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Do fundo do baú

Um prazer infernal

Sarita, tomara uma decisão na vida. Já que a situação estava feia no quesito economia doméstica, ela resolvera que não podia ficar mais de braços cruzados. Tinha que se manter de alguma forma. No que tinha capacidade, estava difícil, então iria se aventurar por outra área. Comprara um daqueles jornais amarelinhos e passou a repassar os anúncios que ali estavam. Estava sentada em um banco de alvenaria, naquela bela e ampla praça de renome, debaixo de um sol escaldante. Jovem, bonita, cabelos longos, corpo que tinha formas que deixavam os que por ela passavam, com vontade olhar para trás e se deparar com o seu melhor visual, a bela bunda que tinha. Apesar deste detalhe, ela era toda certinha e deliciosa de se ver. Sabia disso, seu namorado sabia mais ainda e ela se orgulhava de ser assim desejada. Depois de repassar todo o folhetim de empregos, viu que por ele não conseguiria nada e uma onda de desanimo se abateu sobre ela. Estava com fome e por isso mesmo se aproximou de um carrinho que vendia hot dog. Uma senhora muito bem paramentada, estava atendendo a clientela, que era muito grande o que indicava que ela vendia muito daquele lanche. Sarita, demorou um pouco a ser atendida e quando o foi, entabulou uma conversa que descambou para o fato dela estar procurando emprego. A mulher pediu que ela fosse saborear seu lanche e depois que voltasse a falar com ela. Sem entender muito bem o que ela desejava, Sarita assim o fez. Voltou e a mulher se identificando como sendo dona Júlia, passou a conversar com ela. Disse que uns meses atrás chegara até ela um senhor muito distinto, que viera lhe perguntar se não gostaria de trabalhar na casa dele para cuidar dos seus pais, já bem velhinhos, uma filha que tivera um problema sério de saúde ,por um excelente salário. Ela já tinha aquele local como ponto de venda do seu cachorro quente, em um carrinho, que não tinha lá aquelas condições de chamar freguesia, que ora tinha. Como a oferta de trabalho era excepcional, ela topara. Mas o caso é que a parada, não era tão legal como ela podia pensar que fosse e ela não aguentara e permanecera no serviço só por 30 dias e se demitira. Por incrível que pudesse parecer, depois de alguns dias ela teve a grata surpresa de ao voltar ao seu antigo meio de vida, receber a visita de um fornecedor de utensílios, para aquele tipo de comércio, com um carrinho todo equipado com o que havia de melhor no mercado. Era um prêmio por ela ter ficado tempo suficiente para que ele, o senhor, tivesse a melhor das impressões e sossego com ela em sua suntuosa casa.
__Você não gostaria de tentar? A grana é grande, apenas meio difícil de ganha-la. Mas quem sabe você não se dá bem? Não gostaria de tentar?
__Por que não? Vou tentar sim. Obrigada por me falar deste emprego. Obrigada.O Endereço é esse que está aqui no cartão?
__Sim. Não tem segredo. Desejo a você boa sorte.
Sarita seguiu naquele instante para o endereço que tinha, chegando a uma bela casa, que mais parecia uma mansão em um bairro da zona sul de São Paulo. Quem a recebeu fora uma governanta, senhora de aparecia sisuda que desejava impor sua autoridade, com aquela cara fechada. Sarita fora conduzida para dentro, numa sala bem mobiliada, com tapeçarias que custavam milhares de reais, vasos que ostentavam o bom gosto dos proprietários estavam sobre colunas de mármore, tornando-os mais vistosos. Sarita olhava tudo com uma certa admiração. Depois um breve interrogatório, ela recebeu o aval para ser contratada. O primeiro dia de serviço, fora de reconhecimento de tudo que era parte da casa e fora dela, além de outros serviçais. Tinha que dormir no emprego e ficara sabendo que iria dormir dentro da casa para melhor poder atender os desejos de todos. Sarita, não tivera contato com os patrões, quem autorizara sua saída para buscas seus pertences, fora a governanta. Alojada em um excelente quarto muito bem decorado, o que achou estranho, começou a arrumar sua coisa de acordo com seu gosto pessoal. Na hora do jantar, ela fora chamada para sala principal, onde a mesa estava posta e as pessoas disponibilizadas ao seu redor. Sarita , levada pela senhora de cara feia, adentrou o local e todos seu olhares convergiram para elas.
