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Do fundo do baú

Um momento, uma chance, aquele prazer! II

Laura chegou em casa, na zona sul da cidade e foi logo preparar o jantar. Se embaralhou nos ingredientes, trocando sal por açúcar, canela no lugar de gengibre e quase coloca fogo na cozinha, devido a desatenção que estava. Na verdade ela estava vibrando ainda com tudo aquilo que lhe acontecera no cinema com a bela e enigmática Bruna. Nunca pensou que o sexo com uma mulher fosse tão prazeroso a ponto de se tornar, até aquele momento, inesquecível. Laura estava completamente absorvida em seus pensamentos que não prestou atenção nas, que foram passando e nada dela deslanchar no que tinha que fazer. Não podia deixar de pensar naquela estranha e magnifica aventura homossexual que tivera em pleno cinema de um shopping, que ela sempre frequentara, mas que nunca lhe passara pela cabeça de um dia viver coisa tão estranha e por que não dizer na mais pura expressão da palavra, radical, no que concerne a sexo. Bruna! A bela e deliciosa Bruna! Surgira do nada e ao nada retornara. Não marcaram nenhum encontro, apesar do deslumbre das duas, apenas se despediram com um longo e profundo beijo que escandalizou, ainda, pessoas ao redor, e cada uma seguiu seu caminho, sem trocar endereços ou numero de celular. Parecia que tudo estava se diluindo como se fosse uma tênue cortina de fumaça. Sentia ainda as mãos dela em seu corpo, no sexo palpitante, esmagando seus seios, na boca a os tomar para si e aquele sexo oral de tirar o folego. Gozado! Nunca fizera sexo oral sentada em uma poltrona, ainda mais de um cinema.Estaria ficando louca? Sempre fora uma mulher que se primava pela racionalidade, afinal de contas estava com 30 anos, não era nenhum brotinho de 20, mas se achava bem, com todo tirocínio plenamente correto. portanto não podia se culpar por um deslize. Deslize? Mas não era um simples deslize, que uma ninfeta protagonizava atrás do muro da escola. Ela era uma adulta, que se julgava responsável, que tinha cometido esse deslize. Como explicar para si mesma o que estava sentindo naquele momento com relação ao episódio até certa forma burlesco, ao qual participara, sem ao menos questionar o certo do errado? Fora movida por uma empolgação, pela curiosidade.E olha que a curiosidade matou o gato, já diziam.
O som de um carro que adentrava as cercanias da casa, interrompeu seus pensamentos, alertando-a que estava com tudo atrasado. Correu para a cozinha e deu continuidade ao que estava tentando fazer. Pouco depois a porta da sala era aberta e fechada e passos ecoaram pela casa rumo a cozinha.
__Oi, paixão! - disse sorridente um belo homem de cabelos grisalhos, muito elegante, que se aproximou de Laura e abraçando por trás a beijou quando ela voltou seu rosto para trás - Como vai a minha gata gostosa?
__Atarefada com as coisas. Esta tudo atrasado. - se lamentou
__Se quiser podemos pedir uma refeição pronta. - sugeriu ele beijando-lhe o pescoço, o que sempre lhe causava um frisson enorme. Só que daquela vez...
__Você se importaria de pedir? Não estou com cabeça para fazer nada.
__Tudo bem! - disse ele pegando o telefone que tinha uma extensão na cozinha. Assim que terminou de fazer o pedido, se acercou de Laura, que dando uma desculpa, alegando que estava suja e precisava tomar um banho, o afastou.
__Você tem certeza de que esta bem? - perguntou ele, olhando-a e percebendo que ela estava visivelmente abalada. - Foi as compras no shopping?
__Sim fui , mas não comprei nada. Estava tudo pelo olho da cara.
__E qual o problema? Podemos pagar.
__Não me senti a vontade para ceder á aqueles preços abusivos, mesmo podendo pagar. Não é assim que funciona. - retrucou, sentindo que estava muito nervosa a ponto de explodir. Mas por que estava assim se não havia motivo?
__Você esta uma pilha, amor. O que aconteceu? Alguém te ofendeu?
__Não! Nada disso. Apenas não estou no meu melhor dia. Talvez seja por que vai descer. Sabe como fico arredia quando esta para chegar esse maldito evento. - vociferou, achando que tinha encontrado uma boa desculpa.
