhou a pica para sua entrada vaginal, mas Carmem o empurrou e pediu que esperasse. Rolou sobre a cama e pegando a bolsa, dela tirou a cartela de camisinha, entregando uma a Adonias, que não gostou muito da ideia, mas não disse nada. Colocou o preservativo, mas não estava com a mesma excitação de antes da interrupção. Carmem, percebera que ele estava desestimulado e por isso mesmo, passou a punheta-lo. Adonias se concentrou e foi lentamente adquirindo a dureza que tinha quando ia penetra-la. Talvez com raiva, ele não foi nada delicado com a introdução do membro na entrada vaginal ainda selada.Carmem trincou os dentes quando ele baixou com tudo o corpo sobre o dela e a penetração ocorreu. Sentiu muita dor, mas se manteve firme. Durante todo o ato, os dois pouco se falaram ou deram demonstração de estarem curtindo, aquela que para ela, seria a sua noite impagável.
Quando saíram do motel, ela era mulher, mas sentia que nada estava bem. Ele ainda permanecia emburrado, só que não falava o motivo, mas ela sabia qual era.
O beijo de despedida fora muito sem graça e ela entrou decepcionado com tudo, sentindo ainda dores no local violado.
De volta para casa, no meio do caminho, ainda chateado pelo fato de ter usado a camisinha, Adonias teve uma ideia para a noite não estar de toda estragada. Daria certo, pensou, por que não tentar. Devorou o quilômetro que o separava do motel, logo o avistando. Quando se postou ao lado da recepção, a mesma moça veio o atender e com um sorriso mais amplo ainda, deu a entender que estava entendendo por que ele voltara. Junto com a chave passou um bilhete que escreveu as pressas. Quando , na garagem, leu o bilhete, sorriu satisfeito. Ficou ali, fazendo a cera que o bilhete lhe sugeriu, até que passasse das 22 horas. 15 minutos depois do horário marcado, eis que apareceu ao lado da porta do passageiro a figura escultural da mulher da recepção. Adonias saiu do carro e abraçando a cintura da mulher caminharam para a porta do quarto. Mal fecharam a porta, ela a abraçou e beijou com fúria, demonstrando o tesão que estava sentindo. Arrancaram suas roupas sem se preocupar com outra coisa que não fosse, ficarem nus e cair na cama. Ela tinha um corpo de formas opulentas, seios graúdos e uma vasta cabeleira na área genital. Parecia que ela estava a seco fazia muito tempo, pois mal ele se posicionou sobre ela, a mesma encaminhou a cabeça da pica para sua boceta e jogando a mesma de encontro ao pau, se deixou penetrar de forma selvagem. Levantou as pernas e de boca aberta gemia, balançava a cabeça de um lado para o outro, parecendo que estava entrando em desespero. A cada momento de maior prazer, ela rebolava debaixo dele, e mastigava com sua vagina, o pênis que era ali agasalhado. Adonias, nunca havia transado com uma mulher tivesse a capacidade de envolver seu pau daquela forma, Sentia como q

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:11 de junho de 2015 10:22

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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