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Do fundo do baú

Um dia de sexo e muito calor

Quando Paulo entrou na casa de sua noiva, não esperava encontrar outra pessoa que não fosse ela, mas quem ele encontrou foi Júlio.Ele estava usando uma sunga que o deixava um tanto quê vulgar.Tinha uma bela estampa que agradava as meninas, porém ninguém o via com uma.Paulo indagou o porque dele o chamar dizendo que era urgente.
__Eu precisava falar com você e tinha que ser a sós
__Mas falar o quê? Aconteceu alguma coisa com sua irmã?
__Não, nada disso, mas até de certa forma envolve ela.
Paulo começou a ficar intrigado. Notou que o futuro cunhado estava nervoso e andava de um lado para o outro dando a entender que lutava com algo dentro de si e que temia por para fora.Continuava a achar estranho a vestimenta ousada para se ficar conversando de qualquer tipo de assunto. Mas como se diz, cada louco com sua mania. Interpelou o rapaz pois queria saber o estava acontecendo.
__Você esta com algum problema? Pode confiar em mim.
__Estou com um problemão meu caro.
__Precisa de dinheiro ou algo assim?
__Se fosse isso seria dos males o menor.
__Então me diga.
__Paulo, você sabe que eu adoro a minha irmã, não sabe? Pois bem eu em hipótese alguma iria querer o mal dela. Só que eu não aguento mais e estou sofrendo. Eu queria te pedir uma coisa muito pessoal.Você pode se recusar a me atender o pedido, vou ficar mal mas não faz mal.
__Desembucha cara. O que está acontecendo? Porque todo esse rodeio. Vá direto ao assunto.
Júlio engoliu saliva e soltou o que o oprimia.
__Eu te amo!
Paulo sentiu que a algo muito forte se abatia sobre sua cabeça. Olhou para o cunhado que olhava para ele com lágrimas nos olhos.Não conseguia articular palavra alguma. Estava apalermado. Aquele tremendo de uma boa pinta, estiloso ao extremo, se dizia ama-lo. Ele namorava a irmã dele e ele vinha com aquela conversa. Andou até a porta e ficou parado pensando no que falar para o rapaz. Quis fugir dali mas algo o impedia de assim o fazer. Por fim falou.
__Cara acho que você esta muito enganado. Somos amigos, te considero muito, mas eu amo a tua irmã e também você tem que entender que eu nunca me relacionei com homem. Te respeito e vou continuar a te respeitar, porém não posso corresponder a uma coisa desta. Me desculpe. Porém o que você queria me pedir?
__Diante da tua recusa eu acho que não faz mais sentido.
__Se estiver ao meu alcance...
__Esta sim.
__Então fale.
__Apesar de você se sentir constrangido eu queria ter pedir pelo menos uma vez, que você transasse comigo.
__Você ficou louco cara. Não curto isso, não.Olha vamos fazer uma coisa eu vou esquecer tudo isso e você vai fazer o mesmo, certo?
__Não posso. Já reprimi essa vontade muitas vezes ainda mais quando ouço os gemidos de minha irmã quando você esta comendo ela.É uma tortura e as vez me fantasio estar no lugar dela e me satisfaço de forma solitária.
Paulo olhava para o cunhado e pensava de que forma sairia dali sem magoar muito o irmão de sua namorada. Tinha que cair fora dali e não voltar tão cedo. Com essa idéia se despediu e foi embora. A namorada de Paulo não entendia porque este se recusava a ir em sua casa para transarem ou simplesmente em um jantar especial.Um dia ela chegou muito triste ao encontro e passou para Paulo que seu irmãos estava praticamente fazendo uma greve de fome. Para ela ele disse que era por não ser correspondido por um grande amor seu. Paulo se arrepiou todo e ficou na eminência de contar a sua namorada o grande segredo
que envolvia ele e Júlio, mas se calou. Não dormiu direito.No dia seguinte telefonou para a namorada, mas ela tinha saído com umas amigas.Sentiu que tinha que resolver aquela situação.
Tocou a campainha e depois de muito tempo Júlio veio atender. Estava pálido, mas continuava bonitão. Abriu o portão e Paulo entrou acompanhando-o ao interior da casa.