__Mas, amor, seu período acabou na semana passada. Como pode?
Tinha calculado mal a mentira e agora estava encurralada. Mas rapidamente achou uma lacuna e se saiu com essa:
__Como pode ver o resquício ainda permanece. A verdade é que não estou legal, hoje.
___Tudo bem. Fique calma que tudo vai passar. Vou tomar um banho enquanto a comida não chega. Se ainda não tiver saído, você recebe?
__Claro. Pode ir sossegado.
Laura ficou a pensar o que dera nela ao se comportar daquela forma como se estivesse diante de uma aberração. Júlio, era seu marido e não tinha nada a ver com seu estado conturbado de espirito. Sempre fora um cara legal, satisfazendo todas suas vontades e quase nunca se impondo como superior a ela. Houveram outros homens em sua vida que foram o oposto dele. O que dera nela? A campainha toca e ela vai atender e recebe a encomenda do jantar. Quando o entregador se vai ela vai ao banheiro, onde seu marido ainda permanece e mesmo vestida se enfia na ducha junto com ele. Surpreso Júlio a abraça e a beija do jeito que ela gostava. Aos pouco vai deixando-a, até revelar a bela nudez daquela mulher que ele amava com tanto ardor. Laura com as mãos acariciava o pênis endurecido do marido. Virou de costa e encostou o traseiro naquela lança de cabeça rombuda, que logo passou a força passagem entre suas nádegas, se alojando em seu rego sobre as pregas anais. Ela sentiu a pressão e deu uma empinadinha de traseiro ao mesmo tempo que era segura pelos seios fartos. Começou a fazer movimentos de caminhar sem sair do lugar, com isso excitando mais seu companheiro e a ela mesma. Levou a mão atrás e pegando no pênis, o direcionou para sua xoxota. Júlio a penetrou com suavidade, só parando quando sentiu as nádegas dela em seus pentelhos. Forçou Laura a se endireitar e assim a abraçou com firmeza, enquanto executava os movimentos coitais. Mordeu-lhe o pescoço e forçando a virar o rosto para ele, a beijou com extrema paixão. Quando suas bocas se desgrudaram ela com o rosto coberto de água pediu:
__Me enraba!
__Deixe me pegar algo para lubrificar. - disse ele, mas repelido por ela que já passava sabão no rabo e retirando a pica da boceta a colocou sobre suas pregas. Em seguida se deixou cair para frente apoiando a cabeça no azulejo da parede e com as duas mãos separava as nádegas. Júlio fechou o jato de água e salivando o pau começou a força-lo contra a pregas do cu da esposa, vendo que aos pouco a cabeça da pica ia abrindo caminho e se perdendo naquele orifício. Laura toda afogueada empurrou a bunda de encontro ao falo e o mesmo deslizou com suavidade para dentro do seu rabo. Se apoiou com as duas mãos, agora livres, na parede se ficou sentindo a penetração que queimou o canal percorrido. Levou uma das mãos até o clitóris passando a toca-lo. O primeiro toque a fez estremecer e depois foi só a vontade insana de massagear toda aquela forma feminina. Gozou, mas queria mais, muito mais, pois sabia que podia gozar mais e mais. Bruna lhe ensinara isso. Bruna! A lembrança daquela mulher a levou a ter um gozo tão súbito que a assustou, tamanho foi a qualidade do prazer sentido. Ao se lembrar dela, Laura passou a ter outro comportamento, se entregando com vigor ao coito com o marido, mas pensando na fabulosa mulher. Sentiu que era ela que a possuía, com um pênis verdadeiro que tinha entre as pernas e dava-lhe todo domínio da situação. Sentiu que suava, pois seu corpo estava aquecido. Sentia o perfume da fêmea querida. Levou os dedos, que estavam na boceta, até aboca e o chupou, percebendo o quanto era gostoso aquele sabor que seus dedos traiam de dentro de si. Rebolou, como nunca fizera e isso provocou a aceleração do gozo d o marido que sem poder se controlar, jorrou esperma no intestino dela. Apertou-a com força e com alguns trancos terminou a sua ejaculação. Ficaram, por minutos, ainda grudados ,com dois animais caninos. Tornaram a se beijar e ainda permaneceram unidos, com Júlio a lhe acariciar os seios maravilhosos, cujos bicos estavam empertigados. Depois de pelo menos uns dez minutos mais de posse ainda do rabo da esposa, duro ainda, Júlio retirou o pênis daquele aconchego e virando-a de frente, a beijou.