__ Gostaria de apresentar a todos, a senhorita Sarita, que esta ocupando o cargo de cuidadora nesta casa. Sarita, que lhe apresentar seus anfitriões, Sr. Romero, sra. Amália sua esposa, Sérgio o filho caçula, Paulo o mais velho dos filhos, Sr e Sra Romero Cintra, os pais do Sr. Romero, de quem você cuidará.
Sarita fora notando que em cada expressão havia uma mensagem. Três dela indicavam que ela teria que ter muito cuidado com assédio , pois ele iria acontecer com toda certeza. O que mais a intrigara era o fato de haver duas cadeiras vazias junto a mesa. O mistério aumentou mais ainda quando a ela fora destinada a cadeira vazia, permanecendo a outra sem ninguém durante todo o jantar. Era um clima estranho o que permeava ao redor de todos ali, chegando a assustar. Depois do jantar, passaram para a sala adjunta onde fora servido um cafézinho e muitas perguntas ela teve que responder. Romero e sua esposa Amália, sabatinaram Sarita, até se sentirem satisfeito com suas resposta a aprovando. Mas fora com a governanta que ela obtiver a resposta para a cadeira vazia á mesa.
__Aquele lugar sempre fora destinado a Rosana a filha, que estava internada com depressão, devido a um episódio triste em sua vida, onde ela fora castigada pelo destino que levara seu jovem marido, na noite de nupcia a deixando ironicamente com a ferramenta de prazer dele cravada nela, rija, mas sem vida, em sua bunda. Ele não suportara, saber que a sua mulher tão desejada que lhe prometera por longos meses lhe dar o cu, na noite que se casassem, estivesse lhe permitindo invadir o rabo tão primoroso. Tivera um mal súbito e não usufruíra do bem maior. Tiraram ela aos berros de cima do corpo do marido, onde constataram a rigidez do que ela tinha dentro de si. Só que ela não voltara a ficar mais normal, caindo num mutismo que todos associavam ao fato de achar que era culpada pela morte do rapaz, depois de lhe negar por tanto tempo o que ele mais desejava, que era sua bunda.
__E onde esta ela agora?
__Numa clinica de repouso para doentes mentais.
__Mas foi tão grave a lesão mental dela? Não tem um jeito de reverter e faze-la ver que não tem nada a ver com a morte do marido? Fora uma fatalidade.
__Parece que a mente dela está bloqueada. Nada consegue entrar no seu novo mundo. Parece que ela não deseja participar de mais nada. Se deixou fechar dentro do casulo que foi formando e esqueceu que está viva e que tem gente que a ama muito.
Enquanto falava, Lola, a governanta de cara feia, deixara correr duas lágrimas que deixava claro o amor que ela tinha por Rosana. Mostrou-lhe uma foto dela, pouco antes de casar a beira da piscina, com um biquini reduzidíssimo onde não escondia quase que nada, deixando ver que tinha peitões e coxas belas e longas. Seu rosto de menina, era tão belo quanto as demais partes de seu corpo. O olhar dela era melancólico, mas atraente demais. Com aquele rosto na mente ela dormiu naquela noite, debaixo de ondas de sonhos estranhos e perturbadores.
Pela manhã do dia seguinte, ela se dirigiu ao seu banheiro privativo onde se despindo, entrou no box para o banho matutino. Não sabia porque, mas sentia que não estava só. O corpo todo ensaboado, era um espetáculo á parte, pois ela era dotada de um corpo que gerava cobiça entre os homens. Se enxugava com um toalha felpuda, quando sentiu que algo estava errado no espelho que estava a sua frente. Tirando ele do lugar descobriu um pequeno furo na parede e observando a parte de trás do espelho, viu todo o interior do banheiro. Era um espelho de dupla face. Alguém a estivera espionando, mas quem?
(continua)

Sobre este texto

Erótico

Autor:

Publicação:12 de janeiro de 2016 23:33

Gênero literário:Contos eróticos

Tema ou assunto:Sobrenatural erótico

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Comentários

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  • zegeraldo
    Postado porzegeraldoem21 de fevereiro de 2016 13:03

    muito bom seuscontos mas mandao seguimento doconto pois leio varios e muitos nao tem continuaçao oque e uma pena pois ao bons contos sem continuidade

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