__Não sei a que horas ela vai chegar. -disse evitando olhar Paulo.
__Não vim vê-la e sim você. É bonito essa greve de fome que está fazendo, cara. Você esta se deixando ficar um farrapo. Parece que nem banho você esta tomando.
__E o que você tem a ver com isso?
__Olha aqui seu filho de uma puta. É assim que você ama sua irmã. Quer que ela continue a sofrer te vendo assim? Venha. - pegou na mão dele e o puxou em direção ao banheiro. Lá ordenou secamente:
__Tire a roupa e vá tomar um banho.
__Não tenho vontade. - retrucou Júlio procurando sair do banheiro mas Paulo o impediu e o empurrou para o box abrindo a água sobre o rapaz com roupa e tudo. Vendo que ele não se mexia se despiu e entrou no box começando a retirar a roupa molhada do corpo de Júlio que ainda não tinha percebido que o outro estava nú. Paulo pegou sabonete e começou a ensaboar o corpo do outro. Feito isso com as mãos aplicou-se uma esfregação no mesmo não poupando nem os orgãos genitais. Estava encostado na bunda de Júlio e começou a sentir que começava a ficar de pau duro e ele percebeu isso pois se e esfregou mais na rola que tomava volume. Paulo esqueceu tudo o que tinha dito quando soube do amor do rapaz por ele, e se deixou levar pelo tesão que estava sentindo. Quando menos esperou sentiu a pica agarrada pela mão de Júlio, que se virou e ajoelhando tomou-a na boca a chupando desesperadamente. Paulo fechou os olhos e imaginou que era boca de sua namorada que lhe aplicava aquele delicioso boquete, porém, porem logo era devolvido a realidade de estar sendo chupado por seu cunhado. Estava gostando pois ele chupava muito bem podendo até afirmar que melhor que sua irmã.Sabendo que poderia gozar a qualquer momento, fez o rapaz se levantar e o levou para o quarto onde em seu leito o colocou de bruços.Lembrou-se que no quarto de sua namorada havia um tubo de lubrificante, foi lá o pegou e retornou onde Júlio estava. O rapaz tinha uma bunda que era um show e a visão dela o excitou mais ainda. Se postou sobre as coxas dele separando as nádegas colocou um pouco do gel e meteu o dedo atrás.O rapaz achou que era a pica e resmungou qualquer coisa. Paulo fez uma massagem anal com dois de depois com três dedos até sentir o ânus bem relaxado então lubrificou a pica e se posicionou sobre a bela bunda. Encostou a cabeça e foi empurrando até vê-la sumir. Feito isso se estirou sobre o corpo e com as mãos nas costas do cunhado empurrou o resto do membro. Júlio soltou gemido rouco e se agarrou a cabeceira da cama. Começou a pensar em como sua irmã suportava levar aquela tora no rabo sempre, mas estava se deliciando,realizando seu sonho de ser possuído pelo homem que ele amava de verdade.Os gemidos foram ficando cada vêz mais fortes e Júlio de olhos fechados delirava em sua performance, empinando a bunda sempre que a pica começava a entrar em seu rabo. Paulo acelerou as estocadas e Júlio sentiu seu pau expelindo o seu gozo sob si. Procurando dar ao outro prazer que desejava, quando a ejaculação chegou, ficou inerte sobre o corpo de Júlio só sentindo o pau pulsar expulsando jatos de porra dentro do intestino daquele macho que sem dúvidas o satisfizera. Quando se retirou do seu ânus percebeu que tinha um pouco de sangue no pau e que sangrava o cú do cunhado.Assustou-se, pois errôneamente não usara um preservativo para precaver-se de uma doença.
Sua noiva se espantou quando chegou em casa e viu seu irmão totalmente recuperado e comendo o que viesse pela frente. Mal sabia ela que dali para a frente teria que dividir o seu namorado.

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:7 de janeiro de 2015 13:32

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Gays

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Comentários

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  • Cezar
    Postado porCezarem13 de janeiro de 2015 04:22

    Muito bom gostei. Só uma pergunta terá continuação?

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