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Do fundo do baú

Traição sem querer, querendo.

Jamais em toda a minha vida de lésbica, eu havia traído a minha companheira, fosse ela passageira ou fixa, como era o caso de Marlene. Procurava dar vazão a todo tipo de fantasia que pudesse nos levar longe da rotina. No entanto o isolamento caseiro foi me dando um tédio que passou a afetar o meu relacionamento com uma pessoa que era incrível. Nos amávamos sem reservas e todos os dias da semana, e eu estava ficando cansada de ter a mesma boceta pra chupar, os mesmos seios para acariciar. Eu tinha uma amiga de trabalho que era minha confidente e eu dela. Ela sabia da minha condição de homossexualidade e me apoiava. Era casada e mãe de uma menina. Dizia ela que a fase que eu estava vivendo era mais comum do que eu podia imaginar e que ela mesma tinha passado pelo mesmo percalço. Quis saber como ela tinha superado tudo aquilo e a resposta foi a mais absurda que ouvi:
__Trai meu marido!
__Assim tão simples?
__Pode parecer brincadeira, não é? Mas não foi. Resolvi o meu problema com uma traição. E funcionou muito bem.
__Mas eu não quero trair Marlene.
__Então vocês estão fadadas a acabar com esse relacionamento em pouco tempo.
__Você acha?
__Tenho certeza. Olha amiga, não quero que você a traia por trair, mas para se sentir segura e dar segurança a ela quanto aos sentimentos de vocês. Não adianta achar que esta tudo bem se o relacionamento intimo já esta se tornando monótono. Por tudo que sei de vocês duas o amor existe e é verdadeiro, só que o corriqueiro esta lançando sobre vocês uma coisa que é perigosa - a dúvida se uma esta fazendo a outra realmente feliz. Principalmente você que já esta achando tudo, arroz com feijão. Pelo pouco que eu conheço de Marlene, pelo que já conversamos, ela é muito positiva e se existe uma dúvida da tua parte, será que da dela também não exista?
___Nunca pensei por este lado.
__Pois pense. Veja bem não é uma traição por trair, mas sim para verificar se o rumo que as coisas estão tomando, está correto ou não.
__Mas como vou fazer sem que ela saiba? Não chego em horários diferentes em casa, só saio com ela do meu lado.
__Olha eu recorri a um site de relacionamento e deu certo. Tem mulheres que estão a disposição de outra mulheres lá também.
Ivone me passou o site que segundo ela era muito confiável. Para não deixar pistas ela me ofereceu seu notebook e através dele escolhi uma pessoa que marcou um encontro para o dia seguinte. Assim que cheguei em casa, fui avisando Marlene que no dia seguinte haveria uma espécie de balanço da empresa e que eu havia sido convocada dentre as demais funcionárias para trabalhar até tarde. Como eu nunca chegara fora de hora em casa ela não estranhou por eu ter lhe dito aquilo e até agradeceu pois assim não ficaria apreensiva. Fui para o encontro e contava de encontrar uma verdadeira biscate, tanto é que estava diante da pessoa e não me havia manifestado por não imagina-la ser quem eu procurava. Foi ela que se aproximou e se apresentou como sendo o meu "caso".
Não era feia, muito pelo contrario, tinha um porte físico muito elegante e por trás de roupas sóbrias se podia imaginar o corpão que se apresentaria.O nome que ela deu foi Odete, frio com certeza. Propôs que fossemos para seu apartamento onde ficaríamos mais a vontade.Não ficava mais que duas quadras de onde nos encontramos, o apto dela que era bem aconchegante. Serviu um drinque e numa poltrona de dois lugares nos sentamos. Ela cruzou as pernas e mostrou que era fã de Sharon Stones. Achei engraçado a atitude dela que a seguir se jogou sobre mim e segurando meu rosto com as duas mãos, me olhou bem dentro dos olhos e vociferou um sonoro palavrão e me beijou a seguir. Um beijo de tirar o folego, onde sua língua incansável rebuscou no fundo de minha alma qualquer coisa que estivesse escondida.Me vi apanhada de surpresa e sem folego a empurrei para o lado e meio sem graça sorri e pedi que deixasse eu terminar a bebida que ela me oferecera. Na verdade era uma desculpa para me recompor do susto que havia tomado.Odete sabia o que estava fazendo e por isso ficou me olhando com um sorriso irônico na boca carnuda.
__Você gosta de ser a difícil, não é? Você prefere ser a mulher ou o homem na relação.
__Como?
__Você gosta de ser a dominada ou a dominadora?
__Olha, eu nunca fui dessas coisa não. Cada uma é o que é e como quer ser. Esse negócio de ser macho ou fêmea, não cabe comigo.
__Bom, muito bom. Então venha comigo sua gostosa e me prove o que diz.
Me arrastou para outro comodo onde havia uma cama de casal e nela me jogou. Começou a tirar suas roupas fazendo surgir pouco a pouco, uma corpo de mulher que podia estar chegando aos 40 anos e que conservava um viço muito intenso. O que me deixou com a xoxota palpitante era os seus seios. Era enormes e talvez devido a silicone, duros. Adorava seios desde pequena ao ser desmamada com quatorze anos. Odete ficara nua e se dirigia a cama onde eu estava. Subiu sobre ela e se deitou ao meu lado. Ficou me olhando e acariciando meu cabelo.Olhei para ela e pensei; se estava na chuva era para me molhar e por isso mesmo a puxei para mim e disposta a lhe mostrar do que era capaz a deitei em meu colo e comecei a beijar seu rosto e depois a bela boca. Desta vez ela fora educada e me permitiu saborear o gosto da sua saliva que recendia a tabaco. Passei a mão pelos seios, apertando para saber se eram reais . Eram. Para mim a sensação de ter alguma parte intima de outra mulher nas mãos era meio que estranho, mas aos poucos comecei a curtir. Fui me acostumando em saber que aquele pentelhos que alisava eram de uma pessoa desconhecida e que a boca que sugava os mamilos tesos não eram de Marlene. Para uma profissional do sexo, como Odete, era fácil