O jantar transcorreu em clima de euforia, diante do aperitivo que tiveram. Conversaram, riram muito e se acariciaram profundamente, o que os levou a preliminares de um futuro embate amoroso.
Os dias se passaram e Laura retornou a sua rotina normal. Esperançosa, foi algumas vezes ao shopping, ficou de fronte das mesma lojas, na fila do cinema e até chegou a entrar naquela sala especial para ela, onde tudo recordava Bruna, mas nada de vê-la. Era uma esperança vã, diante do formigueiro que era aquele local. As relações com seu marido era recheada de fictícias traições, onde a presença de Bruna era quase que palpável. Uma noite foi acometida de um sonho, que a fez gritar pelo nome de Bruna. Júlio acordou e acalmando-a, depois de algum tempo lhe perguntou quem era Bruna. Não se alterou, apenas disse que era uma amiga.
O casal, saia todos os finais de semanas para eventos ou apenas para um teatro, quando uma peça de destaque estava em cartaz. Naquele final de semana iriam a uma comemoração de aniversário num famoso buffet. Chegaram as 22 horas e foram cumprimentar a aniversariante. O baile que se seguiu, estava repleto de mulheres bonitas e rapazes charmosos, inclusive, havia um que não tirava os olhos de Laura, que temia que seu marido notasse. Júlio viu um dos seus melhores amigos e se aproximou dele. Laura fora elogiada pelo homem que disse estar com sua esposa, que devia ter ido ao banheiro. Estavam conversando e rindo, quando o homem disse que sua esposa se aproximava. Laura fora a primeira a se virar e sentir o chão sumir aos seus pés. Quem caminhava em direção a eles era Bruna. A sua Bruna! A mentirosa Bruna! A deliciosa e bela Bruna!
__Amor! - disse o homem. - Quero lhe apresentar um casal amigo.Bruna, este e Júlio e sua esposa Laura.
__Muito prazer Julio. -disse ela apertando-lhe a mão e depois se dirigindo a Laura para o clássico beijo falso na face, quando se encostou nela sussurrou:
__Tesuda!
__Falsa! - devolveu ela
__Muito bonita sua esposa, Júlio! -disse ela sorrindo, mais de ver o embaraço de Laura, do quê pela surpresa de vê-la, com um marido.
Conversaram algum tempo e as duas disfarçaram numa indiferença total. Quando se afastaram, Laura que estava com o coração aos pulos, deu um jeito de olhar para trás e pode ver Bruna que a olhava e acintosamente lhe enviou um beijo.
__Interessante! - disse Júlio parando ao lado de uma pilastra.
__O quê? - quis saber Laura.
__O nome da mulher de meu amigo ser Bruna.
__Por quê? - perguntou já se preparando para o que viria.
__Foi esse nome que você gritou uma noite dessas. Não acha que é muita coincidência?
__Como você mesmo disse...coincidência. Bonita ela, não?
__Sim! Mas não como a minha deliciosa esposa. - elogiou ele dando-lhe um beijo.
Ela olhou por sobre o ombro do marido e viu Bruna a lhe sorrir divertida, com a cena. Para Laura a noite estava perfeita, afinal ela tinha encontrado a mulher que a transformara. Flertaram de longe em dado momento, quando seus olhares se encontraram, gestos significativo da parte de Bruna, fez Laura dizer ao marido que iria procurar onde ficava o banheiro, que ele não saísse dali, que logo voltaria. Saiu apressada, passando por perto de Bruna que a seguiu. O banheiro ficava em um setor bem afastado de onde se realizava a festividade. Mal entraram, perceberam que o mesmo estava deserto. Bruna a pegou pela mão e a conduziu ao último compartimento e fechando a porta a agarrou e buscou sua boca.