fingir, mas ela não estava podendo ocultar o prazer que estava sentindo com minhas carícias e aos poucos a mulher mercenária foi se aposentando e uma pessoa tão carente quanto eu foi aparecendo.Sentia que ela vibrava a cada toque em um ponto específico de seu corpo. Ela gemendo se deixava cair para o lado da cama e me possibilitava ir para cima de si e com ambas as mãos em seus seios os apertar da base até os bicos. Suas mãos se apossaram de minha bunda e ela me obrigou a me curvar para frente e expor mais o que ela tinha nas mãos. Era uma sensação gostosa ter a bunda alisada, apertada e receber tapinhas, enquanto nossas bocas se união em mais um beijo delicioso. Ela beijava muito bem e eu sabia que não ficava atrás, mas tinha que me superar para descobrir o que havia de diferente em ter aquela mulher, e a minha mulher. Como uma cobra me esgueirei sobre seu corpo chegando até o sexo. Ela separou as pernas e me possibilitou ver aquele parte feminina que encantava todo ser vivo. O perfume que veio dele era diferente do que Marlene exalava. O dela era puro, natural sem artifício, diferente daquele que eu aspirava naquele momento. Mesmo assim cheguei a boca até sua abertura sexual e a beijei demoradamente como fazia com minha doce mulher.Minha língua trabalhou muito em sua abertura vaginal e em seu clitóris e confesso que nunca me senti tão gratificada por ter a mulher que tinha. Via naquela estranha o quanto fazia Marlene feliz e por outro lado as carícias eram diferentes, deixando a desejar naquele momento. Os dedos não percorriam o meu corpo encontrando e invadindo dos os meus buracos com delicadeza, quase com adoração. Era diferente aquele momento dos que eu tinha o privilégio de ter todos os dias quando chegava em casa. Aos poucos fui tomando ciência que o melhor estava em casa. Sai de cima daquele corpo que parecia pedir mais e fui até onde estava minha bolsa de onde tirei o combinado e os deixei sobre uma comoda. Passei a me vestir, sob o olhar incrédulo de Odete. Vestida me aproximei dela e a beijei no rosto que acariciei com um mão e lhe agradeci:
__Você foi um anjo que caiu em minha vida. Salvou a minha vida e agora vou a procura de outro anjo, que me espera.Muito obrigada por ter me aberto os olhos quanto joia preciosa que eu tenho dentro de casa. Toda sorte do mundo á você. Tchau.
Sai dali quase que correndo, pois queria chegar em casa e poder abraçar e beijar muito a minha querida mulher. Quando ela abriu aporta se espantando com a minha presença não a deixei perguntar por que de estar ali tão cedo e não estar no balancete da empresa. Quase a derrubei ao arrasta-la para o nosso quarto e sufocando-a de beijos a desnudei e a joguei sobre a cama. Aquele corpo que eu tanto acariciara e o tinha diante de mim, era maravilhoso. Começava pelos cabelos, o rosto delicado os olhos brilhantes o narizinho arrebitado, os lábios sempre avermelhados, mesmo sem batom,o pescoço, os ombros os seios que pareciam dois sonhos recheados de creme com uma pequena cereja a enfeita-los, o ventre, onde no umbigo ela adornava com um piercing em forma de gota, o monte de vênus sempre com os pelos no tamanho que eu gostava indicando o meu santuário de orações sexuais, as coxas sedosas as pernas delicadas, os pés mimosos de dedinhos sempre bem pintadinhos. Pedi que ficasse de bruços e pude observar suas costas a coluna vertebral que terminava naquelas duas metades de pecado original, onde ocultava um ponto, que era chave em nossas relações e que com um , dois e até três dedos nele introduzidos a levava a loucura e a mim também quando o enchia de beijos e linguadas. Era tudo destinado a meu prazer e eu procurando colocar tudo aquilo em segundo plano. Não, eu tinha a melhor coisa do mundo,amor e companheirismo absoluto de uma mulher fantasticamente bela e minha. Comecei a chorar e caindo sobre ela a apertei em meus braços e disse acariciando sua bunda, que a amava mais que tudo na vida e que nada iria nos separar nunca, se dependesse de mim. Fizemos amor como nunca e eu a levei ao paraíso tantas vez que ela ficou exaurida e pela primeira vez, desde que nos conhecemos, pediu para que eu parasse. Até hoje ela não entendeu aquela noite e nunca soube que eu a trai sem querer querendo, para ama-la cada vez mais.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:13 de fevereiro de 2015 14:49

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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