Laura queria protestar.lutar, esmurrar, xingar, aquela que ocultara ser casada, mas não teve forças. Se entregou nos braços da mulher amada e deixou que ela a explorasse o que desejava em seu corpo, que aos pouco foi se revelando, sendo acariciado, chupado, dedilhado em sua parte mais intima. Não queria ficar só passiva e por isso mesmo atacou Bruna a despindo totalmente, As duas ousadamente estavam nuas e se acariciavam com dedos e bocas, onde as línguas buscavam cada orifício ou protuberância para atacar e as fazer gemer. Laura admirava a plástica de Bruna, que tinha um corpão de enlouquecer qualquer um, principalmente ela. Seus dedos se perderam dentro do sexo da bela, encontrando-o molhado pronto para a posse. Laura se sentiu gratificada por estar despertando desejos intensos naquela mulher atrevida. Chupou-lhe cada bico de seio e depois a fez se sentar na tampa do vaso , sobre as suas roupas e dando um jeito acrobático, depois de faze-la separar bem as pernas se aninhou entre elas e passou a beijar suas coxas, subindo em direção do sexo que se escancarava em meio a uma densa quantidade de pelos. Aquele visão a fez ficar fora de si, e sem pensar duas vezes abocanhou aquela deliciosa porção ,de uma intimidade querida. Bruna não tinha pudor e soltou um grito estremecendo na boca da amante. Apertou sua cabeça de encontro ao seu sexo e deixou fluir para a mesma seu líquido que saia farto. Nem a chegada de pessoas no lavatório ,interrompeu, as duas em suas ações de puro prazer. Laura se deliciava com o sexo da amante, solvendo o gozo que ela expelia fartamente. Bebia aquele néctar e sentia o seu próprio que molhava suas partes intimas. Metia os dedos dentro de si e sentia a lubrificação
fluidificada que se espalhou entre eles. Desta vez foi ela quem os ofertou a boca de Bruna, que chupou cada dedo apreciando o gosto da xoxota de Laura. Levantando-se e de pernas abertas com a xoxota aberta, ela aproximou a mesma da boca da que estava sentada. Bruna abocanhou aquela porção que estava salgadinha e a mordiscou, levando Laura a estremecer e trincar os dentes para não gritar. Passou a língua rapidamente por diversas vezes sobre o clitóris e Laura não se conteve. Pensou que estava urinando na boca de Bruna, tal a quantidade de gozo que expeliu. Bruna também chegara ao clímax e ambas se abraçaram, trocando caricias, que naquele momento,eram soft.
Júlio, preocupado pela demora, resolvera ir até perto do toalete feminino e tentar verificar o que tinha acontecido com sua mulher. Para sorte dela, que saiu antes de Bruna, o viu e voltou para trás para avisar a amante que deveria demorar mais um pouco até ela e o marido se retirarem. Bruna sorrindo a apertou de encontro a um dos reservados que estava fechado e a beijou. Quem estava lá dentro gritou que tinha gente e elas riram, Laura se afastou lentamente em direção a porta de saída. Júlio a avistou e ficou aliviado, foi ao seu encontro.
__Nossa que demora! Esta tudo bem? - quis saber angustiado.
__Sim, apenas demorei para encontrar o sanitário e como estava lotado tive que esperar. - mentiu e enquanto se afastavam olhou para trás e viu Bruna que surgia na porta do banheiro e lhe acenava. Bruna estava se envolvendo com Laura, achava ela uma mulher fascinante e a queria para si. Por que não lhe dissera que era casada, era a pergunta que não saía da sua cabeça. Bem, ela também não disse nada. Achava que o destino tinha planejado o encontro das duas.
Quando chegaram em casa, Laura que não tinha podido conversar mais com Bruna, começou a querer saber mais do marido de Bruna e com isso saber se Júlio sabia onde ele morava. Com seu jeitinho, ela conseguiu o que queria sem levantar suspeita por parte do marido. Iria pesquisar e descobrir onde Bruna morava e iria atrás dela. Sua determinação era tudo que e deixava mais flexível e até certo ponto, mais amorosa. No dia seguinte iniciaria a sua peregrinação em busca da sua bela amante!


Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:13 de maio de 2015 21:31

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Lésbicas

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Ainda não há estatísticas de leitura deste texto, pois ele foi publicado em 13/05/2015.

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